AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


sábado, 8 de abril de 2017

O IDEAL


CLARO QUE OS MEUS IDEAIS ME DÃO TRABALHO.

É PRECISO CUIDAR DELES, ARRUMÁ-LOS, PROTEGÊ-LOS DAS VIROSES QUE INFELIZMENTE SÃO MUITAS E EMBORA TENHAM TODAS O MESMO FIM E A SUA MISSÃO SEJA DESTRUIR O HOMEM NOVO, O QUE NÃO SE AMOUCHA, O QUE HERDOU DE HÁ MUITO A CORAGEM, A DETERMINAÇÃO E O AMOR PELA LIBERDADE, A JUSTIÇA E A DIGNIDADE, OS IDEAIS SÃO OS PENSAMENTOS,A LUTA, AS ATITUDES, AS ACÇÕES, QUE DEVEM ESTAR SEMPRE ACTUALIZADOS PARA QUE O PORTADOR, NESTE CASO, EU, FUNCIONE BEM.

António Garrochinho

EUA fazem as pazes com a Al-Qaeda

Quase 16 anos depois do 11 de Setembro de 2001 os EUA parece terem feito as pazes com a Al-Qaeda, gastando muitos milhões de dólares em 59 mísseis de cruzeiro Tomahawk num ataque a uma base aérea do governo sírio. Desta vez os EUA não precisaram de qualquer cimeira e dispensaram os serviços de empregado de mesa de Durão Barroso para lançar um ataque de defesa da Al-Qaeda.

Tudo isto tem algo de irónico, em 2001 um presidente americano de fracos recursos intelectuais justificou o ataque com um poderoso arsenal químico que estaria ao alcance da Al Qaeda devido a uma suposta relação Ester Sadam Hussein e aquela organização. Desta vez um presidente americano imbecil justifica um ataque de apoio à Al Quaeda com um suposto ataque do regime de Damasco com armas químicas. As provas apresentadas foram vídeos produzidos muito provavelmente pela Al Qaeda e com resultados de autópsias feitas pelo regime de Erdogan.

Mais uma vez morrem criancinhas, mais uma vez as criancinhas exibidas foram mortas pelo regime de Assad, porque na Síria só as armas de Damasco acertam em criancinhas. Não há imagens de crianças mortas pelos “democratas”, pela Al Qaeda, pelo DAESH, da mesma forma que não há criancinhas mortas no Iraque ou na Líbia.

Mais uma vez promove-se o ataque, deixando as provas para mais tarde e mais uma vez ajuda-se a destruir um país para o deixar entregue ao extremismo. Só que desta vez o argumento da luta contra o terrorismo foi dispensado, porque os EUA parecem ter feito as pazes com a Al-Qaeda. Talvez por isso ninguém se questione por onde é que entravam as centenas de viaturas novinhas em folha que o DAESH exibia nos seus bons tempos, Ou que serviços de fronteira foram abertos para entrarem na Síria dezenas de milhares de mercenários islâmicos.

Basta olhar para as fronteiras da Síria para se perceber quem são os amigos dos terroristas do DAESh e da Al Qaueda. A Síria tem fronteiras com o Líbano dominadas pelo Hezbollah, com Israel, com a Jordânia, com o Iraque, pelo Irão e pela Turquia. Isto é, a invasão da Síria por dezenas de milhares de terroristas, dezenas de milhares de viaturas e muitas toneladas de material de guerra só pode ter sido feita pela Jordânia, por Israel e pela Turquia, todos amigos dos EUA. Sem o apoio dos EUA ou de amigos dos euA dificilmente a Al-Qaeda e o DAESH teriam tomado conta da Síria.

