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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Contagem decrescente dos melhores fogos-de-artifício do réveillon


12 lugares de rara beleza onde as festas são iluminadas com grande exuberância durante a passagem de ano. Um lugar por cada passa e por cada desejo.
Contagem decrescente dos melhores fogos-de-artifício do réveillonContagem decrescente dos melhores fogos-de-artifício do réveillon
Um lugar por cada passa, uma cidade por cada badalada, uma escolha por cada país - só que não, porque Portugal tem muita beleza e somos peritos em fogos-de-artifício, festas e paisagens, pelo que escolhemos três sítios, mesmo correndo o risco de acusarem a nossa lista de ser caseirinha. Sem mais delongas, aqui vai a nossa contagem decrescente dos mais belos e entusiasmantes fogos-de-artifício do mundo.
  1. Dubai
Era o que faltava, o Dubai não mostrar exuberância numa hora tão festiva quanto a da entrada no ano novo. Os dubaienses, que têm o edifício mais alto do mundo, aproveitam-se da circunstância e não fazem por menos: o enorme Burj Khalifa, com os seus 800 metros de altura (diz-se altura ou altitude quando a referência é a um prédio desta dimensão?), ilumina-se e incendeia-se, dando início a um circuito de fogos-de-artifício por todo o centro da cidade. É mesmo um circuito e os prédios e outros lugares icónicos vão-se acendendo à vez.
  1. Singapura
A Marina Bay ilumina-se na noite de ano novo, com os seus prédios altos e modernos. Muitas cidades oferecem vistas mais ou menos semelhantes, mas poucas - ou, talvez, nenhuma outra - oferecem tantos lugares de onde se pode assistir ao festival de luz e cor. Dos luxuosos terraços dos edifícios às centenas de piscinas infinity view, para não falar nos barcos ancorados na própria marina ou ainda dos próprios Gardens by the Bay, são muitas opções disponíveis.
  1. Lisboa
Se vai ver fogo-de-artifício no réveillon, não se esqueça que Portugal é um país não só de poetas, mas também de pirotécnicos. Comecemos por Lisboa, cidade de frondosa frente ribeirinha (são mais de 24 quilómetros de frente para o estuário do Tejo). A festa do fogo vai do Parque das Nações a Belém, passando pela Praça do Comércio, centro do desfile e epicentro da festa. A capital tem ainda um bónus raro, que é a vista das dezenas de fogos da Margem Sul ou, como se diz agora, na Lisbon South Bay.
  1. Orlando
É o Walt Disney World, na Florida, EUA, e os seus castelos encantados, e as suas personagens, efeitos especiais e pessoas que assistem, a alumiar todo o cenário com os seus smartphones para não perderem pitada. Imperdível.
  1. Taipé
Na linha do Dubai e de Singapura, é o ambiente de pós-modernidade luminosa e vertical que tornam a passagem de ano da capital de Taiwan tão especial. Neste cenário, o Taipei 101, um dos mais altos arranha-céus do planeta, destaca-se dos restantes prédios envolventes, que são altos, sim, mas que ficam bastante aquém dos 500 metros do gigante onde o fogo-de-artifício tem o seu centro - os prédios em redor acompanham numa coreografia difícil de descrever.
  1. Paris
Se uma lista de paisagens e lugares mais belos não contivesse Paris, não seria uma lista de confiança. Não custa imaginar a Torre Eiffel e fogos a sair dela, iluminando o vasto e abençoada céu parisiense, cidade das luzes que, nesta noite, ilumina com mais cores e mais rasgo. Mais romântico é difícil.
  1. Porto
Voltamos a Portugal e a um dos cenários mais privilegiados do país, o Rio Douro, ali, antes de chegar à sua foz, deixando Porto e Gaia de olhos nos olhos e, nesta noite, de olhos postos no céu e não só. A Ponte de D. Luís assume habitualmente um papel central na magnífica coreografia dos fogos.
  1. Moscovo
Não será o primeiro lugar do mundo a surgir na mente, mas a Praça Vermelha, em Moscovo, é um lugar com tanto de especial quanto de belo e imponente. A grande praça moscovita - aproximadamente com a mesma dimensão que a Praça do Império, em Lisboa, entre os Jerónimos, o CCB e o Tejo - tem à vista a Catedral de São Basílio, o Kremlin, que inclui o Mausoléu de Lenin, o Museu Histórico e o imponente GUM, uma espécie de centro comercial, de Moscovo, edifício mandado construir por Catarina II da Rússia. No topo de tudo isto, tem, claro, um exuberante fogo-de-artifício à meia-noite, hora do fuso horário de Moscovo, um dos 11 da Rússia.
  1. Rio de Janeiro
Claro que a 'cidade maravilhosa' tinha de surgir nesta lista, não há como não estar. O fogo-de-artifício de Copacabana é, muito possivelmente, aquele, de entre todos os que há no mundo, que é visto por mais gente in loco. Nunca ninguém conseguiu contar todas as pessoas, pelo que não existe um número exato, mas as autoridades e os promotores de eventos estimam que sejam, todos os anos, mais de dois milhões de pessoas a preencher na totalidade o longo areal de Copacabana - para que conste, são mais de quatro quilómetros de extensão.
  1. Sidney
Não vem em primeiro no top, mas é, de entre os mais belos e importantes, o primeiro do ano, todos os anos, já que as badaladas soam na Austrália antes de soarem em (quase) todo o mundo. O cenário é deslumbrante, com a Baía de Sidney a albergar a Harbour Bridge e voltada para a sumptuosa e inconfundível Opera House. São muitos os milhares que viajam até à cidade, vindos de todo o planeta, só para assistir a este momento.
  1. Londres
Porque Londres é Londres. O Big Ben, a Tower Bridge, o London Eye, o edifício do Parlamento, todas as curvas iluminadas do Tamisa, milhares e milhares de pessoas nas margens e nas pontes. Dizem que a festa que se segue nem sempre é grandiosa - mas o fogo-de-artifício é extraordinário.
  1. Funchal
É um espetáculo especial e que, embora possa ser desfrutado de qualquer ponto da cidade, ganha muito se for visto de dentro de um dos cruzeiros, ao largo. Foi isso que o tornou famoso e diferente de muitos outros, o facto de ser concebido para ser visto desde o mar. O próprio alinhamento dos cruzeiros no porto enriquece o cenário, que é obviamente deslumbrante. Uma vez mais, fica demonstrado que o melhor do mundo é da Madeira.


