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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Os incêndios e o verbo fácil – Francisco Gonçalves



“O Senhor nos proteja dos ímpetos ambientalistas de quem nunca roçou mato

Dizer Rústico

A desgraça que se abateu sobre as populações do Pinhal Interior de Leiria, muito particularmente no concelho de Pedrógão Grande, deve merecer da nossa parte algum comedimento na abordagem da temática dos Incêndios.
Não significa isto que não se devam apurar as responsabilidades, técnicas e políticas, da actuação dos serviços da protecção civil. Não significa, também, que não se deva debater e responsabilizar a incúria de sucessivos governos, deste também, na permissão e no estímulo das suas políticas ao abandono do campo, à desertificação do interior, à gestão florestal ao sabor dos interesses mercantis do monopólio da indústria da celulose, ao adiamento sistemático da implementação de um Plano Nacional de Ordenamento da Floresta (que exige políticas públicas independentes dos interesses mercantis, uma intervenção multifacetada, recursos consideráveis e tempo, muito tempo).

Porém, o odor dos mortos e a incompetência política de sucessivos governos não nos permitem, digo eu, enveredar pelo verbo fácil, menos ainda quando não se tem noção nenhuma da realidade concreta.
Vem isto a propósito do dedo acusador dirigido aos habitantes do interior, de muito escriba da praça, acerca da falta de limpeza das matas, as bouças, dos pequenos proprietários.
É particularmente curioso ver um qualquer copinho-de-leite, do alto da sua experiência em catar ervas daninhas nas floreiras e plantas aromáticas da varanda, clamar contra os velhos rústicos que, com o corpo carcomido pelos anos, já não limpam as matas em torno das suas aldeias.
Ai que bom que era criar umas brigadas ecológicas, de viçosos copinhos-de-leite, equipada com enxadas e machados, moto-roçadeiras e moto-serras, e enviá-las por esses montes fora a desbastar matagais, a abater sem contemplações mimosas e giestas.
Que belo exemplo dariam e quão mais felizes todos nós seríamos!
Tenência, meus senhores, tenência!
.
Arouca, 23 de Junho de 2017

cduarouca.wordpress.com

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Os pardais de Java: Os percussionistas do mundo dos pássaros


Os machos dos pardais de Java (Lonchura oryzivora) produzem sons como "clicks" junto com suas canções durante as exposições da coorte, bem como quando cantam a si mesmos quando estão sozinhos. A descoberta foi por uma equipe de ornitólogos da Universidade de Hokkaido, Japão.

 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2015/06/os-pardais-de-java-os-percussionistas.html
Casal de pardal de Java (Lonchura oryzivora). Fonte da imagem: iStock.

VAMOS DESCOBRIR...

As aves podem se comunicar usando ambas as vocalizações e movimentos, como por exemplo ocorre durante exposições da coorte, mas a compreensão dos cientistas sobre como eles coordenam seus movimentos com os sons que eles produzem é limitado.

Para investigar mais habilidades comunicativas desses lindos pássaros musicais, Dr Masayo Soma e Dr Chihiro Mori, do Departamento de Biologia da Universidade de Hokkaido, analisaram as vocalizações e os sons associados com a cantar do pardal de Java.

Um pardal de Java adulto (Lonchura oryzivora) em Honolulu, Havaí. Crédito da imagem: Kim Pontes / CC BY 3.0.

Especificamente, eles investigaram diferenças na frequência do ‘clique’, a coordenação entre as notas de canto e esses "cliques" que eles produzem, e também a capacidade de aprendizado dos "cliques", sendo analisados com gravações musicais. Foram feitos em 30 pardais de Java machos.

Os ornitólogos observaram que os pardais de Java machos coordenam seus sons ‘click’ com as notas da música, semelhante à músicos percussionistas. Veja no vídeo abaixo que incrível:

VEJA ATÉ AO FIM PARA OUVIR O BELO CANTO :)

Eles também observaram aves produtoras de "cliques" com freqüência para o início de músicas e notas de música em tons específicos.

