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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Construtor de acordeões José Domingos Horta abre as portas da sua oficina em Tavira



O mestre José Domingos Horta vai abrir as portas da sua oficina, onde constrói acordeões, no dia 21 de Janeiro, às 15h00, em Tavira, para uma visita orientada.
O acordeão, que é descrito pela Câmara de Tavira, como «um instrumento complexo e fascinante», é o «acompanhamento preferencial de várias formações musicais, entre elas os grupos de Charolas que percorrem as ruas da cidade e aldeias do concelho de Tavira, e do restante Algarve, durante as festividades do Ano Novo».
Também o tradicional «corridinho», se baseia nas sonoridades deste instrumento. Nesta visita estará presente João Pereira, presidente do Mito Algarvio – Associação de Acordeonistas do Algarve.
José Domingos começou por ser tocador de acordeão, tendo aprendido com alguns dos mestre mais conhecidos. Devido à necessidade de reparar o seu instrumento, iniciou-se na arte da construção.
«Das suas mãos saem acordeões com assinatura própria que tocam por esse mundo fora», diz a Câmara de Tavira. José Domingos Horta já participou em alguns projetos, onde deu a conhecer esta sua arte, que podem ser vistos aqui aqui.
Esta visita faz parte do programa «Dieta Mediterrânica Todo o Ano» que promove atividades de salvaguarda desta dieta e tem como objetivo divulgar as múltiplas dimensões do estilo de vida e da paisagem cultural mediterrânica.
Assim, «pretende-se, na perspetiva da sustentabilidade (social, ambiental e económica), dar a conhecer as paisagens produtivas, os alimentos, os saberes-fazeres e as ameaças à sua continuidade, assim como explorar, experimentar e saborear», explica a autarquia tavirense.
O programa integra passeios de interpretação do território, demonstrações culinárias e nutricionais (as cozinhas mediterrânicas), mostras de filmes, oficinas de arte e artesanato, entre outras atividades em torno dos saberes-fazeres mediterrânicos.
As iniciativas, promovidas pelo Município de Tavira, contam com a colaboração dos habitantes locais e a parceria de outras instituições, integrando o saber empírico e o saber científico.
Esta visita orientada tem inscrição gratuita, mas obrigatória, que pode ser feita aqui.


www.sulinformacao.pt

VÍDEO - AGARREM-NO PELAS BOLAS GRITOU ACTIVISTA DA FEMEN NA INAUGURAÇÃO DE UMA ESTÁTUA DE CÊRA DE DONALD TRUM NO MUSEU DE CÊRA EM MADRID


Uma activista do movimento Femen boicotou esta terça-feira, 17 de Janeiro, a inauguração da estátua do Presidente eleito americano, Donald Trump, no museu de cera de Madrid. A mulher, nua da cintura para cima, tinha escrito no corpo "Grab Patriarchy by the Balls" (ou seja, agarrem a patriarcalismo pelas bolas).

Além da mensagem, a mulher aproximou-se da estátua de cera e agarrou as calças da figura de cera na zona dos órgãos genitais, juntando os actos às palavras. E, apesar das tentativas para retirá-la do local, conseguiu ainda manter-se o tempo suficiente para ser filmada por várias câmaras de televisão.

O protesto é uma resposta à conversa, que foi divulgada durante a campanha eleitoral para as presidenciais americanas, em que Trump fazia referência à sua postura em relação às mulheres, dizendo que o deixavam fazer o que quisesse por ser famoso, incluindo tocar-lhes nas partes íntimas.


No dia das eleições americanas, várias activistas da Femen estiveram na secção de voto de Donald Trump para marcar a sua indignação da mesma forma: em topless e com uma mensagem semelhante escrita no corpo.

O porta-voz do museu de cera de Madrid anunciou, entretanto, que vai ser reforçada a segurança no local. "Disse-lhe que me parece muito bem que se manifeste, mas não desta forma. Quando Trump vier pessoalmente, apareça e manifeste-se, mas não o faça com a estátua", revelou.



VÍDEO

video


www.sabado.pt

cantautor - Luis Pastor



VÍDEO


Cristas


ASSUNÇÃO CRISTAS REPRESENTA A MÁFIA TRAULITEIRA SEQUIOSA DE PODER ATRAVÉS DA VIOLÊNCIA E DA ESCRAVIDÃO SALAZARISTA.
MALCRIADA E ACREDITANDO TER SUCESSO COMO O SEU COMPARSA PAULINHO FACILMENTE PERDE A POSTURA E QUAL VACA COM CORNOS INVESTE LOUCA CONTRA TUDO E CONTRA TODOS OS QUE NÃO PERTENÇAM À ARENA ONDE SE EXIBE CONVENCIDA DE QUE ALGUÉM A OUVE À EXCEPÇÃO DOS SEUS DONOS.
António Garrochinho