www.gqportugal.pt

APELO AO TEMPO





APELO AO TEMPO

Ò SENHOR TEMPO VENHA ! VENHA MAS VENHA DEVAGAR PARA QUE EU POSSA EXISTIR MAIS TEMPO, E VOCÊ TAMBÉM, QUE ESTÁ TÃO AMEAÇADO.

VAMOS PACTUAR !

VOCÊ INSISTE EM VOAR, É IMPLACÁVEL !

ASSIM NÃO VOU TER, NÃO VAMOS TER TEMPO PARA FAZER O QUE O MUNDO PEDE QUE SE FAÇA.

TER DIAS MELHORES, ANOS MELHORES, MINUTOS MELHORES.

VENHA DEVAGAR PARA SE PODER DELINEAR, PENSAR, ORGANIZAR,USUFRUIR FELIZES A NOSSA RÁPIDA EXISTÊNCIA.

VENHA DEPRESSA, URGENTE, PARA PODERMOS SUPRIMIR AQUILO QUE NOS CASTIGA HÁ TANTO TEMPO, A INJUSTIÇA, A GUERRA, A FOME, A FALTA DE LIBERDADE.

VENHA DEVAGAR E SEJA GENEROSO, APRESSE-SE A COMBATER A TRISTEZA, O ÓDIO, A FALTA DE AMOR.



António Garrochinho

EM MEMÓRIA



O QUE AS PESSOAS FAZIAM PARA MELHORAR A APARÊNCIA

A aparência sempre foi importante para as pessoas, mas às vezes a moda ou as tradições culturais parecem ter sido levadas longe demais. Neste artigo listamos alguns exemplos de coisas incomuns, estranhas que as pessoas fizeram para se tornarem mais atraentes.

Remover as costelas para deixar a cintura fina

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Algumas mulheres têm sorte de ter a cintura fininha. Antigamente, as mulheres usavam espartilhos para afinar a cintura, e algumas optavam por soluções extremas, como remover algumas costelas.

Colarinho mais rígido

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No final do século XIX, os colares masculinos eram duros, e isso fazia parte das roupas de praticamente todos os cavalheiros. Pode parecer exagero, mas houve alguns relatos em que homens morreram por causa desse colarinho.

Penteados esquisitos

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Às vezes, olhamos para um penteado que era popular nos anos 70 ou 80 e achamos horroroso. Mas o fato é que era a moda daquela época, e nossos cortes de cabelo atuais poderão ser motivo de chacota daqui a algumas décadas também.

Banho de lama com excremento de crocodilo

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Muitas pessoas acreditam que a lama pode ser terapêutica e relaxante para a pele, articulações e músculos, mas os antigos gregos e romanos eram muito mais extremos. Eles acreditavam que os excrementos animais tinham algumas propriedades anti-envelhecimento e um dos tratamentos mais populares era tomar banho em uma mistura quente de lama e cocô de crocodilo.

