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quinta-feira, 20 de abril de 2017

VÍDEO - 1 milhão e 500 mil chavistas para proteger o palácio presidencial antes de ameaça de golpe iminente



Após o perigo que representa para a paz e a estabilidade da nação o apelo feito pela oposição a marchar em massa na quarta-feira 19 de abril, estima-se que 1 milhão de 500 mil chavistas em todo o país começaram a mover-se ao redor do palácio presidencial  sob custódia, proteção e defesa da revolução, a fim de neutralizar um possível golpe de Estado contra o presidente e também mostrar músculo para o mundo.


Antonio Maita  representante do poder popular garante que essa mobilização procura  neutralizar o imperialismo norte-americano em seu golpe plano e o presidente da Venezuela e a Revolução Bolivariana não está sozinho, pois têm um exército popular, consciente e disposto para enfrentar qualquer tipo de agressão que os impede de continuar o processo que iniciou o líder supremo e líder supremo Hugo Chávez. " ' 
Aviso aos gringos para que eles saibam que aqui na Venezuela não está só Maduro que estão enfrentando, mas gente, com um povo feito exército, um furacão, uma maré vermelha de milhões de chavistas que estão dispostos a morrer ,eles devem compreender que esta é VENEZUELAAAAA a terra de Simón Bolívar, que derrotou o império mais poderoso de seu tempo e nós no nosso estamos prontos para derrotá-los em sua honra e a de Hugo Chávez !! " disse ele.

VÍDEO







cibersurvenezuela.blogspot.pt

ATENÇÃO É MESMO UM VÍRUS PERIGOSO ! Novo esquema no Facebook oferece bilhetes da TAP. Não acredite



Novo esquema no Facebook oferece bilhetes da TAP. Não acredite
Nem todos os internautas se deixaram convencer por este esquema que, ainda assim, encontra forma de se propagar e chegar a cada vez mais pessoas.

O Facebook não a estranho a esquemas que procuram levar os seus utilizadores a sites de origem duvidosa com propósitos pouco claros. O mais recente envolve a portuguesa TAP e promete dois bilhetes de avião grátis a quem fizer anos.



Caso clique na oferta o utilizador não é levado para o site da TAP mas sim para o (altamente duvidoso) XXSHAMES.US. Este site encarrega-se então de mostrar todo o tipo de popups com intenção de instalar software malicioso e redirecionar o internauta para outros sites que procuram adquirir dados pessoais.

Os avisos já estão a circular no Facebook pelo que caso se depare com uma destas ofertas está desde já avisado. Caso queira ajudar a combater este tipo de esquemas e impedir que se continuem a propagar é aconselhável que o denuncie.

LOVE

Ex-trabalhadores dos estaleiros de Viana vêm a Lisboa protestar


No dia 28 de Abril, os ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) vão promover uma marcha em Lisboa, até ao Ministério do Trabalho, para exigir uma resposta do Governo a um contexto em que muitos estão sem qualquer apoio.
https://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/jumbo1200x630/public/assets/img/estaleiros_viana.jpg?itok=3Biq6sJM
Se não houver regime de excepção, muitos dos antigos trabalhadores dos ENVC vão ficar sem qualquer apoio
Se não houver regime de excepção, muitos dos antigos trabalhadores dos ENVC vão ficar sem qualquer apoio
Cerca de uma centena de antigos trabalhadores dos ENVC decidiram que, se não obtiverem resposta do Governo, marcharão até ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, onde entregarão um documento com as suas reivindicações.
Em 2014, quando o governo do PSD e do CDS-PP decidiu subconcessionar os ENVC ao grupo Martifer, afirmou que o problema de cerca de 200 trabalhadores estava resolvido, uma vez que iriam para a reforma, e que os outros 400 seriam inseridos na subconcessionária dos ENVC. No entanto, passados mais de dois anos, a realidade não é essa.
Quando os estaleiros foram subconcessionados tinham 609 trabalhadores. O plano de rescisões amigáveis a que os trabalhadores foram convidados a aderir custou ao Estado 30,1 milhões de euros.
Os trabalhadores consideram que deve haver uma excepção porque, para além das penalizações normais da lei, foram penalizados pelo mútuo acordo. A comissão representativa dos ex-trabalhadores do ENVC informa que saíram da empresa 180 funcionários com idade inferior a 45 anos à data da rescisão, a quem já terminou o subsídio há um ano, pelo menos, e que não têm qualquer apoio nem estão no mercado de trabalho.
Já os ex-trabalhadores que, à data da rescisão, tinham entre 45 e 51 anos, são cerca de uma centena e ficaram por esta altura sem o subsídio, não tendo idade para o acesso à reforma antecipada por carreira de longa duração. Para os cerca de 250 trabalhadores que tinham entre 52 e 62 anos, uma parte terá acesso à reforma antecipada, mas cerca de 50 ainda não vão atingir a idade – 57 anos – e vão ter de aguardar um ou dois anos.
A comissão representativa foi criada em Setembro do ano passado com o objectivo de encetar esforços para resolver a situação dos trabalhadores desempregados, a quem «não foram cumpridas as promessas».
Os trabalhadores solicitam «a intervenção e resolução junto das entidades responsáveis do país perante a grave situação social e económica que irá afectar estes trabalhadores e suas famílias».


