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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

NOTA DO GABINETE DE IMPRENSA DO PCP Sobre o "memorando de entendimento" assinado pelo Governo com a ANA/Vinci


Face à assinatura de um “memorando de entendimento” entre o Governo PS e a ANA/Vinci que incumbe esta última de apresentar uma proposta de utilização da Base Aérea do Montijo como pista complementar ao Aeroporto Humberto Delgado, o PCP considera:
1- A discussão em torno da construção de um Novo Aeroporto de Lisboa – NAL, arrasta-se há vários anos. O crescimento significativo do tráfego aéreo em Portugal associado ao esgotamento/saturação da Portela (sem possibilidades de expansão) levou a que, em 2008, na base de vários estudos desenvolvidos (designadamente pelo LNEC) se tenham abandonado várias opções que estiveram presentes – Ota e Portela+1 nas suas diferentes soluções Alverca, Montijo, Monte Real, etc. - e se tenha fixado o Campo de Tiro de Alcochete, situado na margem sul do Tejo (grande parte no concelho de Benavente) como a mais válida possibilidade para a instalação desta importante infra-estrutura para o desenvolvimento do País.
2- Dez anos passados, tendo-se verificado um crescimento que foi para lá das previsões iniciais do tráfego aéreo, não só não se concretizou nenhuma decisão para a construção do NAL, como se procedeu, com elevados custos para o interesse nacional, quer à privatização da ANA, entregando-a à multinacional francesa Vinci (que também participa no consórcio que explora as pontes 25 de Abril e Vasco da Gama), quer à privatização da TAP, entregando-a parcialmente a David Neelman. A troco de 3 mil milhões de euros pagos à cabeça (que a Vinci terá integralmente recuperado em pouco mais de dez anos), o Governo PSD/CDS cedeu a exploração dos aeroportos nacionais por 50 anos, condicionando dessa forma a decisão soberana do País sobre uma infra-estrutura estratégica.
3 – Tal como o PCP denunciou na altura, as consequências da privatização da ANA têm-se feito sentir de forma negativa no País. As receitas que possibilitaram durante décadas que a pública e lucrativa ANA assumisse, quer o investimento, quer a modernização de todos os aeroportos nacionais, passaram a ir directamente para o estrangeiro, designadamente para a remuneração dos accionistas da Vinci. Aumento das taxas e tarifas aeroportuárias, desinvestimento significativo na infra-estrutura, transformação dos aeroportos numa espécie de centros comerciais em detrimento das condições de segurança, ataque aos direitos dos trabalhadores, são estas as consequências de mais uma criminosa privatização. Apesar de todos esses prejuízos para o interesse nacional, a verdade é que a ANA/Vinci assumiu compromissos para a construção do NAL dos quais se pretende agora libertar.
4- Portugal precisa de um novo aeroporto internacional. A opção pela sua construção faseada no Campo de Tiro de Alcochete, cujos terrenos são inteiramente públicos e permitem expansão, é aquela que possibilita não só a continuidade da Portela (que deverá coexistir até à conclusão do NAL), como a sua articulação com um projecto de desenvolvimento do País. A construção de uma terceira travessia sobre o Tejo entre Lisboa e Barreiro na vertente rodo-ferroviária, o desenvolvimento e articulação com a introdução da Alta-velocidade ferroviária no nosso País, a defesa e promoção da produção nacional (seja no plano do transporte de mercadorias, onde se inclui a plataforma logística do Poceirão), seja no próprio sector da aviação civil, confere à opção Campo de Tiro de Alcochete, uma visão estratégica para o desenvolvimento do conjunto área metropolitana de Lisboa que colide com os interesses da multinacional Vinci, apenas interessada em maximizar durante 50 anos as suas receitas com o menor custo possível.
5- O País não pode ficar durante 50 anos sem as receitas aeroportuárias e no final desse período, ficar também sem o Novo Aeroporto de Lisboa. A pressão colocada nos últimos anos pelo aumento significativo do turismo e do tráfego aéreo, associada às limitações que têm estado presentes no plano do investimento público, não devem dar lugar a decisões precipitadas que hipotequem o desenvolvimento do País, mas antes, à adopção das medidas que, respondendo aos problemas do presente, não comprometam o futuro. Para o PCP, a exigência da recuperação do controlo público da ANA (e também da TAP) cujas receitas suportariam a construção do NAL, pressupõe também que o Estado português enfrente os interesses da multinacional Vinci. É isso que se exige do actual Governo!

