AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Padrões de beleza que você não vai acreditar que já existiram!


Todo mundo sabe que um padrão de beleza muda com o tempo. Antigamente se falava que beleza exigia sacrifícios, hoje já se fala da beleza real, sem sacrifícios. E por falar em antigamente, o que as mulheres faziam em nome da beleza era incrivelmente assustador.
Por isso, trouxemos para vocês alguns padrões de beleza antigos que são difíceis de acreditar.



Séculos XV — XVII: chopine


Séculos XV XVII chopine
As damas dos séculos XV — XVII usavam os chopines para proteger os vestidos da sujeira e demonstrar seu status social. Este calçado de salto salto alto revelava aos outros o status do seu ’dono’. O salto dos sapatos podia chegar a medir até 50 cm, portanto elas sempre tinham que estar acompanhadas de uma ajudante, poi caso contrário, elas iriam cair no chão.

Inglaterra, século XVII: pele branca

pele branca

Um remédio a base de chumbo e vinagre estava na moda nessa época e era usado para branquear a pele, mas, após algum tempo, a deixava amarela. Este processo era irreversível. A rainha da Inglaterra, Isabel I, era fanática por esses cosméticos. Seu rosto entrou para a história como ’a máscara da juventude’.

Inglaterra, século XVII: veias



veias saltadas

Para mostrar seu status social, as mulheres desenhavam no torso, no peito, nos ombros e no pescoço veias com um lápis azul.

Europa, século XVIII: pintas


pintas
Foi a época em que era possível usar todo tipo de cosmético e as pintas tinham um grande significado. Não eram apenas parte da maquiagem, mas uma ferramenta para o flerte:
Pinta meia lua: convite para um encontro noturno.
Pinta em forma de cupido: significava amor.
Carroça: disposição para fugir juntos.
Pinta no lábio superior: demonstrava que a mulher era solteira e estava aberta a propostas de casamento.
Pinta na bochecha direita: a mulher estava casada.
Pinta na bochecha esquerda: a mulher era viúva.

Renascimento: testa grande e ausência de cílios

testa grande
Durante esta época, a naturalidade não estava na moda. As mulheres usavam muitos cosméticos. Além disso, a testa alta era valorizada. A linha de nascimento do cabelo tinha que ficar bem para trás. A maioria das mulheres raspava o cabelo na frente para alcançar o visual que estava na moda. Para piorar, tinham de tirar os cílios com o uso de uma pinça comum.

Era vitoriana: morder os lábios


maquiagem na era vitoriana
Um belo dia, a Rainha Vitória decidiu proibir o uso de cosméticos entre as mulheres. Mesmo assim, as damas encontraram uma saída para esta situação. Ao invés de colorete e batom, elas beliscavam as próprias bochechas e mordiam os próprios lábios para que ficassem bem rosados. Simples, não?

Era vitoriana: vestidos verdes

vestido verde era vitoriana

Nesta época foi inventado o corante verde, que se transformou em uma verdadeira febre. A cor foi chamada de ’o verde Scheele’. Para criar o Scheele, era usada uma mistura de arsênio e cobre, que não fazia nada bem a quem usasse o vestido. O corante entrava pelas membranas mucosas, causava irritação e penetrava a pele. Além disso, as paredes das casas também eram pintadas com esta mesma cor, expondo as pessoas a um enorme risco de intoxicação.

Século XIX: arsênio para a beleza


arsênio para a beleza
Na época estava na moda ingerir arsênio para dar ao rosto um aspecto mais bonito, aos olhos um aspecto mais brilhante e, ao corpo, um arredondado mais atraente. Claro que isso vinha com efeitos secundários: o arsênio fica acumulado nas glândulas tireoides. Ele pode provocar bócio e até mesmo a morte.

Século XX: covinhas

aparelho para fazer covinhas

Para ser uma mulher completa, nessa época, precisava ter covinhas. E em 1923 foi patenteado um dispositivo feito para ser colocado no rosto, atrás das orelhas e no queixo com duas partes que pressionavam muito forte as bochechas e acabavam causando muita dor. Após muito tempo de uso, as covinhas apareciam.

1939: proteção para maquilhagem

proteção para maquiagem

Assim é como as mulheres protegiam a maquilhagem do rosto contra a chuva em 1939. Uma desvantagem era que o cone ficava super embaçado por dentro.


www.wefashiontrends.com

Sem comentários:

Enviar um comentário