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terça-feira, 23 de maio de 2017

"Terrível atentado terrorista": Número de mortos em Manchester sobe para 22










Explosões no final de um concerto de Ariana Grande terão sido provocadas por um bombista suicida. May admite atentado

Pelo menos duas explosões fizeram-se sentir na Manchester Arena, em Inglaterra, onde a cantora norte-americana Ariana Grande estava a dar um concerto. A polícia informou ao início da manhã desta terça-feira que o número de mortos subiu para 22. Entre as vítimas há crianças.
O incidente terá ocorrido perto das 22.30 locais (mesma hora em Portugal), logo depois de milhares de pessoas que assistiam ao concerto terem referido ter ouvido um "estrondo muito grande". Já posteriormente a polícia de Manchester disse que este acontecimento está agora a ser tratado como um "incidente terrorista".
A secretaria de Estado das Comunidades já informou que não há indicação de portugueses entre as vítimas.
Hoje de manhã, o comandante da polícia de Manchester, no Reino Unido, acrescentou que 59 feridos estão a ser tratados em oito hospitais diferentes da região.
Num balanço sobre a investigação feito já esta terça-feira, Ian Hopkins adiantou que a polícia acredita que o responsável pela explosão foi um homem apenas, que "transportava um engenho explosivo improvisado, que ele detonou causando esta atrocidade".
A polícia acredita que o autor do ataque terá morrido na explosão, tratando-se possivelmente de um ataque suicida.
A primeira-ministra britânica Theresa May, que decidiu suspender a campanha eleitoral, também confirmou este incidente como um ato terrorista. "Trabalhamos para determinar todo os detalhes do que está a ser investigado pela polícia como um horrível atentado terrorista", disse a primeira-ministra que convocou uma reunião do gabinete de segurança.
    A NBC News divulgou um vídeo da fuga em pânico de milhares de jovens.

    VÍDEOS


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      A polícia da área metropolitana de Manchester apelou às pessoas para que evitassem a área.
      Na BBC Radio Manchester foi escutado este testemunho: "corpos por todo o lado"
        Outra testemunha escutada pela Sky News referiu um "cheiro a queimado". A mesma estação de televisão avançou que estiveram no local agentes especializados na neutralização de engenhos explosivos, com equipas cinotécnicas.
        Várias testemunhas falam do pânico que se seguiu, resultando em pessoas feridas enquanto tentavam fugir do local, algumas espezinhadas.
          Uma jovem inglesa que estava no concerto revelou ao jornal The Guardian que ouviu "uma forte explosão" dentro da Manchester Arena, que fez "estremecer" as bancadas, colocando a audiência "aos gritos".




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          Armed and masked police on New Cathedral street by Harvey Nicks and M&S after @ManchesterArena incident - sirens blazing
            Também outras testemunhas, que moravam em casas junto à Manchester Arena, confirmaram as explosões. "Ouvi o estrondo na minha cama e vim para a janela. Vi pessoas a correr pelas ruas. Foi um som tão alto que consegui ouvi-lo do meu quarto, que é ao fundo do apartamento e na zona contrária da Arena", confessou uma testemunha.
                Entretanto, também já o porta-voz da cantora norte-americana salientou que "está tudo ok" com Ariana Grande, que já tinha saído do palco quando se ouviram as explosões.
                  O líder dos liberais democráticos britânicos, Tim Farron, já reagiu aos acontecimentos na Arena de Manchester, considerando-os "um ataque chocante e horrível dirigido contra crianças e jovens que estavam apenas a gozar um concerto".
                  Farron, na sua mensagem, divulgada em vários meios na internet, expressou a sua solidariedade com as vítimas e as famílias das vítimas e homenageou a "bravura e dedicação" dos membros dos serviços de emergência.
                  O líder liberal democrático considerou que "este é um ataque a pessoas inocentes, mas a nação está unida, tanto na dor como na determinação de enfrentar este ataque deplorável".
                  O ministro da Segurança britânico, Ben Wallace, pediu aos cidadãos para se manterem vigilantes, apelando para que liguem para a linha de apoio antiterrorista se detetarem algo suspeito, revela o jornal The Guardian.
                  Considerando as explosões junto à arena de Manchester como um ataque, disse que os seus pensamentos "estão com todas as vítimas do incidente desta noite e os serviços de emergência estão na rua a ajudar as vítimas e mantendo os britânicos seguros".



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