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quinta-feira, 23 de março de 2017

FÁTIMA . ENTRADA LIVRE PARQUE DE CAMPISMO SÓ ! 1000€

FÁTIMA . ENTRADA LIVRE
PARQUE DE CAMPISMO SÓ ! 1000€
A ficção portuguesa continua em alta.
Agora são os '3 pastorinhos' a receberem o reconhecimento do Vaticano.
Donald Trump já reclamou, no Twitter:
" Quando é que o papa se lembra do 'Super Homem', do 'Batman' e do 'Homem Aranha ?...", pergunta ele e com razão.
[A imagem foi fanada ao Miguel Gonçalves Gonçalves que já a tinha fanado a outro e eu fanei a António Boronha.]

METAMORFOSE HOLANDESA

video

A vida no deserto do Kalahari


O deserto de Kalahari - ou Kgalagadi, como é conhecido em Botsuana - se estende por 7 países - Botswana, Zâmbia, República da África do Sul, Zimbabwe, Namíbia, Angola e República Democrática do Congo (RDC). É chamado de "deserto", principalmente porque seu solo é poroso. Solos arenosos não podem reter a água de superfície, mas em algumas áreas a precipitação anual pode ser tão elevada como 250 mm, o que resulta numa cobertura de grama exuberante durante bom tempo.


O Kalahari não é um verdadeiro deserto que recebe pouca chuva, mas na verdade é um deserto fóssil. Então, não espere encontrar as dunas altas. A paisagem é mais um de capim dourado e pequenas dunas vermelhas.



Ao contrário do Saara, o deserto de Kalahari é coberto de árvores e rios efêmeros. A maior parte do segmento sul é ocupado pelo ébano vermelho e acácias e outras árvores. Mais ao norte a acácia dá lugar ao mato cerrado e mata seca. 


O Kalahari é um dos últimos paraísos da vida selvagem da África.  Os animais que vivem na região incluem as hienas marrons, leões, suricatos, várias espécies de antílopes, e muitos tipos de aves e répteis.  Vegetação no Kalahari consiste de pastagem seca e acácias raquíticas Gramíneas prosperaram no Kalahari durante o verão. Povos africanos conhecidos como San (ou bosquímanos) foram reconhecidos como os primeiros habitantes humanos do Kalahari.



Suas habilidades de sobrevivência e de adaptação ao áspero deserto de Kalahari tornaram-se lendárias. Hoje, apenas um pequeno número dosbosquímanos seguem o seu modo de vida tradicional no Kalahari.  A civilização moderna está ameaçando os recursos naturais do Kalahari.Empresas minerais descobriram grandes depósitos de carvão, cobre e de níquel na região. Além disso, uma das maiores minas de diamantes do mundo está localizado na Orapa no Makgadikgadi, uma depressão no nordeste do Kalahari .


O deserto do Kalahari também é um dos desertos mais traiçoeiros do mundo.Embora não se parece com um deserto, ele se comporta como um. Durante a curta estação chuvosa se ​​transforma em um paraíso de vegetação exuberante e uma fauna colorida e animada.  No entanto, no momento em que as chuvas já se foram o Kalahari torna-se seco e mal humorado. Pode chover muito forte em um dia, a chuva que produz inundações leva tudo embora, enquanto no dia seguinte pode ser tão seco como sempre.





Na Namíbia e África do Sul, existem grandes fazendas, que podem ser de 20.000 a 40.000 ha, com criação principalmente de ovinos e avestruzes. E em Botsuana, embora haja algumas fazendas particulares, a terra é principalmente usada em uma base comum, com criação de cabras e gado.
  

suacasaaterra.blogspot.pt

Os Segredos do Deserto de Gobi



O deserto de Gobi, o quinto maior deserto do mundo, localiza-se entre o norte e noroeste da China e ao sul da Mongólia, estendendo-se por uma área de 1 milhão 295 km². Ali existem diferentes ecossistemas, variações climáticas e topográficas. Sua amplitude térmica é espantosa. A média anual situa-se entre -2,5ºC +2,8º C, porém, em suas diferenças extremas a temperatura pode ser extremamente quente, 38, 39º C ou fria -47ºC. Seus ventos a 30 metros por segundo. É um dos mais preciosos sítios arqueológicos do mundo onde são encontrados fósseis petrificados a céu aberto. No passado, o Gobi foi uma movimentada rota de caravanas, a Silk Road - Rota da Seda, ao longo da qual floresceram cidades importantes.


















