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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Macron remodela Governo e direita parte-se em dois


Na sequência da crise imposta por quatro demissões forçadas, o executivo foi remodelado. Entretanto consuma-se a ruptura política da direita, confirmando a mudança drástica do mapa partidário francês.
Fotogaleria

O Presidente Emmanuel Macron nomeou na quarta-feira o segundo Governo de Edouard Philippe, que apresentara protocolarmente a demissão após as legislativas. Não se trata no entanto de um mero formalismo pois implica uma remodelação ministerial, imposta pela renúncia de quatro membros do Governo, por “razões éticas”, na sua primeira crise desde as eleições. Facto relevante é a ruptura na bancada parlamentar de Os Republicanos (direita). A cena política continua a deslocar-se aceleradamente.

Outra novidade é a nomeação de Stéphane Travert, socialista histórico e um dos fundadores do movimento presidencial A República em Marcha (LRM), para o Ministério da Agricultura e Alimentação. O MoDem (centro, de François Bayrou) passa a estar representado apenas por duas figuras: Jacqueline Gourault, nova ministra adjunta do Interior, e Geneviève Darrieussecq como secretária de Estado das Forças Armadas.Ao fim do dia, o porta-voz do Eliseu anunciou o novo gabinete “Philippe 2”. Os principais ministros mantêm os seus postos. Seguem-se as novidades. A empresária e alta funcionária Françoise Parly, antiga colaboradora de governos socialistas, substitui Sylvie Goulard como ministra das Forças Armadas; a jurista Nicole Belloubet, do Conselho Constitucional, sucede a François Bayrou na Justiça; o senador Jacques Mézard, do Partido Radical de Esquerda (próximo do PS), substitui Richard Ferrand na Coesão Territorial; Nathalie Loiseau, directora da Escola Nacional de Administração e alta funcionária do Ministério dos Negócios Estrangeiros, sucede a Marielle de Sarnez, como ministra encarregada dos Assuntos Europeus.
Os dois ministros do MoDem, François Bayrou e Sylvie Goulard, tal como Marielle de Sarnez, pediram a demissão na sequência das suspeitas de implicação em casos de empregos fictícios, em que funcionários do partido teriam sido pagos com fundos do Parlamento Europeu. Antes deles demitira-se Richard Ferrand, ministro da Coesão Territorial e “braço direito” do Presidente, alvo de um inquérito judicial preliminar sobre uma operação imobiliária.

De Bayrou à direita

François Bayrou, responsável pela apresentação da lei sobre a moralização da política, ficou numa posição insustentável perante as suspeições que afectam o MoDem. Numa conferência de imprensa, ao fim da tarde, disse ter resignado para evitar o desgate do Presidente da República. Negou qualquer prática ilegal do seu partido: “Nunca tivemos empregos fictícios.” Condenou a cultura da “carta anónima” e das denúncias anónimas nas redes sociais e na imprensa. “Quando a Justiça descobre esses elementos é obrigada investigá-los e a abertura de um inquérito é apresentada como uma pré-condenação e a máquina louca põe-se em marcha.”
O MoDem permanecerá na maioria governamental. Vários analistas consideram que Bayrou será uma figura incómoda para Macron. Houve já públicas divergências entre ele e o primeiro-ministro. Reafirmou que uma razão suplementar para a resignação é a vontade de ter “liberdade de palavra”.
A notícia mais relevante do dia será outra: o irreversível divórcio na direita. Duas dezenas de deputados de Os Republicanos (LR) decidiram formar um grupo parlamentar à parte e associaram-se aos centristas de direita da União dos Democratas e Independentes (UDI). Esperam mais adesões. “Passaram o Rubicão”, diz um jornalista. Vão votar a confiança no Governo de Edouard Philippe — um dos seus — e fazer uma “oposição construtiva”.
Representam a antiga corrente liberal que se fundiu com os gaullistas em 2002. Um dos grandes impulsionadores é o senador Jean-Pierre Raffarin, antigo primeiro-ministro de Jacques Chirac
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www.publico.pt