www.pcp.pt

FARO - MOÇÃO DA CDU CONTRA AS DEMOLIÇÕES NA RIA FORMOSA FOI APROVADA


SOS Ria Formosa

ÚLTIMA HORA
Câmara Municipal de Faro Aprovou nova moção apresentada pela CDU contra as demolições:
MOÇÃO
RIA FORMOSA: NÃO ÀS DEMOLIÇÕES, SIM À REQUALIFICAÇÃO!
Considerandos:
1 – O Governo do Partido Socialista e o novo Conselho de Administração da Sociedade Polis Litoral Ria Formosa, em vez de procederem à requalificação de todos os núcleos urbanos e dos espaços balneares das ilhas-barreira da Ria Formosa e também à requalificação do seu sistema lagunar, anunciaram que darão início no próximo dia 22 de fevereiro à tomada de posse administrativa de casas dos núcleos urbanos dos Hangares e do Farol, fazendo regressar assim, para as populações atingidas, o pesadelo das demolições;
2 – O reconhecimento do valor social, económico, histórico e cultural dos núcleos urbanos das ilhas-barreira da Ria Formosa e a tradução desse reconhecimento nos diversos instrumentos de planeamento e ordenamento do território, em particular o Plano de Ordenamento da Orla Costeira Vilamoura - Vila Real de Santo António, não foram consequentemente assumidos pelo Partido Socialista;
3 – O direito a viver e a produzir nestes territórios tem de ser afirmado e defendido e a Câmara Municipal de Faro deve manifestar a sua solidariedade e apoio às comunidades locais vítimas das demolições, assim como às suas Associações representativas;
Deliberação:
A Câmara Municipal de Faro, reunida em 2017-02-13, delibera:
1. Reafirmar a exigência de que o Governo do Partido Socialista reoriente a Sociedade Polis Litoral Ria Formosa, S. A., agora com um novo Conselho de Administração, para um rumo diferente de atuação, no quadro do reconhecimento do valor social, económico, histórico e cultural dos núcleos urbanos das ilhas-barreira, e ponha fim ao processo de demolição de habitações e avance com o processo de requalificação de todos os núcleos urbanos e dos espaços balneares em causa;
2. Reafirmar a necessidade de ser dada tradução legal a esse reconhecimento do valor social, económico, histórico e cultural dos núcleos urbanos das ilhas-barreira da Ria Formosa no Plano de Ordenamento da Orla Costeira Vilamoura-Vila Real de Santo António;
3. Dar conhecimento desta moção à Assembleia Municipal de Faro, às Juntas e Assembleias de Freguesia do concelho de Faro, às restantes Câmaras e Assembleias Municipais do Algarve, à AMAL, ao Governo, à Sociedade Polis Litoral Ria Formosa, à Assembleia da República e à Comunicação Social.
Faro, 2017-02-13.
Moção foi aprovada por maioria:
- Votos a favor: CDU (1) e Coligação Juntos por Faro (4).
- Votos contra: PS (4).

Parece loucura, mas veja tratamentos médicos impressionantes usados antigamente


A medicina moderna pode ser a coisa mais próxima que temos da magia real. Alguns casos são tão impressionantes que merecem destaque. Confira tratamentos médicos impressionantes usados anteriormente. Alguns deles ainda são usados atualmente.

Esta foto mostra uma vítima da Primeira Guerra Mundial que teve parte de sua pele costurada no nariz, para tratamento reconstrutivo. Este procedimento, eventualmente, levou ao desenvolvimento da técnica de enxerto de pele moderna, mas não era fácil aceitar naquela época.


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Durante muito tempo, se acreditava que o corpo era cheio de algo chamado “humores”. Às vezes, uma pessoa estava doente por causa de “maus humores” e precisaria ter aquilo drenado para fora do seu corpo por sangramento induzido.


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Aqui o médico perfura um buraco gigante na cabeça do paciente para curar a epilepsia e outras desordens mentais.



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Os médicos achavam que a malária poderia matar a sífilis, daí infeccionavam seus pacientes com malária. É claro que os efeitos secundários da malária incluem a morte.





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Este é o tratamento antigo para escoliose. Os médicos achavam que a melhor maneira de alinhar as costas de alguém seria prender seus membros com cordas, enquanto o sujeito ficava com parte do corpo numa rede.





Na década de 60, os médicos em Maryland faziam experiências no tratamento contra a acne… usavam radiação. Acabavam com a acne e criavam câncer de pele.

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Este é um tratamento contra tuberculose em crianças. Elas ficavam sem roupas porque a teoria dizia que a luz poderia aumentar a produção de vitamina D no corpo, o que ajudaria a combater as bactérias. Entretanto, nada justificava ficarem de mãos dadas.





