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quinta-feira, 6 de abril de 2017

É A AL-NUSRA, ESTÚPIDOS





Sendo óbvio que o massacre com o suposto gás sarin, ocorrido na Síria, não seria de autoria russa, não era crível, sequer, que tivesse sido perpetrado pelo exército regular da Síria.
Se os arautos do fascismo europeu e estadunidense reagiram como uma mola, justo seria colocarmos a nossa atenção numa autoria do terrorismo islâmico. Do mesmo modo abominável o sionismo ladrava ao mesmo tempo que a Amnistia Internacional zurrava ao som das trombetas do “grande irmão”.
De facto, rapidamente se pôde observar contradições graves pelas imagens passadas em todo o mundo.
Um ataque desta natureza demora poucos segundos a atingir todo o sistema nervoso, os músculos, provoca vómitos e esvazia a bexiga e os intestinos. Ora acontece que todos vimos a segurança tranquila e não apetrechada dos “capacetes brancos” na ajuda que prestaram às vítimas. Conclusão elementar a tirar (indiscutivelmente) é que o gás mortífero era cloro e não sarin.
Numa situação, apesar de tudo, de caos e de grande operacionalidade médica, foi um miminho ter sido possível ver, no hospital, a disponibilidade de um médico para registar num vídeo a culpabilidade do “regime de Bashar al-Assad”.
Em virtude das derrotas contundentes dos nazis islâmicos na Síria, o ataque desvairado tem a assinatura da “Al-Nusra”.

Guilherme Antunes

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