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segunda-feira, 22 de maio de 2017

VENEZUELA - Os nossos meios de comunicação social continuam a considerar Capriles e os actos dos seus bandos como grandes multidões contra o regime

A bárbara agressão que grupos mercenários da oposição venezuelana, dirigida por Henrique Capriles, realizaram ontem ao regarem com gasolina e incendiarem um jovem, por o terem tomado por um chavista, devia obrigar os EUA, a UE e todos os seus aliados a distanciarem-se das hordas que têm apoiado de formas múltiplas.
Os EUA apoiam Capriles e já desistiram de uma reversão política interna a seu favor pela via democrática e do funcionamento das instituições e, por isso, apostam nas confrontações civis armadas e procuram descobrir algum descontentamento em unidades militares.
Na semana passada, o ministro Padriño Lopes negou que os conspiradores possam aí encontrar algum apoio e que o “empurrão final” no governo, de que falam só pode entender-se à luz de um dos últimos relatórios do Almirante Kurt Tidd, chefe do Comando, onde este afirma que : “Com sectores políticos da MUD (digo eu Mesa da Unidade Democrática, força opositora, dirigida por Henrique Caprilles, candidato presidencial anteriormente derrotado, que é o chefe dos combates, destruições e pilhagens de rua) temos vindo a acordar uma agenda comum, que inclui um cenário abrupto que pode combinar acções de rua e emprego doseado de violência armada num quadro de cerco e asfixia”.
A Mesa da Unidade Democrática, é a força opositora, dirigida por Enrique Caprilles, candidato presidencial anteriormente derrotado, que é o chefe dos combates, destruições e pilhagens de rua.
O Comando Sul tem apresentando relatórios regulares sobre a Venezuela ao Senado dos EU onde pontifica o senador republicano John MacCain que, na vigência da presidência Obama, teve papel fundamental na criação do Estado Islâmico (Daesh) e que, talvez não por acaso, se encontra nas primeiras filas, com Hillary Clinton, na procura do impeachment de Donald Trump, entre outras “razões” por ele ter passado informações à Rússia sobre planos do Estado Islâmico.
Maduro ontem fez uma alocução, condenando o crime e garantiu que vários dos “chefes de grupos de mercenários”, ligados ao acto de incendiar o jovem, foram já presos e pediu aos organismos do Estado que seja feita justiça.
Os nossos meios de comunicação social continuam a considerar Capriles e os actos dos seus bandos como grandes multidões contra o regime...

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