A BELEZA DO MAIS PROFUNDO E ANTIGO LAGO DA TERRA. O LAGO BAIKAL

O Baikal é impressionante, tudo nele é superlativo. Contém em torno de 20% da água doce de degelo do planeta e com seus 1.680 metros de profundidade é o lago mais profundo e com o menor índice de turbidez do mundo. É tão volumoso que se TODOS os rios da terra depositassem as suas águas no seu interior, levaria pelo menos um ano para encher. O lago era conhecido como o Mar do Norte na China Antiga e com seus 636 km de comprimento e 79 km de largura é a maior superfície de água doce de toda a Ásia.

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A beleza do lago mais profundo e antigo da Terra: o Baikal 01
Segundo a fotógrafa russa Kristina Makeeva, durante o inverno, o gelo que cobre o lago atinge uma espessura de 1,5 ou 2 metros, motivo pelo qual é possível passear de carro de até 15 toneladas sobre ele. O gelo mostra diferentes padrões nas diferentes partes do lago por causa da água congelando-se camada por camada. É muito interessante ver peixes ou ramos no gelo, que é extremamente transparente. Ela conta que a transparência de suas águas permite ver até 40 metros de profundidade.

Ele segue coberto de gelo até maio, mas em abril já ninguém dirige sobre a camada devido ao gelo que começa a trincar constantemente e divide-se em diferentes áreas.

Há um rio que flui desde o lago, o Angara. A lenda diz que Baikal tinha 336 filhos (afluentes) e uma filha, Angara. Todos os rios acabavam no Baikal para lhe dar água, mas Angara se apaixonou por Yenisei, rio onde deságua, e começou a roubar água do lago para dar a seu amante. Como vingança, seu pai rolou uma enorme rocha para a foz e a amaldiçoou. Esta rocha é considerada o princípio do Angara.

Kristina Makeeva e suas fotos magistrais já são velhas conhecidas do MDig. Se quiser ver mais de seu trabalho visite seu site ou então seu Instagram.
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A beleza do lago mais profundo e antigo da Terra: o Baikal 17
www.mdig.com.br

17 de Janeiro de 1899: Nasce Al Capone, gângster norte americano


Gângster norte-americano, Alphonsus Gabriel Capone, que ficou conhecido por Al Capone, nasceu a 17 de Janeiro de 1899 em Brooklyn, Nova Iorque, no seio de uma família de imigrantes italianos que havia chegado aos Estados Unidos da América em 1894, e faleceu a 25 de Janeiro de 1947, na Florida. Também ficou conhecido por Scarface devido a uma cicatriz que tinha na cara.

Al Capone teve uma infância problemática e pertenceu a dois gangs de rua. Aos 14 anos foi expulso da escola por ter agredido um professor.


Depois trabalhou para o gângster Frankie Yale, que em 1919 o enviou para Chicago, onde, dois anos mais tarde, Capone se tornou no braço-direito de John Torrio. Este era o mentor de Yale e acabou por se retirar dos negócios depois de ter sido vítima de uma tentativa de assassinato por parte de membros de um grupo rival de gângsters.



Capone passou então a liderar os negócios da organização criminosa que rapidamente se expandiu, estendendo a sua actividade a outras cidades norte-americanas. O crescimento do gang deu-se, sobretudo, entre 1925 e 1930 em actividades como apostas ilegais, casas de jogos, clubes nocturnos, casas de prostituição, destilarias e cervejarias.





O primeiro assassinato atribuído a Capone ocorreu em 1923, quando terá abatido a tiro um homem que andava a incomodar um amigo seu.





A 28 de Fevereiro de 1929 ocorreu, a mando de Capone, o mais sangrento incidente entre bandos rivais. Determinado a eliminar o gângster Bugs Moran, enviou um grupo de homens mascarados de polícias para preparar uma cilada. Acabaram por ser abatidos seis homens de bandos rivais, mas Moran escapou por ter chegado atrasado. O caso ficou conhecido por Massacre de São Valentim.




Para tentar disfarçar a faceta de criminosos, Al Capone fazia donativos para escolas, dava boas gorjetas e convivia com jornalistas. Tentou ainda, através de uma reunião com os principais líderes de gangs de Chicago, chegar a um acordo para diminuir os índices de violência da cidade. Mas as tréguas só duraram dois meses,




Apesar de ser uma pessoa extremamente violenta e de estar associado a crimes de sangue, Capone foi condenado a onze anos de prisão, em 1931, por fuga aos impostos. O combate a Capone foi liderado pelo polícia Elliot Ness, que comandava um grupo a quem chamaram "Os Intocáveis".




