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domingo, 12 de agosto de 2018

Fogo destrói "milhares de colmeias"na serra de Monchique


 

Há dezenas de milhares de colmeias na serra de Monchique, lugar de eleição para a apicultura no barlavento algarvio.



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incêndio que deflagrou no dia 3 em Monchique destruiu "milhares de colmeias" na serra de Monchique, disse nesta sexta-feira à agência Lusa o presidente da Associação de Apicultores do Barlavento Algarvio (Apilgarbe).
"Milhares de colmeias foram destruídas, sem sombra de dúvida", vincou o presidente da Apilgarbe, Hélder Águas, sublinhando que há dezenas de milhares de colmeias na serra de Monchique, lugar de eleição para a apicultura no barlavento algarvio.

A situação não é inédita e já no passado a apicultura saiu gravemente afectada de outros fogos que passaram pela serra, referiu."Normalmente, para se defenderem do fogo, corta-se o mato à volta dos apiários e conseguem resistir muitas vezes, mas é preciso que esteja tudo muito limpo para que as chamas não cheguem lá", explicou. Os apicultores, frisou, "estão completamente desorientados e fortemente prejudicados por isto".
No entanto, os afectados não serão apenas de Monchique e de Silves, mas também apicultores de outros concelhos que tinham apiários na serra, zona propícia para a produção de mel, notou.
Porém, este ano, face à actuação das autoridades na retirada das pessoas das localidades, "muitos apicultores não conseguiram ir buscar as colmeias e pô-las em sítios seguros".

O presidente da Associação dos Apicultores do Sotavento Algarvio (Melgarbe), Manuel Francisco Dias, considerou que a sua congénere terá sido fortemente afectada pelo incêndio, ainda para mais "na zona com mais apicultores" e que mais mel produz no Algarve. "A Melgarbe tem cerca de 60 mil colmeias registadas. Na zona do barlavento serão ainda mais", frisou."O futuro vai ser muito complicado. A apicultura é um trabalho duro e pessoas com 50, 60, 70 anos ainda trabalham nisto, mas a malta nova já pouco liga. Agora que as florestas arderam, as coisas ainda vão ficar mais complicadas", sublinhou Hélder Águas

www.publico.pt

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