É o habitat de animais raros como camelo-bacteriano [de duas corcovas] e o cavalo-de-przewalski [Equus przewalski]. Também abriga uma criatura mítica, o Aka Allghoi Khorhoi [Olghoï-Khorkhoï], um verme monstruoso que mata suas vítimas com um ácido venenoso. Não tem cabeça nem patas e sua cor é vermelho sangue. A criatura movimenta-se de modo estranho, como que girando, É atraída pela cor amarela.Tocá-lo produz morte instantânea. Dele também se diz que dá choques elétricos. A criptozoologia, estudando esta criatura, conclui que se trata, de fato, de um verme muito fino, medindo cerca de 1 metro de comprimento. Sua existência foi documentada, pela primeira vez, em 1926. O criptozoólogo francês Michael Raynal identificou o verme da morte como uma espécie desconhecida de anfisbeno, um réptil que vive em túneis subterrâneos. Todavia, há quem discorde porque os répteis anfisbenos são criaturas inofensivas.


No Oriente, todo o povo sabe que o deserto de Gobi é um lugar de grande solenidade e mistério, guardado por monstros malignos porque aquele lugar foi escolhido como morada de deuses e semideuses que desceram das esfera espirituais da santidade e da bem-aventurança, tomando formas humanas nas areias douradas.

A mitologia asiática está repleta de criaturas de origem sobrenatural que se misturam e agem em meio aos homens. Um tênue véu entre dimensões espaciais é separa o visível do invisível no pensamento dos orientais. O "olho da alma" as vezes permite ao Iniciado, ao iogue mendicante, ao brâmane, ao monge budista, entrever o vulto diáfano dos imortais que continuam mantendo Silêncio para os ouvidos da Humanidade.


No Ocidente, acredita-se que os "donos do mundo" controlam seus semelhantes em virtude da autoridade com que se revestem justificados por direitos de nascimento ou por direitos civis de eleição. Para os orientais, a autoridade de alguns não são realizações terrenas. A "raça humana" é guiada através das Eras pela divina Providência. Os reis e todos os líderes que presidem as grandes, nações em todo o mundo, são eles próprios, governados pela Grande loja Branca [Great White Lodge], uma espécie de Conselho executivo composto de deuses, semideuses e super-homens. Seres que se reúnem a cada sete anos na cidade sagrada de Shamballa, no coração do deserto de Gobi.

O místico oriental diz que a Cidade Sagrada é constituída de uma substância etérica que somente pode ser percebida pelo Olho de Shiva [glândula pineal] desperto. O Templo da Grande Fraternidade Branca localiza-se em uma rocha Azóica [tempo remotíssimo, época da formação das rochas quando, segundo a ciência atual, não existia vida na face da Terra]. Este rochedo é chamado Ilha Sagrada porque, quando o deserto de Gobi era um vasto oceano, somente esta elevação pétrea aparecia, isolada, acima do nível das águas. Esta "ponta de pedra" jamais submergia.

Os filósofos asiáticos [hindus, tibetanos, chineses etc..] reconhecem numerosas mudanças, movimentos, alterações na face do planeta; uma delas é alteração dos pólos. Quando o corpo magmático deste globo começou a esfriar, os pólos solidificaram-se primeiro e, assim, em cada região polar ergueu-se uma ilha. Descendo destas regiões, os mortais do "primeiro sol" [Hiperbóreo] trouxeram ao mundo o germe de cada criatura viva. Quando a Terra atingiu um estágio ecológico de habitabilidade, a vida polar migrou para diferentes áreas continentais.


Sobre a calota do primitivo pólo Norte [que não se localizava no ponto atual] ergueram seu templo e consagraram toda a Ilha com a proteção dos encantamentos mágicos contra as possíveis incursões de vândalos. O lugar foi cercado de espíritos guardiões que assumiram forma de cobras. Eles formam o Anel dos Nagas, as serpentes angélicas. O primitivo pólo Norte situava-se, portanto, no deserto de Gobi. Para os orientais, é um lugar sagrado: morada e lugar de repouso dos imortais, berço onde todos os seres mortais têm sua origem. Cada nova raça ou espécie de ser que aparece na Natureza terrena, aparece, antes, o interior da Mongólia.

A raça ariana, da qual os modernos hindus e os anglo-saxões são sub-raças, surgiram em algum lugar da Ásia central. Embora os antropólogos ocidentais reconheçam essa origem eles não relacionam o fato à crença hindu de que "a Raça" migrou do deserto de Gobi a partir do deserto de Gobi, onde o primeiro homem branco foi gerado.

Roy Chapman Andrews* [1884-1960, norte-americano naturalista, zoólogo, explorador e escritor] em sua expedição de exploração do grande deserto da Mongólia, não encontrou a Sacred Gobina [a Cidade Sagrada] mas verificou o veracidade de muitas das lendas sobre o lugar. Todo o deserto era rico em fósseis e outras evidências de formas de vida extintas e estranhas, provavelmente os mais antigos e bem preservados fósseis do mundo. Os cientistas modernos não saberiam distinguir uma serpente comum dos Nagas, espíritos encarnados na forma de réptil. Mas as cobras estão lá, dezenas de milhares delas, exatamente como descrito na Escrituras Orientais.

