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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Estados Unidos: A Potência criminosa e os impossíveis sonhos de paz mundial




“Há muitos assassinos, acha o nosso país inocente?” - Pato Donald Trump Presidente dos Estados Unidos, de Hollywood-Washington

Eles chegam com véus sagraciais, as cabeças cobertas com turbantes, com barba muito bem tratada por histórico tradicional, uma cultura milenar esplendente; têm um historial de mais de seis mil anos e com vezo muito mais ético-humanitário e mais nobre de fundamentos do que a ideia contemporânea judaico-cristã-católico-luterana, e são tachados de fundamentalistas, terroristas, homens-bombas, perigosos, etc. e tal…

Mas ELES, os outros, chegam armados até as tripas, com metralhadoras potentes, granadas, bombas, alta tecnologia bélica; depois de extinguirem milhões de nativos de nações indígenas, e de explorarem negros na escravidão de sua guerra civil, e até como bucha de canhão usaram afrodescendentes em amorais guerras insanas que bancaram ditaduras inumanas, e são classificados de DEMOCRATAS, e de um país de homens livres? Democratas?

-Eles, os “inimigos”, são invadidos a troco de uma bomba que não há, são tachados de terroristas cidadãos locais que são meros residentes-resistentes e que defendem seu clã e seu território invadido, e quando se descobre que milhões foram mortos, velhos, mulheres, crianças (e uma nação destruída) – inocentes – e não havendo perigo nenhum, nem bomba alguma, erro cirúrgico de suspeita espionagem falha, e então eles COBRAM altos preços para reconstruir o que destruíram a bel prazer, como parasitas do lucro, por mero engano ou jogo politico-eleitoreiro? Que democracia é essa? E o Tribunal de Haia? Ah, e ainda assim em nome de uma paz fake que nunca há, mesmo depois da chamada Guerra Fria, os bandidos mandatários com alta patentes por trás e uma anticristã indústria bélica a reboque, ainda são suspeitamente indicados ou recebem o prêmio Nobel da Paz? Paz, onde? Como? Por quê? América Cloaca das Treze Colônias de Estrelas de Sangue?

-E se deixassem o planeta terra em paz? E se cuidassem mesmo de seus vários e graves problemas internos, de violências, de vícios, de sexismos; racismo, miséria, armamentos clandestinos, negros vitimados, pobres a míngua, gente morando na rua (milhões), furacões, tornados, falha de Santa Andrea, injustiças sociais, crimes impunes, presidentes, políticos e artistas mortos suspeitamente, mais riquezas injustas, riquezas impunes, propriedades roubos, cartéis, máfias e quadrilhas; meritocracia uma piada, lei de oferta e procura uma máfia; e fizessem algo melhor contra a fome no mundo, a guerra suja, a diarreia que mata milhões de crianças, não o seu núcleo sujo de peitos de peru arrotando santidade tipo o papo furado de pátria escolhida por Deus ou de xerifes do mundo?

Sim, e se eles BOMBARDEASSEM os pobres, carentes, e sofridos territórios terceiro-mundista, periférico, em vez de usarem armas atômicas como em Nagasaki e Hiroshima, ou no Canal do Panamá, e em vez de armamentos, helicópteros, torpedeiros, navios-escolas, que milhares de seus paraquedas teleguiados soltassem nesses países carentes o melhor do tal estilo de vida americano? Em vez de gastarem trilhões com armamentos de alta tecnologia destrutiva em países fracos, e mandassem geladeiras, jipes, computadores, satélites, sucrilhos, cereais, toddy, coca cola, freezers, televisores, fogões, trailers, tudo do bem e melhor. Seria tudo muito mais barato do que gastos hediondos com armas; e os povos que recebessem essas cargas do céu, de qualidade, tecnologia e tantas máquinas possantes se sentiriam atraídos, queriam esse padrão de vida também. Não morreriam, seriam consumidores em potencial, simpatizantes, sem mortes, sem resistência, sem medo, sem sangue por óleo, sem perdas de vidas, sem terrorismo de defesa, daí todo país distante, porem, carente, talvez então quisesse finalmente ser uma estrela da américa rica, mas sem derramamento de sangue, e sem bombas, sem invasões, sem impunes derrubadas de presidentes, nem financiamento de torpes ditaduras, sem soldados estuprando crianças; isso não seria muito mais ético, humanitário, transparente, verdadeiramente Cristão? Quem poderia contestar isso? Quem poderia ser terrorista contra isso? Quem iria resistir a isso?


Há ELES & “Eles”. Potências criminosas… e sonhos de uma paz limpa.

