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sábado, 11 de agosto de 2018

O QUE ELE QUERIA SABER ERA SE HOUVESSE ALI 10 MORTES O GOVERNO CAÍA OU FICAVA DE PÉ !




Queixas de populares, agradecimentos a operacionais que combateram o incêndio de Monchique e uma visita a um centro de acolhimento à população marcou hoje a deslocação a pé do primeiro-ministro, António Costa, na cidade algarvia.
António Costa saiu da reunião com os autarcas dos concelhos do distrito de Faro (Monchique, Silves e Portimão) afetados pelo fogo, que foi hoje dado por dominado, uma semana depois de ter deflagrado em Monchique, e percorreu os cerca 500 metros entre a Câmara de Monchique e o centro de comando da Proteção Civil acompanhado por uma comitiva de ministros, secretários de Estado e jornalistas.
Pelo percurso através das estreitas ruas de Monchique, António Costa foi abordado por residentes do concelho, que se deslocaram até perto da Câmara para questionar o primeiro-ministro sobre o que consideram ter corrido mal no combate a este incêndio, sobretudo as instruções dadas à GNR para retirar as pessoas das zonas de risco, contrariando as populações que queriam ficar para proteger as suas propriedades.
“O senhor primeiro-ministro sabe dizer quem deu a ordem para a GNR algemar pessoas”, questionou um popular a António Costa durante o trajeto, contestando a forma de atuação da GNR perante as “pessoas que tinham tudo preparado e condições para defender as suas casas”.
António Costa respondeu que a GNR tinha ordens para retirar as pessoas das zonas de risco “por todos os meios possíveis” e voltou a salientar que o “importante era evitar vítimas mortais”.
Se houvesse aqui 10 mortes, o Governo caía ou não caía, senhor primeiro-ministro?”, perguntou ainda o popular, com a António Costa a responder que não sabia “se caía ou não” e a reiterar a importância de não ter havido mortes, num contacto que terminou com o popular a dizer que tinha “perdido a consideração que tinha” pelo primeiro-ministro e a este a responder que “tinha muita pena” que isso acontecesse.
Antes, António Costa já tinha garantido a um jovem que também o tinha confrontado que em todas as atuações de combate a incêndio é feita uma avaliação para "determinar o que correu bem e o que correu mal, para repetir o que correu bem e melhorar o que correu menos 

VÍDEO

www.tvi24.iol.pt

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