Detido em Fátima bombista NEO NAZI condenado a prisão perpétua em Itália


Maurizio Tramonte foi coautor de um atentado que matou 8 pessoas
A Polícia Judiciária anunciou, esta quarta-feira, que "localizou e deteve" Maurizio Tramonte, de 64 anos, um italiano condenado à pena de prisão perpétua em Itália.
Tramonte era "procurado pelas autoridades italianas para cumprimento de pena de prisão perpétua a que foi condenado definitivamente, ontem, pela Corte di Appello de Milão", disse a PJ em comunicado.
O italiano foi coautor de um atentado na Piazza della Loggia, em Brescia, Itália, a 28 de maio de 1974, que matou 8 pessoas e feriu cerca de 100.
A imprensa italiana diz que Tramonte já tinha saído de Itália algumas vezes durante o processo.
Nesta ocasião, afirmou que iria realizar uma peregrinação a Lourdes, em França, mas dirigiu-se a Fátima, onde foi detido.
"O detido vai ser presente às autoridades judiciárias competentes no Tribunal da Relação de Évora, para interrogatório judicial e eventual aplicação de medidas de coação com vista a ulterior entrega às autoridades italianas", pode ler-se também.

www.dn.pt

O BUFO REAL


O Bufo-Real (Bubo bubo)
O bufo-real pertence a uma família onde se incluem os mochos e as corujas, sendo a maior ave de rapina nocturna, com um comprimento que ronda os 70 cm, uma envergadura de cerca de 1,60/1,70 metros, pesando à volta de 2,5 kg, e com a particularidade de as fêmeas serem maiores do que os machos.
Possui uma longevidade significativa, oscilando entre os 10 e os 20 anos, e em cativeiro pode atingir a idade de 40 anos.
Distribui-se pela Europa, Ásia e Norte de África, habitando regiões com pouca ocupação humana, normalmente maciços montanhosos, encostas de serras, vales rochosos, falésias litorais, todas elas zonas com escarpas que lhes servem de abrigo.
É castanho na parte superior do corpo e amarelo ferrugíneo na inferior, apresentando uma plumagem com manchas que faz lembrar a coloração das cascas de árvores.
Possui dois grandes tufos de penas no alto da cabeça, não visíveis quando em voo, dois grandes olhos alaranjados, patas cobertas de penas e garras bastante fortes. A sua audição é excelente, o que lhe permite ouvir qualquer ruído e detectar facilmente as suas presas. O voo é rápido e silencioso, com batimentos pouco profundos, alternando o bater das asas com o planar, em especial em voos de observação, a pouca altura.
Em Portugal é mais comum nas zonas do interior - a faixa fronteiriça de Trás-os-Montes, Beiras interiores, Alentejo e Algarve, com as populações mais relevantes a localizarem-se nas bacias do Douro e Tejo internacionais, na bacia do Guadiana e serranias do Sul (Caldeirão) até ao barrocal algarvio. Não existe nos arquipélagos da Madeira e Açores.
As poderosas vocalizações do bufo-real marcam o território onde vive, sendo mais acentuadas nos meses de inverno, emitindo os seus chamamentos sobretudo ao anoitecer e ao amanhecer. É de difícil observação, raramente aparecendo de dia e sendo por isso mais facilmente ouvido do que visto, até porque o seu canto pode ser escutado num raio de 5 km.
Caça ao anoitecer. Geralmente alimenta-se de pequenas presas como ratos, coelhos, ouriços, patos, lebres, etc, podendo igualmente capturar animais de maior porte, como raposas, lontras e até outras aves de rapina, tornando-se assim um super predador importante nos ecossistemas onde habita, controlando de certa forma o número e densidade de outras espécies de predadores. Por outro lado, ajuda a manter estável o número de espécies-presa, como os roedores, contribuindo para evitar doenças e pragas.
O modo de caçar não é uniforme, podendo capturar as presas em campo aberto, numa perseguição silenciosa, ou esperá-las num poleiro, até que fiquem ao seu alcance. Em regra, o impacto mata-as instantaneamente, mas no caso das maiores, esmaga-lhes o crânio com as garras ou parte-lhes a coluna com o bico.
Por vezes é violentamente agredido por gaivotas e gralhas, que o atacam em bando.
É uma espécie monogâmica, sedentária, a relação do casal é permanente e ambos os progenitores cuidam das crias. O bufo-real dorme habitualmente em plataformas rochosas, bem como na parte superior de árvores, por vezes já secas, podendo ainda utilizar postes de electricidade ou telhados de construções em ruínas. Os membros de cada casal dormem, em regra, separados por algumas centenas de metros, mas durante a reprodução a fêmea dorme no ninho e o macho perto dele.
Nidifica por volta de Março/Abril, em cavidades de rochas ou de troncos de árvore, por vezes mesmo em edifícios antigos ou ocupando os ninhos de outras aves. Mantém-se fiel à área de nidificação durante vários anos. A postura é de 2 a 4 ovos, brancos, com um período de incubação de cerca de 5 semanas, período durante o qual a fêmea (no ninho) é alimentada pelo macho, situação que se mantém durante o primeiro mês após o nascimento das crias. Passado esse mês, estas começam a explorar a área exterior ao ninho, poucos dias depois já conseguem voar alguns metros, tornando-se por fim independentes e, com cerca de seis meses, abandonam o território dos pais. A maturidade sexual é atingida entre o segundo e o terceiro ano de vida.
Esta ave tem uma classificação de ‘quase ameaçada’, com um risco de extinção ainda reduzido, embora em regressão significativa nas últimas décadas. Em Portugal estima-se uma existência entre 200 a 500 casais. Como factores de ameaça mais relevantes, apontaremos os seguintes:
● A colisão e electrocussão em linhas de distribuição e transporte de energia (a utilização de apoios eléctricos como dormitório e poiso de caça é frequente);
● A perseguição humana - roubo e destruição de ninhos, abate a tiro, utilização de iscos envenenados, nomeadamente por ser considerada uma espécie ‘destruidora de caça’;
● A redução, por doença, das populações de coelhos (presa favorita);
● A redução dos habitats de nidificação e alimentação, devido à construção de infra-estruturas (barragens, parques eólicos, estradas);
● A alteração e mesmo o abandono de práticas agro-pecuárias tradicionais, originando a diminuição das populações de presas.
Como forma de contrariar estas ameaças, impõe-se conhecer melhor esta ave, através do incremento do seu estudo numa base científica. Só um maior conhecimento permitirá uma melhor defesa da espécie e um trabalho em bases sólidas visando a sua preservação.