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Neste foto, um homem pulveriza DDT na cabeça de uma mulher para mater piolhos. Perdia os piolhos e ganhava um câncer.




Bacterioterapia fecal é o tratamento usado para tratar colite pseudomembranosa, usado ainda hoje. Para ser bem direto, o médico injeta fezes de uma outra pessoa no seu ânus. Parece nojento, mas ele realmente realinha as bactérias saudáveis no cólon.

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Outro método que ainda é utilizado consiste em usar sanguessugas para se livrar de coágulos sanguíneos.


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Mercúrio já foi usado para tratar feridas.


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Apesar de esquisito, o tratamento com vermes também são usados hoje. Eles ajudam a consumir a carne podre dos pacientes e limpar as feridas.


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Muitas civilizações acreditam que beber a urina era bom para curar alergias. Os romanos utilizam como branqueador natural para os dentes. Este sujeito da foto bebe porque acredita que o ajuda a entrar em um estado meditativo.



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10 monarcas loucos que mudaram a história






Muito menos que essa pessoa tiver poder total e não puder ser questionada. Conheça o caso de dez reis e rainhas, cuja loucura mudou o curso dos acontecimentos históricos mundiais.


1. Ivan, o Terrível (1530-1584)


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O pai de Ivan morreu quando ele tinha apenas três anos, e sua mãe foi envenenada quando ele tinha oito. Durante sua infância alguns nobres governaram o reino, enquanto o menino e seu irmão permaneciam com fome, eram agredidos e negligenciados. Aos 16 anos, Ivan marchou para a sala do trono, pegou o líder dos nobres, e jogou o homem para cães de caça treinados por ele mesmo.
O reinado de Ivan foi marcado por paranoia violenta. Quando o rei suspeitou que um nobre queria o trono, ele vestiu o homem como um rei, o colocou no trono, e o eviscerou ali. Ivan criou uma força especial da polícia que fazia rondas com cães que  poderia matar qualquer um, a qualquer momento, em público. Uma vez, surgiu um boato de que uma cidade chamada Novgorod era rebelde, ele matou todas as pessoas na cidade, costurou arcebispo da cidade em uma pele de urso e colocaram os seus cães para caçá-lo.
Ivan tinha convulsões e acessos de raiva. Durante uma crise, ele chutou uma mulher grávida no estômago e fez com que ela abortasse. Seu filho, um governante capaz e promissor, gritou com ele. Então Ivan bateu no seu filho com seu cetro até a morte, em seguida, entrou em paroxismos de remorso. Foi nesse momento que ele mudou a história. Ivan era um membro da antiga linha Rurik de nobreza. Com o único herdeiro do trono varrido para fora do caminho, a Rússia caiu no caos depois da sua morte.

2. Pedro, o Grande  (1672-1725)

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Pedro, o Grande, era, em muitos aspectos, um soberano maravilhoso. Apaixonadamente comprometido com seu país e sua própria educação. Ele passou grande parte de sua infância (preso e sob ameaça constante de sua meia-irmã Sofia) aprendendo táticas de exército a projetar navios. Quando adulto, ele excursionou pela Europa, aprendendo sobre os últimos avanços nas ciências para que ele pudesse levá-los para a Rússia.
Ele aplicava as suas aprendizagens em pessoas próximas. Quando ele estava aprendendo odontologia, por exemplo, ele praticava em seus nobres. Uma vez, quando um grupo de criados ficaram incomodados enquanto assistiam a dissecação de um cadáver, ele ordenou que eles caminhassem até o cadáver e lhe dessem uma mordida. Em seguida, houve a sua terrível paranoia. Peter era o filho da segunda esposa do ex-czar. Quando tinha dez anos, ele viu os parentes de primeira esposa do czar serem atirados do telhado de uma torre para o pátio, onde foram dilacerados por “soldados leais”. Ele era tão fanático por lealdade, ao ponto de ordenar que  seu próprio filho fosse torturado até a morte por fugir temporariamente para a Suécia.
A vida de sua esposa Catherine era uma história de Cinderela em um filme de terror. Capturada pelo exército russo, ela foi levada por soldados e acabou conhecendo Pedro, que se encantou por ela. O czar tinha acessos de terror, e durante esses ataques, Catherine era a única que conseguia acalmá-lo. Ela falava com ele, ou o mantinha completamente imóvel, segurando-o, até que ele adormecesse. Peter decretou que um monarca deve ser capaz de nomear seu próprio sucessor, e embora ele nunca tenha especificado que Catherine deveria sucedê-lo, ela o fez. Este decreto marcou uma guinadana na maneira de sucessão, que até então era por laços de sangue e filhos primogênitos, e iniciou uma crença de que qualquer governante poderia fazer, desde que fosse um bom russo.

