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sábado, 28 de abril de 2018

O Sionismo




Os Sionistas continuam a pressionar para que o acordo com o irão seja desfeito. Querem fazer ao Irão o que foi feito ao Iraque e à Síria
"A promessa histórica desta sexta-feira dos líderes das duas Coreias de trabalhar para desnuclearizar a península deve dar ao presidente dos EUA, Donald Trump, uma razão mais forte para renegociar o tratado que restringe o programa nuclear iraniano, disse o ministro dos serviços secretos de Israel.
O atual acordo nuclear iraniano não é suficiente para conter as ambições de Teerão, afirmou a chanceler alemã, Angela Merkel, em visita a Washington, esta sexta-feira, durante uma conferência de imprensa conjunta com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

No acordo negociado pelo Irão e as potências, China, Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia e Alemanha, Teerão concordou em congelar o programa nuclear até 2025.
"Eu deixei a minha posição clara. Penso que este acordo está longe de ser perfeito para resolver todos os problemas com o Irão. Mas é uma base para construir. Acho que, nas últimas semanas, cerca de dois meses, Grã-Bretanha, França e Alemanha, trabalharam bem com os colegas americanos. Agora vamos ver quais as decisões que o lado americano vai tomar," afirmou Angela Merkel. 
Por seu lado, Donald Trump, que sempre foi contra o acordo com o Irão, afirmou que o Irão não vai ter armas nucleares, mas recusou comentar se considera o uso da força.
"Temos de garantir que este regime assassino nem sequer se aproxima de uma arma nuclear e que o Irão acabe com a proliferação de mísseis perigosos e o seu apoio ao terrorismo onde quer que seja no Médio Oriente. Eles não farão armas nucleares, isso eu posso afirmar," declarou Donald Trump. 
O entendimento entre os dois líderes não teve continuidade no âmbito comercial. Com Trump pronto a avançar com impostos sobre a importação de aço e alumínio, Merkel disse que a decisão está agora com os Estados Unidos.
Trump revelou ainda que poderia ir a Jerusalém para a abertura da embaixada dos EUA, que ele decidiu transferir de Tel Aviv para Jerusalém.


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