Pés de Lótus

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Na China, a tradição dos pés de lótus começou no século 10, quando o Imperador Li Yu pediu à dançarina Yao Niang para amarrar os pés em forma de lua e dançar nas pontas dos pés. Ele ficou tão impressionado, que logo outros dançarinos começaram a fazer a mesma coisa para tentar chamar a atenção do Imperador.

Pouco tempo depois, esse costume de amarrar os pés de forma a modificá-los se tornou tão popular na China que, no século XIX, 40% a 50% de todas as mulheres tinham pés de lótus, enquanto que, para a classe alta, esse número estava próximo de 100%. Essa era uma característica tão importante, que garotas com pés “normais” tinham menos chances de se casar.

Urina para clarear os dentes

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É difícil acreditar, mas alguns dentistas acreditavam que a urina tinha um efeito mágico de branqueamento dos dentes, isso por que ela contém amônia, que é um conhecido agente de limpeza. Mas não tente fazer isso, as coisas mudaram!

Beladona para ficar com belos olhos

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No passado, essa planta altamente tóxica foi usada como colírio, pois as gotas deram à pupila um efeito dilatado que foi considerado muito atraente. Mais tarde, os cientistas descobriram que esse efeito era o resultado do bloqueio dos receptores nos músculos dos olhos e o uso frequente poderia levar à cegueira permanente.

Patches no rosto

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Muito usados em roupas atualmente, os patches, eram usados antigamente para disfarçar manchas e cicatrizes, e, no século XVIII, tornou-se um acessório de beleza obrigatório e um símbolo de riqueza. Era feito de tecido e podia ser encontrado em todas as formas possíveis, como pequenos corações, estrelas ou apenas figuras aleatórias.



https://www.taobvio.com

VERGONHA


O BALANÇO - TENTEI FAZER O MELHOR POSSÍVEL PARA OS MEUS AMIGOS, AMIGAS E CAMARADAS COM O QUE PUBLIQUEI AQUI E NO "desenvolturasedesacatos" APESAR DE TANTO CASTIGO, CENSURA, BOICOTE À INFORMAÇÃO DE ESQUERDA




O BALANÇO


TENTEI FAZER O MELHOR POSSÍVEL PARA OS MEUS AMIGOS, AMIGAS E CAMARADAS COM O QUE PUBLIQUEI AQUI E NO "desenvolturasedesacatos" APESAR DE TANTO CASTIGO, CENSURA, BOICOTE À INFORMAÇÃO DE ESQUERDA POR PARTE DO "FACEBOOK" E DO PRÓPRIO "GOOGLE" QUE DE VEZ EM QUANDO TAMBÉM QUER E SILENCIA OS QUE INCOMODAM PRINCIPALMENTE NA BLOGOESFERA.

FORAM MUITOS OS BLOGUES TANTO EM PORTUGAL COMO NO MUNDO QUE SOFRERAM AS AGRESSÕES E A ROLHA DA CENSURA POR PARTE DO CAPITALISMO/FASCISMO QUE IMPERA NA INTERNET, NAS REDES SOCIAIS, COM MAIOR INCIDÊNCIA DO "FACEBOOK" SEMPRE DE PORTA ABERTA PARA DIVULGAR OS AMIGOS AMERICANOS, OS SIONISTAS, A NATO, OS GOVERNOS FASCISTAS E ATÉ O TERRORISMO QUE LHES INTERESSA E QUE ELES OS PROMOTORES SABEM MUITO BEM DISFARÇAR E ATRIBUIR MUITAS DAS VEZES AOS QUE SÃO AS VERDADEIRAS VÍTIMAS DA POLÍTICA NEOLIBERAL E NAZI .

COM A DESCULPA DO 11 DE SETEMBRO, COM A DESCULPA DAS FAKENEWS O CAPITALISMO E O FASCISMO TEM VINDO A RESTRINGIR SÉRIAMENTE A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E PUBLICAÇÃO SENDO ELES OS PRINCIPAIS CRIADORES DA MENTIRA, DO TEATRO TENDENCIOSO E ALIENANTE COM QUE QUEREM DOMINAR O MUNDO.

PARA OS MAIS ATENTOS NESTES ÚLTIMOS ANOS FORAM DRAMÁTICAS, HORRÍVEIS, AS LEIS, A REPRESSÃO QUE O FASCISMO E O CAPITALISMO TEM VINDO A IMPLANTAR NO MUNDO.