Os pássaros selecionados apresentaram padrões de "clique" semelhantes, mas os cientistas também observaram que as aves não expostas a sons de "cliques" também produzem os sons assim mesmo.

"Pode haver alguma capacidade de aprendizado nos "cliques" que são aprendidos, mas que pode ser um comportamento intrínseco", disse o Dr. Soma e Dr. Mori, autores do documento que discutem os resultados na revista PLoS ONE.

"Os sons "clique" faturados podem ser integrados com sinais de cortejo para acasalamento, mas são necessárias mais pesquisas para compreender o papel da vocalização e comunicação."

bio-orbis.blogspot.pt

Fonte: Sri-News.com

AS ÁRVORES MAIS BELAS


Pois é, já deve ter percebido que nós adoramos listinhas e a lista de hoje é muito linda, pois ela traz as 10 árvores mais bonitas do mundo para você apreciar e vai saber, pode ser seu próximo wallpaper!


  1. A árvore Sangue-de-dragão, localizada no Iêmen
   2. Esse Carvalho lindão

   3. O túnel de Jacarandás, Africa do Sul

    4. Ciprestes-calvos, Flórida- EUA
  5. Glicínias- Japão 
Uma das maiores Glicínias do mundo
  6.  Túnel de Maples, Canadá
   7.  Maple japonesa 
Parece aqueles quadros que nossos parentes tem na sala de casa, tão bonito

8. Rodoendro, Canadá 
   9. Túnel de Cerejeiras, Bonn- Alemanha
  10. E por último, precisávamos mostrar algo localizado no  Brasil, não acha? Essa é a árvore Flamboyant.
Fonte: Rockntech

OS PAÍSES MAIS INOVADORES DO MUNDO EM 2017






O Índice Mundial de Inovação é um relatório que a cada ano publicam a Universidade Cornell, a escola de negócios Insead e a Organização Mundial da Propriedade Intelectual, com objetivo de proporcionar indicadores (81 ao todo) dos resultados da inovação em 127 países e economias de todo o planeta. Entre os fatores examinados Índice se encontram o meio normativo, a educação, a infra-estrutura e o grau de desenvolvimento empresarial ou de negócios.

Os países mais inovadores do mundo em 2017
Segundo o relatório, todos os países têm capacidade para inovar, a chave está em saber como fazer isso e desenvolver. Os países que lideram o ranking de 2017 destacam-se no terreno da pesquisa, negócios sofisticados, infra-estrutura, mercado, instituições e seu compromisso com o conhecimento bem como com a criatividade.

A Suíça, que está no topo do ranking desde 2011, volta a ser em 2017 o país mais inovador do mundo graças a uma economia baseada no conhecimento e por transformar as ideias inovadoras em projetos lucrativos.

No segundo posto a Suécia se destaca graças ao fabuloso desenho de suas universidades e significativos sucessos de seus alunos. Fechando o pódio estão os Países Baixos, que se sobressaem em conhecimento e produção tecnológica. Seus negócios sofisticados levam-no a liderar este particular fator.

Pese que a Confederação Nacional da Indústria e o Sebrae sejam parceiros na elaboração do índice, o Brasil manteve a posição do ano passado no 69º posto, nos permitindo inferir que nosso país pende mais para a balança do integrismo e do retrocesso.

