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sábado, 8 de julho de 2017

ESPECIAL CIMEIRA G 20 - VÍDEOS - FOTOGALERIA - Carros da polícia incendiados e vários detidos no arranque do G20


Carros da polícia incendiados e vários detidos no arranque do G20

São esperados cerca de 100 mil manifestantes nos dois dias de cimeira do G20 
Vários carros da polícia consumidos pelas chamas e confrontos violentos entre manifestantes e as autoridades marcam o encontro de líderes mundiais que decorre até sábado em Hamburgo, na Alemanha. Há pelo menos 111 feridos a registar desde a noite de quinta-feira e 44 pessoas foram detidas. A dimensão destas manifestações já levou a polícia alemã a pedir reforços.

Segundo a agência DPA, a polícia alemã dá conta de pelo menos 111 agentes feridos e 44 detidos desde a noite de quinta-feira e nas primeiras horas da manhã de sexta-feira. As manifestações à margem da cimeira do G20 começaram logo no início da semana mas têm vindo a intensificar-se com a aproximação da data de início dos trabalhos em Hamburgo.

A escalada na violência dos protestos levou a autoridades alemãs a desencadearem uma operação contra os manifestantes violentos, depois do lançamento de cocktails Molotov sobre a polícia e o incêndio de vários carros de patrulha pelos manifestantes. A televisão alemã NTV mostra várias lojas e um tribunal alegadamente vandalizados na sequência dos protestos.

Perante a dimensão destas manifestações, a polícia alemã considerou que os 19 mil agentes destacados não são suficientes para garantir a segurança e anunciou ao final da manhã um pedido de reforço do policiamento na cidade.
Filip Singer - EPA

Às primeiras horas do dia, a polícia dispersou um grupo de manifestantes com recurso a canhões de água e gás lacrimogéneo, depois de ter sido atingida por tinta preta lançada sobre as autoridades, segundo informações da polícia alemã.

O Gewerkschaft der Polizei, maior sindicato da polícia alemã, já condenou a natureza destes protestos e falou de "ataques massivos perpetrados por extremistas violentos" e acusam o movimento black blocs de ter transformado manifestações pacíficas em "ataques deliberados" contra as autoridades.





Os confrontos desta manhã acontecem poucas horas depois da marcha "Bem-vindos ao Inferno", que teve início na noite de quinta-feira, e contou com cerca de 12 mil manifestantes. Foi uma das maiores ações de protesto das 30 manifestações previstas e teve como objetivo o bloqueio das principais ruas da cidade e

São esperadas cerca de 100 mil pessoas nos protestos durante os dois dias de um encontro que reúne os principais líderes mundiais e as figuras dos países emergentes. Na operação policial colaboram quatro helicópteros da polícia, em coordenação com pelo menos 20 mil polícias que se encontram em Hamburgo para garantir a segurança durante a cimeira.





Segundo os organizadores do evento, a violência que se faz sentir há vários dias na cidade de Hamburgo levou o ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schauble, a cancelar a sua presença na cimeira.

Para além das conversações entre os representantes dos países mais industrializados e as potências emergentes, são esperados várias reuniões bilaterais, com destaque para o primeiro encontro entre o Presidente norte-americano Donald Trump e o homólogo russo Vladimir Putin.

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