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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Vapor de água e óleo. É assim que Serpa quer acabar com glifosato


Uma máquina de deservagem térmica, sem produtos químicos, é a alternativa que está a ser testada na cidade alentejana.
A Câmara de Serpa está a testar uma alternativa, sem produtos químicos, ao glifosato, o herbicida potencialmente perigoso e o mais usado em todo o mundo.
Um equipamento que elimina todo o tipo de ervas daninhas e musgos, garante a autarquia, tem estado a ser testado nas ruas de Serpa.
“É uma máquina que não tem herbicidas trabalha só com vapor e utiliza o óleo vegetal reciclado como combustível”, diz à Renascença o vice-presidente da autarquia, Carlos Alves,
De acordo com o autarca, as células das plantas são destruídas a temperaturas elevadas, “entre os 160 e 180 graus” num processo denominado como “monda térmica”.
“Queremos acabar com as queixas da população expostas a alguns riscos e além do mais as questões ambientais são para nós, uma prioridade”, assegura o autarca.
O equipamento de deservagem térmica não necessita de qualquer químico mas requer algum investimento do município.
“Estamos a ponderar os custos/benefícios, mas estamos em crer que a saúde dos nossos munícipes e a vida do Planeta não têm preço”, sublinha Carlos Alves, acrescentando que a autarquia pondera “a compra desta máquina para, no futuro, poder ser usada em todo o concelho”.
No Alentejo, a Câmara de Serpa é a primeira a experimentar este método ecológico que preserva a qualidade das águas subterrâneas”, assegura.
“Não queria dizer que somos pioneiros, mas na região somos os primeiros a usar este equipamento e outros municípios alentejanos já nos pediram informações uma vez que ponderam também acabar com o uso do glifosato”, acrescenta.


rr.sapo.pt

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