jumento.blogspot.pt

NATO: Portugal gasta mais em defesa militar do que a Alemanha



A NATO, numa cimeira em 2014 reiterou o seu compromisso de manter a meta dos 2% do PIB para a defesa militar. Mas muitos países começaram a cortar nas obrigações com a defesa militar, como por exemplo a Alemanha, a Bélgica e a Itália. Estes países não só quiseram conter os gastos, como caíram mesmo abaixo da linha dos 2%.
Mas, Portugal, um país com o PIB muito abaixo da Alemanha, gasta consideravelmente mais em defesa militar, no que diz respeito a percentagem do PIB. Desde 1991 que Portugal se manteve quase sempre acima ou próximo da linha. O mesmo não acontece com os alemães, que só no ano de entrada na NATO conseguiram manter-se na meta. A partir daí a descida foi drástica, sendo dos países que tem o menor orçamento militar. A Alemanha gasta atualmente apenas 1,2% do PIB em defesa militar. Espanha e Itália diminuíram em 1% os gastos, na última década.
Os países que ultimamente se têm mostrado mais preocupados com a meta dos 2% são países principalmente do leste, que sentem a pressão da proximidade com a Rússia. São dos países com menor poder económico mas a Polónia e a Estónia conseguiram agora chegar à meta imposta pela NATO.
Durante a campanha de Donald Trump, muitos dos 28 membros sentiram algum nervosismo. O magnata americano ameaçou todos os países que não cumpram os requisitos da Organização do Tratado do Atlântico Norte, dizendo que os Estados Unidos só irá ajudar os países que tenham gastos com a defesa militar acima dos 2%, como avança o The Economist.
Durante o último dia de reuniões, o secretário da Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, avisou e aconselhou os estados-membros a aumentarem as despesas militares, para não correrem o risco de perderem a ajuda do membro mais poderoso, os Estados Unidos. No útlimo ano, os EUA gastaram 3,6% do seu PIB – quase o dobro do acordado pela NATO – a maior percentagem de todos os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte, e também o maior orçamento do mundo.
Trump classificou a aliança de “obsoleta”. Angela Merkel aproveitou para dizer que a Alemanha vai aumentar as suas despesas para cumprir os requisitos e lembrou que a NATO é importante para todos.
O presidente dos Estados Unidos mostrou-se muito descontente com os aliados, e que o país tem uma “participação muito desproporcional na defesa dos valores ocidentais”, citado pela  CNN.



Despesas militares consoante a % do PIB
 www.jornaleconomico.sapo.pt

Mil estudantes portugueses expulsos de hotel em Espanha por mau comportamento






Mil estudantes portugueses do ensino secundário foram expulsos de uma unidade hoteleira em Benalmádena, sul de Espanha, por desacatos e mau comportamento, disse à Lusa fonte da Direção Nacional da PSP.
Os jovens encontravam-se naquela estância turística a participar numa viagem de finalistas do ensino secundário.
Segundo fonte da PSP, metade dos mil estudantes já saíram do hotel de regresso a Portugal.
A polícia portuguesa está a acompanhar o caso em colaboração com as autoridades espanholas.
A notícia foi avançada pelo jornal Correio da Manhã.
Milhares de estudantes do ensino secundário portugueses estão em várias localidades do sul, de Espanha em viagens de finalistas.
Benalmádena, Marina D'Or e Punta da Umbria são alguns dos destinos escolhidos.

www.tsf.pt

Líder da Ongoing só tem uma moto de água para pagar dívida de €9,7 milhões



Uma moto de água foi o único bem que foi encontrado em nome de Nuno Vasconcellos para responder por uma dívida pessoal de €9,7 milhões que o empresário tem no BCP. Já há muito que o presidente do grupo Ongoing, insolvente desde o verão de 2016, não tem bens em seu nome. Vasconcellos vive em São Paulo, onde também tem negócios em dificuldade, e quando vem a Portugal fica em Cascais, em casa da mãe, Isabel Rocha dos Santos, uma das herdeiras da antiga Sociedade Nacional de Sabões.

Outrora poderoso e influente pela sua ligação à Portugal Telecom (PT) e ao ex-presidente do BES, Ricardo Salgado, Nuno Vasconcellos, dono do extinto “Diário Económico”, viu o Tribunal decretar a sua insolvência pessoal a 26 de janeiro deste ano.
expresso.sapo.pt

JUSTIÇA


08 de Abril de 1904: É assinada a Aliança Entente Cordiale entre Reino Unido e França

No dia 8 de Abril de 1904, os governos francês e inglês assinaram um acordo regulamentando os  seus interesses em África e uma estreita política de cooperação.


Em 1870-71, a França foi derrotada ao tentar conter o expansionismo germânico e obrigada a ceder a Alsácia-Lorena, região rica em carvão e minério de ferro, à Alemanha. Paris não aceitou essa humilhação e queria vingança.
O primeiro-ministro francês Georges Clemenceau (1841-1929) queria, para isso, usar a Rússia. Em 1893, ele ainda não pensava numa aliança com a Inglaterra, forte concorrente da França.