Índice Mundial de Inovação 2017




RankPaís
1Suíça
2Suécia
3Países Baixos
4Estados Unidos da América
5Reino Unido
6Dinamarca
7Cingapura
8Finlândia
9Alemanha
10Irlanda
11Republica da Coréia
12Luxemburgo
13Islândia
14Japão
15França
16Hong Kong (China)
17Israel
18Canadá
19Noruega
20Áustria
21Nova Zelândia
22China
23Austrália
24República Checa
25Estônia
26Malta
27Bélgica
28Espanha
29Itália
30Chipre
31Portugal
32Eslovênia
33Letônia
34Eslováquia
35Emirados Árabes Unidos
36Bulgária
37Malásia
38Polônia
39Hungria
40Lituânia
41Croácia
42Romênia
43Peru
44Grécia
45Federação Russa
46Chile
47Vietnã
48Montenegro
49Catar
50Ucrânia
51Tailândia
52Mongólia
53Costa Rica
54Moldávia
55Arábia Saudita
56Kuwait
57África do Sul
58México
59Armênia
60Índia
61Macedônia
62Sérvia
63Panamá
64Maurícia
65Colômbia
66Bahrein
67Uruguai
68Geórgia
69Brasil
70Peru
71Brunei
72Marrocos
73Filipinas
74Tunísia
75Irã
76Argentina
77Omã
78Cazaquistão
79República Dominicana
80Quênia
81Líbano
82Azerbaijão
83Jordânia
84Jamaica
85Paraguai
86Bósnia e Herzegovina
87Indonésia
88Bielorússia
89Botswana
90Sri Lanka
91Trinidad e Tobago
92Equador
93Albânia
94Tajiquistão
95Quirguistão
96Tanzânia, República Unida de
97Namíbia
98Guatemala
99Ruanda
100Senegal
101Camboja
102Uganda
103El Salvador
104Honduras
105Egito
106Bolívia
107Moçambique
108Argélia
109Nepal
110Etiópia
111Madagascar
112Costa do Marfim
113Paquistão
114Bangladesh
115Malawi
116Benin
117Camarões
118Mali
119Nigéria
120Burkina Faso
121Zimbábue
122Burundi
123Níger
124Zâmbia
125Ir
126Guiné
127Iêmen
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Uma História por fazer



Há uma vantagem no SIRESP, aquele sistema que deveria ter custado no máximo 100 milhões de euros, mas que o Estado aceitou pagar quase 500 milhões, tendo por intermediários aquela fina-flor dos actores mais badalados quanto a fraudes por julgar.

É que, com a sua compra, veio à borla um pacote eficaz de detergente e anulador de maus cheiros cuja patente deveria ser registada.

Apesar de tudo, apesar dos nomes dos personagens que se repetem, das quase evidentes cumplicidades aos mais diversos níveis patentes em todas as coincidências dos processos, apesar da trama que se entretece e que se pressente a emergir naquelas comissões que transitam pelos paraísos fiscais e naqueles financiamentos públicos obscuros a entidades políticas, apesar de tudo isto, o sistema é suficientemente opaco para impedir um Ministério Público de espetar asas no painel da investigação.

Está, pois, por ser feita a História Negra das Privatizações e de todas as Parcerias Público-Privadas. 

O interessante de todo este processo de evangelização das virtudes do sector privado, da função espartana do lucro na afectação dos recursos e na supervisão da sua aplicação, da ideia da falta de vocação natural do sector público para exercer funções essenciais para a vida em comunidade, é que todos esses argumentos foram lançados e partilhados por todos aqueles, cujas caras nos vamos habituando a identificar como impróprios. Perversamente, são essas pessoas - tal como uma deficiente gestão dos entes colectivos - que dão a má imagem ao Estado, a qual justificará a jogada seguinte contra o sector público.

Nada, pois, como um sector privado, com uma actividade sem risco, em que o seu empreendorismo reside em montar esquemas - com a parceria necessária de pessoas a ocupar altos cargos políticos - para melhor assaltar o aparelho público ou o OE, financiados essencialmente pela maioria que quase nada tem. Ou seja, conquistar o Estado para, qual vírus, subverter a sua função redistribuidora e transformá-la numa função perversa de redistribuição invertida do rendimento.

