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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Portugueses criam luva eletrónica para pegar em pesos sem fazer força



Uma 'startup' do Porto desenvolveu uma luva eletrónica que permite a pessoas com problemas nos músculos e nas articulações da mão pegar em objetos pesados, que podem chegar aos 40 quilos, com a mão "relaxada" e sem fazer força.

Esta solução tecnológica, "segura" e "leve", utiliza têxteis finos, respiráveis, flexíveis, inteligentes e personalizáveis e possibilita devolver a função da mão a pessoas com dor ou falta de força, disse à Lusa o responsável pelo projeto, Filipe Quinaz.
A solução da 'startup' NUADA baseia-se, principalmente, "em componentes de baixo consumo energético, criados para lidar com suporte de peso pesado, mantendo a sensibilidade ao toque e uma relação não intrusiva com o corpo".
A NUADA, que conta, atualmente, com sete elementos das áreas das engenharias Informática, Mecânica, Eletromecânica e Bioengenharia e um profissional da indústria, está integrada no Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC).
De acordo com o empreendedor, uma das utilizações principais é na área médica, sendo o produto, nesse caso, orientado para pessoas idosas ou que tenham artrite e pacientes que tiveram um acidente vascular cerebral (AVC).
O sistema permite também um acompanhamento holístico da função da mão, em tempo real, e os planos de tratamento subsequentes que agilizam a maneira como os dados dos pacientes são "recolhidos, acessados, compartilhados e aprendidos" pelos profissionais de saúde, acrescentou.
Outro dos focos é o setor que engloba atividades exigentes (trabalhadores em linhas de montagem ou na construção civil, por exemplo), podendo a luva ser utilizada para aumentar o conforto, a segurança e a produtividade desses profissionais.
Segundo Filipe Quinaz, este é o mercado que a equipa prevê entrar com mais facilidade devido à maior simplicidade de certificação e ao facto de, por se tratar de empresas, terem um processo de venda mais simples e comprarem o produto em maior quantidade.
A tecnologia é equipada com componentes de rastreamento que coletam dados como a força utilizada, a estabilidade, a mobilidade, entre outros, e compartilha-os com os utilizadores e os profissionais de saúde, podendo estes verificar se estão a usar muita força, a levantar demasiado peso, se estão com a mão numa posição ergonomicamente errada ou se o plano de exercícios está executado da melhor forma.
Segundo o jovem, a ideia para a criação da tecnologia surgiu quando fraturou a mão e ficou "completamente limitado". Do ponto de vista muscular, "mesmo depois de o osso ter recuperado", ficou com uma lesão, tendo demorado "imenso tempo" até voltar a ter a funcionalidade toda do membro.
Durante esse período, no qual estava a acabar o doutoramento em Biomedicina, na Universidade da Beira Interior, reparou que "uma simples diminuição" da força da mão tem "consequências muito graves" e, com o auxílio de dois professores, decidiu criar um protótipo do que seria, no futuro, esta solução e participar no concurso tecnológico Microsoft Imagine Cup.
Com a ideia já patenteada, o passo seguinte foi formar uma equipa e tornar o protótipo funcional, tendo vencido a versão europeia do mesmo concurso e, em agosto de 2014, chegado à final do Microsoft Imagine Cup a nível mundial, onde só eram selecionadas dez equipas em todo o mundo.
Participaram ainda no StartupBraga, tendo, em janeiro de 2015, criado a empresa. Nessa altura, o produto começou a ser desenvolvido com parceiros portugueses, estando, neste último ano, a realizar testes que permitem a industrialização.
A empresa está também representada nos Estados Unidos, num programa de aceleração denominado UTEN, com a Universidade do Texas, estando agendada para 2017 o início da atividade em Londres, Inglaterra.
Para além disso, foram convidados para serem uma das dez empresas-bandeira da Entiq, uma plataforma de inovação, que vai abrir em Londres.
Tem como parceiros o Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial (INEGI), do Porto, o Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL), de Braga, o Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal (CITEVE), o Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes (CeNTI), a Universidade da Beira Interior, a Microsoft e a StartupBraga.


www.jn.pt


Jerónimo de Sousa diz que a crise "continua sem fim à vista"






Secretário-geral do PCP culpa agenda "capitalista" da UE e forças políticas da direita em Portugal pela "estagnação crónica do país". 