Oito anos mais tarde, a pena foi revista e o gângster deixou a prisão devido ao seu debilitado estado de saúde, já que sofria de sífilis e de distúrbios mentais. Ainda apresentou algumas melhorias a partir de 1942, altura em que começou a ser tratado com penicilina, mas o seu estado mental estava irremediavelmente afectado.




A vida de Al Capone inspirou diversos realizadores de cinema e actores como Robert de Niro, Ben Gazzara, Rod Steiger e William Forsythe representaram o gângster. Capone foi também personagem no álbum Tintim na América, tendo sido a única vez em que apareceu uma personagem real num álbum do herói criado por Hergé.





Al Capone. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. 
wikipedia (Imagem)


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Al Capone
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Al Capone

17 de Janeiro de 1995: Morre o escritor Miguel Torga, pseudónimo do médico Adolfo Coelho da Rocha

Pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha e autor de uma produção literária vasta e variada, nasceu em S. Martinho de Anta, Vila Real, a 12 de agosto de 1907, e morreu em Coimbra, a 17 de janeiro de 1995. 

Depois de ter trabalhado no Brasil, entre os 13 e os 18 anos (experiência que viria ser evocada na série de romances de inspiração autobiográfica Criação do Mundo), Adolfo Correia da Rocha regressou a Portugal, vindo a licenciar-se em Medicina. Durante os estudos universitários, em Coimbra, travou conhecimento com o grupo de escritores que viriam a fundar a Presença, chegando a publicar nas edições da revista o seu segundo volume de poesia, Rampa. Em 1930, depois de assinar, com Edmundo de Bettencourt e Branquinho da Fonseca, uma carta de dissensão enviada à direção da publicação coimbrã, co-funda as efémeras revistas Sinal e Manifesto. Não obstante a passagem pelo grupo presencista, no momento da suas primícias literárias, Miguel Torga assumirá, ao longo dos cerca de cinquenta títulos que publicou - frequentemente em edições de autor e à margem de políticas editoriais - uma postura de independência relativamente a qualquer movimento literário. Os seus textos poéticos, numa primeira fase, abordaram temas bucólicos, a angústia da morte, a revolta, temas sociais como a justiça e a liberdade, o amor, e deixaram transparecer uma aliança íntima e permanente entre o homem e a terra.

Na poesia, depois de algumas coletâneas ainda imbuídas de certo dramatismo retórico editadas no início dos anos trinta, a publicação dos volumes onde ostenta já o pseudónimo Miguel Torga - segundo Pilar Vásquez Cuesta (cf. Revista de Ocidente, agosto de 1968), esta invenção pseudonímica simboliza, pela analogia com a urze, a obrigação de constância, firmeza e beleza que o artista deve manter, por mais adversas que sejam as estruturas pessoais e históricas em que se move, ao mesmo tempo que "a escolha do nome Miguel responde ao propósito de acrescentar um novo elo lusitano a toda uma cadeia espanhola (Miguel de Molinos, Miguel de Cervantes, Miguel de Unamuno) de pensamento combativo e rebelde" - como Lamentação (1934), O Outro Livro de Job (1936), Libertação (1944), Odes (1946), Nihil Sibi (1948), Cântico do Homem (1950), Penas do Purgatório (1954), Orfeu Rebelde (1958), Câmara Ardente (1962) ou Poemas Ibéricos (1965), firmam uma poesia que é "fundamentalmente a busca da fidelidade no Terrestre, a busca da aliança sem mácula do homem com o Terrestre; a busca da inteireza do homem no Terrestre" (ANDERSEN, Sophia de Mello Breyner, cit. in Boletim Cultural do Serviço de Bibliotecas Itinerantes e Fixas da Fundação Calouste Gulbenkian, n.º 10, dedicado a Miguel Torga, maio de 1988, p. 72). Ancorada no húmus natal, essa poesia dá também conta de uma "ambição de absoluto" que, para Torga, deve "permanecer como simples acicate, pura aspiração, porque o homem tem de realizar-se no relativo, a sua felicidade possível está no relativo, logo na contradição, na luta, numa esperança desesperada", não renegando "essa condição dramática de homem, besta e espírito, egoísmo e entrega generosa" (COELHO, Jacinto do Prado, cit. ibi., p. 72). Na prosa, obras como Bichos, Contos da Montanha eNovos Contos da Montanha marcaram, até aos nossos dias, sucessivas gerações de leitores que aí se deslumbraram com uma fusão entre o homem, o mundo animal e o mundo natural, vazada numa prosa "a um tempo sortílega e enxuta, despegada do efémero, agarrada ao concreto" (cf. MOURÃO-FERREIRA, David - "Miguel Torga e a Respiração do Mundo, ibi., p. 8). 