O CAPITALISMO, O FASCISMO, MENTIU, DETURPOU, ESCONDEU E FOI PROTAGONISTA DE ASSASSINATOS, GUERRAS E POLÍTICAS HEDIONDAS QUE AO QUE TUDO INDICA SERÃO AINDA PIORES EM 2019, COM UM TRUMP, COM UM HERDOGAN, COM UM DUTERTE, COM A EXTREMA DIREITA EM ASCENSÃO NA FRANÇA, NA ESPANHA, NA HUNGRIA, NA POLÓNIA, NA UCRÂNIA E COM O GENOCÍDIO DO POVO PALESTINO IMPUNEMENTE PRATICADO PELO NAZI/SIONISMO DE ISRAEL.

NÃO HÁ TRIBUNAIS PARA OS ENERGÚMENOS, PARA OS ASSASSINOS, PARA OS GENOCIDAS ! HÁ SIM UM CRESCENTE DE TERROR SOBRE OS POVOS FAMINTOS, SOBRE OS POVOS EXPROPRIADOS DAS SUAS TERRAS, SOBRE OS QUE TRABALHAM E RECEBEM SALÁRIOS DE MÍSÉRIA, SOBRE OS VELHOS E A CRIANÇAS INOCENTES E INDEFESAS

IRAQUE,LÍBIA, AFEGANISTÃO, PALESTINA, IEMENE E SÍRIA FORAM E SÃO PALCO DOS MAIORES CRIMES, DE RIOS DE SANGUE EM NOME DO IMPERIALISMO AMERICANO, DA ARÁBIA SAUDITA, DE ISRAEL, TURQUIA ETC .

NA ÁFRICA, NA AMÉRICA LATINA, NA VENEZUELA, BRASIL, NICARÁGUA E OUTROS PAÍSES TAMBÉM SOPRAM VENTOS NEGATIVOS DE OPRESSÃO E MISÉRIA PARA COM OS POVOS ENGANADOS E OPRIMIDOS.



António Garrochinho

CLARO QUE O POVO ESTÁ CHORAR MAS NÃO POR ELE E SIM PELO QUE ELE GAMOU QUE O ZÉ POVINHO TEM QUE PAGAR AS VEZES QUE FOREM PRECISAS -Joaquim Coimbra perde tudo e vive com pensão de 3.816 euros

Com dívidas de 137,4 milhões de euros, o empresário que ganhou uma fortuna no negócio farmacêutico, foi accionista dos falidos BPN e BPP e integrou os órgãos do PSD, quer entregar todo o seu património aos credores.
Joaquim Coimbra perde tudo e vive com pensão de 3.816 euros
Joaquim Coimbra fez fortuna na indústria farmacêutica, meteu-se nos falidos BPN e BPP e acabou nas mãos dos credores.



Os 32 credores  de Joaquim Coimbra, que reclamam créditos  de 137,4 milhões de euros (valor global que inclui garantias e outros títulos de responsabilidade), têm 10 dias, a contar desta quarta-feira, para votar a a sua proposta no âmbito do Processo Especial para Acordo de Pagamento (PEAP) apresentado pelo empresário em conjunto com a sua esposa.
Embora não se trate de um processo de insolvência, na prática, Joaquim Coimbra vai perder todo o seu império empresarial. Grosso modo, o antigo accionista dos falidos BPN e BPP propõe aos credores a dação em pagamento dos seus activos. Quem não aceitar, os bens em causa serão então vendidos "ao melhor preço", sob a supervisão do gestor judicial.

O Negócios tentou contactar Joaquim Coimbra, que nunca atendeu o telemóvel. Já o seu advogado, Andrade Miranda, enfatizou a diferença entre um processo clássico de insolvência e o PEAP do casal Joaquim e Maria João Coimbra, sublinhando que "esta proposta de pagamento reflecte uma liquidação controlada de todo o património do senhor Coimbra".  

Ao realçar "o papel activo e cooperante do senhor Coimbra, de aliança com os seus credores para minorar os prejuízos de todos", o causídico manifestou a sua repulsa perante a possibilidade de este processo ser publicamente visto como  falência. "Seria uma situação muito mais cómoda se pura e simplesmente declarasse a sua insolvência, lavando daqui as suas mãos. Mas quis dar a cara, não deixando de honrar o mais possível o compromisso que assumiu", defendeu Andrade Miranda.

 No PEAP do casal Coimbra, a que o Negócios teve acesso, é cristalino que "os devedores envolvem, pois, neste programa de liquidação, a globalidade do seu património". Mais: os créditos que, após o rateio final, "fiquem por satisfazer, consideram-se perdoados". Entretanto, Coimbra espera ganhar a acção judicial que intentou contra o EuroBic (sucessor do BPN), reclamando uma indemnização de cerca de 43 milhões de euros, tratando-se de créditos com penhor a favor do BPI, da Sandalgreen e do Novo Banco.

