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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

PJ investiga exploração de bares em hospitais

Dezenas de inspetores realizaram, esta terça-feira, buscas numa investigação que envolve hospitais em Lisboa, Almada, Setúbal, Portimão e Faro e dois milhões de prejuízo para o Estado

Unidade Nacional Contra a Corrupção da Polícia Judiciária está investigar suspeitas de vários crimes na exploração de bares e cafeteiras em hospitais de Lisboa, Setúbal, Portimão e Faro. Segundo informações recolhidas pelo DN, dezenas de inspetores da UNCC realizaram esta terça-feira buscas para recolher documentação. A Judiciária chamou-lhe "Operação Pratos Limpos".
O processo envolve, sobretudo, uma funcionária pública do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, Natércia Pina, e o seu marido, Manuel Cleto empresário, a quem terá transmitido várias informações sobre concursos públicos. O casal foi constuído arguido.
Ao que o DN apurou, a funcionária pública conseguia obter informações sobre propostas apresentadas por outros concorrentes que se candidatavam à exploração de bares e cafetarias, informando o seu marido que, como empresário, terá conseguido apresentar sempre a a propostas mais baixa, ganhando dessa forma os concursos. Contas feitas o Estado terá sido prejudicado em dois milhões de euros.
Uma vez que o casal é bastante conhecido nos meios hospitalares, sobretudo devido a ligações ao PSD, as empresas controlados por ambos eram formalmente geridas por familiares e funcionários, sendo que a Judiciária está ainda a investigar concursos ganhos nas autarquias de Oeiras e Faro. Natércia Pina é coordenadora das "Mulheres Sociais Democratas" de Oeiras.


EUA querem palavras-passe das redes sociais a quem pede visto


EUA querem palavras-passe das redes sociais a quem pede visto
    As embaixadas dos EUA podem vir a pedir as palavras-passe das contas das redes sociais das pessoas que lhes solicitarem um visto, para fazerem inspeções mais profundas, afirmou hoje o secretário da Segurança Interna, John Kelly.

    Esta medida pretende reforçar os controlos prévios dos visitantes e eliminar os que poderiam constituir uma ameaça à segurança, o que Donald Trump qualificou de "verificação extrema".
    Particularmente visados são os naturais dos sete países de maioria muçulmana -- Irão, Síria, Líbia, Iraque, Somália, Sudão e Iémen --, cujos processos de controlo são muito fracos, segundo Kelly.
    A entrada dos provenientes destes países e de todos os refugiados foi interditada temporariamente em 27 de janeiro pelo Presidente Donald Trump num decreto contestado depois na justiça.
    "Queremos ter a possibilidade de consultar as suas redes sociais, com as palavras-passe", declarou Kelly, durante uma audição perante a comissão da Câmara dos Representantes sobre a Segurança Interna.
    "É muito difícil fazer controlos verdadeiros nestes países, nos sete países (...). Mas se vierem [para os EUA], queremos poder dizer que sítios na internet visitam e que nos deem as suas palavras-passe para que saibamos o que fazem na internet", avançou.
    John Kelly sublinhou que nenhuma decisão não tinha sido tomada ainda a este respeito, mas que estes controlos reforçados seriam certamente aplicados no futuro, mesmo que isto signifique prazos mais longos para a atribuição dos vistos.
    "Se quiserem verdadeiramente vir para a América, vão cooperar. Senão, [que venha o] seguinte", concluiu.


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    ARGENTINA - Mulheres exigem direito a fazer topless com manif em topless



    Dezenas de mulheres seminuas, com apoio de manifestantes vestidos, fizeram protesto em Buenos Aires

    As mulheres argentinas querem ter o direito de apanhar sol em topless. Dezenas de manifestantes seminuas protestaram nas ruas de Buenos Aires, com o apoio de manifestantes vestidos.

    Os protestos têm vindo a acontecer um pouco por todo o país nas últimas semanas, depois de, em janeiro, a polícia ter pedido a um grupo de mulheres que estava em topless na praia para abandonar o local.

    Não é completamente claro, segundo a Reuters, se a lei da Argentina permite ou não a prática. A polícia cita um artigo do código penal que proíbe "exibições obscenas" para justificar o episódio que levou a estas manifestações. No entanto, depois disso, pelo menos um juiz já decidiu que não é crime fazer topless na praia.

    "O que é natural não se reprime", "As mamas não são crime", "As únicas mamas que incomodam são aquelas que não estão à venda" foram algumas das frases de ordem gritadas ou escritas durante o protesto, cujos participantes defendem que o incidente na praia é exemplo da desigualdade entre homens e mulheres na Argentina.















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