Por que não é possível haver uma gestão correcta e eficaz do sector público, em que o valor acrescentado é de todos e não de uma grupo selecto de accionistas?  





ladroesdebicicletas.blogspot.pt


OS JAPONESES E AS SUAS INVENÇÕES - AUMENTAR O BUSTO SEM GRANDES PROBLEMAS

ekoD Works, uma empresa de moda japonesa, especialista em "arte e design humorístico", revelou recentemente uma camiseta com ilusão óptica que pode dar a qualquer mulher um farto busto. A camiseta Ilusão de Grade usa distorção e sombreamento inteligente para manipular a perspectiva e fazer com que alguém que a veja de frente acredite que está olhando para dois seios grandes. O design é tão efetivo que mesmo as camisetas soltas criam exatamente o mesmo efeito.

Na verdade, mesmo quando ninguém está vestindo a roupa, a ilusão dos seios grandes ainda funciona, desde que você esteja olhando o desenho da grade de frente.
Camiseta habilmente desenhada pode proporcionar um grande busto a qualquer mulher 01
A camisa mostrada nas fotos lançada pela ekoD Works não é muito ajustável, nem a modelo tem seios particularmente grandes, mas você só percebe isso ao olhar para ela de lado.
Camiseta habilmente desenhada pode proporcionar um grande busto a qualquer mulher 02
Village Vanguard, uma das lojas japonesas onde a camiseta será vendida, descreve a Ilusão de Grade como "uma camiseta que realiza um mundo delirante que as pessoas estão imaginando secretamente".
Camiseta habilmente desenhada pode proporcionar um grande busto a qualquer mulher 03
Olhando para o portfólio do designer, você percebe que a camiseta não é realmente significante como solução para mulheres inseguras, mas sim como um produto engraçado, embora muito inteligente.
Camiseta habilmente desenhada pode proporcionar um grande busto a qualquer mulher 04
A camiseta Ilusão de Grade é feita de algodão totalmente natural e custa 3.888 ienes (126 reais$ 38).
Camiseta habilmente desenhada pode proporcionar um grande busto a qualquer mulher 05
A camiseta vai estar disponível para vendas no final deste mês.
Camiseta habilmente desenhada pode proporcionar um grande busto a qualquer mulher 06
Fonte: Asia One.

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QUE ANIMAL SE ESCONDE DEBAIXO DESTAS ÁGUAS ?



O ser humano, por puro instinto, sempre desconfiou do que possa ter debaixo da superfície de grandes massas de água turva. Este vídeo viral explora esses medos com uma curiosa cena. Um simples balde de água desata um violento movimento sob a água, mas que animal é? Entre os comentários do vídeo há todo tipo de hipóteses mais ou menos fantasiosas. A principal aponta os jacarés, mas esses grandes repteis não costumam reagir assim a um simples respingo. Em realidade, o inquietante espetáculo é realizado por um grupo de animais bem mais adoráveis: peixes-boi.

VÍDEOS


O peixes-boi (Trichechus manatus) ou manatins é um pacífico mamífero marinho longinquamente aparentado com os elefantes e as baleias. Ainda que pode atingir um tamanho de até quatro metros e tem pouco que temer dos jacarés, até há pouco tempo era considerado em perigo de extinção. Sua maior ameaça é o homem, concretamente as hélices das embarcações de recreio e a atividade humana que reduz seu habitat.

O que se vê no vídeo é, de fato, um grupo de manatins. Quando notam vibrações na água como as que produz o sujeito do vídeo com seu balde, os animais se assustam e chapinham com violência para dissuadir qualquer possível predador.

Em ocasiões, estas explosões de violência provocaram acidentes quando os turistas menos familiarizados com os peixes-boi se aproximam muito deles com suas embarcações. Nos últimos dois vídeos podemos apreciar um grupo de sirênios em águas menos turvas, e como reagem às perturbações.

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A MORTE QUE ALIMENTA O RIO MARA NO SERENGETI

Uma equipe de cientistas quantificou pela primeira vez o impacto dos afogamentos em massa de gnus em sua migração anual através do rio Mara, que cruza os territórios do Quênia e da Tanzânia, atravessando as reservas de Serengeti e Masai Mara. Só para que se tenha uma ideia, a biomassa dos cadáveres dos animais seria o equivalente à de acrescentar os corpos de dez baleias azuis ao ecossistema a cada ano.


