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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

poesia : António Garrochinho

nem puta nem santa
quero lá saber dos que me pintam a manta
minha, é a minha escrita
cristalina água selvagem
sem prestar vassalagem
talvez profana
anti bendita
livre em eterna viagem
dando ao caminheiro
o alento de que necessita

António Garrochinho

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