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domingo, 13 de maio de 2018

REBELIÃO FRANCESA 1968 (EM MAIO)

Guilherme Antunes in facebook

REBELIÃO FRANCESA DE 1968 (em Maio)
A TVI já vai em 3 ou 4 programas dedicados ao Maio-68 francês. Mostra imagens de época com locução de um experimentado jornalista, ora empolgado com o Bendit, ora chalaceando sibilinamente sobre o PCF. Nos estúdios há convidados e noutros casos desloca-se, mesmo, à capital francesa com convidados valorosos, idos de cá, que terão vivido aquela “revolução” da juventude libertária.
Debitam opiniões, as mais hilariantes ou simplesmente falsas. São gente de extrema-direita, anarquistas, burguesas “gauchistes” ou “garçonettes libres”. Ainda não vi nenhum comunista.
Entretanto, as músicas portuguesas que acompanham as peças televisivas são do Zé Mário Branco ou do Sérgio Godinho e são gostosas de se ouvir (eu ouço-as há 40 anos), eles andaram por lá naquela altura, mas isso também Luís Cília, por exemplo, lá estava exilado e até antes deles, e da sua música…népia.
Aparentemente não terá havido comunistas em Paris no a.D. de 1968, questiono-me em dolorosa reflexão de incredulidade. Que raio…por andariam aqueles revolucionários, meus camaradas do PCP?
Eis que dei um salto na cadeira e disse como o outro; “eureka”! Já sei, os comunistas estavam no interior de Portugal, na clandestinidade, a combater (quase) sozinhos a besta fascista, ou estavam presos por longos anos, pela indignidade de juízes caninos que andavam à trela do orangotango de Santa Comba.
NOTA: por graça, faço notar que o Bendit alemão é o que sempre foi, um burguês bem instalado na vida, grato ao capitalismo e um crente fervoroso do presidente-babalu Macron.

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