www.prof2000.pt

"No comments"


 Tiago Lourenço


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   Geralmente não me junto aos coros de críticas que se fazem ecoar por essas redes sociais fora. Desta vez, não posso ficar indiferente.

   Neste domingo, em Pedrogão Grande, Judite Sousa fez uma reportagem junto de um corpo de uma mulher que morreu a fugir das chamas"Está um corpo aqui ao meu lado, de uma senhora, que ainda não foi recolhido, apesar de os bombeiros se encontrarem muito perto deste local”. Foram estas as palavras utilizadas pela jornalista enquanto apontava para o corpo apenas coberto por um lençol branco.

   Judite cometeu o maior erro da sua carreira neste dia. Aquilo que fez não tem desculpa. Desrespeitou a dor daqueles que sofreram e sofrem com a tragédia, desrespeitou aquela mulher e desrespeitou o jornalismo. A situação é delicada ou não fosse o incêndio na zona de Leiria a maior tragédia dos últimos anos em Portugal.

   Esta situação é imperdoável para qualquer jornalista e para qualquer canal. Neste caso, existe uma agravante. Judite Sousa perdeu o único filho em 2014. Na altura, a mãe pediu respeito por si e por André Sousa Bessa aos colegas jornalistas. A dor que com certeza ainda sente deviam tê-la feito perceber que estava a ultrapassar todos os limites. Ultrapassaram-se todas as regras de bom senso e do aceitável.

   Esta segunda-feira, à N-TV, falou sobre a situação dizendo apenas: "no comments!". Sem comentários mesmo, Judite!

acaixaquejafoimagica.blogs.sapo.pt

SÓ NA POCILGA

MAIS UMA POIA DE MERDA ANDANTE.
VEJAM O QUE ESTA ROMENA ESCREVE SOBRE OS BOMBEIROS. O QUE ESTA GENTE FAZ PARA SEREM PUBLICITADOS.
NÃO MERECIAM SER CHAMADOS PARA ALGUM LADO A NÃO SER A POCILGA
CLIQUEM NA IMAGEM
Agnes, antiga concorrente da Casa dos Segredos, utilizou as redes sociais para deixar um feroz ataque aos bombeiros, acusados de nada fazer “nove meses por…
PTJORNAL.COM

CROMOS

ORA VEJAM BEM ESTA CHANFRADA EM DECADÊNCIA ARTÍSTICA E MORAL.
JÁ OUVI DIZER QUE NEM É ELA QUE ESCREVE NO FACEBOOK ONDE NÃO TÊM SIDO POUCAS AS POLÉMICAS E OS ÓDIOS QUE DESTILA, MAS SIM O MARIDO QUE A SER VERDADE DEVE SER OUTRO REFINADO FASCISTA. 