Com a fundação da Itália e da Alemanha, no final do século XIX, as atenções da política europeia voltaram-se para as regiões não europeias. Principalmente o continente africano — que até 1860 era uma "terra incógnita" — passou a ser foco de disputas territoriais. A Conferência de Berlim, em 1884/85, estabeleceu as regras para a sua partilha. A França conquistou, entre outros, os territórios da actual Tunísia, Argélia, Marrocos e parte do Saara, Senegal, Guiné, Costa do Marfim, Benin e Zaire.


A Itália também queria dominar a Tunísia. Devido à acção francesa, o Reino Unido concentrou-se no Egipto e no Canal de Suez, que encurtava o caminho marítimo para a Índia, à época, colónia britânica. Os ingleses também tentaram  impor-se na África do Sul, depois da descoberta de minas de ouro e diamantes naquele país. Enquanto isso, Paris sonhava com um império que se estendesse da África Ocidental até ao Oceano Índico.


O sonho inglês de um império colonial do Cairo até o Cabo da Boa Esperança, na África do Sul, não pôde ser realizado, já que a Alemanha dominava o Togo e Camarões (na África Ocidental), e o imenso Congo estava nas mãos dos belgas. Portugal consolidou as suas colónias instaladas em Angola e Moçambique. Somente a Itália e a Espanha mantinham colónias insignificantes em África.


Em 1891, representantes da Alemanha, Áustria-Hungria e Itália haviam assinado um tratado que renovou a Tríplice Aliança formada em 1882. A resposta a esse acordo foi a assinatura da convenção militar russo-francesa em 1892. Depois do final do século, a França e a Itália firmaram um tratado de neutralidade.


Somente a Inglaterra persistia no isolamento da Era Vitoriana (1837-1901). A princípio, nessa época, pareciam viáveis alianças entre todos os países europeus. Inclusive a França e a Alemanha chegaram a cooperar, em 1893, para conter a política expansionista inglesa em África.


Mas o que ninguém esperava foi a Entente Cordiale, assinada no dia 8 de Abril de 1904. Paris e Londres deixaram de lado as suas rivalidades coloniais em África e acertaram uma estreita cooperação política. Três anos mais tarde, a aliança seria ampliada com a adesão da Rússia, formando a Tríplice Entente.


Isso aprofundou o isolamento do poderoso império alemão, o que acabou por desembocar na Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Durante o conflito, outras 14 nações incorporaram-se à Entente, formando uma ampla coligação designada de "Aliados".


 Fontes:DW
 wikipedia (imagens)
Ficheiro:Entente Cordiale dancing.jpg
Alegoria de 1904 que mostra as personificações nacionais Britannia e Marianne a dançar de alegria pela assinatura do tratado que estabeleceu relações cordiais entre Reino Unido e França

Théophile Delcassé, um dos responsáveis pela assinatura do Tratado
File:Théophile Delcassé.jpg

08 de Abril de 1973: Morre o pintor Pablo Picasso, nome determinante na arte no século XX.