Os Mahatmas, "as grandes almas", não são considerados seres que vivem isolados do que acontece entre os homens comuns; ao contrário, estes sábios são membros de uma fraternidade ativa que tem sido chamada de Trans-Himalayan Brotherhood [Irmandade Trans-Himalaica]. Não obstante, reúnem-se secretamente com os "Senhores do Mundo" para definir o destino da Humanidade. Os Mahatmas possuem, supostamente, o poder de separar suas almas dos seus corpos físicos. Enquanto, aparentemente, estão dormindo, sua consciência atravessa rapidamente o espaço. Eles vão para a Ilha Sagrada onde o Grande Conselho de Espíritos acontece. Na Índia muitas pessoas declaram que não apenas conheceram esses Grandes Adeptos mas que estiveram pessoalmente no Templo etérico que brilha e reluz na paisagem como sua cúpula que brilha com todas as cores do arco-íris.


* Roy Chapman escreveu:
Across Mongolian Plains (Atravessando as Planícies da Mongólia), 1921 
On the Trail of Ancient Man (Nas Pegadas do Homem Primitivo), 1926 
The New Conquest of Central Asia (A Nova Conquista da Ásia Central), 1932 
This Business of Exploring (Este Comércio da Exploração), 193


Gengis Khan

O nome do deserto de Gobi é indissoluvelmente ligado à vida e aos feitos do grande general, conquistador e homem-de-estado Gengis Khan, que recebeu o título de "Imperador da Terra". Em seu próprio tempo foi chamado de "Filho de Deus" e vitória marchava com ele e seus exércitos. Gengis Khan viajava em grande mas portátil castelo acomodado sobre as costas de numerosos elefantes. A edificação era equipada de modo a servir de residência, em tempos de paz e como fortaleza, nos dias de guerra.

Quando Gengis Khan avançava à frente de seus homens, sua fortaleza móvel eriçava-se repleta de lanças que choviam sobre o inimigo enquanto os elefantes avançavam destruindo a seus pés todos os obstáculos. Na Ásia, as guerras antigas tinham uma magnitude comparável às guerras mundiais atuais. Existe o registro de uma batalha que escapou das páginas da História. Quatro milhões de homens se enfrentaram no campo. O vitorioso Khan, na época, que era filósofo além de guerreiro, passou como um cometa nas terras da Ásia para desaparecer, como se fosse uma ilusão, no deserto de Gobi. Ele, que nasceu naquelas areias douradas repousa ali, sepultado em uma tumba em ruínas cuja localização somente é conhecida por uns poucos privilegiados.

Nos limites do antigo deserto, entre paredes de rocha e colinas de um lado e areias onduladas de outro, território atravessado raramente por ousadas caravanas, existe um monumento solitário em forma de pirâmide, hoje, decadente.Dentro de uma abóboda de cristal, neste lugar melancólico, repousa o corpo mortal de Gengis Khan, preservado em um misterioso fluido. A lenda popular diz que ele dorme e continuará a dormir na paz do deserto até o grande dia, quando Ásia vai se erguer plena de seu poder e expulsar os poderes opressores.

No advento deste tempo de libertação, o glorioso Khan vai despertar do seu sono milenar e nas areias, nas rochas, nas colinas, os espíritos dos homens de sua horda guerreira responderão ao chamado de seu comandante. Ralas e religião serão esquecidos e as legiões de vivos e mortos somente vão se deter em sua marcha de conquista quando Gengis Khan for, mais uma vez, Imperador da Terra.

Mas naquelas areias do Gobi, não somente o grande Khan espera o momento da ressurreição. Sob as dunas silenciosas repousam, também numerosas civilizações desconhecidas, insuspeitadas. A noite no deserto é insondável como a própria Ásia. Os espíritos dos heróis sepultados aguardam a realização da profecia, quando uma grande luz vai brilhar no deserto de Gobi e da Mongólia surgirá o Mestre dos Homens. Ele virá sozinho, cavalgando a tempestade armado com o poder da areia. E a áspera areia será sua adaga e as serpentes, as cordas de seus arcos. Os guerreiros serão como gafanhotos e o Império de de Khan ressurreto vai perdurar até que as areias desapareçam.



MAIS SEGREDOS DO DESERTO DE GOBI

Helena Blavatsky
Em seu Glossário Teosófico, a ocultista Helena Petrovna Blavatsky [1831 - 1891] fala deste oceano que, um dia, cobriu a paisagem do Gobi:

Oceano de Sabedoria ─ nome dado a certo reino da Terra, um mar interior. Em épocas remotíssimas, possuía doze centros, em forma de pequenas ilhas que representavam os doze signos do Zodíaco ─ dois dos quais permaneceram por séculos como "signos misteriosos ─ e que constituíam a morada dos doze hierofantes [grandes sacerdotes] e mestres da sabedoria. Tal Oceano existiu, durante séculos, na região em que, atualmente, estende-se o Deserto de Gobi. [BLAVATSKY, ]