www.abrilabril.pt

Intervenção de Paulo Sá na Assembleia de República «É preciso reverter o saque fiscal do anterior Governo PSD/CDS aos rendimentos do trabalho»



Intervenção de Paulo Sá na Assembleia de República 
«É preciso reverter o saque fiscal do anterior Governo PSD/CDS aos rendimentos do trabalho»
19 Abril 2017
No debate realizado em torno do Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas, Paulo Sá afirmou na sua intervenção que "é preciso reverter o saque fiscal do anterior Governo PSD/CDS aos rendimentos do trabalho, é preciso impedir que as pessoas de mais baixos rendimentos comecem a pagar IRS, voltando a indexar o mínimo de existência ao salário mínimo nacional, é preciso aumentar os escalões de IRS e reduzir significativamente a taxa de imposto nos escalões mais baixos e intermédios, é preciso melhorar as deduções das despesas com a saúde e a educação".


VÍDEO


foto do dia - o sorriso


Preços da gasolina em Portugal são dos mais elevados do mundo




A Bloomberg fez um apanhado dos preços da gasolina em todo o mundo. Portugal está entre os mais caros, com os impostos a sobressaírem.

"Preços da gasolina no mundo: o real custo de abastecer". É assim que a Bloomberg apresenta a peça com os preços deste combustível no mundo, estabelecendo comparações para três indicadores: o preço efectivo, os gastos e disponibilidade financeira.
 .

O país com o preço mais baixo é a Arábia Saudita, onde o litro de gasolina custa 0,24 dólares, segundo os dados da Bloomberg que têm como referência o primeiro trimestre do ano. O mais caro é registado em Hong Kong (1,91 dólares). Entre 61 países analisados, Portugal surge em 52.º, com o litro a custar 1,56 dólares.

Quando analisado o indicador da disponibilidade financeira, que avalia o que representa um litro de gasolina no rendimento diário médio dos países, em primeiro lugar surge a Venezuela e em último a Índia. No caso do país da América do Sul, o rendimento médio diário está nos 14,17 dólares, o que significa que um litro de gasolina representa 0,01% do rendimento de um dia de trabalho. No caso da Índia, um litro de gasolina representa 21,29% do rendimento diário médio.

Neste indicador, Portugal encontra-se no 38.º lugar. Com o rendimento médio diário a ser de 53,69 dólares, é necessário 2,91% do salário diário para comprar um litro de gasolina.

Já no que respeita aos gastos médios dos consumidores por ano, a Venezuela surge em primeiro lugar, com os consumidores a gastarem apenas 0,02% do salário médio por ano em gasolina. Em último lugar surgem os mexicanos, que gastam cerca de 3,86% dos seus rendimentos em gasolina.

Portugal está em 25.º. "Os consumidores gastam em média 141,84 litros de gasolina por ano, o que representa 1,13 do salário médio", explica a Bloomberg.