ISTO QUE VAI ABAIXO É O QUE ELA ESCREVE "INDIGNADA COM OS INCÊNDIOS"

“Chegou a altura de denunciar a incúria, a incompetência, o desleixo, a mentira, o ultrage e a inércia deste governo socialista/comunista/bloquista que não foi eleito (repito: que não foi eleito) pelos portugueses e que não sabe como cuidar e proteger os cidadãos que não os elegeram”,

Porto de Faro valorizado e público pode servir de alavanca de desenvolvimento.



Para o PCP, esta intenção do Governo, a ir por diante, bem que poderia servir os interesses económicos de alguns, mas colide frontalmente com um projecto de desenvolvimento económico para a região e para o País, que, garante, terá sempre nos portos comerciais um importante factor de promoção. O que se exige, acrescenta, é um «forte e decidido investimento no Porto de Faro que assegurasse a sua vocação comercial, potenciadora do aparelho produtivo regional e nacional».

É precisamente esta a perspectiva que o PCP tem defendido em vários projectos de resolução apresentados na Assembleia da República visando o desenvolvimento da actividade portuária na região. A transformação do Porto Comercial de Faro numa interface multimodal para o transporte de mercadorias era uma das propostas feitas.

Há muito que o PCP se bate para inverter uma política marcada pela falta de investimento nas barras e portos algarvios, pela passagem da sua gestão para a Administração do Porto de Sines e pela ausência de uma visão estratégica para os portos nacionais. A recente ameaça de transferência para os municípios da gestão dos portos também motiva a oposição combativa dos comunistas.

O desenvolvimento económico do Algarve exige o reconhecimento do papel crucial do sistema portuário para a economia regional e a adopção de um conjunto de orientações e medidas de relançamento desta actividade, concluem os comunistas algarvios.



www.avante.pt

E ELA VESTIDA COMO SE ESTIVESSE NUM RESORT TURÍSTICO A GOZAR EXÓTICAS FÉRIAS DIZIA......


AS SANDUÍCHES DE SORVETE MEXICANAS

Quando a gente ouve a expressão "sanduíche de sorvete", a primeira coisa que vem à mente é uma ou duas bolas de sorvete entre dois waffers, mas no México, pode significar um pãozinho francês normal recheado com bolotas de sorvete. Vendedores ambulantes em várias partes do México inventaram as "tortas de helado" já faz alguns anos, mas eles atraíram a atenção das mídias sociais, depois que um vídeo antigo de um homem preparando o sanduíche estranho recentemente se tornou viral.

O estranho costume dos sanduíche de sorvete mexicanos
Nela, você pode ver o homem cortando um pão, que normalmente receberia um recheio de ingredientes como carne, vegetais e molhos, e enchendo o com seis bolas de sorvete. Não é necessário dizer que aquele guardanapo não serve para coisa nenhuma, já que ele mete a mãozona uma e outra vez no pão.

Ninguém sabe exatamente quem inventou o sanduíche de sorvete mexicano, mas o site de notícias Antena TV rastreou o lanche até uma antiga sorveteria de Xonacatlan, Estado do México, onde foi servido para crianças e adultos por cerca de 60 anos. A família Sanchez, proprietária do local, afirma que começou como um experimento, mas as pessoas adoraram a combinação de pão e sorvete tanto que decidiram mantê-lo no menu.

VÍDEOS

O truque para tornar o sanduíche ainda mas gostoso e rico é polvilhar o pão com um pouco de sal, o que faz com que o sorvete derreta mais rápido e crie uma interessante combinação de sabor doce e salgado. Quanto à receita, não há nenhuma. Todo vendedor usa qualquer combinação de sabor que ele gosta, de clássicos como chocolate e baunilha, até sabores de frutas.


Nunca havia ouvido falar de um sanduíche de sorvete antes, e ao fazer uma pesquisa on-line descobri que o deleite estranho não é exclusivo do México. Nas Filipinas, os vendedores ambulantes também recheiam pãezinhos com sorvete, Já no Vietname, eles usam o tradicional bánh baoo (um pão de massa farta) com sorvete e polvilhados com amendoins triturados.

www.mdig.com.br


O MENINO MAIS ALTO DO MUNDO



Se você se deparar com Karan Singh, vai ser difícil não percebê-lo. O estudante de 8 anos de idade de Meerut, na Índia, tem absurdos 2,10 metros de altura e recentemente foi destaque no tablóide britânico Mirror. No referido artigo, vemos suas fotos e percebemos quão enorme é esse garoto indiano. Na verdade, ele mede o dobro do tamanho da maioria dos seus colegas de classe. Na verdade Karan vem quebrando recordes do Livro Guinness desde que nasceu como o maior bebê do mundo.