Blavatsky menciona o deserto da Mongólia em muitos trechos de seus livros. Eis algumas informações recolhidas em vários volumes:

Annie Besant
O país fabuloso de Sambhala [Shamballa]: este país fica no deserto de Gobi. Seus lindes [limites, fronteiras] foram parcialmente descobertos por uma expedição americana. Mas não creio que seja encontrada a Ilha Branca, com seu grande templo de mármore branco, onde residem "Os Quatro". É aí que se realiza, a cada sete anos, a grande assembléia... à qual eu tive oportunidade de assistir. [BESANT, Annie. The Theosophist novembro, 1929 ─ p 151 Apud Blavatsky, 2007].
* ANNIE BESANT: 1847-1933

...de acordo com os Purânas, um mar de vinho cerca a ilha de Shambala, ali onde, no céu dos 33 deuses, existe o bosque Shâmali [ou Simbali]. No centro de um lago há um palácio; mas só pode ir lá com o auxílio da magia, isto é, do poder de dirigir o akâsa, de montar o "pássaro dourado".

[Em] The National Geographical Magazine [junho, 1933], Roy Chapman Andrews, em Explorations in The Gobi Desert, fala que em uma planície de cascalho [confirmou a existência e antiguidade] de gigantescas formas de vida, [datando-as em mais de 90 milhões deanos e ruínas de vetustas civilizações que remontam 20 mil anos] quando milhões de "pessoas misteriosas" percorriam o deserto... [BLAVATSKY VI, 2004 - p 228]



Os Filhos de Deus & A Ilha Sagrada

Maha-Chohan
Do cataclismo que afundou e destruiu a Lemúria sobreviveram os Filhos da Yoga e da Vontade. Essa Raça, que vivia nos quatro elementos: ar, fogo, água e terra, tinha poder ilimitado sobre os elementos; eram os Filhos de Deus, os verdadeiros Elohim [não os que gostaram das filhas dos homens], aqueles que comunicaram à Humanidade os mais estranhos segredos da Natureza e revelaram a Palavra Sagrada, agora perdida.

A ilha por eles habitada, crê-se, existe até hoje [a autora escreve na segunda metade do século XIX], como um oásis rodeado pela espantosa solidão do deserto de Gobi, cujas areais nenhum pé humano jamais palmilhou. Os hierofantes de todos os Colégios Sacerdotais conheciam a existência desta Ilha, porém a Palavra Sagrada só era do conhecimento do "Maha-Chohan" e do chefe de cada Colégio, e era transmitida ao sucessor somente da hora da morte do chefe.

Sanat Kumara
Não havia comunicação externa com a Ilha, só passagens subterrâneas que se dirigiam aos pontos cardeais, e só conhecidas pelos dirigentes dos Colégios, os Hierofantes. Estes [os hierofantes] eram de duas categorias distintas: os Instruídos pelos Filhos de Deus, da Ilha Sagrada, Iniciados na divina doutrina e aqueles que habitaram a perdida Atlântida. [Estes, atlantes] sendo de outra Raça [que se reproduzia sexualmente de pais divinos] nasceram com uma vista penetrante que devassava o oculto, independente da distância e dos obstáculos. Era a Quarta Raça mencionada no Popul-Vuh [escritura maia].


Melchizedek: Torkom Saraydarian em The Legend of Shamballa também escreve:

O deserto de Gobi era um grande oceano. No meio do oceano existia uma ilha chamada Ilha Branca e todo Aqueles que ali viviam tinham corpos feitos da substância da luz. A radiação dos seus corpos envolvia toda a ilha, que brilhava como um gigantesco diamante incrustado no azul marinho. Ali morava um rei chamado Jovem da Eterna Primavera ou, ainda, Melchizedek, Poderoso Rei da Virtude e da Paz, O Iniciador, o Guerreiro, Rigden Jyepo; e este rei é a Conexão entre o Cosmos e o planeta; ele é Sanat Kumara [SARAYDARIAN Apud HUNTER].


Os Muitos Nomes de Shamballa


Shamballa tem muitos nomes: Terra Proibida, Terra das Águas Brancas [que se refere ao alvos depósitos de sal dos lagos Tsaidam, a leste de Takla Makan],Terra dos Espíritos Radiantes, Terra do Fogo Vivo, Terra dos Deuses Vivos, Terra das Maravilhas, dos Mistérios. Para os hindus é Aryavarsha, onde moram os Devas. Shamballa é o nome em sânscrito e significa Lugar da Paz e da Tranqüilidade [LE PAGE, 1996]. Entre os mongóis, o deserto de Gobi é Shamo Gobi [onde Gobi = deserto], palavra relacionada ao deus Shamos, adorado no Oriente médio com a "estrela negra" [CHILDRESS/SHAVER, 1999].

