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domingo, 25 de junho de 2017

A publicidade mata a mulher...


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Cada vez mais as publicidades insistem em representar  a mulher desnudada como um apelativo de desejo de consumo, em que a própria mulher é apenas representada como um objecto de desejo sexual.


Este padrão não é bom para a mulher mas também não é bom para o homem que tem a necessidade de se mostrar à altura do desafio de satisfazer os modelos difundidos na publicidade.









Para vender um qualquer produto, que nada tem a haver com com "a mulher como um todo", são apresentadas meio despidas perante objectos de desejo da sociedade de consumo, como carro ou outros, com posturas equivocas de provocação sensuais, para vender esse mesmo produto.


Por vezes a mulher é representada como cínica, cruel e violenta perante certo produtos de consumo, como no caso de perfumes ou acessórios de luxo. Essas situações são construídas para suscitar os mais remotos instintos primitivos do machismo, mas nunca irão contribuir para uma vivência saudável entre os dois sexos.



"Nunca vi assim tão compridas (longas)" Publicidade água gasosa Perrier


"Grande ou pequena, o que interessa é ter uma" Publicidade Perrier



As revistas femininas e telenovelas transmitem a mensagem de que todas as mulheres têm uma vida sexual fascinante e variada, excepto você, que afinal não aproveita nada disso e contenta-se com uma vida banal. Este padrão está a destruir o relacionamento equilibrado dentro de alguns casais.


A tendência transmitida pelos média é a de um ser humano, hermafrodito, uma esboço de um ser indiferenciado, ser qualquer sentimento a não ser desempenhar tarefas estereotipadas de seres autómatos condicionados por apetites sexuais programados isentos de qualquer vontade própria.

O homem e a mulher são diferentes e é isso que fazer toda a beleza das suas relações, quando equilibradas e mutuas, sem necessidade de definir quaisquer padrões.







Vivemos uma hipersexualidade da nossa sociedade com código difundidos pela publicidade e os meios de comunicação social. Muitos desse meios difundem a homosexualidade como registo moderno e sofisticado, em que esse modo de vida se tornou pouco a pouco, também ele como padrão. Os homens têm de estar à altura e as mulheres estão progressivamente a estarem submersas por códigos sexual, alguns muito próximos da pornografia.


Os homens nunca vão conseguir rivalizar com estes estandartes e as mulheres nunca vão conseguir satisfazerem-se com a "banalidade" dos seus companheiros. Estamos perante uma degradação progressiva de uma relação saudável a ser substituída por padrão degenerativos.


Esta imagem degradante da mulher nunca irá contribuir para uma relação harmoniosa do casal como uma relação plena em que cada um está com o outro porque isso enriquece a ambos. Não existem príncipes encantados como também não existem super-mulheres.










estoriasdahistoria12.blogspot.pt

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