O sucessor do BES é o maior credor de Coimbra, reclamando mais de 60 milhões de euros. Seguem-se a Parvalorem (entidade estatal que gere os activos tóxicos do BPN), com 30 milhões,  a sociedade Sandalgreen (por cessão do BCP) com 9,1 milhões , a massa insolvente do BPP com nove milhões, o BPI  com 7,4 milhões, o Santander com 3,7 milhões e a CGD com 4,4 milhões de euros. Já o crédito de 241 mil euros reclamado pelo Fisco foi judicialmente impugnado, tendo também sido objecto de execução fiscal.

 Coimbra decidiu apresentar o PEAP depois de, há cerca de um ano, o tribunal não ter homologado o PER do casal, dando razão à comissão liquidatária do BPP, que contestou o facto de o plano que tinha sido aprovado pela maioria dos credores (que previa que 70% da dívida fosse paga em 2036) não contemplar a dação em pagamento em relação aos seus créditos. 

O casal Coimbra detém uma vasta carteira de participações em sociedades cujas actividades se desenvolvem no sector da viticultura e vinicultura, restauração, metalurgia e equipamentos de frio, painéis  isotérmicos, energias renováveis, imobiliário e turismo. No PEAP desta dupla de empresários lê-se que, "no tocante a receitas correntes", Joaquim Coimbra "aufere actualmente" uma pensão de velhice no valor de 3.816 euros mensais, enquanto a esposa tem um salário de 2.500 euros (ilíquidos) na Labesfal, farmacêutica que  o casal vendeu em 2004 à multinacional alemã Fresenius Kabi .


www.jornaldenegocios.pt

BOM ANO ?


SEM PAPAS NA LÍNGUA - ANTECIPANDO-ME AOS "BRUXOS" OPTIMISTAS QUE A TODOS OS MINUTOS VÊM ESCARRAPACHAR AQUI NESTA REDE SOCIAL QUE A VIDA DOS PORTUGUESES VAI MELHORAR NO ANO 2019, PERGUNTO-LHES ?



SEM PAPAS NA LÍNGUA


ANTECIPANDO-ME AOS "BRUXOS" OPTIMISTAS QUE A TODOS OS MINUTOS VÊM ESCARRAPACHAR AQUI NESTA REDE SOCIAL QUE A VIDA DOS PORTUGUESES VAI MELHORAR NO ANO 2019, PERGUNTO-LHES ?
QUANTO GANHAM MENTINDO ? QUE GORGETAS RECEBEM PARA ENGANAR O POVO ?


É SÓ BONECADA ! SÓ TRETAS ANUNCIANDO QUE EXISTE O QUE NÃO É VERDADE, É SÓ ALIENAÇÃO PARA MANTER INTERESSES PESSOAIS, É SÓ CIRCO ?


PUBLICAM-SE ASPIRAÇÕES DE DIREITOS COMO SE FOSSEM JÁ CONQUISTAS ADQUIRIDAS, PUBLICAM-SE MENTIRAS PROPOSITADAS PARA CONFUNDIR, PARA FAZER CRER QUE OS EXPLORADORES, OS CORRUPTOS, OS FALA BARATOS ESTÃO APOSTADOS EM MUDAR AS POLÍTICAS DE DIREITA QUE CADA VEZ SÃO MAIS E SOFISTICADAMENTE CAMUFLADAS PARA ENDROMINAR O POVO.

PORQUE MENTEM ? 
QUE INTERESSE TÊM EM ALDRABAR AS PESSOAS A CADA SEGUNDO, QUANDO VERIFICAMOS QUE SE A VIDA MELHORA É SEMPRE PARA OS MESMOS.

MELHORA PARA A CLASSE EXPLORADORA, A CLASSE POLÍTICA QUE VIVE DAS MORDOMIAS DO PODER E SEM SOFRER AUSTERIDADE, SEM SENTIR NA PELE O QUE A MAIORIA DOS TRABALHADORES ARCA EM CIMA DAS COSTAS, FALTA DE DINHEIRO PARA TUDO, A SAÚDE, A RENDA DA CASA, A ESCOLA DOS FILHOS, DINHEIRO PARA A ALIMENTAÇÃO.

A VIDA SÓ PODE MELHORAR PARA OS PORTUGUESES SE SE ENTREGAREM À LUTA E NÃO CAÍREM NAS ESPARRELAS, NAS MENTIRAS QUE LHE SÃO ADMINISTRADAS HÁ MAIS DE 40 ANOS.

A VIDA SÓ PODERÁ MELHORAR PARA OS PORTUGUESES SE SE UNIREM E DEIXAREM DE SER INDIVIDUALISTAS E NO DIA A DIA SE DIGLADIAREM POR ASSUNTOS MENORES.