filosofiaimortal.blogspot.pt

MISTÉRIOS NO SAHARA - ESCREVAMOS DE NOVO A HISTÓRIA

Documentários
MISTÉRIOS NO SAHARA - ESCREVAMOS DE NOVO A HISTÓRIA
Está prestes a conhecer a história de uma investigação impactante, que numa triologia de pista em pista lhe revelará mistérios deixados pelos nossos antepassados e que nos farão questionar a história da humanidade, tal como ela nos é contada.
Aqui tem 3 documentários da série Planeta Encantado, que o levarão por terras longínquas, tribos do deserto, civilizações e povos já desaparecidos e seus mistérios. Um excelente trabalho de investigação do escritor, jornalista e investigador Espanhol, J.J.Benitez, que se irá desenvolver por 3 documentários, nomeadamente:
1- O Anel de Prata; 2- Sahara Azul; 3- Sahara Vermelho, e que o transportará pelos segredos da tribo Tuareg (ou Tuaregue) os donos do deserto, pelos códigos secretos de pinturas rupestres deixadas pelos nossos ancestrais e o farão viajar por Países como Marrocos, Líbia, Mauritânia, etc...
Pode ainda consultar informação escrita sobre o Povo Tuareg e a história convencional do deserto do Sahara.

Texto: Português
Áudio: Castelhano
Fonte: Rui Lyra - YouTube - Wikipédia


Resultado de imagem para sahara azul


1º DOCUMENTÁRIO: 

PLANETA ENCANTADO - O ANEL DE PRATA

Neste 1º documentário J.J.Benitez conta-nos um estranho caso que o vai vincular a um homem afastado milhares de kilómetros que lhe vai contar uma história incrível e que o vai conduzir a um lugar inóspito e místico cheio de pinturas rupestres, de onde ressaltava um estranho simbolo. Mais tarde, de férias com a esposa, quando nadavam no mar vermelho, esta perde um anel de ouro.Quando o procurava no fundo do mar, Benitez encontra um estranho anel de prata que o deixa preplexo. É que o anel continha o mesmo símbolo que viu nas pinturas rupestres. Mas o mistério e esta história, apenas acabava de começar.



VÍDEO




2º DOCUMENTÁRIO:
PLANETA ENCANTADO - SAHARA AZUL

Este é o 2º documentário duma triologia que nos conta uma história real, incrível e impactante, que se iniciou com "O Anel de Prata".

Neste documentário, o mistério adensa-se à medida que a investigação continua e mistérios começam a desvendar-se, deixando-nos perplexos. A história irá conduzir-nos ao deserto do Sahara e conheceremos a Tribo dos Tuareg, os senhores do deserto, que nos irão desvelar segredos ancestrais e impactantes acerca da meseta de Tassili e nos revelarão um Sahara muito diferente do que conhecemos. Mas a viagem continua por terras da Líbia e da Argélia onde mais segredos impressionantes serão revelados.


VÍDEO





3º DOCUMENTÁRIO:

PLANETA ENCANTADO - SAHARA VERMELHO

Este é o 3º e último documentário da triologia de J.J. Benitez que nos tem revelado uma história incrível que iniciou com o documentário "O Anel de Prata", e seguiu com  "Sahara Azul".
De pista em pista, a investigação leva-nos até ás Ilhas Canárias, onde será revelado mais um mistério impactante, acerca da Raça Guanche, habitantes originais das Canárias e que foram levados à extinsão pelos conquistadores Castelhanos. As provas revelam que este povo tinham uma civilização avançada, com prácticas culturais semelhantes a outras civilizações distantes em tempo e espaço. Como será possível tal facto?  Quem lhes terá ensinado as mesmas prácicas, se os povos não tiveram contacto?
As conclusões desta fantastica investigação levam-nos a questionar se a história das civilizações e da humanidade não deveria ser reescrita novamente.

VÍDEO



 






                                                                                      

Deserto do Sahara -História convencional:



Deserto do Saara

Deserto do Saara no Maciço de Tadrart Acacus, na Líbia.
BiomaDeserto
Largura1 800 km
Comprimento4 800 km
Área9 400 000 km²
Países
Parte daÁfrica
RiosRio Nilo
Ponto mais alto3 445 metros (Emi Koussi)
Imagem de satélite do Saara pelo NASA World Wind.

Imagem de satélite do Saara pelo NASA World Wind.












É popularmente conhecido como o maior e o mais quente deserto do mundo. Oficialmente, é o segundo maior deserto da Terra, logo após a Antártida, pois esta última também é um deserto.[carece de fontes Localizado no Norte da África, tem uma área total de 9 065 000 km², sendo sua área equiparável à da Europa (10 400 000 km²) e à área dos Estados Unidos, e maior que a área de muitos países continentais tais como Brasil, Austrália e Índia. O nome Saara é uma transliteração da palavra árabe صحراء, que por sua vez é a tradução da palavra tuaregue tenere (deserto). O deserto do Saara compreende parte dos seguintes países e territórios: Argélia, Chade, Egito, Líbia, Mali, Mauritânia, Marrocos, Níger, Saara Ocidental, Sudão e Tunísia. Atualmente vivem cerca de 2,5 milhões de pessoas na região do Saara.