20 de Abril de 1912: Morre Bram Stoker, escritor irlandês, autor da obra"Drácula"

Escritor irlandês, Abraham Stoker nasceu a 8 de novembro de 1847, num subúrbio a Norte da cidade de Dublin. Era filho de um funcionário público e de uma voluntária em obras de caridade, que também se dedicava à escrita, e que tinha por hábito contar histórias de terror. Bram Stoker foi uma criança enfermiça, incapaz de se ter de pé até aos sete anos de idade. No entanto, e pela sua força de vontade, acabou por se desenvolver num adolescente robusto e atlético.

Terminando o ensino secundário, ingressou no curso de Matemática do Trinity College da Universidade de Dublin, que concluiu em 1867 com honras e louvores. Durante a sua vida académica não só venceu um torneio de atletismo, como foi eleito presidente da Sociedade Filosófica, no seio da qual se relacionou com Oscar Wilde.

Viajou então para Londres, e não tardou a seguir as pisadas do pai, ao tornar-se também funcionário público em 1870, embora colaborando em simultâneo com o periódico The Evening Mail, como jornalista independente, editor e crítico teatral. Foi promovido a inspetor do Tribunal de Pequena Instância, e foi enquanto ocupava esse cargo que publicou o seu livro, dedicado aos deveres da sua profissão, com o título The Duties Of The Inspetor Of Petty Services (1879).

Não obstante, havia já publicado um conto em 1875, The Chain Of Destiny, aparecido em quatro episódios no semanário Sahmrock. Seguiu-se, em 1871, uma coletânea de histórias alegóricas para crianças, Under The Sunset, que conseguiu atrair a atenção da crítica.

Em 1878 aceitou a proposta de Sir Henry Irving, um ator famoso, para trabalhar como seu secretário pessoal, o que lhe permitiu viajar extensivamente.

Em 1890 publicou de Snake's Pass, a que se seguiram, entre outras obras de relativa importância, The Watter's Mou (1895), The Mystery Of The Sea (1902), The Jewel Of The Seven Stars (1903), The Lady Of The Shroud (1909) e The Lair Of The White Worm (1911).

Foi sobretudo com o aparecimento de Dracula em 1897 que Bram Stoker se consagrou como escritor de terror. A obra, considerada a melhor da literatura do género a nível mundial, baseava-se em lendas populares que imortalizaram a crueldade de um aristocrata da Valáquia do século XV, reputado por empalar os seus inimigos até à morte. Contava a história do Conde Drácula, um vampiro que habita na fronteira entre a Transilvânia, a Moldávia e a Bucovina, e que se alimenta do sangue das suas vítimas para continuar a sua já longa existência.

Bram Stoker faleceu a 20 de abril de 1912, possivelmente em consequência de uma sífilis terciária.

Bram Stoker. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. 








Dráculas do cinema

vídeos






Portugal. JORNALISTAS JUSTICEIROS!





Este não é um texto polido, até para poder fazer justiça à cartilha que surgiu nos últimos dias para atacar o Diário de Notícias. Regista-se a coincidência de João Miguel Tavares (JMT), no Público, e José Manuel Fernandes (JMF), no Observador, terem deixado passar dez dias para procurar satisfazer os seus leitores. Dois jornalistas que precisam de se afirmar de direita para que faça sentido o populismo em que navegam. Quanto valeriam se não soubéssemos que eles são jornalistas (?) de direita?!

JMT diz que eu e outros no DN criticámos "o Ministério Público pelas suspeitas que deixou no ar ao arquivar o processo" de Dias Loureiro. No meu caso, fiz mais! Ao contrário de JMT, arrisquei ter uma posição sobre a Justiça e digo que "o Estado de Direito está a ser corrompido", apontando o dedo à hierarquia do Ministério Público e ao poder político. E faço-o em coerência com o que sempre disse, ainda não havia Daniel Proença de Carvalho na Global Media, numa altura em que JMT trabalhava comigo na chefia de redação do DN e muito antes até de trabalhar na TSF ou no DN.