3. Pedro III (1728-1762)

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Pedro era um governante totalmente desprezível, mas ele também era uma figura digna de pena. Como muitos dos Romanovs na linha para o trono, ele quase não tinha contato com seus pais. Em vez disso, ele foi criado por um tutor que estava era abusivo com o aluno lento. Peter era espancado e humilhado regularmente. Ele desenvolveu-se em uma mistura assustadora de homem imaturo e sociopata.
Ele não consumou seu casamento com Catarina, uma pequena e bonita mulher alemã que havia sido importada como uma égua de cria, quando tinha cerca de nove anos, porque ela passou toda noite na cama, brincando com soldados de brinquedo. Quando ele queria um pouco de poder, ele forçava a mulher a se vestir como um soldado e colocava para praticar exercícios militares.
Quando Catherine estava dando à luz a uma criança definitivamente ilegítima, um ministro fiel colocou fogo na sua própria casa para que o tsar tivesse que sair para ver as chamas, deixando Catherine sozinha.

4. Carlos VI, o louco (1380-1422)

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Carlos VI foi rei por um tempo muito longo, durante o qual um país unido, próspero e poderoso caiu em uma guerra civil e no caos. Carlos era paranoico, mas não agressivo. Certa vez ele se convenceu de que era feito de vidro e iria quebrar se se movimentasse rapidamente, ele chegava a passar horas a fio sem se mexer.
Ele tornou-se incoerente e paranoico. Talvez por ressentimento, ele cresceu apaixonado pela esposa de Luís, seu irmão, e exigia que ela ficasse com ele em todos os momentos. Durante esses períodos de crises do irmão, Louis tornou-se rei. Isso fez dele um oponente formidável.

5. Imperador Qin fei da dinastia Song Liu (449-465)

qin fei
Os membros da dinastia Song Liu matavam dois tipos de pessoas: a sua família e a família de todo mundo. Qianfei começou sua vida como um prisioneiro de seu próprio tio. O jovem Qianfei ficava sob ameaça constante até que seu pai matou seu tio, e o menino ficou livre. O que acabou sendo um erro, tanto historicamente quanto pessoalmente. O rapaz mostrou a sua gratidão odiando o seu pai. Quando ele se tornou imperador com 15 anos, exigiu que todos os retratos de seu pai fossem pintados com um grande nariz feio. Ele também revogou todas as leis de seu pai de uma vez, jogando o país no caos.
Nunca é um bom sinal quando as últimas palavras de uma mãe são: “Alguém me traga uma espada e me corte para ver como esse animal saiu de mim”. Qianfei matou quase todos em sua família, começando com seu irmão, que era o terceiro filho, além disso ele matou o terceiro filho dos últimos imperadores também, apenas porque era supersticioso. Ele deixou alguns de seus tios vivos, mas enjaulados e expostos publicamente. Um nobre que conspirou contra ele teve os olhos arrancados.
Qianfei colocou os olhos do nobre  no mel em conserva. Entre as séries de assassinato ele se envolveu em depravação sexual, ordenando às suas parentes que fizessem sexo na frente dele. Se elas se recusassem, ele matava as suas famílias. Como a paranóia de Qianfei aumentando, ele matou um servo porque ele se parecia com uma mulher que lhe havia dito, em um sonho, que ele seria morto.
O imperador acabou morto por seus servos. Um dos tios enjaulados foi colocado no trono, mas pouca coisa mdou. O tio matou todos, exceto o sobrinho mais novo, que o sucedeu, mas que foi morto aos quatorze anos, por seu general. O general começou a dinastia Qi.

6. Maria, a louca  (1734-1816)

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Maria, ao contrário de quase todos os outros nesta lista, teve uma infância normal. Seu pai, o rei de Portugal, era louco por ela e suas irmãs. Ele passou a maior parte de seus dias presenteando e fazendo as vontades das filhas. Para qualquer outra pessoa, isso poderia gerar uma vida feliz, mas não é o tipo de coisa que se pode ter quando se é rei.
Enquanto o Rei viajava com seu ministro, o Marquês de Pombal geria o país. Mas na opinião do Marquês, gerir o país significava aprisionar todos e interrogá-los, e matar quem restasse. Quando houve uma tentativa de tirar a vida do rei, o Marquês capturou seus inimigos políticos mais fortes, que foram torturados e mortos.
Isto poderia não ter tocado Maria tão profundamente se a mania religiosa não fosse típica em sua família. Quando ela subiu ao trono, passou a ser atormentada pela ideia de que seu amado pai estava no inferno por ser um mau rei, e que ela estava prestes a se juntar a ele. Ela anistiou todos os presos políticos, e deu a eles muitos cargos na corte.
Em um mesmo ano, seu filho mais velho, sua única filha e dois de seus ministros mais próximos morreram, então Maria sucumbiu de vez. O país não estava em forma para enfrentar Napoleão em 1807, então toda a família real fugiu para o Brasil.