Artista espanhol, nasceu a 25 de outubro de 1881, em Málaga, e faleceu a 8 de abril de 1973. Pablo Ruiz yPicasso demonstrou uma prodigiosa precocidade. Aos dezassete anos possuía uma técnica apurada e em Paris,no início do século, embora se mantivesse afastado dos grupos de vanguarda, tinha já uma reputação. Entre 1901e 1906 desenvolve uma atitude social, evocando os mendigos, os deserdados, o que corresponde ao "período azul", uma fase sensível e melancólica, em que os azuis predominavam. O "período rosa" será mais vigoroso.Tematicamente, interessa-se pelo circo, pelos saltimbancos. Mas de 1906 a 1908 preocupa-se menos com os sentimentos e mais com a estrutura. Com Georges Braque, desenvolve uma nova conceção de pintura que dará origem ao Cubismo. Vários eventos prepararam esta evolução: a revelação da escultura negra e das artes primitivas, a retrospetiva de Seurat no Salão dos Independentes em 1905, a homenagem a Paul Cézanne, no Salão de outono de 1907 e, em Picasso, o conhecimento da escultura ibérica. O início do Cubismo pode ser datado a partir de As Raparigas de Avinhão (1907). As cores ainda estão sob a influência do período rosa, mas tornaram-se mais duras, e as personagens constam de formas semi-geométricas expressas como volumes num espaço abstrato. A atenção foi dirigida para as qualidades puramente formais. Numa primeira fase o Cubismo tem como referência o real, embora a dotando em relação ao objecto vários pontos de vista e os problemas de profundidade e perspetiva deixam de se impor. Picasso e Braque colam nas telas pedaços de jornais, papeis,tecidos, embalagens de cigarros. Começarão depois a surgir imagens conceptuais do real, como na Natureza-Morta (1911), o que corresponde a uma nova fase na evolução do cubismo e que dará origem a uma viragem ainda mais radical na História da arte. As formas já não são diretamente inspiradas pelo real, a sugestão do volume é definitivamente abandonada, os planos são segmentados em planos de cor viva, por vezes texturada.Nos anos vinte inicia o seu período "greco-romano", com temas clássicos como em Mãe e Filho (1921) e nas figuras de centauros e faunos. Este período teve a sua origem na descoberta da arte italiana e numa colaboração estreita com Diaghilev, projetando os cenários e o guarda-roupa dos bailados Parada (1917), Pulcineia, (1920) e Mercúrio (1924). Mino tauromaquia é um dos principais trabalhos dos anos trinta e fundamental para a compreensão de Guernica, obra que representa a destruição da cidade de Guernica pelos bombardeiros alemães,um episódio da Guerra Civil de Espanha. Os elementos principais são o touro, simbolizando "a brutalidade e a escuridão", o cavalo, como símbolo do "povo sofredor", e a rapariga com uma luz. Este painel foi proibido pelo governo franquista e tornou-se emblemático de um período de comprometimento político. Nesta época as deformações das imagens são acentuadas, a expressão é trágica. O fim da guerra traz mais serenidade e alegria à sua pintura. Na Provença, multiplica as experiências e as matérias, cria esculturas, trabalha com cerâmica. No último ciclo da sua pintura, o artista questiona as obras de Delacroix, de Velásquez e o contemporâneo Matisse,sob pretexto de concretizar o tema da criação, do pintor e do modelo. Picasso foi sempre um criador muito pessoal, nunca se prendeu a fórmulas, criava estéticas, combinava-as, renovava esquemas mais tradicionais.Embora marcada pelo Cubismo, a sua arte evocará sempre múltiplas metamorfoses. Segundo o próprio Picasso,os estilos que usou "não devem ser considerados como evolução, mas como variação".

Pablo Picasso. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
Estórias da História
wikipedia (Imagens)
Ficheiro:Pablo picasso.jpg

Ficheiro:Amedeo Modigliani - Portrait de Pablo Picasso.jpg
Retrato de Picasso - Amedeo Modigliani
File:Juan Gris - Portrait of Pablo Picasso - Google Art Project.jpg
Retrato de Picasso - Juan Gris
Ficheiro:579px-Les Demoiselles d'Avignon.jpg
Les Demoiselles d'Avignon - Pablo Picasso
File:PicassoGuernica.jpg
Guernica - Pablo Picasso
File:Picasso Massacre in Korea.jpg
Guerra na Coreia - Pablo Picasso

ROBERTO SAVIANO JORNALISTA ITALIANO autor do livro"GOMORRA" "O Reino Unido é o país mais corrupto do mundo"





O jornalista italiano, que desde a publicação do livro "Gomorra" está sob proteção policial devido a ameaças da máfia, diz que o Reino Unido utiliza territórios como Gibraltar ou Jersey para negócios menos claros: "Os grupos de defesa da transparência mostraram dados que são irrefutáveis. O Reino Unido é, sem dúvida, o país mais corrupto do mundo, não em termos políticos ou de polícia, mas de lavagem de dinheiro.

VÍDEO

video


FONTE:EURONEWS

Turquia prende 12 terroristas sírios com gás sarin



Embora a imprensa ocidental se esforce muito para culpar o presidente Bashar al Assad pelo uso de armas químicas, a mentira não resiste a fatos diários que se sucedem provando que os terroristas sírios armazenavam armas químicas que explodiram durante um ataque da aviação síria.

A campanha midiática para criminalizar o governo sírio tem o objetivo claro de tentar enfraquecer o governo de Assad, aliado da Rússia, em sua luta vitoriosa contra os terroristas financiados por EUA, França, Inglaterra, Turquia, Israel, Arábia Saudita e Catar.

O covarde ataque à base aérea síria pelo governo dos EUA não passa de terrorismo de estado, praticado por um país que é líder mundial em agressões, ataques militares e guerras contra países com governos independentes.

