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quarta-feira, 5 de julho de 2017

ANTIGAMENTE


Antigamente era bom para meia dúzia deles e hoje continua a ser igual já que os pulhas que nos atormentam a vida são os verdadeiros representantes de todas as bestas, as bíblicas e as que não são.

Peço desculpa para não "escandalizar" aos que tudo sabem e mesmo àqueles que nada sabem, mas que se querem impor através das suas análises sempre para a frentex e que por vezes são tão medievais como os humanos dessa época baseando a minha análise na suposta e discutívelevolução do homem.

Os homens sempre evoluiram mesmo que a interpretação dessa evolução seja pano para mangas. A evolução tem várias medidas, vários entendimentos, vários resultados.

É comum penso eu, que de maneira natural a mulher, o homem que atinja uma determinada bitola de idade, aos olhos e na boca de muitos, mereça o rotulismo vicioso de conservador. Talvez por recordar, trazer à tona, os doces momentos da meninice, da juventude, dos momentos em que tudo era mais simples e mais amigo, ou seja a proximidade do ser humano, que falava, convivia, dialogava e não se perdia no supérfluo e na alienação.

Claro que há conservadores para todos os gostos, os do botox pelos quais não nutro antipatia alguma, os que se esticam e conseguem colocar o olho do cu atrás do pescoço para contrariar as ordens do esotérico deus que só ele é eterno e omnipresente e pelos vistos não morre (salvo Friedrich Nietzsche ) infelizmente, continuando a causar, a alimentar, este mundo cão onde há poucos a merecerem o paradise life e a esmagadora maioria a viver no "inferno" da vida sem trabalho, sem recursos.

O inferno da ruindade protagonizado pelos bichos erectos e engravatados que não conseguem viver sem ser em cima dos despojos, da miséria de outros que eles semeiam em nome de santos, santinhas, e da puta que os pariu.


António Garrochinho

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