AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


sábado, 15 de abril de 2017

GUERRA

HÁ POR AQUI NA NET, NAS REDES SOCIAIS, TWITTER, FACEBOOK UMA PANÓPLIA DE GENERAIS E ESTRATEGAS MILITARES A PRECONIZAR GUERRAS E MAIS GUERRAS QUE POR VEZES ATÉ SE SENTE O CHEIRO DA PÓLVORA COM O QUE ESTAS CRIATURAS SE DELICIAM E PARECE TEREM PRAZER.
NA VOLTA, SE ALGUM VIZINHO SE PEIDA LÁ TERÁ O 112 QUE VIR COM O TINONIM DESENFREADO !
JÁ NÃO BASTA O FUNDAMENTALISMO FUTEBOLÍSTICO !
AG

1940 - UM RETRATO DE PORTUGAL



Bernard Hoffman foi um fotógrafo americano que trabalhou cerca de 18 anos para a revista americana Life. Bernard Hoffman é mais conhecido como o primeiro fotógrafo americano a pisar Hiroshima e Nagasaki depois da bomba atómica ter sido lançada em 1945. Esteve também em Portugal em 1940 e deixou-nos este retrato humildeda sociedade portuguesa na época.
Campino
Padre
Movimento
Funeral
Camponês
Escola
Fado
Infantário

lavaduramental.wordpress.com

Estas são as mortes mais misteriosas de Hollywood


OUT960696A história de Hollywood está repleta de mortes não esclarecidas. Acidentes em circunstâncias estranhas acabaram com a vida de algumas das maiores estrelas da época. Crime? Suicídio? Conspiração? Na verdade, creio que nunca saberemos.

Entre a morte mais misteriosa da história de Hollywood temos a de Marilyn Monroe. A eterna diva do cinema morreu em Los Angeles em 5 de agosto de 1962. Quando a encontraram, estava deitada na cama depois de ter sofrido uma parada cardíaca. A autopsia determinou que a morte foi causada por overdose de medicamentos.
Marilyn Monroe 1Segundo investigação da polícia de Los Angeles , tratou-se de um possível suicídio já que não foram encontradas provas. Entretanto, devido a sua ligação com o poder, sua morte tornou-se um terreno fértil para o florescimento de teorias conspiratórias que alimentam o enigma: assassinato por sua ligação com o preseidente John F. Kennedy ou até ajuste de contas pela máfia.
Natalie Wood 1A atriz Natalie Wood morreu afogada ao cair de seu iate “The Splendor” no meio da noite. Ela estava como o seu marido Robert Wagner e o ator Christopher Walken. Entretanto, as circunstâncias nunca ficaram claras. O capitão do iate disse que houve uma forte discussão entre a atriz e seu marido, motivada por ciúmes da relação da a atriz com Walken. Também há especulação sobre o excesso do uso de bebida e droga.
Grace Kelly 1O motivo da norte da princesa de Mônaco Grace Kelly ficou ainda não está claro. Um acidente automobilístico acabou com a vida da musa de Hitchcock. Entretanto, uma dúvida persiste até hoje: quem dirigia o carro? Segundo informações oficiais era Grace, Mas, segundo uma testemunha que socorreu a princesa, quem estava no volante era a sua filha Stephanie. Entretanto, persiste ainda um véu de mistério sobre o acidente, pois há até quem diga que se tratou de um atentado.
Anna Nicole Smith 1A atriz, modelo e coelhinha da Playboy Anna Nicole Smith foi encontrado morta no Hotel Hard Rock Cafe Casino em 8 de fevereiro de 2007. Inicialmente, a morte foi atribuída a uma ingestão excessiva de várias drogas legais (antidepressivos, soníferos, antibióticos e comprimidos para emagrecer), receitados pela psiquiatra e amiga da atriz Khristine Eroshevich e comprados e administrados por Howard K. Stern, ex-namorado de Smith. A psiquiatra acabou sendo condenada por prescrição excessiva de medicamentos, embora nunca se soube o que se pretendeu como isso.
Brittany Murphy 1No primeiro momento, a morte da atriz Brittany Murphy foi atribuída a uma overdose de cocaína. Ela teve um ataque cardíaco em sua casa e chegou morta no hospital. Depois uma autópsia determinou que Murphy morreu de pneumonia. No entanto, o mistério foi agravado quando, 5 meses depois, o marido da atriz, Simon Monjack, também morreu na mesma casa. O inquérito revelou que as 2 mortes foram produzidas por um fungo tóxico presente na casa. Tudo muito misterioso.
Brandon Lee 1O ator Brandon Lee, filho de Bruce Lee, morreu de forma muito estranha aos 28 anos. Ele se encontrava no set de rodagem do filme “O Corvo” quando foi baleado por uma arma municiada com uma bala que não era de festim. Até hoje se desconhece o autor dessa troca.