Na Turquia, ontem, mais uma prova de que a histeria midiática ocidental é manipulada: segundo informações de três jornais diários foram presos 12 terroristas sírios da Frente Al Nusra, aliados à Al Qaeda, portando dois quilos de gás sarin - arma química proibida. 

Esse gás seria transportado para a Síria e usado por terroristas para justificar um novo ataque norte-americano ao país, para enfraquecer o governo sírio e fortalecer os terroristas.

O presidente Donald Trump (chamado no mundo de árabe de "o tonto") declarou diversas vezes que armas químicas são a "linha vermelha" para o governo sírio, e que uma vez cruzada, o país sofrerá ataques do governo norte-americano. 

A desculpa encontrada pelo governo dos EUA para atacar a Síria é uma mentira deslavada, uma farsa histórica que revela a verdadeira face dos EUA: uma potência militar terrorista e expansionista.

Apenas para lembrar, leia a seguir uma relação de crimes de guerra cometidos pelos governos dos EUA nas últimas decadas, através de golpes militares, ataques militares e guerras para dominar e roubar riquezas naturais dos países envolvidos: 
China 1945-46
Síria 1949
Coreia 1950-53
China 1950-53
Irã 1953
Guatemala 1954
Tibet 1955-70
Indonésia 1958
Cuba 1959
República do Congo 1960-65
Iraque 1960-63
República Dominicana 1961
Vietnã 1961-73
Brasil 1964 
Congo Belga 1964
Guatemala 1964
Laos 1964-73
República Dominicana 1965-66
Peru 1965
Grécia 1967
Guatemala 1967-69
Camboja 1969-70
Chile 1970-73
Argentina 1976
Turquia 1980
Polônia 1980-81
El Salvador 1981-92
Nicarágua 1981-90
Camboja 1980-95
Angola 1980
Líbano 1982-84
Granada 1983-84
Filipinas 1986
Líbia 1986
Irã 1987-88
Líbia 1989
Panamá 1989-90
Iraque 1991
Kuwait 1991
Somália 1992-94
Iraque 1992-96
Bósnia 1995
Irã 1998
Sudão 1998
Afeganistão 1998
Iugoslavia-Sérvia 1999
Afeganistão 2001
Iraque 2002-3
Somália 2006-7
Irã 2005
Líbia 2011
Síria 2017

www.marchaverde.com.br

"OMO" LAVA MAIS BRANCO

MALALA YOUSAFZAI
ENQUANTO SE ALHEIA DOS VERDADEIROS PROBLEMAS DO MUNDO COMO POR EXEMPLO O CASO PALESTINIANO ONDE TODOS OS DIAS SÃO ASSASSINADAS CRIANÇAS E AGORA ALINHA COM OS USA NÃO CONDENANDO A AGRESSÃO À SÍRIA, GUTERRES PRECISAVA DE UMA MANOBRA POPULISTA E DE PROPAGANDA PARA TAPAR OS OLHOS AO MUNDO
.
NÃO QUE A MIÚDA NÃO SOFRESSE COM A TENTATIVA DE ASSASSINATO DOS TALIBÃS MAS A MANOBRA E O TÍTULO DE "MENSAGEIRA DA PAZ" AGORA COM 19 ANOS É COMO DISSE E NA MINHA OPINIÃO UMA OPERAÇÃO "OMO LAVA MAIS BRANCO"



António Garrohinho

E SE......




«E se o Papa viesse cá pelo 25 de Abril e nós fôssemos ao Vaticano pelo 1º de Maio?»
Bela sugestão, a do António Ribeiro! Vamos nessa?

Trump rendeu-se; Putin será o próximo a render-se? O ataque químico é um evento orquestrado por Washington


 Dr. Paul Craig Roberts, in GlobalResearch.org, 07/04/2017, trad. 
trump_putin1-400x225
Washington reabriu o conflito com um ataque com mísseis Tomahawk contra as bases da Força Aérea Síria. Os sistemas de defesa aérea russo / sírio não evitaram o ataque.

establishment de Washington reassumiu o controlo. Primeiro Flynn e agora Bannon. Todos os que restam no governo Trump são os sionistas e os generais enlouquecidos que querem guerra com a Rússia, China, Irão, Síria e Coreia do Norte.
Já não há ninguém na Casa Branca que consiga detê-los.
Um beijo de adeus às relações normalizadas com a Rússia.
Foi dado o tiro de partida para o conflito sírio ser reaberto. Esse é o significado do ataque químico, assacado ao regime sírio por Washington, apesar da ausência de qualquer evidência que tal comprove. É completamente certo que, segundo relatos, o Secretário de Estado dos EUATillerson, advertiu a Rússia de que já estão sendo dados passos para remover do poder o presidente sírio Assad. Trump concorda.