A VIDA SÓ PODERÁ MELHORAR PARA OS PORTUGUESES QUANDO SE CORREREM COM OS ALDRABÕES QUE ENCHEM O POVO DE ESPERANÇAS E VIVEM À CUSTA DAS PROMESSAS ELEITORAIS QUE FAZEM E NUNCA CUMPREM.

A VIDA SÓ PODERÁ SER DIFERENTE SE FORMOS FIRMES NA OPOSIÇÃO, NA DESOBEDIÊNCIA, NO COMBATE A TODA A SÚCIA DE OPORTUNISTAS QUE NOS INFERNIZAM O DIA A DIA E NOS QUEREM CONVENCER QUE ESTÁ TUDO BEM.

2019 SERÁ MELHOR SE OS QUE TÊM FORÇA, O POVO, MOSTRAR A TODOS OS QUE O VIGARIZAM QUE NÃO ESTÃO DISPONÍVEIS PARA MAIS ANOS DE EXPLORAÇÃO, ESCRAVIDÃO E ALDRABICE POLÍTICA.

OS LACAIOS QUE MENTEM SÃO TÃO RESPONSÁVEIS COMO OS QUE EXPLORAM E OPRIMEM.


António Garrochinho

A LADAÍNHA: "Feliz Natal e Próspero Ano Novo"





A LADAÍNHA: "Feliz Natal e Próspero Ano Novo"
(por Cid Simões-2008)
E com esta frase, que se pretende mágica, vamos despachando, a torto e a direito, amigos e conhecidos ou mesmo aquele em quem tropeçámos e para reforçar as devidas desculpas, desejamos-lhe "um feliz natal e um próspero ano novo".
Nascemos a ouvir esta ladainha e como se estivéssemos programados a expressão sai-nos assim, fria, sem conteúdo como qualquer slogan publicitário que, por obsessivo, bloqueia a sua percepção.
Das prateleiras retiram-se os bolorentos cartões de "boas-festas" com as já fastidiosas árvores de natal alindadas, despidas ou iluminadas e ainda o bonacheirão pai natal de trenó, com ou sem renas e, mais recentemente, a caixa do correio electrónico fica entulhada de megabytes de bonequinhos saltitantes ou música celestial com o mesmo refrão em todas as línguas: "feliz natal e próspero ano novo".
A comunicação social reedita os clichés poeirentos dos anos anteriores, "o amor às criancinhas e aos velhinhos, os doentinhos retidos no leito e os detidos nos calabouços, os imigrantes e emigrantes longe dos entes queridos, os sem abrigo e os mal abrigados…" enfim, um nunca acabar de piedosas referências que nos pretendem enternecer.
E, no entanto, todos sabem que para milhões de portugueses esses votos caem em urna sem fundo. O Natal sonhado passa distante da felicidade que nos desejam e quanto ao próximo ano a prosperidade não terá lugar, principalmente para a maioria dos que trabalham, dos que se encontram em risco de serem despedidos e muito menos para os desempregados.
Este modo supérfluo de comportamento reflecte o desapego que, cada vez mais, se radica na relação para com os que nos rodeiam.
É indispensável mudar de discurso, deixar cair o bla-blá-blá das boas intenções, encarar a realidade de frente. Garantir a todos a quem nos dirigimos que podem contar connosco para encontrar um caminho justo às dificuldades que nos soçobram.
Afirmar-lhes que não baixaremos os braços na luta contra a injustiça provocada pelas classes que se apropriaram da nossa força de trabalho e com essa mais-valia nos oprimem.
Garantir-lhes que tudo faremos para travar o passo aos partidos da direita e aos mascarados de esquerda que nos têm roubado, consoada após consoada, e que, de ano para ano, nos arrastam para o fosso social que é urgente recusar.
Comprometermo-nos que seremos solidários não com palavras que o vento leva, mas com acções que ficam gravadas no tempo, abrindo caminho para um futuro de dignidade, rompendo esta sociedade desumana onde milhões de concidadãos vegetam com rendimentos de fome para que crápulas se conspurquem com milhões.
Não podemos esperar sentados por um Natal ou um Novo Ano à nossa dimensão, se humanos nos quisermos afirmar.


domingo, 30 de dezembro de 2018

OLÁ !


O paraíso religioso holandês - A liberdade dos judeus no Brasil de Nassau

revistapesquisa.fapesp.br




Rua dos Judeus, em Recifereprodução do livro "O Brasil e Os Holandeses / 1630-1654"




Com um pragmatismo superado apenas pela argúcia, o Padre Vieira afirmava sobre os judeus, lançando mão de um argumento emprestado de Santo Agostinho: 

“O esterco fora do seu lugar suja a casa, e posto no seu lugar fertiliza o campo. O mesmo vale para os judeus, que no estrangeiro ajudam os hereges, mas em casa fornecem o capital para manter o Império. 