O líder comunista afirmou que os últimos anos de Portugal são "um exemplo esclarecedor do que é o capitalismo" Lusa 0 0O secretário-geral do PCP disse hoje que a crise iniciada em 2007/2008 "continua sem fim à vista", responsabilizando a agenda "capitalista" da União Europeia e as forças políticas da direita em Portugal pela "estagnação crónica do país". "Assistimos à aceleração da integração capitalista da União Europeia que, assumindo a mesma agenda do capitalismo dominante de liberalização, privatização e financeirização da economia, de ataque aos direitos laborais e sociais, contribuiu com a conivência e iniciativa própria das forças da política de direita em Portugal, para uma acentuada fragilização e dependência do país", criticou Jerónimo de Sousa na sessão de abertura das comemorações do centenário da Revolução de Outubro, em Lisboa. 

O líder comunista afirmou que os últimos anos de Portugal são "um exemplo esclarecedor do que é o capitalismo" e confirmam que "o capitalismo não tem soluções para os problemas do mundo contemporâneo". Pelo contrário, "a sua ação aprofunda todos os problemas", sublinhou, dando como exemplo os aspetos negativos para Portugal "da integração capitalista da União Europeia", em termos de "liquidação e privatização dos setores estratégicos da economia nacional" e "destruição dos principais setores produtivos nacionais". 

"Uma evolução que conduziu o país à estagnação crónica e à crise que está longe de ultrapassar", disse Jerónimo de Sousa, apontando "consequências desastrosas" para Portugal, como o desemprego, precariedade, mais dívida pública, maior endividamento, das empresas e das famílias, e aumento da pobreza. 

"A incapacidade para reanimar a economia está a acelerar a centralização e concentração do poder económico e político e a animar derivas securitárias e militaristas", destacou igualmente o secretário-geral do PCP.

http://www.cmjornal.pt

BELEZA - LUCIDEZ - Quando


BELEZA - LUCIDEZ


Quando
Quando o meu corpo apodrecer e eu for morta 
Continuará o jardim, o céu e o mar,
E como hoje igualmente hão-de bailar
As quatro estações à minha porta.
Outros em Abril passarão no pomar
Em que eu tantas vezes passei,
Haverá longos poentes sobre o mar,
Outros amarão as coisas que eu amei.
Será o mesmo brilho, a mesma festa,
Será o mesmo jardim à minha porta,
E os cabelos doirados da floresta,
Como se eu não estivesse morta.
Sophia de Mello Breyner Andresen, in 'Dia do Mar'

AS VOLTAS QUE ELES DÃO PARA QUE A MENTIRA SE PERPETUE- ENTÃO SE O PAPA XICO SABE DISTO PORQUE CONTINUA A SER PAPA ? Papa Francisco revolta crentes: ''A teoria da evolução é real, Deus não é um mágico com varinha mágica''

www.semprequestione.com

SE DEUS EXISTISSE ERA BEM PIOR !


PELAS BARBARIDADES QUE A BÍBLIA TEM, PELAS INQUISIÇÕES, PELOS CRIMES QUE OS SEUS SEGUIDORES TÊM LAVRADO NOS LIVROS ONDE O ELOGIAM E PELOS CRIMES PRATICADOS AO LONGO DA HISTÓRIA IMAGINE-SE UM MUNDO DE HOJE REPLETO DE ARMAS NUCLEARES E OUTRAS ONDE ESSE DEUS TIVESSE ACESSO.

OS DILÚVIOS, AS DIÁSPORAS, AS PRAGAS, AS MORTES DE CRIANÇAS OS SACRIFÍCIOS DE INOCENTES, AS DECEPAÇÕES, AS CRUCIFICAÇÕES, AS CRUZADAS MOSTRAM BEM A SEDE DE SANGUE E VINGANÇA QUE A SEITA RELIGIOSA CATÓLICA IDOLATRA.

