AVISO

O administrador deste blogue não é responsável pelas opiniões veiculadas por terceiros, nem a sua publicação quer dizer que delas partilhe, apenas as publica como reflexo da sociedade em que se inserem, dando-lhes visibilidade, mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia de situações menos claras do ponto de vista ético.

Atenção este blog tem tradutor se quiser traduzir clique com o botão direito do rato ou procure o tradutor no fim da publicação e clique onde diz traduzir para português ou outro idioma.


segunda-feira, 13 de março de 2017

Polícias sem exames médicos

A ASPP manifesta a sua incompreensão por «alguém que fala em nome do partido do Governo» desconhecer «a realidade sobre a qual intervém» e chama a atenção para o facto de haver polícias «com dezenas de anos de serviço que nunca foram submetidos a quaisquer exames médicos pela PSP».


Por fim, a ASPP considera «que a maioria dos deputados menosprezaram um problema grave que se vive na instituição»
Por fim, a ASPP considera «que a maioria dos deputados menosprezaram um problema grave que se vive na instituição»
Na sequência da rejeição pelo Parlamento do projecto de lei, apresentado pelo PCP, que pretendia enquadrar a Saúde e Segurança no Trabalho nas polícias, a Associação Sindical dos Profissionais da PSP (ASPP), que apresentou também uma petição sobre a mesma questão, emitiu um comunicado onde sublinha a estupefacção com que ouviu «alguns deputados do partido do Governo, referirem, entre outros lapsos, que a Polícia já tem medicina preventiva, não sendo por isso necessária mais legislação sobre esta matéria».
No comunicado, a ASPP manifesta a sua incompreensão por «alguém que fala em nome do partido do Governo» desconhecer «a realidade sobre a qual intervém» e chama a atenção para o facto de haver polícias «com dezenas de anos de serviço que nunca foram submetidos a quaisquer exames médicos pela PSP».
Em 2011 a ASPP já tinha apresentado uma queixa na Organização Internacional do Trabalho, na sequência da qual e segundo o referido comunicado, o Ministério da Administração Interna «solicitou um estudo à Direcção Nacional da PSP, que, pelo menos até hoje, continua a não ser conhecido».
Por fim, a ASPP considera «que a maioria dos deputados menosprezaram um problema grave que se vive na instituição, ao nível das condições de trabalho, saúde e da própria via dos Profissionais» e que lhes ficará mal, bem como ao governo, de agora em diante lamentarem-se quando surgirem «situações dramáticas de morte ou invalidez em serviço na PSP».


www.abrilabril.pt

Sem comentários :

Enviar um comentário