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sábado, 8 de julho de 2017

Vamos lá ver se nos entendemos!

194 militares, sobretudo da Força Aérea mas também do Exército, participaram durante os últimos seis meses na missão das Nações Unidas no Mali. Um militar foi morto numa destas missões ao serviço de interesses bem claramente escuros.


Entretanto por “falta de recursos” foram despendidos milhões de euros pagos a multinacionais para defenderem o nosso exército.
Num manicómio a coerência não é fácil, mas tentemos compreender: os nossos militares pagos pelos contribuintes estão ao serviço de outros países e os mesmos contribuintes pagam a multinacionais de segurança para protegerem as nossas forças armadas.
«Só o Exército, em 2016, gastou 177.615 euros em serviços de segurança privada. O Instituto de Acção Social das Forças Armadas gastou mais do que isso, em 2014: perto de 200 mil euros. Entre Dezembro de 2013 e Agosto de 2014, a Direção-Geral de Armamento e Infraestruturas de Defesa pagou cerca de 454 mil euros por serviços de segurança da empresa Grupo 8. Entre as empresas privadas que prestam este serviço aos militares portugueses estão algumas das maiores: Securitas, Ronsegur, Esegur (que é uma das accionistas da PPP SIRESP), Strong, 2045.»


Este artigo encontra-se em: as palavras são armas http://bit.ly/2sQPzBf
abrildenovomagazine.wordpress.com

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