INFELIZMENTE OS CRIMES CONTINUAM E OS MOTIVOS SÃO SEMPRE OS MESMOS: O SAQUE, O PODER DOS ENERGÚMENOS QUE QUEREM VIVER NO LUXO E NA OPULÊNCIA ENGANANDO A PLEBE QUE DURANTE MILHARES DE ANOS INTOXICARAM E ATERRORIZARAM COM A DOUTRINA DO MEDO E DO TERROR.

O MEDO DO DESCONHECIDO, A MENTIRA E AS PROMESSAS DE PARAÍSOS, PURGATÓRIOS, INFERNOS SÃO AINDA HOJE PARA MUITOS COMO UMA POLÍCIA EFICAZ PARA QUE OS POVOS VIVAM EM TOTAL ESTADO DE TEMOR NÃO BASTANDO O CAPITALISMO ESCRAVIZADOR E A REPRESSÃO A MANDO DOS PODEROSOS E EXPLORADORES.
António Garrochinho.

A PROPÓSITO DE MUROS E DE INFORMAÇÃO


Chegou-nos às mãos este artigo, de que se scaneou a tradução em francês, e se deixam dois parágrafos em português:
“… Foi com efeito o presidente democrata Bill Clinton que começou a construção (do muro) em 1994…”

“… Esta é a realidade por cima do muro: iniciado pelo democrata Clinton, continuado pelo republicano Clinton, reforçado pelo democrata Obama, este mesmo muro que o republicano Trump quer completar sobre os 3.000 kms. de fronteira…”
Via: anónimo séc. xxi http://bit.ly/2kgmbDR

Esta Nau Catrineta – O Meu País



(António J. Branco, in Blog O Meu País, 29/01/2017)























Fundado por Dom Afonso Henriques em meados do século XII, Portugal é um dos poucos, pouquíssimos países (também Nação), com mais de duzentos e cinquenta anos de história. Filho “rebelde”, guerreiro, empreendedor, destemido, Dom Afonso Henriques, O Conquistador, mostrou desde o início uma estratégica eficaz com vista, não só ao alargamento do território, como também ao derrube de barreiras dogmáticas que limitavam (e limitaram) a sua acção enquanto rei, administrador e político. Uma das suas maiores guerras foi a resistência ao poder papal, que viria a ganhar (perdendo dinheiro) em Mil Cento e Setenta Nove, “comprando” a Bula Manifestis Probatum, ao Papa Alexandre III, que reconhecia Portugal como reino independente, mais de cinquenta anos depois de Dom Afonso ter dado os primeiros passos nesse sentido com a vitória na Batalha de São Mamede, em Mil Cento e Vinte e Oito.
Começámos bem, muito bem; com a Nau, esta Nau, a vencer milhas, desbravando territórios e chegando onde nunca antes alguém chegara.Orgulhemo-nos, pois, da nossa história, mas guardemos também a sua memória na qual, para além de fracos reis, “Alguns traidores houve algumas vezes” (Camões).
Mais de oitocentos anos após o sonho do Rei Fundador, Portugal está de novo à procura da sua independência, lutando não só contra os “primos” da actualidade (os reis de Leão e Castela de então) como também contra o poder dogmático de um “papa” que se permite (sendo-lhe permitido) validar bulas probatuns de duvidosos manifestis. Ah! Mas Portugal já passou por isto noutras eras – A Nau já foi saqueada em outras andanças. Pois já. E já enforcou “Távoras”, eliminou “Condes de Andeiros”, defenestrou “Vasconcelos” e “Migueís”, expulsou reis usurpadores e outros tais – “Que os muitos por ser poucos não temamos”.
A Nau, que até há bem pouco tempo navegava em mar alto e sem capitão de navio esteve (opinião pessoal minha), tal como a Catrineta, abandonada, à deriva e com a tripulação a morrer de fome, onde uma grande parte dos “marinheiros” sobreviveram alimentando-se uns dos outros: os que caíram no chão (inertes e impotentes) “comidos” pelos não mortos, mas também pouco vivos.
Premiaram-se os “Vasconcelos”, branquearam-se os “maus reis”, apagou-se a memória e tentou (tentaram alguns) reescrever-se a história, como se todos fossemos imbecis, desmemoriados, incapazes, imberbes e inúteis. Sem Rei, nem “Roque”, nem Timoneiro (ainda que um dos “grandes”, em tempos como tal se tenha afirmado), os Putos (sem parecerem bandos de pardais), oriundos de “Jotas” e outras tais, brincaram ao ajoelha aqui e dobra ali, perante os papas de agora e as papisas de um presente que se julgava extinto em termos de brio, dignidade e hombridade.
Tendo o tempo rodado alguns graus na direção certa e no sentido conveniente, vêm de novo os putos traquinas, de calções pelos joelhos e agrafados em suspensórios à cintura, oriundos de malfeitorias nefastas, pregar sermões ao vento (que aos peixes não conseguem fazer-se ouvir), anunciando a boa nova de velha maneira de pensar, fazendo crer que o povo, mais do que asno e burro, é também jumento apardalado em dia de chuvisco intenso que ao fim de tanto chover acaba mesmo por molhar.
Chamem-me, pois, tudo o que quiserem (“Serei tudo o que disserem”): miserável, pobretanas, invejoso. Mas estúpido, burro, asno, imberbe e inútil (“Poeta castrado”), NÃO!