O afastamento de Assad permitirá que os EUA imponham outro fantoche de Washington aos povos muçulmanos, removendo outro governo árabe com uma política independente de Washington, removendo outro governo que se opõe ao roubo da Palestina por Israel e permitindo que Tillerson da Exxon e os hegemonistas neoconservadores interrompam a compra de gás natural russo pela Europa, e substituindo-a por um gasoduto controlado pelos EUA, que ligará o Qatar à Europa via Síria.
Ignorando todas essas vantagens dos EUA, o governo russo hesitou em completar a libertação da Síria do Estado Islâmico, que é consabidamente apoiado por Washington. Os russos hesitaram, porque tinham esperanças, totalmente irrealistas, de conseguir uma parceria com Washington através de um reforço da luta conjunta contra o terrorismo.
Essa era uma ideia ridícula, pois o terrorismo é a arma de Washington. Se Washington puder afastar a Rússia do caminho, ou com ameaças ou com mais equívocos dos russos de esperanças de “cooperação” com Washington, o terrorismo será dirigido contra o Irão em grande escala.
E quando o Irão cair, o terrorismo começará a operar na Federação Russa e na província chinesa que faz fronteira com o Cazaquistão. Washington já deu à Rússia uma amostra do poder do terrorismo apoiado pelos EUA na Chechênia. Mais está por vir.
Se o governo russo não tivesse hesitado em limpar o Estado Islâmico da Síria quando a Rússia inesperadamente assumiu a liderança desse combate do Ocidente, a Síria não enfrentaria os riscos de ser retalhada nem a renovada determinação dos EUA de derrubar Assad pelas razões acima expostas. Mas os russos, hipnotizados por sonhos de cooperar com Washington, colocaram a Síria e colocaram-se a si próprios numa posição difícil.
Os russos agarraram a iniciativa e surpreenderam o mundo, aceitando o convite do governo sírio e entrando no conflito. Washington estava desamparado. A intervenção russa de imediato levou o Estado Islâmico a somar derrotas. Só que, de repente, Putin anunciou uma retirada russa, afirmando como Bush no porta-aviões, “Missão Cumprida”.
Mas a missão não estava cumprida, e a Rússia voltou a entrar, mantendo ainda a iniciativa, mas recuou um pouco após a sua retirada irracional. E, se nos recordamos, este entrar e sair no terreno sírio aconteceu um par de vezes. Então, quando a Rússia já tinha a guerra contra o ISIS ganha, é no final que ela recua, na vã crença de que Washington iria finalmente cooperar com a Rússia na eliminação do último baluarte do ISIS. Só que, em vez disso, os EUA enviaram forças militares para bloquear os avanços russos / sírios. O ministro russo dos Negócios Estrangeiros queixou-se, mas a Rússia não usou a sua superioridade militar no terreno para afastar as simbólicas forças militares dos EUA em presença, e pôr fim ao conflito.
Agora, Washington dá “advertências” à Rússia para não se meter no caminho de Washington. Será que o governo russo ainda não aprendeu que a cooperação com Washington tem apenas um significado: assinar como um vassalo?
Agora, a única alternativa da Rússia é dizer a Washington para ir para o inferno, e que a Rússia não irá permitir que Washington afaste Assad. Mas a Quinta Coluna russa, que está aliada com o Ocidente, vai insistir que a Rússia pode finalmente chegar à cooperação com Washington se decidir sacrificar Assad. Naturalmente, a aquiescência da Rússia destruirá a imagem do poder russo e será usada para privar a Rússia das divisas provenientes da venda de gás natural à Europa.
Putin disse que a Rússia não pode confiar em Washington. Esta é uma dedução correta dos fatos, logo por que razão se coloca Rússia num dilema procurando a cooperação com Washington?
“Cooperação com Washington” tem apenas um significado. Significa render-se a Washington.
Putin apenas em parte conseguiu limpar a Rússia. O país continua repleto de agentes secretos americanos. Será que Putin se vergou ao poder do Establishment de Washington exatamente como Trump?
É extraordinário como a imprensa russa parece entender tão mal o perigo que a Rússia está a correr.