A morte que alimenta o rio Mara, no Serengeti
Gnus atravessando o rio Mara. Nesse momento muitos se afogam. Via: Chris Dutton
A cada ano, mais de um milhão destes animais cruzam o rio Mara em busca de pastos frescos protagonizando uma dos espetáculos mais surpreendentes da natureza, é a maior migração animal da terra. Para entender o que significa isso, dê uma olhada no vídeo "Migration",logo abaixo, feito pelos irmãos Will e Matt Burrard-Lucas.

Uma das cenas mais famosas é a que acontece com frequência quando os gnus se amontoam para chegar à outra margem e alguns morrem afogados ou devorados entre por crocodilos, mas quantos perdem a vida na tentativa e como isto impacta o ecossistema?
Pese ao que pareça, não são os crocodilos os que consomem a maior parte dos corpos

A equipe de Amanda Subalusky fez a conta e publicou os resultados nesta segunda-feira na revista PNAS. O trabalho, que necessitou de cinco anos de observações sobre o terreno e analisou uma década de registros históricos, oferece algumas surpresas. A primeira é que morrem ao redor de 6.200 gnus a cada ano no rio, isto é, umas 1.100 toneladas de biomassa equivalente à de dez enormes baleias azuis que alguém jogasse periodicamente em suas águas. A segunda é que os crocodilos mal consomem uma pequena parte de todo este alimento e são as demais criaturas do rio que fazem um autêntico banquete de carne durante meses.

- "O rio Mara está no caminho de uma das maiores migrações terrestres do planeta", diz Amanda. - "Durante o pico da migração, os gnus cruzam o rio em várias ocasiões, o que resulta às vezes no afogamento de centenas deles. Nosso estudo é o primeiro em quantificar estes afogamentos e como impactam a vida do rio."

Os dados indicam que entre 2001 e 2015 os afogamentos em massa aconteceram todos os anos menos dois e que a carne dos gnus compõe entre 35 e 50% da dieta de seus peixes mais comuns. Os carniceiros terrestres mais frequentes são o marabus e abutres, que consomem ao redor do 6 a 9% dos tecidos macios. Devido a sua baixa taxa metabólica, os crocodilos devoram 2% dos corpos que ficam no rio.
Durante anos, os ossos seguem proporcionando fósforo ao rio
A morte que alimenta o rio Mara, no Serengeti
Dezenas de cadáveres no rio Mara depois de um afogamento em massa. Via: Chris Dutton
- “Esta contribuição dramática distribui nitrogênio ao terreno, além de fósforo e carbono à rede alimentícia do rio", assegura Emma Rosi, co-autora do estudo. - "Primeiro os peixes e os carniceiros devoram os tecidos macios, depois os ossos dos gnus vão soltando lentamente seus nutrientes ao sistema, alimentando às algas e influindo na cadeia alimentar durante décadas."

Os autores analisaram os isótopos presentes na carne de gnu e analisaram sua presença nos diferentes animais da cadeia, além de monitorar com câmeras seus comportamentos.


Um aspecto interessante são os diferentes ritmos que se decompõem os corpos dos gnus e são devorados. As partes macias duram entre duas e dez semanas no ecossistemas, enquanto os ossos podem estar presentes até sete anos e convertem-se em fontes de fósforo em longo prazo.

- "Os afogamentos em massa apresentam uma estampa interessante", resume Emma. - "A presença da carne putrefata de animais dispara a presença de nutrientes no ecossistema, mas uma vez que o cadáver desaparece, os ossos -que constituem quase a metade da biomassa- seguem alimentando o rio."
O que estamos vendo é como uma janela para o passado
A morte que alimenta o rio Mara, no Serengeti
"Salto da Vida" - Foto vencedora do concurso de fotografias da Sony de 2014. Via: Cheung Lai-San
- "O rio Mara é um dos últimos lugares da Terra em que ainda podemos estudar como o afogamento de grandes animais migratórios influi nos ecossistemas aquáticos", acrescenta David Post, co-autor do estudo.