Um pouquinho de conhecimento ajuda. Um pouquinho de história escora, reforça ideia. Estudar profundamente também. Opinião sem estudo, sem pesquisa, sem bagagem inteligente de conhecimento, leva ao descrédito da criticazinha sem pé nem cabeça… Pensar pode. Fanáticos mulçumanos? E os fanáticos das Klux-Klux-Klan, o próprio radical e ultraconservador Tea Party, e seus asseclas da fascista direita da América dos cornos; do crime organizado como sua politica externa suja, violenta, vingando podres poderes no exterior, verdadeiro banditismo por baixo de uma podre diplomacia de embuste?

Mas, já pensou, sonhar pode – Evoé John Lennon – nos cafundós adonde o judas perdeu o all-star, países pobres, rançosos, tristes, atrasados, criticando o águia-abutre e sua imunidade no foro internacional de terrorismo do estado norte-americano, e de uma hora pra outra, com medo do grande irmão que de bobo não tem nada, e em vez dos fuzileiros navais, da CIA, do FBI, dos navios-cidades, das naves, satélites, porta-aviões, contratorpedeiros, caçadores de minas, e drones espiões, começar a chover hambúrgueres, salsichas, tvs de ultima geração, notebooks, a produtos tops de linha…

Só não pode chover quadrupedes do Texas. Nem chacais sem alma como Kissinger. Nem antagônicas hienas desbotadas como Hillary. Muito menos bombas teleguiadas, nem operações sigilosas de sujeiras clandestinas, nem mercenários sórdidos, homens bombas com políticas de enganação e fraude, piratas de intimidação e de sangue por óleo. Nem Pateta, João-Bafo-de-Onça; nem empresariado leviano tipo Irmãos Metralhas, nem puteiros como fizeram na antiga ditatorial Cuba, bordel de Frank Sinatra e da máfia italiana.

O New York Time noticiaria em manchetes chaves com letras garrafais:

USA da Paz bombardeia Nigéria, Somália, Afeganistão, Coreia do Norte, Vietnam do Norte e Haiti com toneladas de hambúrgueres, sucos de laranja, maçã, celulares de ponta, computadores de última geração, pendrives, chips free, feito um sonho, um filme.

Um sonho? Imagine… nem fronteiras, nem bandeiras, nem exércitos…

Mas talvez tudo isso não compactuasse com o sentido humanista dos orientais mais unidos e simplistas e agregados, nem cativasse a resistência da nova Rússia de novo poderosa e forte, nem interessasse a China futura potência imbatível, nem a comunidade africana mais solidária e ética, devotos de todos por um, um por todos, não fãs bobos do estilo e modus operandi dos USA de cada um por si e danem-se todos, herança anglo-saxônica da América e seus lucros de operações tenebrosas, doa o que doer, custe o que custar, haja o que houver.

Na paz está a nossa confiança, deveria ser o lema de todos os povos e credos.

De todos livres, sem exploração pelo comercio, pelo narcocontrabando informal, ou pelo cínico estado mínimo, redes podres, cartéis, infovias efêmeras, o Tatcheriano neoliberalismo câncer do próprio capitalhordismo americanalhado.

A quarta guerra mundial que Einstein disse que seria de paus e pedras, poderia ser na verdade uma nova modalidade pacifica de terceira guerra por assim dizer de humanização do planeta, isso se os países carentes fossem providos, de água e de remédio, de comida e roupas, de suprimentos e energia, de tecnologia e humanismo ético-comunitário. Ah se a funesta igreja católica vendesse todo seu ouro sujo e doasse aos pobres da África. E se a poderosa USA devolvesse sua parte roubada do México, de Cuba, de Porto Rico, do Haiti, da França, do Canadá, do Alasca; e devolvesse o que predou aos índios restantes de dez milhões vitimados. E indenizasse todos os descendentes de negros explorados… e se a NASA beneficiasse todas as nações emergentes com suas informações, qualidades técnicas e tecnologia de ponta, e também se a rica América libertasse a sua maior população prisional do mundo, em torno de dois milhões e meio de pessoas, mais, ajudasse – pelo amor de Deus – as dezesseis milhões de crianças que o pais-potência tem na linha da miséria, e assim também indenizasse os mais de 150 países que bombardeou, e explicasse porque 60 % do povo norte-americano acredita no diabo, e não em Deus que ELES dizem que seguem. Por que se sentem em casa?

Mas em paz não se faz potência. A guerra dá lucro.

Há Eles e ha “ELES”, curto e grosso, nosotros, os famélicos da terra, e “outroseles”, os EUA, os xerifes do mundo, potência decadente.

De que lado você está?

Deus puna a América!

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Silas Correa Leite*
* Silas Correa Leite, blogueiro e ciberpoeta premiado. Conselheiro Diplomado em Direitos Humanos e Democracia

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