JMT ataca o grupo e os órgãos de comunicação social que a ele pertencem (JN, DN e TSF), esquecendo que ele próprio é colaborador há muitos anos da TSF, dizendo livremente o que pensa no programa Governo Sombra, que também está na TVI. Como "taxista malandro", percorre vielas e atravessa pontes para chegar onde quer, cobrando mais na bandeirada. Como se apenas no DN tivesse havido críticas ao Ministério Público. Que interessa que Daniel Oliveira, Pedro Adão e Silva ou Miguel Sousa Tavares tenham feito exatamente o mesmo no Expresso? Não interessa nada, porque deita por terra a teoria mirabolante, e ofensiva para o bom nome de todos os jornalistas que trabalham no DN, de que só critica o Ministério Público quem está contra o combate à corrupção ou ao serviço de Daniel Proença de Carvalho. E o que interessa que Nuno Garoupa, também no DN, tenha escrito, ontem mesmo, um texto em que defende uma versão completamente diferente daquela que é referida pelos jornalistas (?) de direita como sendo um modus operandi dos assalariados da Global Media? Não interessa para nada, porque revela um DN plural onde é possível ser livre a pensar e a escrever.

Depois há JMF que não tem a lisura e a coragem de JMT para chamar "os bois pelo nome" e que faz de conta que fala sobre justiça e Dias Loureiro para poder atacar o DN. Basta dizer que esta espécie de guru do "Tea Party" português não se importa de mentir para atacar companheiros de profissão. No texto dele, escreve que o art.º 277 do Código do Processo Penal diz que há duas formas de arquivar um inquérito, sendo que a segunda é "concluir que os indícios recolhidos não foram suficientes para formular uma acusação, mesmo subsistindo suspeitas fundadas". Agora vejam o que diz o número 2 do art.º 277 e concluam: "O inquérito é igualmente arquivado se não tiver sido possível ao Ministério Público obter indícios suficientes da verificação do crime ou de quem foram os agentes". Onde está escrito o "mesmo subsistindo suspeitas fundadas" que JMF garante estar no Código de Processo Penal? Não está!

Daria um certo gozo ver estes jornalistas justiceiros serem vítimas do que dizem defender, mas podem estar descansados, no DN vamos continuar a bater-nos pela defesa do Estado de Direito e estaremos sempre na linha da frente para fazer jornalismo de acordo com as regras estabelecidas e não em defesa de interesses próprios.


Paulo Baldaia | Diário de Notícias | opinião

paginaglobal.blogspot.pt

Lá em Washington



«O nosso Vítor Gaspar acaba de anunciar lá em Washington, há minutos, 5-cinco-5 princípios-chave para a política orçamental, na apresentação do Fiscal Monitor (um dos 3 documentos-chave para a assembleia semestral do FMI que decorre esta semana até domingo):

a) Contra-cíclica;
b) Amiga do crescimento;
c) Inclusiva;
d) Baseada na capacidade de recolha de impostos;
e) Conduzida com prudência.
Aprendeu depois de ter ido para o FMI. Por aqui, durante, o protetorado, quantos destes 5 aplicou?»


Jorge Nascimento Rodrigues (facebook)

ladroesdebicicletas.blogspot.pt

OLHÓ AVANTE ! « CONTINUAR A LUTA POR UM PORTUGAL COM FUTURO » AFIRMAR OS VALORES DE ABRIL





«Continuar a luta por um Portugal com futuro»
AFIRMAR OS VALORES DE ABRIL  

Comemoramos mais um aniversário do 25 de Abril, 43 anos depois da conquista da liberdade e da democracia. Como refere o Programa do PCP «Uma Democracia Avançada – os valores de Abril no futuro de Portugal», «a Revolução de Abril constitui uma realização da vontade do povo, uma afirmação de liberdade, de emancipação social e de independência nacional» que realizou profundas transformações políticas, económicas, sociais e culturais.

Comemoramos o 25 de Abril num tempo marcado por uma situação internacional instável e perigosa. Os seus desenvolvimentos negativos mais recentes, com o agravamento pelo imperialismo de tensões, conflitos e agressões, nomeadamente na Síria, Turquia, Afeganistão, península da Coreia, América Latina (em particular, na Venezuela) e Palestina acrescentam novos focos e sinais de instabilidade e incerteza.