Isto se deve ao fato de que a maioria de manadas migratórias, como as de bisões, quagas e gazelas do Cabo foram extintas (junto com a espécie) ou reduzidas significativamente a pequenas populações.

- "O que acontece aqui é uma janela para o passado, quando os grandes rebanhos migratórios eram livres para perambular pela paisagem, e os afogamentos seguramente tiveram um papel importante nos rios de todo o mundo", conclui Amanda.


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Fonte: Phys.

UM BELO VÍDEO ! COMO UM ORANGOTANGO VAI ESCAPANDO DE SUA MÃE PARA PODER BRINCAR



Sobretudo entre os mamíferos, não importa a espécie, a maioria dos filhotes são brincalhões. Ainda sob os cuidados da mãe zelosa e da pouca experiência, tudo o que eles querem fazer é brincar e investigar o seu meio. Vejam o caso do youtuber Fishbeast Productions que ao visitar o jardim zoológico da Jersey em Trinity, nos Estados Unidos, registrou essa divertida interação entre um bebê orangotango capetinha, que apenas queria brincar e sua mãe paciente, mas severa.
VÍDEO



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Na minha página escrevo o que me apetece desde que não escandalize ninguém, não fira susceptibilidades. Não me preocupo com falsos moralismos, com teorias do oportuno ou inoportuno. A minha página é pública, não é só para amigos ou amigos de amigos. Na minha página é bem vindo o debate desde que não seja neo liberal e nazi, desde que não faça apologia do fascismo mesmo de maneira dissimulada. Como tal, sendo aberta a todos, já tenho erradicado alguns que não sabem viver em clima de liberdade e respeito por outras opiniões como no caso dos anti comunistas ferozes que andam por aí armados em anjinhos e outros iluminados do bate e foge que só aparecem para arranjar polémica.
Na minha página e ironizando, há os que bebem nela o mel da cultura da informação do entretenimento como eu os selecciono e recolho da net. Não faço mais porque não sei e não posso. Não me considero superior a ninguém. Outros porém consideram a minha página uma merda e atacam-me, chamam-me nomes e a esses eu não lhes passo o bilhete de entrada.Outros ainda traçam nas minhas costas.
Sempre gostei da dinâmica da participação frontal e honesta e penso que suscito muito debate e diálogo no que faço aqui e no meu blogue ao contrário de muitas outras páginas que visito onde onde vejo o proprietários sempre a falarem sózinhos.
Como tenho dito muitas vezes sou por vezes sarcástico, irónicamente sadio, mas nunca destruidor. Gosto do debate, do combate inteligente. feito com gente sem peneiras.
Por gostar de mim e da minha página não estou preocupado com os que não gostam dela ou não sabem gostar, ou ainda, só gostam dos seus peidinhos e bufinhas na intimidade dos cobertores aos quais desejo que façam bom proveito pois até nas químicas intestinais são hipócritas.
António Garrochinho

VÍDEO EM FRANCÊS - O clitóris: esta animação adorável explica o clitóris como ninguém

Foi celebrado na Grécia antiga, ignorado durante a Idade Média, e redescoberto por cientistas repetidamente antes que a comunidade científica finalmente concordasse que existe. Sobre o que estamos conversando? O clitóris, é claro!
O roteirista e diretor de animação canadense Lori Malépart-Traversy decidiu educar a internet sobre o que esse clitoris evasivo realmente é. E ela fez isso no documentário curto mais adorável, que já recebeu vários prêmios em todo o mundo, incluindo o Melhor Prêmio de Curta-metragem no Festival Vues d'en face 2017 e o Melhor Documentário no Chicago Feminist Film Festival 2017.
Então, coloque seu limite de ciência e vamos educar!
VÍDEO