estatuadesal.com

Menor exige 80 mil euros a empresa pela morte do pai




Caso vai ser julgado, mas empresa nega que vítima fosse seu trabalhador.

Ricardo Freitas morreu, aos 40 anos, na sequência de um incêndio, seguido de explosão, numa fábrica de polimentos de móveis, situada em Rebordosa, Paredes. O acidente aconteceu em novembro de 2014 e agora o filho, de 15 anos, exige à MR Polimentos, Lda. e ao casal proprietário desta empresa uma indemnização de 80 mil euros, mais o pagamento de uma pensão anual de 1500 euros enquanto frequentar a escola. O adolescente alega que o pai faleceu enquanto trabalhava num local com "ligações imperfeitas das instalações elétricas", onde estavam armazenados "produtos químicos, inflamáveis e perigosos" e sem um "sistema de extração de vapores".
A MR Polimentos defendeu-se garantindo que Ricardo Freitas não era seu funcionário e que, quando deflagrou o incêndio, estava nas instalações apenas de visita. Prova disso, salienta a empresa, é o facto de a vítima não ter conseguido fugir por não conhecer o espaço. O caso vai ser julgado no Tribunal de Penafiel.
Francisco Freitas, que vive com a mãe em França, defende, na ação especial emergente de acidente de trabalho, que o pai trabalhava na MR Polimentos, Lda. há cerca de quatro anos, recebendo "ordens e instruções de trabalho" dos sócios-gerentes. Acrescenta, no processo consultado pelo JN, que, no sábado em que aconteceu a tragédia, estava "no 1.º andar da fábrica, na secção de polimentos" para terminar um trabalho que não tinha concluído no dia anterior. "Ao dirigir-se à cabina de pintura - para acabamento final de verniz - ligou o quadro e ocorreu o incêndio, seguido de explosão", sustenta.
O jovem acrescenta que a empresa violou "as boas práticas da atividade a que se dedicam e as regras de segurança, higiene e saúde no trabalho que estavam obrigados a observar". "A morte de Ricardo Freitas ficou a dever-se à violação culposa das regras de segurança de que os réus são os únicos e exclusivos culpados", afirma ainda, garantindo que a vítima cumpria horário fixo e usava instrumentos de trabalho da empresa, recebendo para isso um ordenado de 505 euros, mais subsídio de alimentação.
No entanto, Ricardo Freitas nunca esteve inscrito na Segurança Social como funcionário da MR Polimentos, Lda. e não estava coberto por um seguro de acidentes de trabalho.
Vizinhos confirmaram trabalho na fábrica - Uma inspetora da Autoridade para as Condições de Trabalho recolheu testemunhos de vizinhos e clientes de um café atestando que Ricardo Freitas era funcionário da empresa. A mesma garantia foi dada aos jornalistas no local.
Vítima era "visita frequente", diz empresa - A MR Polimentos, Lda. alega que a vítima "era visita frequente, porque vivia a escassos metros da fábrica, estava desempregado" e era amigo do patrão e dos funcionários. No dia do incêndio, defende, "entrou para conversar com os amigos, como era habitual".
Instalações inadequadas - l Para a família de Ricardo Freitas, o incêndio aconteceu devido ao "mau estado de conservação do equipamento", utilização de "material impróprio", "ligações imperfeitas das instalações elétricas" e à "existência de grande quantidade de contaminantes químicos no ar"

