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sábado, 22 de abril de 2017

Trabalhadores não docentes exigem contratação de pessoal


Os trabalhadores não docentes, queixando-se de que não foram ouvidos, realizaram esta sexta-feira uma manifestação até ao Ministério da Educação, onde exigiram a contratação de mais pessoal, o fim da precariedade e uma carreira específica.
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Trabalhadores durante a manifestação nacional dos trabalhadores não docentes, junto do Ministério da Educação, Lisboa, 21 de Abril de 2017
Trabalhadores durante a manifestação nacional dos trabalhadores não docentes, junto do Ministério da Educação, Lisboa, 21 de Abril de 2017
Os trabalhadores não docentes desfilaram esta tarde da estação da CP Entrecampos, na Av. 5 de Outubro, até ao Ministério da Educação, a quem entregaram uma moção aprovada.
«Emprego com direitos sim, precariedade não», «É preciso, é urgente mais trabalhadores não docentes» e «Não e não à municipalização» eram algumas das palavras de ordem que os manifestantes entoavam a caminho do Ministério, empunhando faixas e bandeiras.
A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS/CGTP-IN) denuncia que o ministro da Educação até agora não abriu a negociação do caderno reivindicativo, entregue há um ano.
Numa nota enviada à comunicação social, a federação sindical afirma que a Escola Pública «continua a ter uma crónica falta de pessoal não docente efectivo, pelo que o recurso à contratação precária é sistemática» e que «os trabalhadores continuam sem ter direito a carreiras específicas que dignifiquem o exercício das suas funções e promovam a qualidade dos serviços prestados».
A nota acrescenta que «o Governo insiste em destruir a Escola Pública com o processo de municipalização que porá em causa a sua universalidade e a desresponsabilização do poder central».
Os trabalhadores reclamam a integração por via excepcional, sem concurso, de cerca de 2000 funcionários que reúnem as condições para a vinculação aos quadros do Estado.
A federação denuncia que há ainda trabalhadores recrutados sazonalmente nos centros de emprego, para um ano lectivo, que asseguram necessidades permanentes nas escolas, e outros contratados à hora, por menos de três euros, «em especial para tratarem de alunos com dificuldades cognitivas».
O caderno reivindicativo também inclui a reivindicação de uma nova portaria de rácios que tenha em conta o tipo de escola e a localização, e não apenas o número de alunos e de funcionários.
Com Agência Lusa


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