Quando Karan nasceu, ele pesava 7,8 kg e tinha mais de 63 cm de comprimento. Ele entrou para o Guinness como o maior bebê do mundo.
O menino de 8 anos mais alto do mundo mede 2,10 metros 01
Quando ele completou cinco anos, foi registrado como a criança mais alta nesta idade. E agora, aos oito anos, ganhará um novo registro.
O menino de 8 anos mais alto do mundo mede 2,10 metros 02
A parte surpreendente da história aqui é que Karan na verdade não é o mais alto da família.
O menino de 8 anos mais alto do mundo mede 2,10 metros 03
Sua mãe, Shweatlana, de 33 anos, é considerada a mulher mais alta da Índia com 2,23 metros.
O menino de 8 anos mais alto do mundo mede 2,10 metros 04
Ele é menor inclusive que o próprio pai. É seguro assumir então que ele herdou a altura deles.
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De acordo com Sanjay, o pai, ainda não está claro como a mãe e o filho têm alturas incomuns.
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Ele leva o filho ao endocrinologista regularmente e, até agora, os testes não apresentaram nenhum problema relacionada com a hipófise, que em caso de acromegalia faz com que o crescimento fique fora de controle e o paciente começa a perder resistência e suportação do próprio corpo.
O menino de 8 anos mais alto do mundo mede 2,10 metros 07
No entanto Karan tem uma boa resistência e nunca apresentou nenhum problema de saúde. Ele espera ser um jogador de basquete algum dia, assim como sua mãe!
O menino de 8 anos mais alto do mundo mede 2,10 metros 08

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FOGOS III - A ÁGUA, OS MEIOS AÉREOS E OS FOGOS



Compreende-se que perante os fogos ameaçadores, as populações desesperadas, e pessoas menos informadas, clamem por mais aviões, mais helicópteros, mais meios…
Mas, serão a água e os meios aéreos a solução miraculosa?
Combater um fogo é também conhecer a direcção dos ventos e para onde se vão encaminhar as chamas. O vento é resultado de diferenças de pressão atmosférica. A deslocação do ar faz-se das zonas de alta pressão para onde ela é inferior. A pressão tem uma relação directa com a temperatura: quanto maior a temperatura, menor a pressão atmosférica e vice-versa. Se se despeja água em cima do fogo, altera-se a temperatura e, como consequência disso, a direcção local do vento. Por isso, se ouve dizer tantas vezes que mudou a direcção do vento.
A operacionalidade dos helicópteros e dos aviões é condicionada pela orografia da região e pelas dimensões do fogo e do fumo que este provoca.
Os aviões pesados transportam mais água, os Canadair cerca de 5 mil litros, mas têm dificuldade de operar em vales apertados, e necessitam de espaços de água apropriados para enchimento. Se a distância ao local de enchimento é superior a 20 ou 30 km então será muito maior o intervalo de tempo para as descargas. Condicionantes das chamas e do fumo podem obrigar a que as descargas sejam feitas a maior altitude e quanto maior a distância ao solo, maiores são as perdas de água por evaporação. Os helicópteros pesados, por exemplo os Kamov, têm capacidade superior a 4 mil litros, mas também sofrem de algumas destas condicionantes.
Apenas os helicópteros bombardeiros ligeiros, HEBL, têm capacidade de transportar uma brigada de 1ª intervenção e a sua menor capacidade, <mil litros, pode ser compensada pela sua operacionalidade. São também estes que têm capacidade para uma mais rápida descolagem, 6 minutos, enquanto um helicóptero ou um avião pesado podem demorar 30 minutos.
São úteis, sem dúvida, mas ninguém pode pensar que são uma panaceia para todos os problemas.
Os meios aéreos se fazem descargas muito altas, grande parte da água perde-se por evaporação, se voam muito baixo pode-se “imaginar” que a rodopiarem, também podem provocar novos ventos e espalhar labaredas e brasas incandescentes. Claro que na água podem ser misturados retardantes e espumíferos que ajudam, mas não é suficiente.
A prevenção, a boa gestão, são essenciais e são as peças essenciais para reduzir as dimensões dos fogos, sejam de matos, ou florestais. Não se pode poupar na farinha para depois se gastar no farelo.
As ferramentas manuais e as máquinas são boas para cortar a marcha do fogo, para criar um contra-fogo, para o liquidar. Na Galiza é normal utilizarem-se máquinas de “rastro”, com 6 a 7 rodados e potência que pode oscilar entre 180 ou 200 CV ou até 250 CV, os chamados D6 e D7. Com uma lâmina frontal cerca de 4m podem abrir uma faixa limpa, derrubar árvores ou eliminar a vegetação. Dispostas em linhas paralelas, em escada, três máquinas podem criar uma faixa limpa com cerca de 15 metros de largura, nada mau.
Em qualquer caso, é necessária técnica, saber, formação, e se quiserem temos gente capaz de o proporcionar.
É apenas mais um pequeno texto para reflexão, mas terminarei com: A água é boa para beber, refrescar, tomar banho, regar… e até dizem que algumas têm propriedades medicinais… mas não exageremos.