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Função pública: Valor das pensões é o mais baixo desde 1999


Em apenas um ano, caiu para metade o número de funcionários públicos que se reformaram
Nunca se reformaram tão poucos. Número de novos pensionistas fica abaixo de nove mil, metade das saídas do ano anterior

Os funcionários públicos que se reformaram em 2016 foram para casa a receber uma pensão média de 932,5 euros. São menos 179,5 euros (-16,1%) do que há um ano. E é a primeira vez desde 1999 que o valor cai para um patamar inferior aos mil euros. Por comparação com 2011, quando Portugal pediu ajuda financeira à troika, o corte é de 27%. O número de novos reformados caiu para quase metade.
Esta situação é o reflexo de vários anos de congelamentos salariais e de constantes alterações às regras da aposentação, considera Helena Rodrigues, presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado, para quem a redução do valor das novas pensões não surpreende. "A queda do valor da reforma acompanha o que tem sido o empobrecimento da função pública, através de vários anos sem qualquer atualização dos salários."
    José Abraão, secretário-geral da Federação dos Sindicatos da Administração Pública (Fesap), assinala que "as reformas são sempre consequência dos salários" e que esta evolução nas pensões pagas pela Caixa Geral de Aposentações resulta da "política que o país vem promovendo de há uns anos a esta parte no sentido da redução do valor do trabalho e dos salários, como se isso fosse um fator de competitividade".
    Desde o início do século, o valor médio nas novas reformas que em cada ano começaram a ser pagas pela CGA oscilou entre um mínimo de 1040 euros (em 2000) e um máximo de 1409 euros (em 2003). De então para cá as regras da aposentação sofreram várias alterações, mas nunca como agora os novos reformados tinham ficado a receber menos de mil euros brutos mensais (ver infografia).
    Ao congelamento dos salários, José Abraão soma o congelamento das carreiras e das progressões (que não mexem desde 2009) como outros exemplos de uma política que, "no que concerne ao sistema de pensões", tem vindo a ser orientada "para que, chegando à idade da reforma, as pessoas possam ir para casa empobrecer".
    Helena Rodrigues acrescenta um outro dado para a quebra do valor: o facto de alguns ainda arriscarem pedir a reforma antecipada - sujeitando-se a um conjunto de cortes que são irreversíveis.
    Não é apenas no valor médio das pensões que os números de 2016 destoam dos restantes 15 anos. O mesmo é também válido para o universo de novos reformados. Já se sabia - o governo já o tinha admitido - que as saídas da função pública por via da aposentação iria cair. Só não se sabia exatamente quanto. E o que os dados da síntese de execução orçamental mostram é que entre velhice e invalidez se aposentaram 8727 pessoas no ano passado (-46,1% do que em 2015). São cerca de um terço dos que saíram no ano da troika, e é também esta a primeira vez desde o século passado que o número é inferior à dezena de milhar.
    Em 2015, as novas saídas já tinham caído de forma abrupta (tendo totalizado 16 198), mas no ano passado a quebra foi ainda mais acentuada. Ainda assim, as aposentações irão continuar a ser o principal instrumento de controlo de efetivos na administração pública. Nos últimos anos, muitas das pessoas que reuniam condições para se aposentaram aproveitaram para o fazer, pelo que o número de funcionários que podem reformar-se é cada vez menor. E as saídas antecipadas também estão a cair porque as penalizações são pesadas.
    O secretário-geral da Fesap lamenta toda esta situação, acentuando que apenas contribui para que a administração pública seja cada vez menos competitiva. "Tudo aquilo que eram alguns benefícios e direitos conquistados têm vindo a ser reduzido ou retirado, contribui para a desmotivação dos que cá estão e também para que trabalhar na administração pública seja cada vez menos motivador."


    www.dn.pt

    O HISTERISMO



    EU JÁ O DISSE AQUI VÁRIAS VEZES QUE O FENÓMENO TRUMP NÃO PASSA DE UM HISTERISMO DESENCADEADO PELOS MEDIA E PELA FAMÍLIA CLINTON QUE TINHA COMO FAVAS CONTADAS E NEGOCIADO COM OBAMA A CONQUISTA DO PODER NOS EUA.

