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terça-feira, 4 de abril de 2017

Trabalhadores do comércio e serviços em luta

A primeira quinzena de Abril será marcada por protestos dos trabalhadores do comércio e serviços. Reivindicações como o aumento dos salários e a regularização dos horários levaram à convocação de plenários, concentrações, greves e outras acções.


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Entre várias questões, os trabalhadores do comércio e serviços lutam contra o assédio moralCréditos
Os trabalhadores do comércio e serviços têm agendadas diversas acções reivindicativas para os primeiros quinze dias de Abril. Já estão convocados plenários, concentrações, greves e acções de denúncia.
Segundo uma nota do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP), os trabalhadores exigem aumentos nos salários e o fim das discriminações salariais, horários regulados que permitam «a harmonização entre a vida profissional e a vida pessoal e familiar», e justiça nas carreiras profissionais.
Também reivindicam o fim do trabalho precário, o fim dos ritmos de trabalho «destruidores da sua saúde» e o fim do assédio moral, da pressão e repressão nos locais de trabalho. Lutam pela «negociação, o respeito e cumprimento da contratação colectiva».
Nesta quinzena, destaca-se: a concentração de trabalhadores do grupo Auchan agendada para o dia 5 de Abril; a «semana de luta» do Pingo Doce, de 7 a 12 , com acções diversificadas; a greve de 24 horas na Santa Casa Misericórdia da Póvoa do Varzim, no dia 7; a acção no Continente de Fânzeres com uma hora de greve também no dia 7; e a greve de 24 horas no Dia/Minipreço, convocada para o dia 13, com concentrações em Oeiras, Gaia e Albufeira.


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