clavedosul.blogspot.com.br

ESTAS ESCULTURAS DE AREIA SÃO REALMENTE IMPRESSIONANTES


Spiderman
Sansão
Alice no país das maravilhas

11
5

9
10

7
12

Os Três Mosqueteiros
1
1151_mb_file_62146
1150_mb_file_1f508

15 de Abril de 1945: Tropas britânicas libertam o campo de concentração de Bergen-Belsen


Cerca de 125.000 pessoas estiveram detidas entre 1940 e 1945 no campo de concentração de Bergen Belsen, onde perto de 70.000 morreram. Aqui encontrou a morte a adolescente alemã Anne Frank, detida pelos nazis em Amesterdão onde vivia com a sua família.

A 15 de Abril de 1945, as tropas britânicas libertaram o campo de Bergen-Belsen, onde encontraram 60.000 sobreviventes, dos quais muitos morreram nos meses seguintes de esgotamento e outras doenças, nomeadamente de tifo.

Antiga zona de treino militar, o campo de Bergen-Belsen, situado a 60 quilómetros a noroeste de Hanover, foi transformado a partir de 1940 para receber os primeiros comboios de prisioneiros franceses e belgas.

Em Julho de 1941, os primeiros prisioneiros de guerra da União Soviética foram colocados em Bergen-Belsen, que contava então com 21.000 detidos.

Em Abril de 1943, o local transformou-se num campo de concentração, designado pelos nazis "campo de residência", onde foram encarcerados judeus "privilegiados" que os nazis tencionavam trocar por prisioneiros alemães.

Dos milhares de judeus deportados para Bergen-Belsen, somente 358 foram efectivamente trocados, tendo os restantes sido assassinados em massa.

No início de 1945, Bergen-Belsen tornou-se num centro de reagrupamento para os prisioneiros retirados dos campos nazis mais próximos, à medida que os Aliados iam avançando.

Depois da libertação, entre 18 de Abril e 28 de Abril, os mortos foram enterrados. A princípio, os guardas SS foram obrigados a apanhar e enterrar os corpos, mas por fim, os Britânicos tiveram de recorrer a bulldozers para empurrar os milhares de corpos para as valas comuns. A evacuação do campo começou a 21 de Abril. Depois de terem sido desparasitados, os prisioneiros foram transferidos para o Campo nº 2,  de Bergen-Belsen, que fora convertido temporariamente num hospital e num campo de reabilitação. À medida que cada barraca era evacuada, era queimada para combater a propagação do tifo. A 19 de Maio, a evacuação estava terminada e dois dias mais tarde a queima cerimonial das últimas barracas representaram o fim do primeiro estágio das operações de socorro. Em Julho, 6 mil ex-prisioneiros foram levados pela Cruz Vermelha para a Suécia para convalescença, enquanto os restantes ficaram no campo recém-edificado Displaced Person (DP) [pessoas deslocadas] à espera de repatriação ou emigração.

Fontes: RTP
wikipedia (imagens)
File:The Liberation of Bergen-belsen Concentration Camp, May 1945 BU6674.jpg
Multidão assiste à destruição das últimas barracas do campo, Maio de 1945File:Bergen-belsen.jpg
Memorial em homenagem às vítimas  Bergen-Belsen

15 de Abril de 1452: Nasce Leonardo da Vinci, génio da Renascença


Leonardo da Vinci, génio da Renascença,  nasceu no dia 15 de Abril de 1452. Teve uma enorme influência sobre a história da arte. O seu estilo e as suas contribuições no que à iconografia diz respeito, marcaram uma viragem na pintura devido à sua técnica do sfumato – técnica em que sucessivas camadas de cor são misturadas de forma a passar ao olho humano a sensação de profundidade, forma e volume.

Génio de múltiplos talentos – desenho, pintura, escultura, arquitectura e urbanismo – o autor de A Última Ceia e Mona Lisa, pressentiu igualmente diversas invenções, como o avião, o paraquedas ou o submarino, e interessou-se pela concepção de máquinas de guerra, a botânica, a geologia, a anatomia e a hidráulica.