Trata-se duma situação que exige, mais do que nunca, a solução pacífica dos conflitos no quadro duma política de paz, amizade e cooperação entre os povos, princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa com a Revolução de Abril e desde sempre defendidos pelo PCP.

Nas comemorações do 25 de Abril importa, pois, ter presente este valor, projectá-lo na jornada do 1.º de Maio e na luta de massas do presente e do futuro. É preciso intensificar a luta pela paz na qual se inserem, igualmente, o concerto promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), no próximo sábado em Lisboa e a iniciativa político-cultural «Pela paz, amizade e cooperação entre os povos», no âmbito das comemorações do centenário da Revolução de Outubro, no próximo dia 9 de Maio no Seixal.

Mas comemorar o 25 de Abril é também assumir o valor da luta pela reposição, defesa e conquista de direitos reclamando respostas para os problemas mais imediatos dos trabalhadores e do povo, pela recuperação de rendimentos e direitos que décadas de política de direita (e, em particular, os quatro anos de exploração, empobrecimento e declínio nacional do governo PSD/CDS) e trinta anos de integração capitalista europeia confiscaram ao povo português.

Comemorar o 25 de Abril é lutar, ao mesmo tempo, pela ruptura com a política de direita e com os constrangimentos externos que impedem o desenvolvimento soberano do País. É lutar por uma política patriótica e de esquerda que assuma a produção nacional e o seu aumento enquanto condição de independência económica e promoção de emprego; que valorize o trabalho e os trabalhadores; liberte o País da submissão ao euro; promova a renegociação da dívida e a recuperação do controlo público da banca; recupere a soberania monetária e orçamental; liberte recursos para o investimento público; melhore os serviços públicos e reforce as funções sociais do Estado, como o PCP sublinha e reclama com a campanha «Produção, emprego, soberania. Libertar Portugal da submissão ao Euro».

Comemorar o 25 de Abril é defender, afirmar e projectar os seus valores no contexto de uma democracia avançada como parte indissociável da luta pela construção em Portugal de uma sociedade socialista, «correspondendo – como sublinhava Álvaro Cunhal – às particularidades nacionais e aos interesses, às necessidades, às aspirações e à vontade do povo português – uma sociedade de liberdade e abundância, em que o Estado e a política estejam inteiramente ao serviço do bem e da felicidade do ser humano».

A decisão de venda do Novo Banco e a discussão em torno do Plano de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas colocam a necessidade de clarificação de posições.

Sobre o Novo Banco, o PCP reafirma a sua posição de princípio exigindo a sua manutenção na esfera pública como consta do texto dos projectos de resolução e de lei que apresentou na Assembleia da República tendo em vista revogar a decisão do Governo de o privatizar, com graves prejuízos para o povo português.

Sobre os Plano de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas, o PCP rejeita os seus conteúdos. Como referiu Jerónimo de Sousa à saída da audiência com o Presidente da República na passada terça-feira, «o Programa de Estabilidade impõe um espartilho a Portugal, contrário ao caminho de reposição de rendimentos e direitos e à necessidade de crescimento e de desenvolvimento económico».

Continua a preparação do 1.º de Maio nomeadamente a partir das empresas, locais de trabalho e sectores, mobilizando os trabalhadores em torno da sua acção reivindicativa para projectar neste dia o movimento de lutas que em numerosas empresas e sectores está em curso neste momento.

Prossegue também a batalha das eleições autárquicas com a apresentação de balanços de actividade, prestação de contas e preparação de candidaturas e programas por parte da CDU. Desta forma, com crescente entusiasmo e dinamismo, vai-se afirmando o projecto alternativo da CDU e o património de trabalho, honestidade e competência, «imagem de marca» distintiva da sua intervenção.

Desenvolve-se a acção de reforço do Partido. A luta por uma real alternativa, pelo desenvolvimento soberano, por uma vida melhor, por um Portugal com futuro é impensável sem a intervenção e o reforço do PCP. Tal como na Revolução de Abril, é pela luta que lá vamos.