7. Sultão Mustafá (1592-1639)

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Tal como aconteceu com os czares russos e a dinastia Song Liu, os sultões do Império Otomano tem histórias complicadas, principalmente pelo grande número de mulheres e muitos filhos.  Nossa história começa com três irmãos, os mais proeminentes eram Ahmed I e Mustafá. Ahmed, querendo poder apenas para si, colocou o irmão Mustafá, de apenas onze anos de idade, em uma torre sem janelas e sem contato humano.
Ahmed tinha alguns filhos, mas morreu com uma idade muito precoce, 28 anos. Seus filhos eram jovens demais para ocuparem o trono, foi então que Mustafá foi libertado, 14 anos depois de aprisionado.
Depois de assumir o poder, Mustafá tinha o hábito de dar posições importantes para pessoas aleatórias que ele gostava, como, por exemplo, um homem em uma estrada que lhe ofereceu um pouco de água em um dia quente. Sem um governo central forte e organizado, o império começou a ruir.
Logo ele foi substituído pelo filho mais velho de Ahmed, Osman. O jovem poderia ter sido um governante decente. Ele tentou reorganizar o governo e colocar pessoas capazes no comando. Mas ele proibiu a bebida e o cigarro, especialmente para os soldados, e tentou castigar o guarda real de elite. Eles se rebelaram e condenaram o governante à morte, então Mustafá assumiu nova

8. Sultão Ibrahim (1615-1648)

ibrahim
Mustafá foi sucedido por Murad IV, um dos sobrinhos que ele considerou matar. Murad IV era um governante cruel, mas eficaz. Seu último ato, antes de morrer, foi ordenar a execução de seu último irmão sobrevivente. Murad simplesmente acreditava que a linha de sucessão foi “amaldiçoado” pela loucura e precisava ser aniquilada.
Ibrahim, que também tinha passado toda a sua vida na gaiola, com contato ocasional com os seres humanos, assumiu o poder. Quando se libertou dos seus anos de privação, ele resolveu adquirir tudo o que podia.
Ele rapidamente acumulou 280 concubinas em um harém.Um dia, de maior loucura, mandou matar todo o seu harém, lançando as 280 mulheres nas águas do estreito do Bósforo, amarradas e dentro de sacos cheios de pedras.
Ele aumentou os impostos e fazia de tudo para conseguir cada vez mais riquezas, até que os seud janízaros se revoltaram e o enviaram para a gaiola novamente.

9. Justino II  (520-578)

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Justino II foi um imperador bizantino, que passou seus anos de formação perguntando se ele ia ser assassinado. Ele era um dos potenciais herdeiros do Império Bizantino enquanto ele era liderado pelo casal mais famoso do império, Justiniano e Teodora. Justino era um dos dois Justinos em toda uma safra de primos. Ele era o favorito de Theodora, então, depois que a mulher morreu, Justiniano permaneceu dedicado à esposa e este Justino foi coroado, o outro Justino foi morto.
Justino II herdou uma situação difícil. A política externa de Justiniano tinha consistido em expandir militarmente, tanto quanto pôde, e em seguida, pagar seus novos vizinhos não para atacá-lo. O império foi passando por alguns momentos difíceis financeiramente, e Justiniano pegou empréstimos para cobrir seus pagamentos anuais. Justino acreditava que ele faria melhor ao recusar o pagamento para os persas, no leste ao jogar as tribos do norte uma contra a outra.
Foi então que, sob a pressão de vários exércitos se aproximando, que Justin começou a se desintegrar. Enquanto ministros perguntavam-lhe o que deve fazer, ele ouvia vozes e se escondia debaixo da cama para escapar delas. Mas estes eram os dias bons. Nos dias ruins, ele atacava violentamente os servos, mordendo-os nos braços e cabeça. Diz a lenda que ele literalmente comeu um par de seus servos.
No final das contas Justino II se saiu muito bem, talvez melhor do que o esperado. Ele recuperou alguns dos seus sentidos, e entregou o poder a um de seus generais.

