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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

«Navio fantasma» a caminho do Porto de Setúbal para furar greve

Apesar do porto estar parado, face ao protesto dos «eventuais», o SEAL denuncia 

que está prevista a chegada de um navio de transporte de automóveis, mas a 

administração do porto omite a chegada.

«Ro-Ro» é uma abreviatura para «Roll on-Roll off» — é um tipo de cargueiro gigante para o transporte de automóveis e outros veículos, de modo a que estes entrem e saiam do navio pelos seus próprios meios
«Ro-Ro» é uma abreviatura para «Roll on-Roll off» — é um tipo de cargueiro gigante para o transporte de automóveis e outros veículos, de modo a que estes entrem e saiam do navio pelos seus próprios meiosCréditos
Num breve comunicado disponível no seu portal, o Sindicato dos Estivadores e da Actividade Logística (SEAL) denuncia que está prevista a chegada de um navio Ro-Ro para o porto de Setúbal, amanhã às 6h.
Apesar da paragem em curso dos «eventuais», que compôem 90% da força de trabalho e que implicou o fecho dos serviços portuários, incluindo o terminal da Autoeuropa, a Administração do Porto de Setúbal e Sesimbra (APSS) omitiu a chegada.
O navio Paglia, considerado «fantasma» por dar entrada fora do sistema, está de momento a passar ao largo da Figueira da Foz, conforme pode ser visto aqui. O Ro-Ro partiu de Santander, em Espanha, onde já carregou cerca de mil viaturas, pelo que em Setúbal deverá embarcar cerca de duas mil.
«Se todos os estivadores precários do Porto de Setúbal estão indisponíveis para trabalhar, conforme têm reiteradamente afirmado», então para o SEAL, tendo em conta que nenhum foi convocado, é claro que haverá alguém a substituí-los.
De momento, o SEAL tem um concentração de protesto marcada para as 7h, junto ao porto, e já se sabe que os meios da Polícia de Segurança Pública estão a ser reforçados em Setúbal a propósito da chegada do navio.
O sindicato afirma ainda que «continuará a acompanhar de perto esta situação preocupante, que cada vez mais configura uma aliança perversa entre a gestão privada e os responsáveis públicos»

www.abrilabril.pt

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