DEPUTADO PAULO SÁ (PCP) FALA DE "INVERDADES" SOBRE COMUNICADO DO PS ALGARVE RELATIVAMENTE AO IMI

REPOR A VERDADE: No 18 de abril, a Federação Regional do Algarve do PS divulgou um comunicado intitulado “António Eusébio congratula Governo pela redução do IMI em dez por cento”. Nesse comunicado é apresentada a medida de redução da taxa máxima do IMI de 0,50% para 0,45%, aprovada no Orçamento do Estado para 2016, recorrendo-se – com certeza por lapso – a inverdades, designadamente atribuindo a iniciativa de redução do IMI ao Governo. Na realidade, a proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2016, apresentada pelo Governo, não continha qualquer redução da taxa máxima do IMI. Foi o PCP que, na discussão da especialidade do Orçamento do Estado, apresentou uma proposta de redução de 0,50% para 0,45%. Tendo esta proposta sido aprovada, foi incorporada na Lei do Orçamento do Estado para 2016. Assim, a redução da taxa máxima do IMI, de que muitas famílias beneficiarão, deve-se a uma iniciativa do PCP.
O deputado Paulo Sá, eleito pelo PCP, apelidou de "inverdades" algumas citações do comunicado do PS Algarve enviado ontem aos meios de comunicação social, em que o Algarve Primeiro publicou, com o título "António Eusébio congratula Governo pela redução do IMI em dez por cento".

 
Em direito de resposta Paulo Sá avançou ao nosso jornal que no referido comunicado, "é apresentada a medida de redução da taxa máxima do IMI de 0,50% para 0,45%, aprovada no Orçamento do Estado para 2016, recorrendo – com certeza por lapso – a inverdades".
 
Segundo aquele parlamentar com base nas citações «O presidente do PS-Algarve, António Eusébio, congratula-se com esta medida do Governo...» ou «...através do Orçamento de Estado para o ano de 2016, o Governo propôs e a Assembleia da República aprovou a redução da taxa máxima do IMI em dez por cento, ...»; Paulo Sá esclarece que "a proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2016, apresentada pelo Governo, não continha qualquer redução da taxa máxima do IMI, tendo sido o PCP (na discussão da especialidade do Orçamento do Estado para 2016), a apresentar essa proposta, reduzindo a taxa máxima de 0,50% para 0,45%".
 
Proposta que o deputado sublinha "foi aprovada, e incorporada na Lei do Orçamento do Estado para 2016, cuja redução da taxa máxima do IMI, de que muitas famílias beneficiarão, deve-se a uma iniciativa do PCP".
 
Algarve Primeiro

O FUTURO DAS CIDADES VÃO SER PARECIDOS COM ESTA FAZENDA URBANA

O futuro das cidades pode ser parecido com esta fazenda urbana em Xangai prestes a ser concretizada
O conceito de fazendas urbanas e verticais se encontra em ascensão atualmente, mas poucos projetos do gênero são tão ambiciosos quanto a ideia do Distrito Agrícola Urbano Sunqiao, em Xangai. O projeto, criado pela Sasaki Associates, dos Estados Unidos, deverá começar a ser construído ainda este ano e contará com uma área de 100 hectares.
O que diferencia Sunqiao de outras fazendas urbanas já existentes é a sua vocação para usar a agricultura urbana não apenas para fins de produção, mas dispondo também de áreas voltadas à educação e inovação. O espaço deverá ser localizado entre o principal aeroporto internacional de Xangai e o centro da cidade e terá como objetivo a produção vertical em grande escala.
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Sua criação é uma forma de suprir as necessidades alimentares dos cerca de 24 milhões de habitantes de Xangai em um cenário em que a disponibilidade de terras agrícolas se encontra em escassez. Por ser uma cidade em que os terrenos contam com valores elevados, a produção de alimentos de forma vertical se mostra mais viável economicamente.
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Em Sunqiao, a produção deverá ser feita por meio de fazendas de algas, estufas flutuantes, paredes verdes e biblioteca de sementes verticais. O distrito deverá contar ainda com um museu de ciência, uma estufa interativa e um mostruário hidropônico. Juntas, estas iniciativas buscam que as próximas gerações aprendam sobre a origem de seus alimentos.
Confere só algumas das imagens deste ambicioso projeto:

