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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Redes sociais tramam oficial da GNR corrupto


Foram as denúncias anónimas e até as redes sociais que tramaram o tenente-coronel Jorge Ferrão e os outros 17 arguidos que começam a ser julgados, esta segunda-feira, no Tribunal de Portalegre acusados de crimes de corrupção. 

O oficial era chefe de um esquema para onde arrastou outros três militares. A troco de informações aos empresários da região sobre a localização das ações de fiscalização, o tenente-coronel era pago com vinho, azeite, almoços e jantares. 

Segundo a acusação, Jorge Ferrão, também conhecido no grupo como ‘padrinho’, chegou ainda a receber perfumes e a usufruiu de serviços sexuais pagos por um dos empresários. Muitos desses jantares reuniram os principais arguidos. 

E até foram registados com fotos que publicaram nas redes sociais. À investigação da Unidade de Ação Fiscal de Évora da GNR não passou também despercebida nas páginas do Facebook dos arguidos a ostentação de roupas de marca e viaturas de alta cilindrada. O oficial da GNR Jorge Ferrão, os guardas Joaquim Santos e Joaquim Camilo e o produtor de azeite António Louro estão presos desde 19 de janeiro de 2016. 

O empresário Luís Fernandes e a mulher foram restituídos à liberdade. Hoje sentam-se no banco dos réus, assim como produtores de queijos, frutas e hortícolas.

VÍDEO
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