Por que transformar vassalos úteis em inimigos poderosos?”. O mesmo senso prático se estabeleceu no Brasil durante a dominação comercial e militar dos holandeses, entre 1630 e 1644, em Pernambuco, onde reinou um ambiente inédito de tolerância religiosa, em especial para judeus. 

“A capital pernambucana era uma verdadeira ‘Jerusalém colonial’ por causa da utopia da reconstrução do mundo judaico da diáspora. 

Era uma Babel cultural. Recife, por certo tempo, foi a única cidade do mundo que reunia pessoas das três crenças (judeus sefarditas, católicos e calvinistas) em um único ambiente de tolerância religiosa”, afirma o historiador Ronaldo Vainfas, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e autor de Jerusalém colonial: judeus portugueses no Brasil holandês (Civilização Brasileira), pesquisa apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). “Nunca antes os judeus alcançaram tamanha liberdade religiosa como no Brasil holandês, em especial durante o governo de Maurício de Nassau”, analisa.


No caso dos judeus, havia, como pregava Vieira, razões concretas para a boa vontade batava. “Os holandeses do governo colonial ou representantes da Companhia das Índias Ocidentais (WIC) apoiavam enfaticamente os judeus porque eles eram os intermediários por excelência dos negócios coloniais”, observa Vainfas. 

“O ‘tolerantismo’ ou o Estado multirreligioso era visto por muitos governos da época como o caminho mais curto para a deslealdade e para a dissidência interna. Não foi fácil para Nassau implantar essa política, tendo que lutar constantemente contra a ira da maior parte do clero calvinista local e contra pressões de uma política menos tolerante na colônia, exigida pelos diretores da WIC”, afirma o historiador americano Stuart B. Schwartz, professor da Universidade Yale e autor de Cada um na sua lei (Companhia das Letras). “Esse período oferece uma oportunidade limitada de imaginar as possibilidades de tolerância que existiriam na sociedade portuguesa com a redução do poder e da autoridade da Igreja e, acima de tudo, da Inquisição.

” Afinal, era a primeira vez que os judeus puderam se reorganizar depois de mais de um século de proibição do judaísmo em Portugal. O processo remonta a 1478, quando os reis católicos instituíram a Inquisição na Espanha, o que levou os conversos, vistos como hereges por se “judaizarem” em sigilo, a fugir para o reino vizinho. 

O grande afluxo de judeus espanhóis levou a nobreza e a Igreja de Portugal a clamarem por medidas equivalentes à espanhola e, em 1496, o rei português, que nada tinha contra seus súditos hebreus, decretou que todos os semitas deveriam se converter ao catolicismo, o que fez nascer a comunidade dos cristãos-novos. Em 1536, quando a Inquisição chegou a Lisboa, mais uma vez os sefarditas iniciaram uma diáspora, dessa vez em direção aos Países Baixos. Amsterdã passou a ser conhecida como a “Jerusalém do Norte”.





"Judeus na sinagoga", obra de Rembrandtreprodução do livro "O Brasil e Os Holandeses / 1630-1654"
Rituais


“Os imigrantes estavam separados por mais de 100 anos do ju­daísmo dos avós, não sabiam hebraico e só praticavam certos rituais domésticos. Não conheciam nada ou pouco do judaísmo. Para a maioria dos convertidos, a primeira comunidade judia que conheceram foi essa que criaram. 

Eram ‘judeus novos’ que, no fundo, eram cristãos por formação”, explica Vainfas. 

O português era a língua falada por eles, conhecidos por isso pelos holandeses como “gente da nação portuguesa”, apelando para o castelhano nas orações e cerimônias das sinagogas. 

Aos poucos foram ampliando seus direitos, embora fossem uma minoria que se restringia a um gueto em Amsterdã. “Quando os holandeses se instalaram no Brasil, os judeus vieram para o país, a partir de 1635. Essa proteção aos judeus não foi uma decisão de Nassau, mas uma política da WIC”, nota o pesquisador. “A Companhia não tinha fundos para financiar suas operações e foram obrigados a encorajar a migração de judeus portugueses, que se transformaram em operadores e intermediários, fornecendo dinheiro, crédito e os suprimentos necessários para colocar a região de produção de açúcar novamente em funcionamento”, afirma o historiador americano Jonathan Israel, professor do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton, autor de The expansion of tolerance: religion in dutch Brazil.


“Eram os únicos que falavam português e holandês, o que lhes permitia dominar o comércio da colônia, vantagem combinada a um conhecimento profundo da indústria açucareira. E, ao contrário de Amsterdã, onde só podiam morar, em Pernambuco eram livres para ter lojas e tocar negócios em geral”, diz o americano. 