Filho ilegítimo de um notário e de uma jovem camponesa, Leonardo veio à luz no dia em 15 de Abril de 1452 em Vinci, uma pequena cidade a 30 km de Florença. Aprende com o mestre Verrocchio, a partir de 1470, o desenho, a pintura, a matemática, a perspectiva, a escultura, a arquitectura.

Em 1472, torna-se membro da corporação dos pintores de Florença. Pinta o seu primeiro quadro, A Madona com Cravo em 1476, último ano que passa no atelier de Verrocchio.

Inicia a sua carreira a solo pintando retratos e cenas religiosas a pedido de nobres e mosteiros da região. Pinta, em 1481, A Adoração dos Magos para Lourenço de Médicis, o Magnífico. Da Vinci busca então um mecenas para fazer face aos seus gastos. Soube que o Duque de Milão, Ludovico Sforza, desejava erigir uma estátua equestre em homenagem ao seu pai. Parte para lá em 1482 e dedica-se à criação dessa obra durante 16 anos. Construiu um modelo, mas, por falta de bronze, não pôde concretizá-la. 

Já designado “Mestre das Artes” pelo duque, pinta A Última Ceia sobre a parede do refeitório do convento Santa Maria das Graças. O Retrato de Cecília Gallerani, a amante do duque, A Dama com  Arminho e A Virgem aos Rochedos, são as obras do final do seu período milanês. A queda de Sforza leva Da Vinci a deixar Milão. Viaja para Veneza e depois para Mântua, onde pinta o perfil da Duquesa Isabel d’Este. É nessa época que realiza a sua obra mais célebre: o retrato de Mona Lisa ou A Gioconda.

Em 1503, é-lhe confiada, ao lado do seu rival Miguel Ângelo, a decoração da sala do Conselho do Palazzo Vecchio de Florença. Leonardo deveria tratar do tema da Batalha de Anghiari, vitória dos florentinos sobre os milaneses. No entanto, abandona o fresco em 1506, viaja para Milão e fica ao serviço do rei de França.

Da Vinci muda-se para Roma em 1513 antes de partir para a França três anos mais tarde. Francisco I instala o grande mestre no castelo de Cloux, perto de Amboise e  nomeia-o"primeiro pintor, engenheiro e arquitecto do rei". Após a sua morte, é enterrado na capela Santo Humberto, na muralha do Castelo de Amboise. Artista em permanente ebulição, deixou numerosas obras inacabadas. Sobre a pintura, costumava dizer: “O bom pintor tem essencialmente duas coisas a representar: a personagem e o seu estado de alma”. 

Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)
Ficheiro:Leonardo self.jpg
Provável autorretrato de Leonardo da Vinci, cerca de 1512 a 1515
Arquivo:. Leonardo da Vinci (1452-1519) - A Última Ceia (1495-1498) Jpg
A Última Ceia - Leonardo Da Vinci
Ficheiro:IngresDeathOfDaVinci.jpg
A Morte de Leonardo Da Vinci - Jean -Auguste Dominique IngresFicheiro:Mona Lisa, by Leonardo da Vinci, from C2RMF retouched.jpg
Análise da obra Mona Lisa

File:Dama z gronostajem.jpg


File:Leonardo da Vinci, Ginevra de' Benci, 1474-78.png
O Retrato de Ginevra de' Benci - Leonardo Da Vinci

Há um gigante no Tejo. Pode pesar 100 quilos e ter mais de dois metros


O siluro, que pode dizimar outras espécies, foi detectado pela primeira vez no rio Tejo em 2014. Os Investigadores do Mare — Centro de Ciência do Mar e Ambiente da Universidade de Lisboa já capturaram 12.
Fotogaleria





Se por estes dia vir, junto ao Tejo, um peixe com uma boca enorme, com, pelo menos, mais de um metro e meio de comprimento e com 50 ou mais quilos de peso a galgar a margem e engolir um pombo ou um pato saiba que acabou de ver um siluro a caçar. Este peixe, vulgarmente conhecido como peixe-gato europeu, é uma das 57 espécies exóticas a viverem no Tejo e uma das mais recentes a ser detectada. Pode vir a revelar-se uma ameaça para as espécies naturais do rio.
O Siluro (Silurus glanis) é uma espécie originária da Europa Central e pode atingir mais de 2,5 metros de comprimento e mais de 100 quilos de peso. Foi detectado pela primeira vez na Península Ibérica no Rio Ebro, em Espanha, em 1974. Na parte espanhola do Tejo a primeira identificação data de 1998 e na parte portuguesa apenas foi observado em 2014, embora se julgue que tenha chegado em 2006.Na última semana, investigadores do Mare - Centro de Ciência do Mar e Ambiente da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que estudam as espécies não naturais nos rios portugueses, principalmente no Tejo, capturaram 12 Siluros nas regiões de Abrantes, Vila Franca e Castelo Branco. O maior tem 1,7 metros de comprimento e pesa 31 quilos.

