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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas - Imagens proibidas do interior das tumbas de Vale dos Reis


Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 1

Os templos antigos são famosos pelo esplendor visual e relevância histórica que carregam. O Templo de Hathor, construído em torno de 2250 aC não fugiria a regra. Com obras que preenchem todo o edifício, o interior do complexo se encontra muito bem conservado e, apesar de ser um velhinho de milhares de anos de idade, ele é tido como templo principal do complexo Dendera Temple, conhecido como um dos locais mais bem preservados de todo Egito.
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De frente para o Nilo, a estética do local é clássica egípcia, com exemplos de obras ptolomaicas, incluindo representações de Cleópatra e seu filho. O templo foi construído para adorar a deusa egípcia Hathor, que era a personificação do amor feminino, cura e maternidade. Colunas imponentes foram esculpidas para suportar a face da deusa que é complementada com chifres de vaca.
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Recentemente, os trabalhadores removeram toda a fuligem preta acumulada em centenas de anos no teto do templo. A restauração possibilitou uma vista espetacular pela pintura cuidadosamente revelada. Decorado com um mapa astrológico bastante completo dos céus e os signos do zodíaco, o teto oferece uma nova fonte de estudos e uma cena encantadora para visitar.
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Imagens proibidas do interior das tumbas de Vale dos Reis



Imagens proibidas do interior das tumbas de Vale dos Reis 2
Teve de trocar 100 emails para conseguir fotografar o Vale dos Reis, a pérola do Antigo Egito. Jakob Kyncl viajou pelo mundo inteiro, mas foi o Egito que o conquistou: “Não há nada como isto”.
Cem e-mails e seis semanas depois, o jornalista Jakub Kyncl conseguiu entrar nas zonas proibidas do Vale dos Reis, no Egito, onde estão enterrados alguns dos faraós e governantes mais poderosos do Império Novo. Teve de falar com “a pessoa certa”, dar bons argumentos para querer fotografar um sítio que os turistas só podem guardar na memória, explicar ao pormenor como iria decorrer todo o trabalho.
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O fotógrafo residente na República Checa já tinha viajado um pouco por todo o mundo: é a vantagem de viver “mesmo no coração da Europa”, como ele descreve Praga no seu website. Tem no portfólio passagens pela Lituânia, pelos Emirados Árabes Unidos, Belize e até Portugal, a quem chamou de “precioso”. Só no Egito – o “monumental”, adjetivou ele – esteve dez vezes. “E o Vale dos Reis tornou-se o ex libris no Egito quando passei lá há dez anos”, explicou ao Observador. Fotografou a zona este de Luxor, apaixonou-se e decidiu continuar por ali, mas desta vez do outro lado do Nilo.
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Dentro do Vale dos Reis, Jakub Kyncl sentiu-se como “um rapazinho que acabou de receber a primeira bicicleta”. Queria sorver todas as sensações e todas as informações possíveis no escasso tempo que tinha, por isso voltou várias vezes aos mesmos sítios para se certificar que as imagens estavam a ficar tal como as tinha projetado. No túmulo de Ay, mais afastado dos outros, esteve sozinho apenas com o guia durante mais de uma hora. “Falem-me sobre uma super-experiência privada – é esta!”, contou-nos o jornalista entusiasmado.
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Ver um homem – o único, aliás – a fotografar alguns dos monumentos mais belos do mundo não agradou a todos. Os turistas não podem captar imagens do local, tornando muito raras as fotos ilustrativas do Vale dos Reis. Num dos dias de trabalho, um advogado que passeava por ali começou a gritar para Jakub Kyncl, achando que ele tinha pago aos guardas para o deixarem fotografar. Quem explicou ao homem, sempre mais cético, e à sua mulher, que aquele era um projeto para “divulgar pelo mundo a beleza do Egito” foi Medhat Ramedan Hafez, um egiptólogo.
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Mais tarde, Jakub Kyncl voltou a cruzar-se com o turista, que lhe sorriu, bateu nas costas e pediu desculpa. “Às vezes, acho que o melhor que temos a fazer é apenas escolher o comportamento certo”, escreve o fotógrafo.
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Site do Jakub: www.jakubkyncl.com


piramidal.net

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