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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

MATEMÁTICA DE PADARIA


JURAM ?



JURAM?!!!
Foi mesmo isso o que CADA PORTUGUÊS gastou?!!!
Não tenho nem pretensão, nem legitimidade, nem mandato para tomar por minhas as dores dos desempregados que já nem subsídio de desemprego têm, nem dos pensionistas pobres, nem dos pobres em geral, nem dos milhares de “sem-abrigo”… mas se há coisa que me tira do sério, são estas estatísticas IMBECIS.
Samuel Quedas

A ÚNICA VERDADE


O ilusionista francês Lindzee Poi dá mostras de seu grande talento e habilidades malabarísticas

O ilusionista francês Lindzee Poi dá mostras de seu grande talento e habilidades malabarísticas neste número que permite desfrutar de uma ilusão ótica chamada Amelymel. O efeito dos anéis que se movem, mas não, é muito bem feito. Eu tentei descobrir do que se trata esta tal de ilusão "amelymel" e toda informação na rede remete a este vídeo. De modo que provavelmente é uma ilusão criada por ele.

Atentos para o fato de que não há nenhuma edição: ele cria a ilusão somente manipulando os quatro anéis brancos. Para o meu olho destreinado, é difícil acreditar que ele esteja fazendo tal arte enquanto suas mãos e pulsos parecem se mover tão pouco durante a apresentação. Mas acho que é isso que o torna tão bom.

VÍDEO

Se você gostou do malabarismo de Lindzee Poi, te convido a ver Gustavo Ollitta manipulando um par de buugengs, objetos em forma de 'S' que são girados e manipulados usando uma série de técnicas para criar uma ilusão de óptica conhecida como "caleidoscópio visual".

VÍDEO




www.mdig.com.br

A pintura de Alexey Chernigin


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MANIFESTO ANTI-LEITURA




José Fanha nasceu em Lisboa e licenciou-se em arquitectura. Porém, é muito mais conhecido como inspirado poeta e declamador, animador cultural por excelência, criativo por vocação, interventivo até dizer basta. É autor de contos e de poesias para crianças, dramaturgo e actor. Foi professor do ensino secundário, é mestre em  Educação e Leitura e doutorando na área da História da Educação e da Cultura Escrita.
Tendo como modelo e inspiração o Manifesto Anti-Dantas, célebre texto de Almada Negreiros onde, pela mordaz ironia, este zurze o academismo e o tradicionalismo instalados, sobretudo na pessoa e na obra do escritor Júlio Dantas, José Fanha construiu o Manifesto Anti-Leitura, igualmente corrosivo e irreverente, sobretudo nestes tempos em que a crise serve de desculpa para oficialmente a cultura ser posta em causa.
Este texto foi publicamente apresentado sob o patrocínio da Rede de Bibliotecas Municipais de Lisboa, durante a II Arruada da Leitura, que teve lugar no dia 21 de Abril de 2012. Na tarde desse dia, ao fundo da Rua do Carmo, em Lisboa, o actor Manuel Coelho, do Teatro Nacional D. Maria II, declamou o Manifesto Anti-Leitura.
Pelo seu óbvio interesse e oportunidade, e com a justa e devida vénia para com o seu autor, aqui se partilha esta magnífica criação de José Fanha.

Direitos Humanos em Cuba e nos EUA (2)


Cuba é constantemente estigmatizada sobre a questão dos direitos humanos, porém uma comparação dos relatos da Amnistia Internacional pulveriza a narrativa dos media..


A população prisional atinge nos EUA 2, 2 milhões de pessoas, mais de 80.000 mantidos em condições de privação física e exclusão social, segundo a AI. Em 2015 foram executadas 28 pessoas, incluindo um homem de 74 anos e uma mulher; 3 000 pessoas "estavam em situação de condenadas à  morte." Um deficiente mental, Warren Hill, foi também executado – o que torna a sua execução anticonstitucional.


Em Cuba a AI não relata, designadamente, casos de violação dos direitos dos refugiados e migrantes (França, EUA), tratamento desumano (França, EUA), atos de violência e maus-tratos cometidos por forças de segurança (França, EUA), discriminação contra minorias (França, EUA), discriminação contra transgéneros (França, EUA) impunidade para autoridades responsáveis por crimes (EUA), desaparecimento forçado (Estados Unidos), tortura e outros maus-tratos cruéis, desumanos e degradantes (EUA), brutalidade policial (EUA), homicídios cometidos pelas forças da ordem (EUA), pessoas privadas de alimentos, água potável e assistência médica (EUA) violação repetida dos direitos das mulheres de minorias e privação de serviços básicos (EUA), ataques contra o direito das mulheres de dispor livremente do seu corpo (EUA), prisioneiros em condições de privação física e exclusão social, (EUA).


