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domingo, 7 de maio de 2017

«Insistir» até que se faça justiça



O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, garantiu esta noite na Marinha Grande, Leiria, que vai continuar a «insistir» na reforma sem penalizações para os cidadãos com carreiras contributivas com 40 ou mais anos.
https://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/jumbo1200x630/public/assets/img/mac_trabalho_rd.jpg?itok=J1Ije0ev
A proposta avançada pelo Governo não corresponde às necessidades e expectativas dos trabalhadores
A proposta avançada pelo Governo não corresponde às necessidades e expectativas dos trabalhadoresCréditos
«Vamos continuar a insistir para que seja garantida a antecipação da pensão de velhice sem penalizações para os que tenham 40 ou mais anos de descontos, independentemente da idade», afirmou Jerónimo de Sousa, salientando que se trata de uma proposta que «integra a política patriótica de esquerda que defendemos para Portugal».
De acordo com o secretário-geral comunista, a «proposta do Governo corrige algumas das injustiças existentes», mas está ainda longe «do que seria justo e necessário».
O PCP exige que os «trabalhadores com longas carreiras contributivas, designadamente os que foram sujeitos ao trabalho infantil», tenham a possibilidade de antecipar a reforma «sem penalizações».
Para Jerónimo de Sousa, a possibilidade de reforma antecipada não deveria ser destinada apenas a quem «tem 48 anos de descontos ou àqueles que têm 46 anos de descontos, tendo começado a descontar aos 14 anos ou menos».
Recorde-se que, de acordo com a proposta apresentada pelo Governo na reunião com os parceiros sociais, na última quinta-feira, apenas os pensionistas com carreiras contributivas muito longas – 48 ou mais anos de descontos – e os que têm carreiras contributivas longas (pelo menos 46 anos) e que tenham começado a trabalhar antes dos 15 anos, podem reformar-se antecipadamente sem qualquer perda do valor da pensão a receber.


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