estatuadesal.com



59 mísseis para o regresso à normalidade americana da guerra

(Carlos Matos Gomes, in Facebook, 07/04/2017)









Trump_neta















59 mísseis para o regresso à normalidade americana da guerra.
Os 59 mísseis disparados pelos EUA contra um objectivo na Síria representam o regresso à agenda de guerra da política externa estabelecida no final do século XX. Trump sofreu mais uma derrota. Na campanha eleitoral Trump prometeu desinvestir nas guerras do Médio Oriente (o termo técnico é baixar o nível de empenhamento), porque o petróleo estava barato, era abundante e ele preferia o carvão que dava emprego a americanos. Trump considerava a NATO obsoleta e a Rússia um parceiro em vez de um inimigo.
Esta agenda colidia com os interesses de Israel e da Arábia Saudita que há décadas (pelo menos desde Nixon e Kissinger) dominam a matilha política de Washington. Os tiranetes radicais da Arábia Saudita e de Israel necessitam da desestabilização da região para se manterem no poder. Um Médio Oriente estabilizado é o fim dos negócios e do poder da família Saud e dos radicais judeus. A agenda tradicional dos EUA, a agenda de Clinton, marido e mulher, de Bush pai e filho, de Obama foi a de criar e manter um turbilhão na zona.
Em 2007, o general Wesley Clark, antigo comandante supremo da NATO, numa entrevista muito difundida, desvendou o plano dos EUA e dos seus aliados locais e europeus de tomarem ou destruírem 7 países em 5 anos: Síria, Líbano, Líbia, Somália e Irão, que iriam fazer companhia ao caos do Iraque. Era este o programa de Hillary Clinton.
Em 3 de Fevereiro de 2017, logo após a posse de Trump, o general David Petraeus, antigo director da CIA, alertava o novo presidente para o perigo de alterar a “war agenda”. Numa conferência na Comissão Militar afirmou que a América não podia dar como garantida a atual situação (a situação herdada de Obama). Esclarecia que essa situação não era autosustentada e que fora criada pelos Estados Unidos. Se não for mantida colapsará, garantiu.
Os 59 mísseis lançados sobre uma base siria demonstra que os velhos poderes já estão bem instalados em Washington. A velha situação de desestabilização não colapsou. A família Saud e Benjamin Netanyahu podem celebrar de novo a vitória. Os lobistas do armamento, das companhias militares privadas podem acender charutos.


Não deixa de ser caricato que Trump tenha justificado a sua derrota com um impulso piedoso devido ao choque sofrido com as imagens das crianças atingidas pelas armas químicas. Armas cuja origem ninguém se interessou em investigar, a começar pelo próprio Trump. Já o mesmo tinha acontecido com as armas de destruição em massa de Saddam Hussein, que levaram Bush filho à segunda invasão do Iraque.

A velha ordem regressou a Washington. E à Europa também, com uma diferença: a doutrina Blair de sujeição activa da Europa ganhou adeptos. Hollande e Merkel não estiveram à altura de Chirac e Schroeder. Esses também tinham que vender armas, mas a estes não lhes custa serem rafeiros…
Tudo como dantes. Quartel em Abrantes

Morreu o ‘anônimo’ que inventou a sonoridade das décadas de 1980 e 1990 com suas drum machines


