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segunda-feira, 14 de maio de 2018

MASSACRE ISRAELITA DE HOJE JÁ SOMA 37 MORTOS E CENTENAS DE FERIDOS


37 palestinos mortos por tiros israelitas na Faixa de Gaza

Ao menos 37 palestinos morreram nesta segunda-feira em Gaza por tiros de soldados israelenses na fronteira, onde dezenas de milhares de pessoas protestam contra a transferência a Jerusalém da embaixada americana em Israel, de acordo com um balanço do ministério da Saúde de Gaza.

A Autoridade Palestina acusou Israel de cometer um "massacre horrível" na fronteira da Faixa de Gaza e pediu uma "intervenção internacional".

As vítimas fatais elevam a 91 o número de palestinos mortos na Faixa de Gaza desde o início de um movimento de protesto em 30 de março.

Este é o dia mais violento do conflito israelense-palestino desde a guerra de 2014 no território.

Um dos 37 mortos é um adolescente de 14 anos, informou o ministério da Saúde da Faixa de Gaza, o território palestino governado pelo movimento islamita Hamas.

Yusuf al-Mahmud, porta-voz da Autoridade Palestina, pediu em um comunicado "uma intervenção internacional imediata para frear o massacre horrível em Gaza cometido pelas forças israelenses de ocupação contra nosso heroico povo".

O porta-voz do governo da Turquia, Bekir Bozdag, afirmou que a "administração americana é tão responsável como Israel por esta matança".

Milhares de pessoas protestam desde o início da manhã na fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel.

Os soldados israelenses abriram fogo quando os manifestantes se aproximaram da cerca na fronteira.

No domingo e nesta segunda-feira o exército israelense lançou panfletos em Gaza para advertir os palestinos que participam nas manifestações que se expõem ao perigo e que não permitirá que se aproximem da cerca de segurança ou ataquem os soldados.

AFP


Governo palestino acusa Israel de cometer 'massacre horrível' em Gaza

A Autoridade Palestina acusou Israel de cometer um "massacre horrível" na fronteira da Faixa de Gaza com aquele país, onde 37 manifestantes palestinos morreram em confrontos com as forças israelenses antes da inauguração da embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém.

Yusuf al-Mahmud, porta-voz da Autoridade Palestina, pediu em um comunicado "uma intervenção internacional imediata para frear o massacre horrível em Gaza cometido pelas forças israelenses de ocupação contra nosso heroico povo".


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