No domínio narrativo, a sua bibliografia contém ainda os seis volumes da ficção de inspiração autobiográficaCriação do Mundo e os dezasseis volumes do Diário, onde compaginam textos de vários géneros, desde os poemas e da reflexão cultural e ideológica, ao testemunho subjetivo de acontecimentos históricos, a notas tomadas nas inúmeras digressões pelo país. A sua bibliografia conta ainda com algumas páginas de intervenção cívica ou de ensaísmo como Fogo Preso ou Traço de União, bem como quatro títulos de teatro. Prevalecendo em qualquer dos géneros que cultivou "uma obsessão metafísica da liberdade" (a expressão é de Jesús Herrero, emMiguel Torga, Poeta Ibérico (cit. Ibi., p. 73), atestada biograficamente, durante a longa ditadura salazarista, por uma rebeldia que lhe valeu a apreensão e interdição de várias obras, bem como a proibição de saída do país e o levantamento de obstáculos ao exercício da sua atividade profissional, para David Mourão-Ferreira (Saudação a Miguel Torga, cit. ibi, p. 75), "O que há [...] de absolutamente invulgar, porventura único, no caso de Miguel Torga é a circunstância de ele ser, cumulativamente, quer como poeta, quer como prosador, um indivíduo inconfundível, um telúrico padrão e um cívico expoente da própria Pátria, um artístico paradigma da língua em que se exprime, um predestinado legatário de valores culturais em permanente abalo sísmico, um atento recetor e um sensível transmissor dos inúmeros problemas - quantos deles talvez indissolúveis - do Homem de todos os quadrantes, ora considerado na moldura dos condicionalismos que o cerceiam, ora ainda mais frequentemente entendido sb specie aeternitatis". É nesta medida que Fernão de Magalhães Gonçalves (Ser e Ler Torga, cit. ibi., p. 76) considera o modo como a obra de Miguel Torga "é progressivamente estruturada por três discursos ou níveis de sentido que evoluem através de fenómenos de divergência e de convergência numa suscitação dialética que põe a nu o movimento das elementares componentes dramáticas da natureza humana: o apelo da transcendência(discurso teológico), o fascínio telúrico (discurso cósmico) e o imperativo da liberdade (discurso sociológico)". Naquele que ainda é um dos mais profundos estudos sobre Miguel Torga, Eduardo Lourenço refere-se, percorrendo os vários níveis da sua matéria poética (incidindo particularmente na relação com o presencismo, na problemática religiosa e no sentimento telúrico que a percorre), a um "desespero humanista" que, partindo da "espécie de indecisão e luta que nela se trava entre um conteúdo que devia fazer explodir a forma e todavia se consegue moldar nela", "É humanista por ser filho da intenção mil vezes expressa na obra de Miguel Torga de confinar a realidade humana unicamente no Homem e na sua aventura cósmica, embora a presença mesma desse desespero testemunhe que essa intenção não encontra no espírito total do poeta uma estrada luminosa e larga. Como a todos os lugares reais ou ideais em que o homem busca a salvação, conduz a este humanismo [...] a porta estreita de uma agonia pessoal" (LOURENÇO, Eduardo - "O Desespero Humanista em Miguel Torga", inTempo e Poesia, Porto, editorial Inova, 1974, p. 123). Proposto por duas vezes para Nobel da Literatura (1960 e 1978), a sua obra e a sua personalidade constituíram um referente cultural a nível nacional e internacional, tendo recebido, em vida, os Prémios Montaigne (1981), Camões (1989), Vida Literária (da Associação Portuguesa de Escritores, em 1992), o Prémio de Literatura Écureuil (do Salão do Livro de Bordéus, em 1991) e o Prémio da Associação Internacional de Críticos Literários, em 1994.

Miguel Torga. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. 
wikipedia (Imagem)



Ficheiro:Miguel Torga.jpg
Miguel Torga, por Bottelho

Aos Poetas

Somos nós 
As humanas cigarras. 
Nós, 
Desde o tempo de Esopo conhecidos... 
Nós, 
Preguiçosos insectos perseguidos. 

Somos nós os ridículos comparsas 
Da fábula burguesa da formiga. 
Nós, a tribo faminta de ciganos 
Que se abriga 
Ao luar. 
Nós, que nunca passamos, 
A passar... 

Somos nós, e só nós podemos ter 
Asas sonoras. 
Asas que em certas horas 
Palpitam. 
Asas que morrem, mas que ressuscitam 
Da sepultura. 
E que da planura 
Da seara 
Erguem a um campo de maior altura 
A mão que só altura semeara. 

Por isso a vós, Poetas, eu levanto 
A taça fraternal deste meu canto, 
E bebo em vossa honra o doce vinho 
Da amizade e da paz. 
Vinho que não é meu, 
Mas sim do mosto que a beleza traz. 