E o Show Continua: Trump é Morto Novamente em Palco de NY, "Multidão Aplaude"


Mais uma vez, um sósia de Trump foi esfaqueado até a morte para o deleite do público

Nem mesmo o tiroteio desta semana de um congressista republicano e outros,  a saída dos patrocinadores corporativos ou uma interrupção dos manifestantes dissuadiram o Teatro Público de matar o presidente Trump novamente na noite de sexta-feira.


O festival de teatro Shakespeare In the Park, mais uma vez, encenou "Júlio César" na cidade de Nova York, e mais uma vez, um sósia de Trump foi esfaqueado para o deleite do público.

"Eu vi a multidão de Manhattan em aplausos quando o presidente Trump foi esfaqueado repetidamente no palco", disse Jack Posobiec depois que ele e Laura Loomer interromperam o show.

"Sinistro".

Loomer invadiu o palco e interrompeu temporariamente a performance, para o desânimo do público aborrecido que pedia por sangue.

video


 http://www.anovaordemmundial.com

SEM PAPAS NA LÍNGUA


SEM RESPEITO PELOS QUE MORRERAM ANTES, AGORA E PELOS QUE IRÃO MORRER NO FUTURO.

NINGUÉM ASSUME FALHAS, NINGUÉM É RESPONSABILIZADO, NINGUÉM É DEMITIDO.
CHORAM LÁGRIMAS DE CROCODILO PARA QUE OS JORNAIS E A TELEVISÃO OS MOSTREM, PROTEGEM-SE UNS AOS OUTROS NOS GRANDES, MÉDIOS E PEQUENOS TACHOS.

SABE-SE QUE HOUVE FALHAS E NÃO FORAM POUCAS E OS MINISTROS NÃO AS ADMITEM.

AS COMUNICAÇÕES FALHARAM, A GNR FALHOU, OS COMANDANTES, AS CHEFIAS DE ORDENADOS CHORUDOS DA PROTECÇÃO CIVIL CONTINUAM A FALHAR E A EMBOLSAR O ORDENADO SEM SEREM CAPAZES DE RESOLVER OS PROBLEMAS PERANTE AS CATÁSTROFES.

A POLÍTICA DO BOTA ABAIXO É A QUE GRITA MAIS ALTO E TENTA-SE DENEGRIR QUEM HÁ DÉCADAS FALA DE REORDENAÇÃO FLORESTAL, NA PLANTAÇÃO DE ÁRVORES BOMBEIRAS * E INDÍGENAS, QUEM HÁ ANOS LUTA CONTRA A INFESTAÇÃO DOS EUCALIPTOS E LUTA PELA CRIAÇÃO DE POSTOS DE TRABALHO NO CUIDADO DAS FLORESTAS.

DESTROEM-SE ESTRUTURAS FÍSICAS E PROFISSÕES COMO OS GUARDAS FLORESTAIS, REBENTA-SE DINHEIRO EM ARMAMENTO PARA A NATO E NÃO SE EQUIPAM OS BOMBEIROS QUE CHEGAM A TER UMA FARDA DE COMBATE E ALIMENTA-SE O NEGÓCIO DOS AVIÕES ALUGADOS SEM CRIAR UMA FROTA NACIONAL DE COMBATE AOS FOGOS.