História Convencional 





Os seres humanos vivem na extremidade do deserto há quase 500 mil anos. Durante a última glaciação, o deserto do Saara foi mais úmido (como o Leste africano) do que é agora, e já possuiu densas florestas tropicais. Seu clima era tão diferente que recentes estudos revelaram que o Rio Nilo corria antigamente para o Oceano Atlântico em vez de desaguar no mar Mediterrâneo. Uma mudança de poucos graus no eixo de rotação terrestre causou, há cerca de 10 mil anos, uma grande transformação climática gerando o Saara. Essa alteração, segundo alguns cientistas, gerou as condições necessárias à formação da civilização egípcia quando obrigou pessoas que já haviam desenvolvido formas de vida sedentárias (agricultura e pastoreio) e tradições históricas (civilização) a se deslocarem para o leito atual do Rio Nilo.
O deserto é rico em história, e diversos fósseis de dinossauros e outros animais bem como resquícios de diversas civilizações já foram encontrados ali. O Saara moderno geralmente é isento de vegetação, excepto no vale do Nilo, em poucos oásis, e em algumas montanhas nele dispersas.

Geografia

O deserto do Saara, no qual se distinguem dois trechos, um dominado por dunas arenosas e denominado Erg, e outro bastante pedregoso denominado Hamadas, compreende parte dos seguintes países e territórios: ArgéliaChadeEgito,LíbiaMaliMauritâniaMarrocosNígerSaara OcidentalSudão e Tunísia. Atualmente vivem cerca de 2,5 milhões de pessoas na região do Saara.
A área do deserto também inclui parte da bacia do Rio Nilo, as montanhas AïrHoggarAtlasTibesti e Adrar des Ifoghas, e as subregiões do deserto da Líbia, dodeserto da Núbia, do Ténéré e do deserto Oriental Africano. No interior do Saara, existem alguns poucos e dispersos oásis formados devido ao afloramento de aquíferos subterrâneos, estando entre eles os oásis de BahariyaGhardaiaTimimounKufra e Siwa. As fronteiras do Saara são o Oceano Atlântico a oeste, a cordilheira do Atlas e o mar Mediterrâneo a norte, o mar Vermelho a leste e o Sahel a sul. O Saara divide o continente africano em duas partes, o Norte da África e aÁfrica Sub-Saariana. A fronteira saariana ao sul é marcada por uma faixa semi-árida de savana chamada Sahel.
Os limites do Saara podem também ser definidos por critérios botânicos, definidos por Frank White, que correspondem a zonas climáticas (por exemplo, definidas por Robert Capot-Rey). O limite norte coincide com a região em que se cultiva a tamareira (nos oásis) e com o limite sul do esparto, uma poácea típica do clima mediterrânico; este limite corresponde igualmente à isoieta (linha de igual precipitação anual) dos 100 mm. A sul, o Saara limita com o Sahel, uma cintura de savana seca com um verão chuvoso, que se estende através de toda a África. Aí o limite é definido pela Cornulaca monacantha, uma quenopodiácea tolerante à seca, ou pelo limite norte do Cenchrus biflorus, uma grama característica do Sahel, o que corresponde à isoeta de 150 mm. Este valor é a média de muitos anos, uma vez que a precipitação varia muito de um ano a outro.

Paleoclima



SAARA LÍBIA

O clima da região que compreende hoje o Saara sofreu enormes variações, indo várias vezes do seco ao úmido durante os últimos cem mil anos chegando a mais de 50 graus e muito seco a 1 hora da tarde onde chega 53 graus celsius. Durante a última Era do Gelo, o Saara era maior do que é hoje, estendendo para o sul além de seus limites atuais. O fim da idade de gelo trouxe épocas melhores ao Saara no período compreendido entre aproximadamente 8 000 a.C. a 6 000 a.C., isto devido a área de baixa pressão que acompanhou o desmoronar do manto de gelo ao norte.
Quando a Era do Gelo se foi, a parte norte do Saara secou. Entretanto, não muito tempo depois, monções trouxeram chuvaao Saara, neutralizando a tendência de desertificação do Saara na parte sul.[carece de fontes]
OÁSIS - LÍBIA