E vos digo e conjuro que canteis. 
Que sejais menestréis 
Duma 
gesta de amor universal. 

Duma epopeia que não tenha reis, 
Mas homens de tamanho natural. 


Homens de toda a terra sem fronteiras. 
De todos os feitios e maneiras, 
Da cor que o sol lhes deu à flor da pele. 
Crias de Adão e Eva verdadeiras. 
Homens da torre de Babel. 


Homens do dia-a-dia 
Que levantem paredes de ilusão. 
Homens de pés no chão, 
Que se calcem de sonho e de poesia 
Pela graça infantil da vossa mão. 


Miguel Torga, in 'Odes'

Não basta não assinar o "acordo", é preciso demonstrar na prática que de facto se está contra ele!


Não basta não assinar o "acordo", é preciso demonstrar na prática da luta concreta pela defesa dos interesses economicos, laborais e sociais dos trabalhadores e do povo pobre que de facto se está de facto contra ele.

Arménio Carlos diz que .a seu ver, este acordo “confirma o incentivo que o Governo está a dar à
contratação de trabalhadores com o salário mínimo, ao bloqueamento da contratação coletiva e à manutenção da precariedade”.

"Além disso, dá azo à “construção de um caminho para se eternize a redução da TSU para as entidades patronais (foi assim em 2014, 2016 e agora)”...sublinhou ainda, que “o acordo discutido e finalizado na concertação social foi alterado: Dizia que competia ao Orçamento do Estado (OE) assumir as responsabilidades para suportar a redução da TSU, mas o que o atual projeto de lei diz é que esse suporte será assegurado em 50% pela Segurança Social e 50% pelo OE”.

A opinião de A.Carlos não só é Inteiramente correcta, como prova a demagogia e falsidade das posições do BE e do PCP agora assumidas quanto a esta matéria, já que anteriormente as tinham votado favoravelmente em votação final do OE para 2017

Por outro e para que não aconteça como em 2014, 2016, e ao contrário da sua prática anterior onde a CGTP se limita apenas a votar contra, e depois a abandonar as suas reivindicações, é necessário que a CGTP não seja a outra face da moeda onde consta a UGT e não continue por essa via e demonstre na prática que de facto está contra "acordo", e que continua a exigir os míseros 600 euros que propôs e o desbloqueamento dos salários, das carreiras profissionais, pelos aumento das pensões a partir de janeiro e igual para todas as pensões minimas, contra o trabalho precário e falsos recibos verdes, o desemprego e pela revogação das medidas laborais levadas a cabo pelo anterior governo PSD/CDS que tão do agrado da classe capitalista é, para tal mobilizar e elevar a consciência dos trabalhadores acerca das politicas de recuperação capitalista do actual governo capitalista PS, e partir para novas lutas, até que o governo e a classe patronal cedam às reivindicações dos trabalhadores e que as tais medidas previstas favoráveis ao patronato, não sejam suportadas pela via OE ou pelos fundos da Segurança Social.


el.comunista

O Titanic Partiu: Sinais de Alerta Apontam para o Perigo em 2017


Apesar de nossos melhores esforços, nós dentro do estado policial americano, parecemos estar presos na repetição, revivendo o mesmo conjunto de circunstâncias repetidamente: flagrante de vigilância, revistas, tiroteios da polícia com cidadãos desarmados, espionagem do governo, censura, represálias de prisões, criminalização de atividades legais, belicismo, detenções indefinidas, invasões de equipes da SWAT, confisco de bens, etc.

Infelizmente, como uma nação, nos tornamos tão dessensibilizados aos atos de violência do governo, tão acostumados a relatos de corrupção governamental e tão anestesiados com as visões e os sons da América Corporativa marchando em sintonia com o estado policial que poucos parecem prestar atenção nos sinais de advertência gritando a mensagem: Perigo à Frente.

Lembre-se, o Titanic recebeu pelo menos quatro avisos de outros navios sobre a presença de icebergs em seu caminho, com o último aviso emitido uma hora antes do desastre atingido. Todos os quatro avisos, foram ignorados.

Como o Titanic, estamos avançando para um futuro cheio de perigos ocultos e não tão escondidos. Nós também fomos advertidos amplamente, apenas ignorando uma cacofonia cuidadosamente coreografada de ruído político, distrações culturais e notícias de entretenimento - o que os romanos chamavam de "pão e circo" - orientado para manter o povo americano polarizado, pacificado e facilmente manipulado.

No entanto, ainda há perigo à frente. O perigo para nossa república permanece o mesmo.