    MUITOS QUEREM LIMPAR AS TROMBAS DESCULPANDO-SE COM TRUMP E OUTROS ATÉ, OS IGNORANTES, JÁ SÃO ANTI TRUMP POR ESTAR NA MODA.

    QUEM ACREDITA QUE A DIREITA ESTÁ CONTRA TRUMP SE ELE É O SAPATO DA CINDERELA QUE LHES SERVE DE FEIÇÃO.

    AS POLÍTICAS QUE ELE DEFENDE NÃO SÃO AS POLÍTICAS DA DIREITA MAIS REFINADA ? SIM DA DIREITA ! SEJA ELA A YANQUE SEJA A ALEMÃ, A FRANCESA A PORTUGUESA OU OUTRA QUALQUER. PORQUE HAVERIA O CAPITAL ESTAR EM CONFRONTO COM ALGUÉM QUE O DEFENDE COM SUPREMACIA ? E LOGO OS AMERICANOS !

    TRUMP REPRESENTA O FASCISMO, O RACISMO, O IMPERIALISMO E O CAPITALISMO MELHOR DO QUE NINGUÉM EMBORA TODOS OS ACTORES QUE PASSARAM PELA CASA BRANCA TAMBÉM O FIZESSEM.

    O HISTERISMO VAI PASSAR E NÃO TARDA ANDARÃO TODOS DE LÍNGUA FORA A LAMBER-LHE O CU E A PROCURAREM A SUA BENÇÃO.
    MEDIA, ARTISTAS QUE TANTO FALARAM DIZENDO QUE SE AUSENTARIAM DOS EUA SE ELE GANHASSE E OUTROS NÃO TARDARÃO A ELOGIÁ-LO.

    OXALÁ ASSIM NÃO FOSSE !

    DIPLOMACIA… ESSA LINDA “ARTE”

    DIPLOMACIA… ESSA LINDA “ARTE”
    A senhora embaixadora dos EUA na ONU faz questão de AVISAR os países que ali não apoiem os EUA, de que vai ANOTAR os seus nomes… e fazer isto e aquilo…
    Resta aos países com um mínimo de dignidade, encontrarem a forma “diplomática”, já que estamos a falar de uma vaca que é embaixadora… para a mandarem para a real π†™@ œß∂ƒ π@®†!!! (perdoem-me o meu francês!)
    Nikki Haley afirmou que o objectivo da nova Administração norte-americana é mostrar o seu "valor" nas Nações Unidas.
    PUBLICO.PT|DE REUTERS

    Homens armados abriram fogo durante orações de domingo à noite. Primeiro-ministro fala em "terrorismo".

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    Seis pessoas morreram e oito ficaram feridas, depois de atacantes armados terem aberto fogo numa mesquita do Quebeque durante as orações de domingo à noite. O primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, qualificou o caso como “um ataque terrorista contra muçulmanos

    Segundo a Reuters, a polícia anunciou a detenção de duas pessoas, mas a CNN avança que mais tarde as autoridades corrigiram a informação, falando apenas de uma detenção, não havendo ainda explicação para esta discrepância.