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Todas as fotos © Sasaki Associates

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A mulher de 100 anos que virou lenda por dedicar toda a vida à tatuagem tradicional de sua tribo

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Whang Od fez fama no país. “A lendária mestre da tatuagem” é como alguns se referem a ela, última tatuadora Kalinga. Ela exibe desenhos por todo o corpo, em tinta azul e preta. Segundo a tradição da tribo, é a mambabatok quem escolhe o desenho a ser feito, e não quem vai ser tatuado.
Pessoas de todo o mundo se aventuram pelas florestas filipinas para encontrar Whang, que diz que isso lhe dá motivo para viver. Quem chega lá procurando por ela ganha a hospedagem na casa da própria tatuadora, que usa um pequeno martelo de bambu com tinta na ponta da agulha para fazer os desenhos.
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Ela conta que suas primeiras tatuagens foram uma escada e uma cobra píton. “Elas não significam nada, são apenas enfeites”, diz. “Muitas das minhas amigas tinham tatuagens, e eu achava que precisava ter também para ser parte do grupo”, segue Whang.
No começo, as tatuagens eram feitas à base de troca: ela recebia animais ou objetos em troca do trabalho. Mas já faz alguns anos que o dinheiro passou a ser utilizado na tribo, e agora é a renda das tattoos que garante que Whang consiga comprar alimento.
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Um dos últimos grandes objetivos da vida de Whang Od é ensinar a bisneta de sua irmã a tatuar, para que a tradição não acabe quando ela morrer. Mas, se depender dela, isso ainda vai demorar: “Para mim, a vida é viver. Quero viver por mais 100 anos, e nunca parar de tatuar”, completa.

VÍDEO
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Whang-od_and_a_recently_tattooed_visitor.
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Aqui está o tempo que várias drogas permanecem no seu corpo

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Não importa que tipo de droga, nem como a consumimos – a partir do momento em que elas estão dentro de nossos organismos, nossos corpos começam a quebrá-la.
Nesse processo, metabólitos, ou subprodutos, da droga são fabricados, e estes podem permanecer no nosso sangue, urina e mesmo no nosso cabelo por muito tempo após os efeitos iniciais serem sentidos.
Traços desses metabólitos são o que os testadores de drogas procuram, uma vez que são uma boa indicação de que alguém realmente usou alguma substância ilícita.
Traços desses metabólitos são o que os testadores de drogas procuram, uma vez que são uma boa indicação de que alguém realmente usou alguma substância ilícita.
Boa indicação entre aspas
Enquanto os testes baseados no cabelo são bastante precisos, testes de sangue e de urina são incapazes de detectar a grande maioria das drogas, se você não as tiver usado há cerca de uma semana.
A heroína, por exemplo, é geralmente indetectável na urina após três a cinco dias. Pois é.
As tabelas abaixo mostram por quanto tempo vestígios de drogas como LSD, morfina, heroína e álcool permanecem no sangue, na urina e no cabelo.
Exame de sangue
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Os números indicam quantas HORAS cada droga permanece no seu sangue. De cima para baixo, temos: LSD (também apelidado de doce), morfina, heroína, anfetaminas, álcool, metanfetaminas, MDMA (ectasy ou bala), cocaína, barbitúricos e cannabis (maconha).
Exame de urina
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Os números indicam quantas DIAS cada droga permanece na sua urina. De cima para baixo, temos: LSD (também apelidado de doce), anfetaminas, MDMA (ectasy ou bala), heroína, cocaína, barbitúricos, álcool, morfina, metanfetaminas e cannabis (maconha).
Exame de cabelo
drogas-cabelo

Os números indicam quantas DIAS cada droga permanece no seu cabelo. De cima para baixo, temos: LSD (também apelidado de doce), álcool, anfetaminas, barbitúricos, cocaína, cannabis (maconha), heroína, MDMA (ectasy ou bala), metanfetaminas e morfina. 

[ScienceAlert]

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