“Essa tolerância, porém, não era gratuita, mas fruto da necessidade. A maioria das plantações de açúcar em Recife tinha sido destruí­da na conquista e não havia dinheiro da WIC capaz de restaurar a economia. 

Foi um caso especial, que não se repetiu em outras regiões dominadas pelos holandeses, como o Caribe ou a Nova Amsterdã”, ressalta Israel. “Eles foram os grandes cobradores de impostos do Brasil holandês. Emprestaram dinheiro a juros para senhores de engenho holandeses ou luso-brasileiros e para cristãos-novos menos afortunados. Até para a WIC os grandes comerciantes judeus emprestaram dinheiro. 

Foram igualmente distribuidores de escravos”, conta Vainfas. Com o financeiro resolvido, houve espaço para a fé. A congregação Kahal Kadosh Zur Israel foi a primeira fundada nas Américas. “Era algo inimaginável numa colônia portuguesa católica e Nassau sofreu grandes pressões por parte dos pastores calvinistas”, diz o professor da UFF. 

“Embora o governo holandês protegesse os judeus, os predicantes calvinistas se revelaram mais intolerantes aqui, porque a visibilidade do judaísmo era maior e os privilégios desfrutados pelos judeus eram imensos. Os pequenos e médios comerciantes holandeses odiavam os judeus porque perderam espaço e viram frustradas suas expectativas de enriquecer na colônia. 

Os calvinistas também nisso esposaram a causa dos negociantes holandeses”, continua Vainfas. Nassau, no entanto, gostava de lembrar aos diretores da WIC que os judeus, ao contrário dos católicos, eram aliados fiéis. A comunidade teve desdobramentos.





Cerimônia em sinagoga holandesa de Amsterdãreprodução do livro "O Brasil e Os Holandeses / 1630-1654"

Liberdade


“A presença de judeus confessos provocou tensões e sentimentos diversos nos cristãos-novos daqui. Vários dentre esses aproveitaram a relativa liberdade religiosa para se tornarem abertamente judeus”, analisa o historiador Bruno Feitler, professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e autor do livro Nas malhas da consciência (Alameda). 

“Mas muitos cristãos-novos que passaram pelo processo de ‘retorno’ não tinham nenhum conhecimento ou prática da religião ou dos costumes judaicos”, observa. “Causava um grande desconforto aos católicos acompanhar a adesão diária de cristãos-novos à sinagoga, homens e mulheres que antes se diziam cristãos e frequentavam missas. 

A disposição de muitos cristãos-novos de ‘regressar’ ao judaísmo parecia confirmar o alerta da Inquisição contra o perigo da ‘heresia’ judaica que corria no sangue dos cristãos-novos”, avalia Vainfas. 

Na luta da restauração portuguesa, os lusitanos também se voltaram para os judeus, aconselhados por Padre Vieira, um curioso conflito de interesses. “No caso de Portugal, o dinheiro judaico foi essencial para a vitória sobre a Espanha. No caso holandês, era importantíssimo nos investimentos da WIC. 

Os judeus da Holanda investiram nos dois lados da contenda. O desempenho das redes mercantis sefarditas exprimiu a lógica de um capitalismo comercial avançado, capaz de operar entre sistemas monopolistas rivais, colocando em segundo plano razões de ordem política e religiosa”, lembra o pesquisador. 

Apoiar Portugal era investir na chance de os lusos retomarem o Brasil dos holandeses, responsáveis pela liberdade experimentada pelos judeus. 

Quando esses foram expulsos, a maioria dos sefarditas deixou o Brasil e foi para lugares controlados pela WIC, o que lhes permitiu superar a experiência pernambucana.
“Alguns foram para a América, mas é um mito que tenham fundado Nova York. 

Os holandeses de Manhattan temiam que os judeus repetissem por lá o que haviam feito no Brasil: tomar conta do comércio. Isso não ocorreu, porque o português não tinha utilidade na Nova Amsterdã”, diz Vainfas. “Um estudo da cultura brasileira mostra o legado deixado por aqui pelos cristãos-novos, com suas ideias de tolerância e liberdade, com sua defesa de que ‘cada um deve ter a liberdade de adorar Deus conforme sua consciência’. 

Eles podem, pela sua crítica à Igreja, aos dogmas e ao fanatismo, ser considerados os precursores da ilustração brasileira. Os judeus entraram intimamente na composição étnica do nosso povo, fato decisivo para a formação de nossa mentalidade e para a heterodoxia dos brasileiros”, afirma a historiadora Anita Novinsky, professora da Universidade de São Paulo, autora do livro Cristãos-Novos na Bahia (Perspectiva).



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