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sexta-feira, 30 de junho de 2017

E É ISTO. CAMBADA...


Carlos do Carmo garante que Portugal é do 1º mundo, ainda que fale, o azougado cantor, da miséria desse mesmo povo “primo-mundializado”. Seguem-se tonitruantes guinchos de “lálás” inter-canais, que juram que jamais se viu tamanha solidariedade em Portugal. Fazem apelos esquematizados e medíocres que apelam à lágrima que garantem escorrer pela face de toda a plateia. Vários pintelhos femininos e masculinos dizem que estamos a viver um momento “histórico”. Histórico? “Bocêses” disseram histórico? Assim como quê? Como 1383/5? Como na Restauração em que recuperámos a independência? Semelhante ao 25 de Abril de 1974 em que mandámos o fascismo levar no cu? Guincham os filibusteiros do regime plastificado, que não há nada melhor que os portugueses quando engalanam como nenhuns outros.
Não há pateta, feminino ou masculino, que não diga que sente um orgulho enorme em ser português neste momento. Parece que somos bestiais, maravilhosos, até. O que a gente consegue toda unida, deuses meus, em especial aqueles do sub-mundo (os deuses).
É claro que tudo muda para estes cancros burgueses quando se trata de lutar para repor os direitos do SNS. Atiram-se-nos às canelas quando preconizamos a escolaridade gratuita para todos. Guincham com os ânus doridos só de pensarem nas propostas patrióticas do PCP pela nacionalização da banca, não obstante, serem conhecidas de todos as operações bancárias do BES, do BCP, do banco de Portugal, etc.
Reflexão após 10 minutos (bastou-me) do espectáculo da solidariedade bonitinha, bem apalavrada, vazia de sentido, é verdade, mas quem é que repara nisso?
Aleluia, aleluia, a diva Carminho até conhece bombeiros, ela assegura que até é amiga de alguns. Uau, uau, uau. Fátima Lopes relincha de contentamento face ás “performance” das classes “eliticas”.

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