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sábado, 10 de junho de 2017



«O MEU CÃO (*)
«O meu perdigueiro “Ventoinha” (é aquela cegueira da cauda sempre a abanar) está para ali, num canto do quintal… triste como a noite.
«Que ninguém lhe liga - diz ele - que está cheio de saudades daquele senhor que quando chegava este dia falava do “Dia da Raça”… e os olhos vão-lhe ficando brilhantes e molhados…
«Tento consolar o pobre, tento explicar-lhe que não era da raça dele que o estropício falava… mas não adianta! Fica para ali… “cãobisbaixo”, no canto do quintal, ganindo muito baixinho.
«Eu não tenho cão, nem quintal… mas se tivesse, este 10 de Junho estaria a ser uma tristeza para ele.
«* Desculpe lá, António Gedeão!»

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