10. Luís II  (1845-1886)

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Luís II da Baviera gostou da ideia de ser um rei, mas não era particularmente bom no que fazia. Ele perdeu toda a sua nação em dois anos, quando Baviera foi tragada pela Prússia. O Rei Luís foi autorizado a manter o seu título e alguns poderes, mas para além do título, ele não estava muito interessado no governo.
Ele estava interessado nas coisas que fizeram dele, posteriormente, um monarca amado. Ele construiu uma sucessão de palácios deslumbrantes,  contratou gerentes de teatro para o teatro em Munique, estabelecendo novos padrões de drama para o mundo ocidental.
Foi essa dívida que causou um conselho que o declarou  louco e incapaz de governar. Isso é, de construir muitas coisas bonitas e para financiamento das artes. Hoje, muitas pessoas acreditam que Luís foi injustamente condenado. Ele foi encontrado morto em um lago raso, juntamente com o médico que lhe havia diagnosticado como louco.
Seja lá o que tenha acontecido, Luís II foi o único monarca louco que deixou a seu país um grande legado. Baviera permaneceu o centro cultural da Prússia nos próximos 60 anos, até hoje os palácios de Luís atraem milhões de visitantes.


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Quatro milhões de salários mínimos



Atribui-se a Adolph Hitler a expressão «quando ouço falar em cultura puxo logo da pistola». Verdade ou lenda, o que sabemos, sem rasto de dúvida, é que o conceito condiz com a pessoa e sua prática.
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Créditos
Os governos dos países da NATO não dirão, palavra por palavra, que quando se fala em verbas para a aliança guerreira espezinham logo a cultura, sem dó nem piedade. Porém, nesta sociedade em que os números valem tantas vezes mais que as palavras, a crueza rigorosa das aritméticas desnuda o que os pudores de eufemismos patetas tentam encobrir.
Segundo números oficiais da Aliança Atlântica e os dados do Orçamento de Estado para 2017, as «despesas com a defesa» em Portugal, isto é, os gastos exigidos pela presença na NATO, elevam-se a cerca de 2550 milhões de euros no ano em curso. Alvejados, sem defesa, pela permanente guerra de números e estatísticas com que se pretende fazer a política moderna, os portugueses ficam sem saber, assim a seco, o que significa tal valor, se é muito ou pouco, justificado ou injustificado.
Trocados por miúdos, os 2550 milhões que os portugueses tiram dos seus bolsos para que a aliança continue a sangrar o Afeganistão, o Iraque e a Síria, apanhe os cacos da destruição que semeou na Líbia e sustente as estruturas nazis que implantou na Ucrânia representam um contributo individual forçado de 230 euros anuais. Significam ainda que o país deita fora sete milhões de euros por dia por pertencer à NATO, mesmo não cumprindo as recomendações dos chefes de Washington, os quais exigem dois por cento do PIB de cada Estado membro.
Portugal fica-se por 1,4 por cento do PIB, mas antes de choverem elogios a tamanha coragem perante os estrelados generais diga-se que há outros, muitos outros, aliás, bastante mais desafiadores: a começar pelo exemplo do governo direitista espanhol, mesmo aqui ao lado, que não vai além dos 0,9 por cento do PIB. Ou pela Bélgica, onde está a sede da NATO, com 0,85%. Ou a Hungria (um por cento), a Eslováquia e a República Checa (0,94 e 1,04%, respectivamente), o Luxemburgo (0,44%), a Holanda (1,17%), a Itália (1,11%). E que dizer do gigante alemão, sempre tão exigente com os outros, com os seus recatados 1,15%?
