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quarta-feira, 22 de março de 2017

EXPERIÊNCIAS ATROZES COM SERES HUMANOS

Médico implantou testículos de animais em prisioneiros... conheça as cobaias humanas!


No mundo de hoje, por razões óbvias, há dificuldades na pesquisa biomédica, pois não se pode trabalhar com o ser humano como objeto de estudo. Porém, foram encontrados outros tipos de alternativas, desde cultivos celulares a numerosos modelos animais. Também, ainda que pareçam incertos, dados obtidos de um verme ou de uma mosca podem ser aplicados, com certas ressalvas, para entender como funciona o nosso corpo.
Você sabia que, por exemplo, a maioria das informações definitivas sobre a função dos nossos genes foram retiradas de testes feitos com ratos? Porém, nenhum destes ensaios de laboratório, por razões artificiais, nos garantem que as teorias realmente funcionam, pois, em termos de medicina, chega-se a um momento em que não se pode evitar cruzar a fronteira e fazer experiências com humanos.
Mas antigamente, levando em conta todos os abusos e atentados produzidos contra a dignidade das pessoas em investigações médicas (como as que ocorreram nos campos de extermínio nazistas), foram produzidos todo tipo de experiências horríveis que desembocaram em inúmeras atrocidades. Neste artigo falaremos sobre as 10 experiências mais macabras e violentas já realizados em seres humanos. Continue lendo porque você se surpreenderá com o que a raça humana foi capaz!

Troca de testículos

O Dr. Leo Stanley fez inúmeras experiências com enfoque em eugenia enquanto trabalhava como cirurgião-chefe da prisão de San Quentin. Tudo foi realizado a fim de reduzir o crime e, por mais de 500 vezes, os experimentos incluíram implantes testiculares. Stanley amputava testículos de prisioneiros executados e os implantava em prisioneiros vivos. Por vezes, ele fez, até mesmo, uso de testículos de bode ou de javali, pois acreditava que o aumento da testosterona dos prisioneiros os transformaria em pessoas melhores. Em 1940, o doutor persuadiu 600 presos a se submeterem à esterilização, para tentar impedir a propagação de genes indesejáveis.

 MK Ultra

A CIA administrou centenas de drogas que alteram a mente em prisioneiros para estudar seu controle. Para esses experimentos ilegais, a CIA escolheu pessoas que não tinham como recusar, forçando o tratamento a condenados de 3 prisões. Uma vez na prisão, encorajavam os prisioneiros a participarem do teste em troca de poderem escolher as drogas que iriam usar. Os experimentos tentavam alterar o estado mental dos prisioneiros com LSD, hipnose, isolamento e tortura.

Envenenamento por radiação

Alguns pesquisadores da Universidade de Washington expuseram 232 prisioneiros à radiação para determinar seus efeitos sobre a função testicular. Quando os prisioneiros terminaram suas sentenças e tiveram filhos, pelo menos 4 deles apresentaram malformações congênitas, seguramente por causa do experimento. No entanto, não se conhece os verdadeiros danos causados pelo experimento, pois os cientistas não continuaram a estudar os prisioneiros.

Cobaias humanas

Por mais de 20 anos, milhares de prisioneiros de Holmesburg foram usados como cobaias em diversas experiências secretas. Militares e agentes da CIA foram financiados por farmacêuticas e foram supervisionados pelo Dr. Albert M. Kligman. Os testes foram conduzidos sob um pretexto dermatológico, mas, na verdade, o estudo envolveu o uso de drogas psicoativas, de doenças infecciosas e de produtos químicos tóxicos. Também foram realizados testes do agente laranja nos prisioneiros. Eles foram injetados com altas doses de substâncias químicas cancerígenas o que lhes causou ferimentos em seus rostos, axilas e virilha. Durante anos, eles foram expostos a esses perigos.

Injeções de câncer

Dr. Chester M. Southman injetou células cancerosas em 53 prisioneiros, numa prisão em Ohio. Ele pretendia testar se o câncer se espalhava ou não. Primeiro, ela fez o teste com pacientes já portadores da doença, mas depois decidiu testar em prisioneiros porque queria comprová-los em pacientes saudáveis. Tumores cresceram nos pacientes infectados, mas como eles eram saudáveis, seu sistema imunológico foi capaz de combater o câncer.

Mosquitos da malária

Por 30 anos, os prisioneiros da Penitenciária Stateville foram infectados com malária, para que medicamentos anti-maláricos eficazes fossem desenvolvidos para o exército. Depois de receberem 10 picadas de mosquitos infectados, os prisioneiros sofreram febres altas, dores de cabeça, delírios e náuseas. Os pacientes infectados foram tratados com medicamentos experimentais para curar a doença e, em alguns casos, alguns só tiveram seus sintomas aumentados, causando insuficiência cardíaca. Nos julgamentos de Nuremberg, os nazistas enfatizaram a crueldade deste estudo para justificar a desumanidade em seus próprios testes.



Testes com sífilis na Guatemala

Médicos pagaram a prostitutas infectadas com sífilis para terem relacionamentos com prisioneiros saudáveis. Outros foram injetados diretamente com a doença. Supostamente, pretendia-se demonstrar os efeitos da penicilina no corpo humano, mas a doença provocou graves problemas cardíacos, cegueira, demência e até mesmo a morte. Do grupo infectado, que também tinha pacientes e soldados com a doença mental, apenas metade recebeu algum tipo de tratamento. Quando estes testes vieram à luz, em 2010, o presidente da Guatemala, Álvaro Colom, descreveu-os como um crime contra a humanidade.

A Unidade 731

O Exército Imperial Japonês conduziu algumas experiências letais em prisioneiros da Unidade 731, a fim de criar armas de destruição em massa. Eles foram realizados em mais de 250 mil pessoas e muitos morreram durante o processo ou tiveram que ser executados. Foram incluídas infecções com doenças mortais; remoção de órgãos ou membros sem anestesia, para estudar os efeitos do sangramento; e outros foram usados como alvos para lançadores de granadas ou lança-chamas. Quando a Segunda Guerra Mundial teve seu fim, após os Estados Unidos terem tido acesso a todos esses experimentos, seus diretores receberam imunidade legal.

Experiências com gémeos

Na mesma época, um médico no campo de concentração de Auschwitz, o Dr. Josef Mengele, realizou graves atrocidades em cerca de mil pares de gêmeos, com a finalidade de encontrar maneiras de multiplicar a raça alemã. Em um deles, Mengele tentou unir a dupla por cozimento, para tentar criar gêmeos siameses. A experiência fez com os gêmeos tivessem gangrena e morressem poucos dias depois. Em outro experimento, ele tentou mudar a cor dos olhos de um gêmeo, injetando tinta diretamente ou realizando transfusão de sangue de um gêmeo para o outro. Após os estudos, os gêmeos eram, geralmente, mortos para que fossem dissecados e comparados com os outros.
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