    Ainda não é certo quantos atacantes estiveram envolvidos. Segundo a Reuters, uma testemunha disse que eram três, estavam vestidos de negro e que abriram fogo sobre as mais de 40 pessoas que estavam no interior no Centro Cultural Islâmico da Cidade do Quebeque. A polícia, por sua vez, referiu que duas pessoas estiveram envolvidas no ataque.
    “Há seis mortos confirmados, com idades entre os 35 e os 70 anos”, disse a porta-voz da polícia do Quebeque, Christine Coulombe, acrescentando que oito pessoas ficaram feridas e 39 escaparam sem ferimentos.
    "Todos pensamos nas crianças a quem temos de anunciar a morte dos pais", lê-se numa mensagem publicada na página do Facebook da grande mesquita do Quebeque, como também é conhecido o Centro Cultural Islâmico da Cidade do Quebeque. "Que Alá lhes dê paciência e resistência."
    Num comunicado em que “condena este ataque terrorista contra muçulmanos", Justin Trudeau diz que “as autoridades ainda estão a investigar” o atentado, mas lamenta desde já “esta violência sem sentido”.
    “A diversidade é a nossa força e a tolerância religiosa é um valor querido para os canadianos”, diz ainda a nota emitida pelo chefe de Governo do Canadá.
    “Os muçulmanos-canadianos são uma parte importante do nosso tecido nacional e estes actos sem sentido não têm lugar nas nossas comunidades, cidades ou país. Os órgãos policiais vão proteger os direitos de todos os canadianos e fazer um esforço para deter os autores deste e de todos os actos de intolerância”, acrescenta o comunicado de Trudeau.
    Este ataque, que ainda não foi reivindicado, surge numa altura em que o Canadá se prontificou a receber mais refugiados. Numa reacção ao decreto de Donald Trump que proíbe a entrada de cidadãos de sete países nos EUA, Justin Trudeau escreveu no Twitter uma mensagem de boas-vindas aos refugiados. “Aos que fogem à perseguição, ao terror e à guerra, os canadianos dão-vos as boas-vindas, independentemente da vossa religião. A diversidade é a nossa força #BemVindosaoCanadá."

    "Não estamos seguros aqui"

    O presidente da mesquita, Mohamed Yangui, que não estava no local quando ocorreu o tiroteio, disse ter recebido várias chamadas de quem estava nas orações. “Porque está a acontecer isto? Isto é bárbaro”, perguntaram-lhe.
    mayor de Nova Iorque, Bill de Blasio, já reagiu afirmando que as mesquitas da cidade vão ter protecção reforçada. “Todos os nova-iorquinos devem estar vigilantes. Se virem alguma coisa, avisem”, escreveu no Twitter.
    A Reuters nota que, tal como França, o Quebeque tem tido, às vezes, dificuldades em conciliar a sua identidade secular com uma crescente população muçulmana, parte dela proveniente do Norte de África.
    Em Junho do ano passado foi deixada uma cabeça de porco à porta do Centro Cultural Islâmico da cidade do Quebeque. E outras mesquitas do Canadá têm sido igualmente visadas por graffiti de carácter racista nos últimos meses, lembra a AFP.
    Zebida Bendjeddou, que saiu da mesquita pouco tempo antes do ataque, confirmou à Reuters que o centro já tinha alvo de ameaças. “Em Junho, puseram uma cabeça de porco à frente da mesquita. Mas pensámos: ‘Oh, são eventos isolados’. Mas agora esses incidentes isolados assumem contornos diferentes.”
    “Não estamos seguros aqui”, queixou-se também à Reuters Mohammed Oudghiri, que normalmente assiste às orações na grande mesquita do Quebeque, mas não o fez no domingo.
    Oudghiri vive no Quebeque há 42 anos, mas agora mostra-se “muito preocupado” e está a ponderar regressar a Marrocos.
    PÚBLICO -
    Foto
    Um polícia à porta da mesquita ANDRE PICHETTE/EPA
    Os tiroteios são raros no Canadá, que tem leis de porte de armas mais restritivas do que os Estados Unidos, e este ataque provocou um grande choque entre a comunidade islâmica nesta província maioritariamente de língua francesa.
    “É um dia triste para o Quebeque e para o Canadá ver um ataque terrorista na pacífica Cidade do Quebeque”, reagiu Mohamed Yacoub, co-presidente de um centro comunitário islâmico nos subúrbios de Montreal. “Espero que seja um incidente isolado.”
    Os casos de islamofobia têm aumentado no Quebeque nos últimos anos. O niqab, véu integral feminino, tornou-se um tema das eleições federais de 2015, especialmente no Quebeque, onde a maioria da população apoiava a sua proibição sempre que as mulheres tivessem de lidar com serviços públicos.

    Em Ontário, uma mesquita foi incendiada em 2015, um dia depois dos atentados de Paris.Em 2013, a polícia investigou um caso numa mesquita da região de Saguenay, que foi atacada com o que se acreditava ser sangue de porco – segundo o Corão, é proibido comer carne de porco, um animal considerado impuro


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