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domingo, 13 de maio de 2018

Costa dispensa "estímulo suplementar" de Marcelo para combate aos fogos


Em entrevista ao DN, o primeiro-ministro diz que o combate aos fogos é a "primeira das prioridades" do país e garante "empenho total" do Governo para que, caso entenda, Marcelo se possa recandidatar.


Depois de Marcelo Rebelo de Sousa ter afirmado que, caso aconteça uma nova tragédia, tal será "impeditivo de uma recandidatura" à presidência da República, António Costa diz que o Governo não precisa de nenhum "estímulo suplementar" para estar motivado no combate aos incêndios.
Em entrevista ao Diário de Notícias, o chefe de Governo garante que, depois da tragédia do ano passado, o combate aos fogos é a "primeira das prioridades" do Executivo socialista, estando, por isso, a fazer os possíveis, para que Marcelo possa estar disponível para um segundo mandato em Belém.
"Eu não precisava desse estímulo suplementar para a motivação do Governo em dar prioridade absoluta a este combate. Depois da tragédia que aconteceu, é claro para todos que esta é a primeira das primeiras prioridades do país", diz António Costa, que lamenta que a reforma da Floresta lançada pelo Governo não tenha chegado "a tempo". Quanto às palavras de Marcelo Rebelo de Sousa, o primeiro-ministro não as entende como um "estímulo suplementar", mas como "mais um estímulo para o empenho total do Governo para que [o presidente da República] se possa sentir livre de se recandidatar se for essa a sua vontade".
Questionado sobre os meios de combate aos fogos, António Costa considera que ficou claro, também, por via do relatório da Comissão Técnica Independente, que a "prioridade das prioridades" não está no combate, mas sim na prevenção dos incêndios, salientando que a prevenção é um "desafio de longo alcance" e que houve um "esforço enorme" do país.
VÍDEO


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