Ao redor de 2 500 a.C., as monções recuaram para o sul onde está hoje, que conduziram a desertificação do Saara. O deserto está atualmente árido na forma que o conhecemos hoje há aproximadamente 13.000 anos. Estas circunstâncias são responsáveis para o que foi chamado de Teoria da Bomba do Saara.Sabe-se que ar sobre o planeta Terra move-se por convecção de forma a redistribuir a energia pelo planeta, e ascensões de ar, puxando no ar úmido do oceano, causam geralmente chuvas em determinadas regiões. Paradoxalmente, o Saara estava mais úmido quando recebeu mais insolação no verão. Por sua vez, todas as mudanças na insolação são causadas por mudanças na geofísica da Terra..
O Saara é conhecido por ter um dos climas mais áridos do mundo. O vento que vem do nordeste, prevalece e pode por várias vezes fazer com que a areia dê forma a "furacões". As precipitações, muito raras mas não desconhecidas, acontecem ocasionalmente nas zonas de beira-mar ao norte e ao sul, e o deserto recebe aproximadamente 25 cm de chuva em um ano. As chuvas acontecem muito raramente, geralmente torrenciais após os longos períodos secos, que podem durar anos.
Em 18 de fevereiro de 1979, nevou em vários lugares no sul da Argélia, incluindo uma tempestade de neve de 30 minutos que parou o tráfego em Ghardaia, e foi relatado como sendo "pela primeira vez na memória viva".A neve desapareceu dentro de horas. No entanto, várias cadeias montanhosas recebem neve regularmente. Um exemplo são as montanhas Tibesti, que recebem neve nos picos de mais de 2 500 metros uma vez a cada sete anos, em média.
Em 18 de janeiro de 2012 nevou em vários lugares no oeste da Argélia. Ventos fortes sopraram a neve em estradas e edifícios na província de Béchar.

Fauna

CARAVANA TENERÉ

Dromedários e cabras são os animais predominantes no Saara. Por causa das suas habilidades de sobrevivência, da resistência e da velocidade, o dromedário é o animal favorito dos nômades. O Leiurus quinquestriatus é um tipo de escorpiãodo Saara que pode alcançar 10 cm. Ele possui agitoxina e cilatoxina, que são venenos tóxicos. O varano (família varanidae) é um tipo de lagarto que se encontra facilmente. Cerastes é um tipo de cobra que tem em média 50 cm no comprimento que tem proeminências que lembram um par de chifres. Muito ativo à noite, encontra-se geralmente enterrada na areia com somente seus olhos visíveis. As mordidas destas cobras são dolorosas, mas raramente fatais. Há também o feneco, umonívoro. Há o Dassie, cujo primeiro fóssil encontrado remonta a 40 milhões de ano atrás. O adax é um grande antílopebranco, e é hoje uma espécie ameaçada. Muito adaptado ao deserto, pode sobreviver por até um ano sem água. A chita do Saara vive no Níger, no Mali e no Chade


Povo Tuareg:



Tuaregues

Artesão tuaregue de Hoggar, na Argélia
População total
1-1,5 milhões
Regiões com população significativa
ArgéliaMaliNígerLíbiaChadeBurkina Faso eNigéria
Línguas
berbere
Religiões
islamismo
Grupos étnicos relacionados
berberes





















Os tuaregues (do árabe: الطوارق ; endônimoImuhagh) são um povo berbere constituído por pastoresseminômades, agricultores e comerciantes. No passado, controlavam a rota das caravanas no deserto doSaara. Maioritariamente muçulmanos, são os principais habitantes da região sahariana do norte da África, distribuindo-se pelo sul da Argélia, norte do MaliNíger, sudoeste da LíbiaChade e, em menor número, em Burkina Faso e leste da Nigéria. Podem ser encontrados, todavia, em praticamente todas as partes dodeserto. Falam línguas berberes e preservaram uma escrita peculiar, o tifinagh. Estima-se que existam entre 1 e 1,5 milhões nos vários países que partilham aquele deserto. 

Etimologia

A palavra árabe "tuaregue" deriva de Targa, que é o nome berbere da província da Fazânia, no sul da Líbia. Originalmente, "tuaregue" designava os habitantes da Fazânia. O termo foi incorporado nas línguas inglesa,francesa e alemã durante o período colonialTarga significa "canal de drenagem" e, por extensão, "terra arável, jardim". Aplicava-se à área de Wadi Al Hayat, entre Sabha e Ubari. Em árabe, transformou-se emBilad al-Khayr ("boa terra").
Segundo Adalberto Alves, no seu Dicionário de Arabismos da Língua Portuguesa, a origem da palavra "tuaregue" é a palavra árabe ṭwâriq, "salteadores". Existe também uma versão folclórica, muito difundida, que liga a palavra "tuaregue" a tawariq ("abandonado por Deus"). Basicamente, essa versão parece refletir a desaprovação dos muçulmanos mais ortodoxos ao animismo praticado pelos tuaregues.
Os tuaregues chamam a si próprios de Imuhagh (ImazaghanImashaghen ou Imazighan, "os homens livres"). A palavra para "homem" é Amajagh (variações: AmasheghAmahagh) e, para "mulher", Tamajaq (variações: TamasheqTamahaqTimajaghen). Todas asvariantes têm a mesma raiz linguística, expressando a noção de "homem livre", a qual exclui as castas de artesãos e escravos. Coletivamente, eles se identificam como Tamust - a nação. Outra autodesignação, de origem mais recente, é Kel Tamasheq ou Kel Tamajaq (em tifinagh, ⴾⴻⵍ ⵜⴰⵎⴰⵌⴰⵆ), que significa "falantes detamaxeque".4 Também se encontram, na literatura etnográfica do início do século XX, as expressões Kel Tagelmust, "povo de véu" e "homens azuis".

