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sábado, 15 de julho de 2017

Artista percorre 25 mil quilômetros pela Sibéria para fotografar seus povos indígenas, e o resultado é incrível


O fotógrafo Alexander Khimushin está na estrada há nove anos. Desde então, já visitou 84 países. Ao viajar pelo mundo, o artista se deu conta de que as pessoas são a melhor parte dele.
Então, três anos atrás, ele decidiu fazer o projeto fotográfico “The World In Faces”, a fim de celebrar a beleza e diversidade através dos retratos de pessoas comuns, especialmente de lugares remotos, onde culturas e tradições ainda estão vivas.
Nos últimos seis meses, Khimushin fotografou os povos indígenas da Sibéria. Uma região enorme, quase o dobro da Austrália e 30% maior do que os Estados Unidos, o Canadá ou toda a Europa, a Sibéria é uma das últimas fronteiras do desconhecido. Sem dúvida, todos já ouviram falar que lá é muito frio e pouco povoado, mas o que realmente sabemos sobre os indivíduos que chamam essa região de casa?
Durante a sua jornada, o fotógrafo cobriu 25 mil km para visitar muitos locais em toda a Sibéria: das margens do lago Baikal até a costa do mar do Japão, desde as estepes intermináveis da Mongólia até o lugar mais frio da Terra – Yakutia.
Enquanto alguns grupos étnicos são dominantes em suas regiões, muitos estão à beira do desaparecimento, com uma população total tão baixa quanto apenas uma centena de pessoas. É por isso que o trabalho de Khimushin se torna ainda mais fascinante.



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