À luz desta comparação, é difícil para os EUA (ou a França, diz Serge Lamrani) atuarem como promotores de justiça sobre questões de direitos humanos em Cuba. A comparação dos diferentes relatórios da AI mostra que Cuba tem um currículo bem melhor que o seu principal detrator, os EUA. Nem a França, nem os Estados Unidos, têm autoridade moral para se erigirem em juízes.


É importante lembrar que os relatórios da AI não abordam questões econômicas e sociais, direitos humanos fundamentais - tais como o acesso à comida, habitação, segurança, educação, saúde, cultura, desporto, lazer, áreas em que Cuba se destaca em todas as organizações das Nações Unidas relativamente ao seu sistema de proteção social, como o exemplo a seguir. Por exemplo, de acordo com a UNICEF, Cuba é o único país da América Latina e do Terceiro Mundo que conseguiu erradicar a desnutrição infantil. Isto apesar do criminoso boicote e sanções de que é vítima.


Os relatórios da AI contradizem o discurso ocidental sobre Cuba, que fornecem informação parcial, tendenciosa e sem qualquer perspetiva da situação cubana com o resto do mundo, os media ao invés de informar o público, induzem em erro, através da construção de uma imagem de Cuba que não coincide com a realidade.



Nota: Como dissemos na primeira parte: “Este texto é dedicado ao BE grande defensor dos direitos humanos – mas só nos países (os “regimes”) visados pela NATO, CIA e congéneres…”



foicebook.blogspot.pt

11 de Janeiro de 1890: A Inglaterra apresenta o ultimato a Portugal sobre os direitos territoriais do Mapa Cor-de-rosa, área entre Angola e Moçambique.


O Ultimato consistiu num telegrama enviado ao governo português pelo governo inglês, chefiado pelo primeiro ministro, Lord Salisbury, entregue  a 11 de janeiro de 1890. A missiva exigia a retirada imediata das forças militares portuguesas mobilizadas nos territórios entre Angola e Moçambique. Esses territórios correspondem aos atuais Zimbabwe e Malawi. Caso a exigência não fosse acarretada por Portugal, a Inglaterra avançaria com uma intervenção militar.Na segunda metade do século XIX, a Europa conheceu um elevado crescimento económico.Esta situação exigiria novos mercados e novas fontes de matéria-prima. Daí o forte expansionismo europeu em África durante este período. A Conferência de Berlim (1884-85) criara um novo ordenamento jurídico baseado na ocupação efetiva; ou seja, as pretensões portuguesas baseadas no direito histórico só se tornariam válidas se Portugal se apoiasse numa autoridade que fizesse respeitar os direitos adquiridos e a liberdade de comércio e trânsito.Para Portugal, as colónias africanas tinham, sob o ponto de vista económico, um papel quase irrelevante.Porém, convinha salvaguardar os direitos históricos de Portugal. Portugal tinha pretensões a criar um novo Brasil,um autêntico império colonial africano, e esta era a sua última oportunidade para o conseguir. Multiplicam-se então as expedições científicas ao continente africano e redobram-se os esforços diplomáticos.Assim, em 1886,Portugal dá a conhecer as suas pretensões coloniais sob a forma do "Mapa cor-de-rosa"; tratava-se de um projeto de ligação da costa angolana à costa moçambicana. O governo português dá início a várias tentativas de ocupação efetiva, numa disputa colonial com a Inglaterra, nomeadamente com o plano de Cecil Rhodes, que pretendia ligar o Cabo ao Cairo, sempre por solo britânico.A uma dessas tentativas a Inglaterra responde com o Ultimato. A notícia do mesmo e o posterior acatamento por parte das autoridades portuguesas provocariam em todo o reino uma gigantesca onda de indignação popular. Este sentimento é habilmente explorado pelas hostes republicanas; prova disso é a tentativa de derrube da monarquia e instauração da república um ano depois, no Porto, na revolta de 31 de janeiro de 1891.Em termos estritamente coloniais, o ultimato não teve consequências muito negativas, pois, se é um facto que Portugal foi obrigado a desistir do "Mapa cor-de-rosa", não é menos verdade que o tratado assinado em 1891 confere a Portugal a soberania sobre extensos territórios, alguns dos quais até então nunca haviam sido reivindicados.


Fontes: Ultimato inglês. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2014. 
Cores da História
wikipedia (imagens)
 



Caricaturas de Rafael Bordalo Pinheiro
Mapa mostrando o controlo britânico quase completo da rota do Cabo ao Cairo, 1914

11 de Janeiro de 1896: Morre o poeta João de Deus, autor de "Campo de Flores" e criador do método de leitura "Cartilha Maternal".


Poeta e pedagogo, João de Deus de Nogueira Ramos nasceu a 8 de março de 1830, no Algarve, e morreu a 11 de janeiro de 1896, em Lisboa.