Peixe com 58 quilos em Santarém

O maior siluro apanhado em Portugal foi capturado em Santarém por um pescador há cerca de um mês. Media dois metros e pesava 58 quilos. Já o maior espécime apanhado na Europa foi encontrado em 2015, no rio Ródano, em França: tinha 2,73 metros e pesava 130 quilos.
A espécie é classificada como oportunista e necrófaga, por se alimentar de outros peixes mortos no fundo dos rios, embora coma outros peixes e até aves ou outros animais que estejam junto às margens. “Basicamente come tudo o que lhe caiba na sua enorme boca”, explicou ao PÚBLICO Filipe Ribeiro, um dos investigadores do Mare que coordena parte da investigação às espécies não naturais dos rios portugueses.
O trabalho da equipa visa detectar as rotas de invasão das espécies exóticas, elaborar um mapa de risco tendo em conta a pressão da pesca desportiva, monitorizar o movimento dos peixes e detectar alguma forma de controlar a sua expansão. Os investigadores também divulgam junto de pescadores e da população em geral os perigos ambientais que algumas espécies não naturais de Portugal podem representar.
No que respeita ao siluro, o principal perigo é poder dizimar as espécies naturais do Tejo, como enguias, lampreias e sáveis, entre outras, pelo facto de praticamente “comer tudo o que mexe” e também por poder transmitir doenças “às quais as restantes espécies autóctones não sejam imunes”, como explicou Filipe Ribeiro.
Os perigos ambientais que esta espécie representa, levaram a que o Tribunal Supremo espanhol tenha decidido em Julho do ano passado que todos os siluros capturados não serão devolvidos aos rios.

Carne mole mas comestível

Uma das perguntas mais frequentes sobre este peixe é se a sua carne é comestível. Sim, é comestível, embora a sua carne seja bastante mole. Nos países da Europa Central, situados longe do mar, o seu consumo é mesmo muito frequente. Nos pratos portugueses ainda são pouco presentes, até porque o seu aspecto causa alguma repulsa. Mas já é por cá, porém, um troféu de pesca desportiva muito procurado, tal como acontece em muitos outros países.
Nos ecossistemas aquáticos da bacia hidrográfica do Tejo estão identificadas 57 espécies exóticas. As plantas, algas e peixes, com 16 espécies cada, são as mais numerosas.
No mês passado realizou-se o primeiro o 1.º Encontro Sobre Espécies Exóticas Aquáticas no Tejo, que envolveu diversos investigadores. Pretendeu alertar o público em geral para esta problemática e dar mais um passo para o avanço na gestão e priorização do controlo das espécies exóticas nos ecossistemas aquáticos.
Há muito tempo que investigadores do Mare e de outros institutos colaboram para monitorizar estas espécies de modo a avaliar os efeitos na biodiversidade e o impacto económico (negativo ou positivo) destas espécies.

Não deite o seu peixinho ao rio

As águas de lastro que os navios despejam, a incrustação em cascos de barcos e a pesca desportiva são, segundos os investigadores, as principais causas para a chegada aos nossos rios de espécies não naturais.
O siluro, por exemplo, terá chegado à Península Ibérica na sequência de uma introdução propositada desta espécie por pescadores alemães que a queriam pescar no Tejo.
Há ainda outra razão para a chegada de espécies exóticas: a aquariofilia. Por isso, se não quer ter mais um aquário em casa, se entende que os peixes devem viver livres nos rios e mares ou se simplesmente se fartou dos seus peixes há uma regra muito importante: não os lance aos rios, pode estar a introduzir mais uma espécie exótica. Os investigadores detectaram a existência de 259 peixes não indígenas à venda em lojas especializadas em aquariofilia só na zona de Lisboa.
Actualmente, a taxa de detecção de espécies exóticas aquáticas no rio Tejo é de cerca de duas novas espécies por ano.

www.publico.pt