Enquanto, no mundo da música, alguns tratados como revolucionários sem contribuições realmente maiores do que uns poucos hits radiofônicos, outros real e incontestavelmente transformaram o cenário musical para sempre, mesmo que muitos não saibam citar seu nome.
No final da semana passada, um desses revolucionários faleceu, aos 87 anos: Ikutaro Kakehashi, fundador da marca de eletrônicos Roland, e o inventor por trás dos primeiros sintetizadores, das máquinas de ritmo, do MIDI, das baterias eletrônicas, e mais. É fácil afirmar sem exageros que sem Ikutaro Kakehashi a música eletrônica, o hip hop e a dance music estariam engatinhando, ou simplesmente não existiriam como as conhecemos.
Kakehashi6
Dentre as diversas drum machines e sintetizadores criados por Kakehashi – que cuidou da Roland por quatro décadas – um deles se destaca como a espinha dorsal da música das décadas de 1980 e 1990: o TR-808. Tratava-se de uma máquina de ritmos barata, realmente simples de se usar e, ao mesmo tempo, incrivelmente versátil. Para muitos, a TR-808 está para o hip hop e a dance music como a guitarra Fender está para o rock.
Kakehashi1
A TR-808
A lista de artistas que utilizaram as tecnologias desenvolvidas por Kakehashi é grande demais para ser reproduzida aqui, mas vale mencionar que nomes como Marvin Gaye, Beastie Boys, Kanye West, Phil Collins, Kraftwerk, Kanye West, Daft Punk, Public Enemy, Depeche Mode, Whitney Houston e Afrika Bambaataa não teriam uma coleção tão grande de sucessos sem as invenções de Kakehashi para os eletrônicos na música – sem esquecer que Vogue, da Madonna, é totalmente criada a partir de uma TR-808.
Kakehashi2
Basicamente, foram as mãos de Takahashi que democratizaram a sonoridade de uma época através de suas tecnologias acessíveis.
 Kakehashi4
Ikutaro Kakehashi criou a Roland em 1972, e lá ficou até 2013, quando fundou a ATV, outra corporação de eletrônicos. Ele também criou e ajudou a promover o padrão MIDI para gravar e compartilhar instrumentos e musicas digitalmente. Kakehashi faleceu aos 87 anos na cidade de Hamamatshu, no oeste do Japão sem qualquer estudo musical, mas como um dos maiores nomes da musica mundial.
Kakehashi7
Kakehashi5
© fotos: divulgação


vivimetaliun.wordpress.com

A verdade incomoda que PSD e CDS não queriam ouvir na intervenção do deputado do PCP João Oliveira sobre a guerra na Síria.

ESTE VIDEO DEVIA PASSAR EM TODAS AS TELEVISÕES.
A verdade incomoda que PSD e CDS não queriam ouvir na intervenção do deputado do PCP João Oliveira sobre a guerra na Síria.
"Nós ainda estamos à espera que Durão Barroso e Paulo Portas prestem esclarecimentos na Assembleia da Republica quanto às armas de destruição massiva sobre as quais diziam haver provas, que não houve, e explicações que nós já exigimos e a que Durão Barroso e Paulo Portas fugiram"


VÍDEO
video



NÃO COMPREENDI (pela minha saudinha)



Quando elogio camaradas meus, entre os meus amigos ou publicamente, ou quando o fazia enquanto quadro muito activo do PCP, João Ferreira foi sempre um dos que mais incentivei pela clareza do discurso, pela frontalidade dos temas que abordava, pelo conhecimento das tarefas que desempenhava bem, pela sua inteligência e cultura.
Lamentavelmente estive a vê-lo há pouco na Sic-N frente a um franganote do Cds, de nome Adolfo (puta que o pariu) e pela primeira vez preciso de perguntar: o que é que fizeram ao João?
Este Adolfo de merda, sim porque estou a falar de um medíocre e não de adversário ao nível do João Ferreira, abespinhou-se e exigiu do meu camarada que este explicasse se se demarcava da fome (este romance menor) na Ucrânia e dos milhões de mortos sob a responsabilidade da URSS e do PCUS.
E o João refugiou-se. E o João fez que sim e mais também. E o João disse não o sei o quê sobre a luta anti-fascista do PCP na clandestinidade. Ao que o outro filho da puta do Cds, que se chama Adolfo, ripostava entre dentes, vitorioso: - pois, já sabia que não ias responder.
Mas o que terá levado o meu querido camarada João Ferreira a ficar calado sob a imunda cassete patética da estupidificação neo-fascista sobre a origem da fome dos anos 30 na URSS? Porque não deu um “bailarico” através do materialismo histórico e da ajuda insuperável da dialéctica marxista ao pobre rapaz da extrema-direita? Ao asno ali à disposição para servir de “pushing ball”. Mas pior, ainda (INACEITÁVEL), foi ter ficado calado perante a diarreia de todos os intestinos revolvidos, desde Hitler até ao nosso tempo, da correnteza torrencial (castanha) dos milhões e milhões de mortos do Socialismo sob Stalin?
O João é um camarada brilhante. O João sabe de certeza o mesmo que eu sobre essas duas vis mentiras do fascismo internacional, hoje em dia em processo de recuperação da noite dos facas-longas e da fogueirinha de qualquer “reichstag” ali mesmo à mão.

Guilherme Antunes (facebook)