Olhando tais números e percentagens deduz-se elementarmente que haveria por aqui umas dezenas de milhões de euros a poupar para criar emprego, alimentar o crescimento económico e até apressar a subida do salário mínimo para 600 euros, mesmo que isso incomodasse mais a UGT do que a própria NATO.
Porque, em boa verdade e seguindo a certeira frieza dos números, os tais 2550 milhões de euros com que pagamos as guerras e as ameaças que conduzem o mundo no caminho do abismo, equivalem a bastante mais de quatro milhões de salários mínimos de 600 euros.
Muitos dirão que uma coisa não tem a ver com outra, os dinheiros pertencem a sacos diferentes, blá, blá, blá… Pois, mas dinheiro é dinheiro, a questão é geri-lo e estabelecer uma maneira justa, equitativa e pacífica de o fazer circular. Dinheiro para a NATO não circula, enterra-se em sangue e engenhos de morte.
«(...) os tais 2550 milhões de euros com que pagamos as guerras e as ameaças que conduzem o mundo no caminho do abismo, equivalem a bastante mais de quatro milhões de salários mínimos de 600 euros.»
Além disso, os militares portugueses não precisaram da NATO para nada quando fizeram o libertador 25 de Abril. Pelo contrário, concretizaram-no para incómodo da dita cuja NATO, que não se poupou em conspirações enquanto as coisas não voltaram ao seu redil. Podem ter a certeza de que as Forças Armadas Portuguesas, mesmo fora da NATO, continuariam a cumprir as suas missões para com o país.
Caso se fizessem umas poupanças relativas nas tais «despesas de defesa» – que não dos portugueses – bastaria uma insignificância de um por cento do bolo, apenas 25 milhões de euros, para fazer subir o salário mínimo de 557 para 600 euros ainda este ano. Uma questão de vontade política, não é?
Porque é a esta encruzilhada que chegamos quando se encaram de frente os monstruosos 2550 milhões de euros esbanjados com a NATO. Esse valor representa, lembrando a tal frase atribuída a Hitler, quase seis vezes mais do que o dinheiro atribuído este ano à cultura; e significa uma despesa duas vezes e meia superior ao investimento do Estado Português, imaginem, na agricultura, nas florestas (as que restam dos incêndios), no desenvolvimento rural e no mar precioso.
Saiba ainda o leitor que o Estado Português deita ao lixo com a NATO uma verba que excede em 200 milhões de euros os investimentos em sectores de ponta como a ciência, a tecnologia e o ensino superior. A dotação atlantista supera em 400 milhões a verba atribuída ao Ministério da Economia; e eleva-se a mais de mil milhões de euros (1516 contra os tais 2550 milhões) o desnível do tratamento entre a defesa do ambiente em Portugal e o financiamento das guerras além-fronteiras.
Sendo que as despesas com a NATO não cobrem os gastos em «missões» especiais, no fundo sempre ao serviço dos mesmos, como esse estranhíssimo regresso de tropas portuguesas a África, no caso à República Centro Africana; nem terá sido desse bolo que saíram os inusitados 200 mil euros com que o ministro da Defesa de um país sugado, fiscalizado, perseguido a partir de Bruxelas e a lutar contra a crise e a austeridade, Portugal, decidiu auxiliar o aparelho militar nazi que manda e desmanda na Ucrânia.
Tudo isto para testemunhar que, apesar dos inegáveis esforços já efectuados para aliviar um pouco os portugueses do garrote da austeridade, ainda existem montantes importantes que são de todos nós e podem ser geridos de modo bem diferente e muito mais útil – e pacífico – à comunidade.
Que tal transformar boa parte dos 2550 milhões desperdiçados com a NATO em investimento ao serviço da melhoria de vida dos portugueses?