FAZEM-SE DISCURSOS, DÃO-SE PÊSAMES, ABRAÇOS, AO MESMO TEMPO QUE SE FACILITAM AS CULTURAS DE ÁRVORES PARA A CELULOSE QUE SÃO PROIBIDAS EM MUITOS PAÍSES COMO A SUÉCIA E PEDE-SE AO POVO SEM EMPREGO, SEM MEIOS, QUE SEJA SOLIDÁRIO E AJUDE NAS DESGRAÇAS ENQUANTO SE PERDOAM OS CORRUPTOS, OS GATUNOS QUE ROUBAM MILHÕES E OS ESCONDEM EM OFF SHORES.

O POVO ALIENADO E DOMESTICADO CLAMA PARA QUE PONHAM OS INFELIZES, VELHOS, DEFICIENTES, QUE RECEBEM O SUBSÍDIOS DE REINSERÇÃO SOCIAL E OUTROS TOSTÕES, A LIMPAR FLORESTAS EM LUGAR DE SE CRIAREM POSTOS DE TRABALHO QUE LABOREM O ANO INTEIRO NA PREVENÇÃO, NA LIMPEZA, NA MANUTENÇÃO E CRIAÇÃO DE ESTRUTURAS ADEQUADAS À REALIDADE FLORESTAL DO NOSSO PAÍS.

O RETRATO DESTE PAÍS DE POLÍTICOS DESONESTOS E TAGARELAS QUE MANDAM NUM POVO QUE MUITO CRITICA MAS QUE OS ELEGE HÁ QUARENTA ANOS.

* vidoeiros, carvalhos, castanheiros


António Garrochinho

SIRESP já tinha falhado em incêndios de 2016



Associação de Bombeiros Profissionais diz que só falha de comunicações explica que "estrada da morte" não estivesse cortada

