NOTA

OS TEXTOS ASSINADOS POR OUTRÉM OU RETIRADOS
DE OUTROS BLOGUES OU SÍTIOS NÃO REFLECTEM NECESSÁRIAMENTE
A OPINIÃO OU POSIÇÃO DO EDITOR DO "desenvolturasedesacatos"

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Preços da gasolina em Portugal são dos mais elevados do mundo




A Bloomberg fez um apanhado dos preços da gasolina em todo o mundo. Portugal está entre os mais caros, com os impostos a sobressaírem.

"Preços da gasolina no mundo: o real custo de abastecer". É assim que a Bloomberg apresenta a peça com os preços deste combustível no mundo, estabelecendo comparações para três indicadores: o preço efectivo, os gastos e disponibilidade financeira.
 .

O país com o preço mais baixo é a Arábia Saudita, onde o litro de gasolina custa 0,24 dólares, segundo os dados da Bloomberg que têm como referência o primeiro trimestre do ano. O mais caro é registado em Hong Kong (1,91 dólares). Entre 61 países analisados, Portugal surge em 52.º, com o litro a custar 1,56 dólares.

Quando analisado o indicador da disponibilidade financeira, que avalia o que representa um litro de gasolina no rendimento diário médio dos países, em primeiro lugar surge a Venezuela e em último a Índia. No caso do país da América do Sul, o rendimento médio diário está nos 14,17 dólares, o que significa que um litro de gasolina representa 0,01% do rendimento de um dia de trabalho. No caso da Índia, um litro de gasolina representa 21,29% do rendimento diário médio.

Neste indicador, Portugal encontra-se no 38.º lugar. Com o rendimento médio diário a ser de 53,69 dólares, é necessário 2,91% do salário diário para comprar um litro de gasolina.

Já no que respeita aos gastos médios dos consumidores por ano, a Venezuela surge em primeiro lugar, com os consumidores a gastarem apenas 0,02% do salário médio por ano em gasolina. Em último lugar surgem os mexicanos, que gastam cerca de 3,86% dos seus rendimentos em gasolina.

Portugal está em 25.º. "Os consumidores gastam em média 141,84 litros de gasolina por ano, o que representa 1,13 do salário médio", explica a Bloomberg.



Sem comentários:

Enviar um comentário