Depois de ter frequentado, durante dez anos, o curso de Direito em Coimbra (onde foi uma das figuras mais destacadas da boémia estudantil da época e se relacionou com alguns elementos da Geração de 70, sobretudo Antero de Quental e Teófilo Braga), de ter dirigido em Beja, entre 1862 e 1864, o jornal O Bejense (onde publicou muitas das suas primeiras poesias), e de ter iniciado a prática de jurisconsulto, foi eleito deputado, em 1868, por Sines. Mudou-se para Lisboa, onde continuou a frequentar ambientes de boémia literária. Colaborou em vários jornais e revistas, como O Académico, Anátema, O Ateneu, Ciências, Artes e Letras, O Fósforo, Gazeta de Portugal, A Grinalda, Herculano, Prelúdios Literários e Revista de Coimbra. Por volta de 1868-1869, coligiu as suas poesias no volume Flores do Campo, a que se seguiram Ramo de Flores (1869), Folhas Soltas (1876), Despedidas do verão (1880) e Campo de Flores (1893). No seguimento da sua nomeação para o cargo de comissário-geral do ensino da leitura, viria a desempenhar um papel social e cultural da maior distinção, revelando-se decisivos os seus esforços para a alfabetização de camadas cada vez mais alargadas da população portuguesa. A publicação, em 1876, da célebre Cartilha Maternal, método de ensino da leitura verdadeiramente revolucionário no panorama pedagógico nacional, constituiu um marco importante desse processo. Devido, em parte, à sua ação de pedagogo, em 1895 foi agraciado com várias homenagens à escala nacional, entre as quais a de sócio-honorário da Academia Real das Ciências e do Instituto de Coimbra.

Como poeta, João de Deus situou-se num momento em que a via ultrarromântica estava já a esgotar-se, mas, apesar do apreço que lhe manifestavam autores como Antero de Quental, não se identificou com as preocupações filosóficas e sociais da Geração de 70. De facto, a temática dominante da sua obra poética afastou-o da nova corrente. O seu lirismo intimista versa constantemente sobre o amor, e por vezes perpassa um sentido de plácida religiosidade, exprimindo-se sempre num estilo simples. A sua obra abrange vários géneros, da ode à elegia, do epigrama à fábula, passando pelo soneto. João de Deus, que Antero considerava, já em 1860, "o poeta mais original do seu tempo", defendeu e praticou um lirismo depurado, inspirado, a exemplo de Garrett, na lírica tradicional portuguesa e na obra camoniana, de onde recuperaria o soneto como um dos seus géneros de eleição.

Fontes: Infopédia
wikipedia (imagens)

Cartilha Maternal

Imprensa ocidental mente descaradamente sobre Trump e Putin


 


Os canais de televisão e grandes jornais brasileiros, a exemplo da mídia ocidental, traz hoje matéria sobre a posse, pela Rússia, de documentos comprometedores de Donald Trump, incluindo gravações de festas e orgias. 

A imprensa ocidental, dominada pelo Pentágono que abastece as agências de notícias norte-americanas, transformou o jornalismo em lixo, em propaganda abusiva a serviço da mentira descarada. E é por este e outros motivos que a grande imprensa - jornais e tvs - perdem espaço diariamente para a internet, porque as pessoas estão cansadas de manipulação.

Hoje em dia existe uma campanha aberta contra o presidente Donald Trump nos EUA, que ameaça levar o país a uma nova guerra civil. A elite que domina o governo dos EUA - banqueiros, imprensa, indústrias bélica e armamentista - não aceita o resultado da eleição nos EUA porque a candidata do estableshment era Hillary Clinton. 

O festival de mentiras e acusações infundadas contra o presidente Trump fazem parte de uma estratégia de uma elite perversa e parasitária através da grande imprensa venal e corrupta.

As recentes informações de que a Rússia alegadamente possui dados comprometedores sobre o presidente eleito Donald Trump e a ex-presidenciável democrata Hillary Clinton são absolutamente absurdas, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, nesta quarta-feira.

"Sem dúvida, é uma farsa absoluta, falsificação absoluta e disparates absolutos", disse o porta-voz do presidente russo.

Além disso, Peskov afirmou que o Kremlin não tem informação comprometedora sobre Trump, é uma história inventada.

Respondendo à questão concreta se o Kremlin tem dados comprometedores sobre Clinton, Peskov declarou que o Kremlin não recolhe dados comprometedores. Ao invés disso, o Kremlin desenvolve relações com parceiros estrangeiros nos interesses da Rússia, da "paz global, estabilidade e segurança", afirmou. "É mais uma tentativa de prejudicar as nossas relações bilaterais. A qualidade da parte pública do relatório precedente e esta farsa são semelhantes. Em inglês isso chama-se de pulp fiction. Sem dúvida, parece que é preciso reagir a isso com humor", disse Peskov aos jornalistas.



Redação com Sputniknews
www.marchaverde.com.br