O sistema de comunicações de emergência - SIRESP - teve falhas durante os incêndios de 2016, segundo confirma um relatório do ministério da Administração Interna (MAI), a que o DN teve acesso. O desempenho do SIRESP, ao qual têm sido apontadas também falhas no fogo de Pedrógão Grande, que que terão dificultado a resposta do socorro e combate, é uma das três questões que o primeiro-ministro quer ver esclarecidas (ver perguntas ao lado). Não é conhecida ainda uma avaliação oficial sobre esta situação, mas é convicção de peritos, como Fernando Curto, presidente da Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais, que "só uma falha de comunicações entre o comando operacional e quem estava no terreno pode justificar que se tenham desviado tantas pessoas para a chamada "estrada da morte" que fazia parte do perímetro do incêndio e devia estar interditada".
O documento do MAI em causa diz respeito aos incêndios do concelho do Sardoal, em Agosto do ano passado e tem a data de 18 de abril último. É a resposta , em resposta às conclusões da Comissão Municipal de Defesa da Floresta da Vila do Sardoal, datada de setembro de 2016, que registou "falhas" no SIRESP que impediram as comunicações dos bombeiros. Oito meses se passaram entre o incêndio, a deteção dos problemas e a resposta do MAI.
Segundo a Comissão "a destruição pelo fogo de um cabo de transmissão levou a que mais de 50% dos meios de combate ficassem sem comunicações de rádio" e que "tendo sido deslocada uma estação base móvel para substituir a estação base que se encontrava fora de serviço aquela só chegou ao local na manhã de 24 de agosto" , quase 12 horas depois do corte de comunicações, transportada pela PSP, de Queluz até ao local,.
O MAI solicitou relatório à SIRESP SA, empresa que gere o sistema, e à PSP, entidade responsável pela base móvel. A PSP manifestou-se "satisfeita e orgulhosa no tempo de resposta, prontidão e operacionalidade mais uma vez demonstrada pelos seus homens no cumprimento das missões que lhe são atribuídas". O SIRESP SA reconhece que "o incremento exponencial de número de utilizadores e de tráfego em situações de emergência é inevitável e o seu impacto deve ser minimizado pela adoção dos mais corretos procedimentos para estas situações", como por exemplo, "evitar efetuar chamadas privadas" e "assegurar a disciplina nas comunicações, com chamadas curtas e objetivas".
Perante isto, o MAI identificou "duas oportunidades de melhoria", que afirma terem sido "traduzidas na respetiva alteração de procedimentos, para se ultrapassarem as falhas mais relevantes". Um tempo de resposta "máximo de 30 minutos" entre o pedido da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) para "operacionalização da estação móvel" e a resposta da PSP. Nesse caso demorou 1:38 horas, sendo que só ficou operacional no local quase 12 horas depois.
Por outro lado, considera a "falha operacional mais crítica verificada" a demora entre o início da operação móvel e a desativação da fixa, que não permitia a comunicação com a rede SIRESP. Não havendo procedimentos predefinidos para estes casos, o MAI entendeu que as autoridades, como a ANPC, a tomar a decisão.
Duarte Marques, deputado do PSD pelo distrito de Santarém, salienta que "foram pedidas explicações em relação ao que aconteceu no Sardoal e em Abrantes e agora parece que as falhas aconteceram de novo. Perguntamos agora o que foi feito para resolver o problema do SIRESP?"
Questionado o gabinete da ministra da Administração Interna sobre se as recomendações do relatório tinham sido executadas e como se explicam as alegadas novas falhas no sistema, não foi enviada resposta.
Cortar a estrada EN 236-1
A alegada falha no SIRESP é, aliás, a única justificação que Fernando Curto encontra para explicar o facto de a chamada "estrada da morte" não ter sido cortada. Aqui morreram devoradas pelas chamas 47 pessoas. E é outra das questões que António Costa quer esclarecer. "Aquela estrada estava no perímetro do incêndio e o procedimento normal era que fosse cortada. A questão é que se o SIRESP não funcionou, não houve comunicação com quem estava no terreno para o fazer. Como bombeiro não posso permitir que, havendo uma área interdita, que haja pessoas a passar por lá", afirma Fernando Curto. Para este bombeiro profissional "não só é perfeitamente possível cortar uma estrada com aquelas características (com diversas entradas e saídas secundárias), como bastava ter interditado as entradas principais para ter evitado as consequências graves que ocorreram".
Um antigo quadro superior da Proteção Civil, que pediu anonimato, também não entende porque não se cortou aquela estrada e concorda com Curto na eventual falha nas comunicações. "É perfeitamente exequível interditar uma via daquelas. Basta bloquear a entrada e saída principais do troço e colocar alguém no início das ramificações. É assim que faz em qualquer sítio. Até nas autoestradas", afirma. Não entende porque "tendo sido cortada a IC8 não se cortou de imediato essa estrada paralela, dentro do perímetro de segurança do incêndio, que era previsível que as pessoas fossem usar como alternativa".
O general do Exército Leonel Carvalho, que liderou o Gabinete Coordenador de Segurança e foi segundo comandante da GNR, não vê que seja assim tão fácil cortar uma via como a EN 236-1, nas condições em que se encontrava . "Acho praticamente impossível. Nos acessos principais pode ser feito, mas nos secundários é mais complicado. A GNR não pode estar ao longo de toda a estrada", assinala, sublinhando que "a GNR atua sempre se acordo com as indicações que tem do comando operacional. Se não agiu de outra forma era porque a informação que tinha não era contra desviar as pessoas para ali".
Alertas de "instabilidade" climatérica
A terceira questão do chefe de governo, sobre se houve "condições meteorológicas e dinâmicas físicas invulgares" que possam justificara dimensão da tragédia, já foi parcialmente respondida pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), numa conferência de imprensa esta segunda-feira. O IPMA garante que informou a ANPC sobre a situação meteorológica "caracterizada por temperaturas muito altas, associadas a instabilidade vertical na atmosfera", com risco de incêndio "muito elevado". No entanto, o IPMA lembra que "as áreas de risco identificadas dizem respeito a áreas significativas do território nacional e não a localidades específicas". Fonte próxima deste Instituto garantiu ao DN que no dia 12 foi enviada informação à ANPC a dar conta da instabilidade meteorológica na zona centro e dois dias depois, a 14, houve um novo aviso do IPMA em relação a descargas elétricas.
A ANPC não respondeu, até à hora do fecho desta edição, sobre que medidas tomou no terreno para prevenir os prováveis fogos. No entanto, o DN teve acesso a dois comunicados para os comandos distritais alertando para as "condições meteorológicas adversas". No primeiro, dia 15, a ANPC determinou um alerta "amarelo"para todos os distritos e só a 18, depois da catástrofe em Pedrógão Grande, esse alerta é elevado para "laranja", com o consequente reforço de meios no terreno e mais medidas de prevenção.

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