Enquanto uma burocracia permanente, não eleita - também conhecida como o governo das sombras - continua a pedir por tiros nos corredores do poder e o alcance do estado policial continua a se expandir, a crise não tem sido evitada.

Aqui está um vislumbre de alguns dos programas do governo nefasto que estaremos enfrentando em nossa jornada através das águas traiçoeiras de 2017.


Quarentenas obrigatórias sem o devido processo ou consentimento informado: Sob uma nova regra proposta pelo Centros de Controle e Prevençao de Doenças (CDC),
os agentes do governo terão poderes para deter por tempo indeterminado qualquer viajante que seja suspeito de constituir um risco médico para os outros, sem fornecer uma explicação, submetê-los a exames médicos sem seu consentimento, e realizar tais detenções e quarentenas sem qualquer tipo de processo ou revisão judicial.

Avaliações de saúde mental feita por pessoal de natureza não médica: Como resultado de um esforço nacional para treinar um amplo espectro dos chamados "guardiões", como pastores, professores, cabeleireiros, garçons, policiais e paramédicos em treinamento em primeiros socorros de saúde mental, mais os americanos vão correr o risco de serem denunciados por pessoal não-médico e detidos por terem problemas de saúde mental.

Chips de localização para os cidadãos: A dinâmica está sendo construída para que o governo seja capaz de rastrear os cidadãos, quer através do uso de chips RFID incorporados em um cartão de identidade nacional, ou através de chips microscópicos embutidos em sua pele. Em dezembro de 2016, a Câmara dos Representantes esmagadoramente aprovou a legislação que permite a polícia rastrear os indivíduos que sofrem de algum tipo de deficiência mental, tais como a doença de Alzheimer ou autismo, por meio de chips implantados.

Treinamento militar para lidar com os movimentos anti-establishment em megacidades: O futuro, de acordo com um vídeo de treinamento do Pentágono, será militarista, distópico e longe de ser amigável para a liberdade. De fato, se esta peça de propaganda do governo que está sendo usada para treinar forças especiais for verdadeira, a única coisa que pode salvar o mundo da anarquia absoluta - aos olhos do governo, pelo menos - é o exército trabalhando em conjunto com a polícia local. O vídeo confirma o que eu tenho advertido há tanto tempo: aos olhos do governo dos EUA e seus capangas, o campo de batalha do futuro é em frente da casa americana.

Censura do governo de qualquer coisa que se classifique como desinformação:
  A lei de Autorização de Defesa Nacional deste ano, que aloca $619 bilhões para a guerra e para os gastos militares, não só permite que os militares detenham indefinidamente cidadãos americanos, colocando-os fora do alcance da Constituição, mas também direciona o Departamento de Estado para estabelecer um centro nacional de anti-propaganda para "contra a desinformação e a propaganda". Traduzindo: o governo pretende reprimir qualquer tentativa de exercer os seus direitos da Primeira Emenda, ao expor irregularidades do governo, enquanto persiste em futilidades sua própria marca de notícias falsas.

Avaliações de ameaças: 
 Os agentes-governamentais com a ajuda de olhos e ouvidos automatizados, um arsenal crescente de software de alta tecnologia, hardware e técnicas, a propaganda do governo que incita os americanos a se transformarem em espiões e informantes, bem como a mídia social e o software de detecção de comportamento - estão tecendo uma teia de aranha pegajosa de avaliações de ameaças, avisos de detecção de comportamento, sinalizando "palavras" e "suspeitos" relatórios de atividades destinadas a partilharem os potenciais inimigos do estado. É o estado policial americano enrolado em um opressivo pacote de pré-crime e pré-pensamento de crime.

Guerra ao dinheiro: O governo e seus parceiros corporativos estão engajados em uma campanha coordenada para acabar com grandes contas, e deslocar os consumidores no sentido de um modo digital de comércio que pode ser facilmente controlado, monitorado, tabelado, com dados recolhidos, hackeado, desviado e confiscado quando conveniente. Como o economista Steve Forbes conclui: "A verdadeira razão para esta guerra contra o dinheiro - eles começam com as grandes contas e, em seguida, vão descendo - é uma feia tomada de poder feita pelo Grande Governo. As pessoas terão menos privacidade: o comércio eletrônico torna mais fácil para o Big Brother ver o que estamos fazendo, tornando mais simples proibir as atividades que não lhe agrada, como a compra de sal, açúcar, grandes garrafas de refrigerante e Big Macs."

Vigilância expansiva:
 Se você está andando por uma loja, dirigindo seu carro, verificando o e-mail, ou falando com amigos e familiares ao telefone, você pode ter certeza que alguma agência do governo, seja a NSA ou alguma outra entidade, estará escutando e rastreando seu comportamento. Isso nem sequer começa a tocar nos rastreadores corporativos que trabalham para o governo para monitorar suas compras, navegação na web, postagens no Facebook e outras atividades que ocorrem na esfera cibernética. Em tal ambiente,  nós somos todos suspeitos de ser espionados, pesquisados, digitalizados, revistados, monitorados, controlados e tratados como se nós fossemos, potencialmente culpados de algum delito ou outra coisa.

