domingo, 25 de novembro de 2018

O CAMINHO FAZ-SE CAMINHANDO



Já tive tantos sonhos acordado e nenhum deles foi "soberbo" exclusivo, antes pelo contrário foi sempre o de estar solidário entre gente de bem, aquela que escolhi, a que me agrada, e que nada mais é do que a gente simples que não representa entraves de maior à vida em sociedade e que limadas pequenas arestas representam a vida que já houve e já não há com muitos dos valores essenciais ao amor, à concórdia.


Não sou conservador em matéria política, sou anti fascista e real perante tanta hipocrisia, mentira e vigarice legalizada que atinge sempre os mesmos, os que são mais frágeis, os que produzem, os que acreditam sem analisar e agir.

Digo escolhi porque já não sou jovem e já passei por uma série de experiências, de circunstâncias, que mudaram a minha visão do mundo, a observância de quem me rodeia.

Não me sinto revoltado com os chamados avanços (os naturais) os tecnológicos (nem todos) que sempre abracei e abraço quando se tratam de elevar. de respeitar e ajudar na construção de uma sociedade sem classes, sem dúvida a melhor para a felicidade do ser humano. O que se preza de ser humano, de agir e pensar como humano.

Como comunista, ideologia respeitada por muitos mas combatida pelo exército de ignorantes, pelos fascistas que detêm o poder económico e político e os seus lacaios da traição, os da cegueira submissa aos vigaristas e algozes do povo, vou continuar a minha senda sempre do lado dos meus iguais.


MORTE AO FASCISMO , AOS SEUS EXECUTANTES E AOS QUE SOFRENDO TEIMAM EM NÃO SE LIBERTAR E SÃO O CAPACHO DAS POLÍTICAS DE DIREITA QUE NOS TRAZ A INFELICIDADE, A MISÉRIA, A FOME E A GUERRA.

António Garrochinho

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