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PROFISSÕES ESQUISITAS DE ANTIGAMENTE


Antigamente, sem eletricidade e as grandes indústrias, existiam muitos empregos que hoje em dia são dispensáveis. As pessoas precisavam realizar tarefas bastante estranhas e desagradáveis. Aqui listamos dez destes trabalhos praticamente extintos, mas muito bizarros!
10. Bobo da corte
emprego bizarroTodos já ouvimos falar e vimos em filmes os bobos da corte, que tinham a permissão de tirar sarro de todos, até do rei, se ele achasse engraçado, é claro. Hoje em dia o emprego não existe mais, e sumiu da maior parte dos reinos há muitos séculos. Curiosamente, até 1999, o reino de Tonga, na Polinésia, tinha um bobo da corte oficial. O mais bizarro é que o bobo, que era conselheiro financeiro do governo, se envolveu em um escândalo político.
9. Toshers e Mudlarks
emprego bizarroEsse trabalho sujo ficou bastante popular na época vitoriana em Londres, na Inglaterra. Pessoas conhecidas como “toshers” procuravam nos esgotos da cidade por jóias e pequenos objetos que poderiam vender. Na época, era comum ver famílias inteiras procurando por pequenas riquezas nos esgotos. Obviamente, essas pessoas não eram muito bem quistas pelos vizinhos. afinal, o cheirinho de esgoto não é dos melhores.
Já os “mudlarks” faziam um trabalho semelhante, só que nas margens do rio Tâmisa, que corta a cidade de Londres. Durante a manhã, eles entravam pelos canais do rio e procuravam, entre esgoto não processado e carcaças de animais, por pequenos tesouros.
8. “Despertador humano”
emprego bizarroEsta era uma profissão comum na Inglaterra e Irlanda durante a Revolução Industrial, antes da criação de despertadores confiáveis. O trabalho da pessoa era acordar as pessoas no horário para que elas pudessem chegar ao trabalho na hora certa, exatamente como um despertador comum. Em vez de utilizar sons, eles usavam uma madeira comprida e leve (como um bambu) para cutucar as pessoas pelo lado de fora de suas casas. A pergunta que não quer calar é: quem acordava a pessoa que acordava os outros?
7. Médico de sapos
emprego bizarroOs médicos de sapos eram uma espécie de feiticeiros de uma tradição ligada à medicina tradicional que existia na Inglaterra até o fim do século XIX. O maior trabalho destes médicos era para curar a escrófula, uma doença de pele ligada à tuberculose. O tratamento era feito ao colocar um sapo vivo ou uma perna de sapo dentro de um saco de tecido, que era deixado sobre o pescoço do paciente. Para realizar este trabalho, o médico precisava de uma enorme criação de sapos ou uma boa habilidade para encontrá-los.
6. Chicoteador de cachorros
emprego bizarroEste trabalho era desempenhado por algum empregado da Igreja, com a missão de remover cachorros indesejados da propriedade da Igreja enquanto as missas eram realizadas. Durante os séculos XVII até XIX, não era incomum que os cães de estimação acompanhassem seus donos à igreja. Caso algum cachorro incomodasse a solenidade, o chicoteador tirava o animal de dentro da igreja, para que a missa pudesse continuar.
5. Ladrões de corpos
emprego bizarroCom a expansão das escolas de medicina no Reino Unido do século XIX, corpos humanos eram necessários para os estudos, e como roubar um corpo era um crime leve, passível de multa, apenas, isto se tornou uma tarefa comum e muito rentável. Os ladrões de corpos cavavam túmulos com pás de madeira, mais silenciosas, e retivaram o corpo com a ajuda de cordas. Geralmente eles não levavam roupas e jóias, já que isso poderia levar a condenações mais pesadas. Com o crescimento deste mercado e a exigência por corpos frescos, são conhecidos alguns casos de pessoas que passaram a matar outros para vender seus corpos.
Em 1832, uma resolução definiu que apenas corpos que não fossem reconhecidos no necrotério e aqueles doados por famílias deveriam ser usados nas aulas de anatomia, acabando com a prática de roubar túmulos.
4. Pisoteador
emprego bizarroPisar em uma pilha de roupas de lã não parece ser um emprego muito bom, não é mesmo? E não era mesmo. A técnica era utilizada para eliminar óleos, sujeiras e outras impurezas da lã, além de deixá-la mais grossa. Na antiguidade, os trabalhadores que faziam isso geralmente eram trabalho escravo, como na Roma antiga. Os escravos ficavam com urina e roupas até a altura dos calcanhares, já que a urina era uma boa fonte de sais de amônia, importantes para a limpeza do tecido. Na época medieval, novas substâncias, que não precisavam de urina, passaram a ser utilizadas no processo, deixando o trabalho um pouco mais digno.
3. “Capacho” de príncipe
emprego bizarroNos séculos XVII e XVIII, havia uma vaga de trabalho para garotos da alta classe: virar uma espécie de “capacho” do príncipe. Quando o filho do rei ia mal nos estudos ou fazia algo de errado, este outro garoto, que convivia com o príncipe, era punido com chicoteadas. Isso acontecia porque acreditava-se que ninguém além do próprio rei deveria ter o direito de maltratar seu filho. Como os reis raramente estavam presentes para castigar os filhos, essa posição de “trabalho” surgiu.
Como o príncipe e o seu companheiro eram criados juntos desde a infância, era comum que fosse criado um laço muito forte entre os dois, ajudando na educação e no bom comportamento dos príncipes, que queriam evitar que seu companheiro fosse punido por seus erros.
2. Camareiro de privada
emprego bizarroOs monarcas ingleses tinham um servo que tinha a tarefa de limpar o rei depois que ele defecasse. Sim, isso mesmo que você está imaginando. Esta tarefa, surpreendentemente, era realizada por filhos de nobres e importantes membros da sociedade. Com o tempo, a tarefa passou a ser acompanhada por outras obrigações mais comuns, como ajudar em aspectos administrativos. Apesar de ser um “limpador de bundas” oficial, esta era uma tarefa muito desejada, já que conseguia um acesso quase irrestrito à atenção do rei.
1. Removedor de excrementos
emprego bizarroNa Inglaterra medieval, havia um profissional específico para remover excrementos das privadas e fossas. Eles só podiam trabalhar à noite, e os excrementos coletados deveriam ser levados para fora do território da cidade. Devido ao forte cheiro dos excrementos, existem relatos de legistas que afirmam que alguns desses trabalhadores morreram de asfixia.
Como o uso do saneamento básico a terrível profissão desapareceu.


[Fonte: Listverse]

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