Polícia militarizada:  Os americanos estão encontrando suas comunidades outrora pacíficas transformadas em postos militares, completas com tanques, armas e outros equipamentos projetados para o campo de batalha. Agora, o Departamento de Segurança Interna, o Departamento de Justiça e o FBI, estão se preparando para tornar os policiais da nação em tecno-guerreiros, com scanners de íris, scanners corporais, dispositivos de imagem térmica Doppler, programas de reconhecimento facial, leitores de placas, software de exploração de telefone celular, dispositivos Stingray e muito mais.

Tiroteios policiais com cidadãos desarmados:
  Em grande parte devido à militarização da agências policiais locais, não passa uma semana sem mais relatórios de incidentes de arrepiar os cabelos feitos pela polícia, imbuídos de uma atitude impiedosa e uma abordagem de campo de batalha para com as comunidades, nas quais servem. De fato, como um relatório especial do The Washington Post revela, apesar de maior consciência de má conduta policial, o número de disparos fatais por oficiais de 2016, manteve-se praticamente inalterado em relação ao ano anterior.

Falsas bandeiras e ataques terroristas:  Apesar da propaganda infinita do governo sobre a ameaça do terrorismo, as estatísticas mostram que você tem 17.600 vezes mais probabilidades de morrer de doença cardíaca do que por um ataque terrorista. Você tem 11.000 vezes mais probabilidade de morrer de um acidente de avião, do que de um plano terrorista envolvendo um avião. Você tem 1.048 vezes mais probabilidade de morrer de um acidente de carro, do que um ataque terrorista. Você é 404 vezes mais propenso a morrer em uma queda, do que a partir de um ataque terrorista. E você tem  8 vezes mais probabilidade de ser morto por um policial do que por um terrorista.

Guerras sem fim para manter o império militar dos EUA empregado:  O complexo industrial militar que tem defendido que os EUA continuem em guerra, ano após ano, é a própria entidade que irá continuar a lucrar o máximo com o império militar em expansão nos EUA. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos é o maior empregador do mundo, com mais de 3,2 milhões de trabalhadores. Até agora, o contribuinte norte-americano tem desembolsado mais de  $1,6 trilhões para financiar as guerras no Afeganistão e no Iraque. Quando você adiciona os esforços militares no Paquistão, bem como o custo vitalício de cuidados de saúde para veteranos deficientes e juros sobre a dívida nacional, esse custo sobe para 4.4 trilhões de dólares.

As tentativas do governo para identificar, apontar e punir os chamados "extremistas" domésticos:  o programa anti-extremismo do governo será, em muitos casos, utilizado para renderizar outra forma legais, atividades não-violentas como potencialmente extremista. Para este fim, a polícia identificará, monitorará e desincentivará os indivíduos que exibem, expressam ou se engajam em qualquer coisa que possa ser interpretada como extremista, antes que eles possam se tornar ameaças reais. Isso é pré-crime em uma escala ideológica.

Ataques da equipe da SWAT:  Mais de 80% das comunidades americanas têm suas próprias equipes da SWAT, com mais de 80.000 dessas incursões paramilitares sendo realizadas a cada ano. Isso se traduz em mais de 200 ataques da equipe da SWAT todos os dias em que a polícia arromba portas, danifica a propriedade privada, mata cidadãos, aterroriza adultos e crianças, mata animais domésticos, ataca ou atira em qualquer pessoa que seja percebida como ameaçadora - e frequentemente persegue alguém meramente suspeito de um crime, geralmente por uma pequena quantidade de drogas.

Perda da propriedade privada:
  A propriedade privada significa pouco numa época em que as equipes da SWAT e outros agentes do governo podem invadir sua casa, quebrar suas portas, matar seu cão, ferir ou matar você, danificar o seu mobiliário e aterrorizar sua família. Da mesma forma, se os funcionários governamentais podem multá-lo e prendê-lo por plantar hortaliças em seu quintal, orar com amigos em sua sala de estar, instalar painéis solares em seu telhado e criar galinhas em seu quintal, você não será mais dono de sua propriedade.

Supercriminalização:  A tendência do governo para a militarização e a supercriminalização, nas quais a rotina, comportamentos cotidianos se tornam alvos de regulação e proibição, resultou em americanos sendo presos por fabricação e venda de queijo de cabra não pasteurizado, cultivar certos tipos de orquídeas, alimentar uma baleia, fazer estudos bíblicos em suas casas, e pegar seus filhos na escola.

