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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

HONRAR A MEMÓRIA E OS ENSINAMENTOS DO GUIA IMORTAL. FUNDADOR DUMA ANGOLA INDEPENDENTE, DR. ANTÓNIO AGOSTINHO NETO!





HONRAR A MEMÓRIA E OS ENSINAMENTOS DO GUIA IMORTAL. FUNDADOR DUMA ANGOLA INDEPENDENTE, DR. ANTÓNIO AGOSTINHO NETO!
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No presente, o estado traumático da sociedade angolana contemporânea, fornece mais dados a acrescentar sociologicamente, como também em relação ao que ao ambiente diz respeito, tendo em conta não só a inércia que advém do passado, mas também das assimetrias que se acentuaram com as guerras e da nocividade dos impactos produzidos a partir das correntes dominantes via choque e terapia neoliberal, que contribuíram para mais desarticulações, mais desequilíbrios, mais alienações e mais injustiças sociais, procurando apagar a memória histórica e impedir a fermentação duma geoestratégia para um desenvolvimento sustentável capaz de revitalizar o tecido humano e lançar uma perspectiva e projecção alternativa e renascentista sobre o povo angolano em todo o espaço nacional!
O pensamento elitista deixado como herança em África pelo império britânico, um dos autores e actores principais da Iª Revolução Industrial, em relação ao qual o génio imperialista de Cecil John Rhodes foi expoente e ao mesmo tempo ignição e mentor na África Austral, é parte integrante do esforço pelo domínio que derivou no surgimento da hegemonia unipolar e por essa razão histórica, cultural e económica do seu núcleo duro de poder, foi o seu “sargento-às-ordens”Barack Hussein Obama e não o Comandante Raul de Castro que foi convidado para as comemorações do 100º aniversário do nascimento de Nelson Mandela!
As elites sul-africanas demonstram assim sua insensibilidade para com os problemas de África, que foram aprofundados quando os Estados Unidos e seus aliados (entre eles a Grã-Bretanha e a França), atacaram a Líbia, assassinaram Kadafi e fizeram proliferar o caos e o terrorismo na Líbia e por todo o Sahel, o que justificou aos agressores aumentar a sua presença militar em toda essa imensa região, em nome dum “combate ao terrorismo” cujos mentores integram os fulcros de suas próprias alianças forjadas a partir dos expedientes dominantes indexados ao petrodólar!
Perdão algum em relação a qualquer elite é “assimilável”, se a prioridade deixar de ser a luta contra o subdesenvolvimento, pela justiça social e por um desenvolvimento sustentável que explicite em cada acto o imenso respeito devido à Mãe Terra, muito menos quando esse perdão conduza apenas à cosmética alienatória de disseminação de elites e deixe tudo o mais “para as urtigas” e para as “calendas gregas”, pondo em causa a lógica com sentido de vida, conforme aliás António Agostinho Neto também nos ensinou!...

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