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sábado, 18 de março de 2017

GUTERRES, UM COBARDE



Uma senhora comissária de uma organização internacional que depende da ONU chegou à conclusão que Israel pratica o “apartheid” com o povo da Palestina.
A actual cadela norte-americana na ONU declarou-se escandalizada e ladrou alto. Logo bastou para que, amedrontado, o novo caniche do império (Guterres) viesse afirmar que não tinha nada que ver com o assunto, que aquela opinião transparente e medianamente sensata, não o vinculava, nem à ONU. O grande irmão que ficasse tranquilo.
Qual quê? Havia que rasgar semelhante atitude digna, corajosa e eticamente irrepreensível da senhora secretária executiva da comissão. Guterres, do seu poisio magnificente, ordenou tonitruante: transforme-se o farsante documento dos direitos humanos em farinha de quinua com uma brevidade meteórica.
Cumprida a missão o amantíssimo Guterres, o católico, terá telefonado para o seu guru espiritual, um tal lagarto Melícias, dito franciscano. Comungou, pediu perdão pelos pecados dos extremistas palestinianos e foi-se deitar, quentinho e com a pança de lado. Dormiu sereno.
Na Palestina, os mortos de todas as faixas etárias, continuam a povoar o consciente piedoso do que será o homem mais brilhante de toda a história de Portugal, segundo a exaltante reflexão do amigo-presidente da República. Uns traquinas, estes ex-meninos caritativos.
Um filho da puta sem carácter. Um amigo da "solução final " palestiniana (poderei eu dizer estas coisas fora dos "sítios certos"?).

Guilherme Antunes (facebook)

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