Revistas e degeneração da integridade corporal: As decisões da corte que minam a Quarta Emenda e que justificam revistas invasivas, nos deixaram impotentes contra os poderes da polícia para forçar o derramamento de sangue, forçosamente tomando nosso DNA, nos revistam e nos investigam intimamente. Crescem o número de indivíduos - tanto homens como mulheres - sendo submetidos ao que é essencialmente violado pelo governo que é sancionado pela polícia no exercício de "rotina" das abordagens.

Drones:
  Conforme as corporações e as agências governamentais igualmente se preparam por sua parte na próxima invasão de drones - espera-se que pelo menos 30.000 drones ocupem o espaço aéreo dos EUA em 2020, dando início a uma indústria de US$30 bilhões por ano -  o que não será muito antes dos cidadãos americanos virem-se como sendo os alvos destes dispositivos. Os drones - veículos aéreos não tripulados - virão em todas as formas e tamanhos, desde drones de tamanho nano, tão pequenos quanto um grão de areia que podem fazer tudo, desde conduzir a vigilância, até detonar cargas explosivas, a drones de tamanho médio que podem entregar pizzas aos muitos "caçadores/assassinos" navios de guerra Predator que desencadeiam poder de fogo.

Prisões: As prisões dos EUA, que abrigam o maior número de presos do mundo e continuam a crescer, tornaram-se empresas que fazem dinheiro para as empresas privadas que administram as prisões em troca de estados que concordam em manter uma taxa de ocupação de 90% por pelo menos 20 anos. E como você mantém as prisões cheias? Ao aprovar leis destinadas a aumentar a população prisional, incluindo a imposição de penas de prisão perpétua às pessoas que cometeram crimes menores ou não-violentos, como roubar gasolina.

Censura: As atividades da Primeira Emenda estão sendo atacadas, esmurradas, chutadas, sufocadas, acorrentadas e, geralmente, amordaçadas em todo o país. Zonas de liberdade de expressão, zonas de protestos, zonas de invasão, legislação anti-bullying, políticas de tolerância zero, leis de crimes de ódio e uma série de outras doenças legalistas imaginadas por políticos e promotores, conspiraram para corroer nossas liberdades fundamentais. As razões para tal censura variam muito desde regularidade das preocupações de segurança política e intimidação para crimes de segurança e de ódio nacional, mas o resultado final é o mesmo: a erradicação completa do que Benjamin Franklin referiu como o "principal pilar de um governo livre."

Fascismo: Como uma pesquisa da Universidade de Princeton indica, nossos representantes eleitos, especialmente os da capital do país, representam os interesses dos ricos e poderosos em vez do interesse do cidadão médio. Não somos mais uma república representativa. Com as Grandes Empresas e o Grande Governo tendo fundido-se em um estado corporativo, o presidente e seus homólogos do estado - os governadores - tornaram-se pouco mais do que CEOs do Estado Corporativo, que dia a dia estão assumindo mais controle do governo sobre nossas vidas. Nunca antes os americanos médios tiveram tão pouca palavra no funcionamento de seu governo e menos acesso a seus chamados representantes.

James Madison, o pai da Constituição, definiu isso melhor quando advertiu: "Soe o alarme no primeiro experimento com liberdades." Qualquer pessoa com até mesmo um conhecimento casual sobre os eventos atuais, sabe que a primeira experiência sobre nossas liberdades aconteceu há muito tempo.

Estamos rapidamente passando pelo ponto de não retorno quando se trata de restaurar nossas liberdades. Pior, como eu deixei claro em meu livro, Battlefield America: The War on the American People, nós mal podemos ver o velho EUA com seus princípios e valores revolucionários em favor da independência no espelho retrovisor. A única realidade que as gerações emergentes conhecerão, é aquela construída para elas pelos poderosos, e você pode ter certeza de que não será uma realidade que favoreça a individualidade, a liberdade ou qualquer coisa ou alguém que desafie o status quo.

Como um conselheiro sênior para George W. Bush observou: "Nós somos um império agora, e quando agimos, criamos nossa própria realidade. E enquanto você está estudando essa realidade - judiciosamente - vamos agir novamente, criando outras novas realidades, que você pode estudar também, e é assim que as coisas vão se resolver. Somos atores da história. . . e vocês, todos vocês, ficarão apenas para estudar o que fazemos ".

Em outras palavras, o governo tem operado dez passos à frente há algum tempo, e ainda temos que recuperar o atraso, sem falar em retomar o fôlego enquanto as marés da mudança se arremessam à nossa volta.

É melhor apertar o cinto de segurança, pessoal, porque nós podemos ter momentos difíceis em 2017.

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