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sábado, 25 de fevereiro de 2017

A direita mal disposta e a Comissão no mesmo estilo


A direita mal disposta e a Comissão no mesmo estilo
Mota Soares (CDS) diz que a reversão das medidas do governo de que fez parte é o factor que explica as dúvidas de Bruxelas… Para o CDS os cortes nas pensões , reformas e pensões deviam ter-se mantido…É a tal política pela positiva da A. Cristas !
“O vice-presidente da Comissão Europeia responsável pelo Euro e Estabilidade, Valdis Dombrovskis, considerou hoje que Portugal tenderá a sair do Procedimento por Défice Excessivo (PDE) se as tendências positivas se confirmarem, nomeadamente nas estatísticas oficiais de abril.
Em resposta às questões colocadas pelos grupos parlamentares, o responsável letão enumerou que para o país abandonar o PDE será necessário que as “tendências [sobre os valores do défice] se confirmem”.
“Vamos usar o Eurostat de abril”, lembrou o responsável, numa referência à estatística oficial europeia que fixará os valores das contas públicas de 2016, e acrescentando que nas previsões económicas e financeiras da primavera também haverá nova avaliação, em maio.
No caso de progressos positivos, Dombrovskis referiu, na Assembleia da República, que “Portugal tenderá a sair do Procedimento por Défice Excessivo”.
Na sua intervenção inicial, o comissário reafirmou a necessidade de medidas ambiciosas no Programa Nacional de Reformas (PNR), recordando também os “sinais de encorajamento” dados pelo país, como no crescimento económico e descida no défice.
Nesta reunião Isabel Pires, do Bloco de Esquerda garantiu que os atuais dados favoráveis na economia são “resultado de uma rutura das políticas” do anterior Governo da coligação PSD/CDS-PP, defendeu a necessidade de uma restruturação da dívida e apelidou de “ultrajante” a proposta de Bruxelas em diminuir os valores das indemnizações em caso de despedimentos.
Nesta audição de uma hora, Pedro Mota Soares, CDS-PP elencou várias questões sobre o mercado de trabalho, como se os “progressos limitados e os riscos” apontados por Bruxelas se podem relacionar com as alterações que as “bancadas mais à esquerda” querem fazer à lei laboral.
A encerrar as intervenções partidárias, Paula Santos, do PCP, notou os “instrumentos da União Europeia que não permitem que o país se possa desenvolver”, enumerando o tratado orçamental e o euro”.
Com Lusa
 
Este artigo encontra-se em: FOICEBOOK http://bit.ly/2kV6vHO

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