Origem dos tuaregues

A língua tamaxeque - mais do que a linhagem genética - é o principal elo comum entre os vários grupos e o que os caracteriza como povo. Provavelmente têm parentesco com egípcios e marroquinos, com quem compartilham traços culturais e a religião muçulmana. Mas não são árabes - são berberes e usam o alfabeto tifinagh. Originalmente, habitavam a costa mediterrânea da África, quando povos asiáticos domesticaram os dromedários, o que possibilitou a travessia do deserto. Assim, começaram a se expandir para o sul, onde formaram vários impérios e civilizações, a ponto de, mesmo no lago Chade, em sua parte sul, no norte dosCamarões e Nigéria, o sangue tipo A, tido como marcador caucasoide, ser bastante comum até os dias atuais.

Costumes


Em linha tracejada, área onde um número significativo de tuaregues vive atualmente
Usam a linhagem materna embora não sejam matriarcais. São os homens que não dispensam um véu azul-índigo característico, o Tagelmust, que usam mesmo entre os familiares. Dizem que os protege dos maus espíritos. Tem a função prática de proteger contra a inclemência do sol do deserto e das rajadas de areiadurante suas viagens em caravana. Usam como um turbante que cobre também todo o rosto, exceto os olhos. As comunidades de tuaregues têm, por norma, oferecer chá de menta aos grupos de turistas.

Hierarquia

Têm uma distinta hierarquização formada por castas que descendem da tradicional rainha guerreira Tin Hinan e seu companheiro Takama.
A casta nobre, Imajeren, são os guerreiros. Portam a tradicional espada Takoba, cujo formato lembra muito as espadas medievais das cruzadas. Há pequenas distinções no formato e detalhes entre as espadas de acordo com a região de origem ou dos artesãos-ferreiros que as fazem. A lâmina larga de dois gumes tem um frisolongitudinal e o punho é guarnecido por uma peça retangular que lembra uma cruz.
religião fica a cargo dos Ineselmen, que significa "os Muçulmanos". Eles cuidam da observação das leis doCorão. Desde o século XVI, os Tuaregs têm sido muçulmanos. Exercem-no, contudo, sem muito rigor, devido principalmente ao nomadismo, que os impossibilita de seguir algumas obrigações, como a do Ramadã. Combinam a tradição Sunita (Maliki madhhab) com algumas crenças pré-islâmicas animísticas, como a presença dos espíritos Kel Asuf e a divinização do Qur'an.
Os "Homens Livres" (Imrad) são a maioria e se dizem descendentes de Takama. Imrad significa "povo das cabras". Podem ter sido Berberes que viviam nas regiões de AjjerAhaggar e Adrar-n-Iforas e que foram dominados pelos Imunan quando sua própria nobreza, os Uraren, se rebelou contra os Imunan.
Os escravos, chamados de Iklan, são compostos por descendentes dos antigos cativos. Desde a dominação francesa em finais do século XIX, não é permitida aescravidão. Mesmo assim, eles permanecem em quantidade considerável e têm as suas próprias subcastas.

Revoltas

Antes de se tornarem pacíficos como são atualmente, os Tuaregues cobravam pedágios altíssimos dos outros viajantes, assaltando e massacrando os que deixavam de pagar. Em 1946, com a chegada de novos governos, eles entraram em guerra por sua liberdade (o que acabou com aproximadamente quarenta mil Tuaregues mortos, incluindo mulheres e crianças).[carece de fontes] Agora, dedicam-se principalmente à música, ao artesanato e ao pastoreio de animais como osdromedários.

Genética

Cromossomo Y (ADN-Y)

Os haplogrupos do cromossoma Y humano passam ​​exclusivamente através da linha paterna e foram encontrados com as seguintes frequências em tuaregues:


PopulaçãoA/BE1b1aE-M35E-M78E-M81E-M123FK-M9GIJ1J2R1aR1bOutrosEstudo
1 Tuaregues da Líbia47042,5%0048,9%000000006,4%2,1%Ottoni et al. (2011)6
2 Tuaregues do Mali1109,1%09,1%81,8%0000000000Pereira et al. (2011)7
3 Tuaregues do Burkina Faso18016,7%0077,8%005,6%0000000Pereira et al. (2011)
4 Tuaregues do Níger185,6%44,4%05,6%11.1%0000000033,3%0Pereira et al. (2011)

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