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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

poesia:António Garrochinho


A história SECRETA das fábricas nazis de bébés

Esta história que pouca gente conhece trata de um plano que se pode qualificar como maníaco por parte da Alemanha nazi. Mais de 16.000 bebés foram mantidos num mesmo edifício com a ideia de serem criados todos de uma vez e repovoar o desfalcado exército nazista e a nação do Terceiro Reich pelo planeta. A organização que se ocupou dessa impressionante missão foi a Lebensborn, que por sua vez era controlada por Heinrich Himmler, líder da SS. 
Milhares de bebés foram criados sob o manto dos nazistas, doutrinados pela ideologia nacional-socialista para, assim, haver uma grande reserva de povoadores do planeta após ele ter sido conquistado. Também eram muito úteis para incorporar postos no exército nos fins da guerra. Sem dúvida, uma ideia megalomaníaca, como tudo o que envolvia a Alemanha nazista. Era preciso crianças de sangue ariano puro no planeta e, com o começo desse programa, foram conseguidas muitas crianças de olhos azuis e cabelos loiros. 
Era um grande edifício que se conseguiu mobiliar de forma rápida com objetos roubados de casas judias abandonadas. Nesse lugar, havia milhares de mulheres grávidas, noivas de soldados alemães. Eram alimentadas e cuidadas nos mais mínimos detalhes, com a ajuda de enfermeiras e médicos. Mas chegou um momento em que as mulheres grávidas de soldados não eram suficientes para cobrir as expectativas do projeto...
Dessa forma, crianças de olhos claros e cabelos loiros começaram a ser roubadas, mais de 200.00 crianças foram sequestradas nas regiões da Europa ocupadas pelos nazistas. Esses bebés eram então enviados a famílias alemãs para que fossem acolhidos com falsos documentos. Muitos pais enviavam seus filhos para a Alemanha para salvá-los de uma morte inevitável em câmeras de gás, mas outras crianças eram tiradas dos braços de seus pais contra sua vontade. 
Mas nem todas as crianças que eram enviadas ao centro de nascimentos eram consideradas aptas para fazer parte da nova raça ariana. Antes tinham que passar por uma prova. Consistia em uma vistoria das características. Quase todos tinham olhos azuis e cabelo claro. Se passavam a dita prova, eram normalmente enviados a famílias aristocráticas que não podiam ter filhos. O nome da organização que executou esse misterioso projeto era Lebensborn, que significa “fonte de vida”.
O Lebensborn foi criado na cidade de Munique no ano de 1935. Mais tarde, se estendeu a outros países ocupados na Europa após 1939. A origem dessa ideia tem um protagonista, Darwin. Suas teorias evolutivas foram difundidas por toda a Europa, em especial na região da Prússia, na qual foi aceita pelo socialismo entre fortes conflitos religiosos. Curiosamente, o Darwinismo, que foi uma ideia revolucionária e progressista, foi utilizada pelos nazistas para apoiar sua ideologia.
Dessa forma, apoiando-se em Darwin, o projeto nazista selecionava mulheres com mais atributos físicos e intelectuais para obter uma raça superior. Assim, pensavam em eliminar todas as falhas e defeitos que as outras raças do mundo pudessem ter, as quais eram qualificadas como inferiores. O líder da SS, que supervisionava esse projeto, deixou muito claro o procedimento adotado. Eram vários os preceitos a serem seguidos pelos trabalhadores da organização... 
O primeiro era a ajuda total às famílias consideradas hereditariamente valiosas, de raça privilegiada. Essa ajuda incluía alojamento gratuito em casas confortáveis para as mães biologicamente valiosas. Tanto as crianças nascidas naquelas famílias como as mães eram assistidas com todos os cuidados. Toda atenção era pouca para as famílias que iriam proporcionar os novos “super homens” alemães.
No ano de 1939, essa organização contava com 8000 membros compulsórios. A metade eram altos cargos da SS. Mais tarde, o programa ampliou seus procedimentos, servindo também para ajudar as mães solteiras do país. Em 1941, foram criados novos centros na Noruega e na Polônia. Ao contrário do que se pensava, os nascidos nessa organização não apresentavam nenhum traço diferente dos demais, eram propensos a doenças e a ter deficiências físicas ou mentais da mesma maneira que qualquer outra criança de raça “inferior”.
O pior veio depois da guerra. Com a derrota dos nazistas, os centros que abrigavam milhares de crianças ficaram desacompanhados, já que os trabalhadores fugiram para se esconder das represálias dos inimigos. Muitos bebés perderam a vida e muitas outras crianças desapareceram sem deixar rastro durante os meses em que estiveram abandonadas após a guerra. Esse é o documento de um dos planos de repopulação mais sofridos da história. 
Fonte: www.dailymail.co.uk 

OLHÓ AVANTE ! - SÓ? NÃO! PORQUÊ?





Só? Não! Porquê?

O Governo decidiu aumentar o preço dos transportes públicos em 1,5 por cento. E logo sublinhou: só 1,5 por cento, que é a taxa prevista de inflação para 2017. E aquele «só», ali colocado para contrastar com as práticas do anterior governo, quer dar a entender estarmos perante a inversão dum caminho, uma mudança de rumo face a políticas anteriores, ou quer simular uma certa naturalidade, afinal é só a taxa de inflação (quando nas empresas os trabalhadores exigirem os aumentos salariais de 2017 veremos como Governo, patrões e comunicação social deixarão de considerar naturais quaisquer aumentos).

Ora este aumento de preços não é mais do que o consolidar dos aumentos brutais impostos pelo anterior governo. Em 2017, os passes e bilhetes estarão 25 por cento mais caros do que em 2011 para a generalidade da população e quase 100 por cento mais caros para os reformados e estudantes (pelo efeito duplo do aumento do preço e da redução do desconto). Mas nem os salários (nem dos que produzem nem dos que utilizam o serviço) subiram 25 por cento nem as pensões subiram 100 por cento, antes pelo contrário!

Consequência destes aumentos brutais e das não menos brutais reduções na oferta, milhões de passageiros abandonaram o sistema e os transportes públicos degradaram-se, bem como o acesso das populações à mobilidade.

Ora, como o PCP defendeu, a única solução é uma redução significativa do preço dos bilhetes e dos passes e a reposição dos descontos de 50 por cento para reformados, jovens e estudantes. Nada justifica a manutenção do actual nível dos preços, que são um obstáculo à socialização dos transportes públicos.

E se mal andou o Governo quando tomou esta opção de consolidar os aumentos decretados pelo governo PSD/CDS, pior ficou quando o fez sem cumprir sequer os procedimentos legais exigíveis, nomeadamente de aviso prévio aos utentes e de articulação com outras entidades. O Governo quis falar sem resposta, para que aquele seu «só» entrasse casa a dentro, e por lá andasse com naturalidade até à data da compra do passe, e nunca corresse o risco de ser atropelado por todos os «porquês» que utentes, trabalhadores e autarquias iriam levantar de imediato. Mas o protesto e a luta são inevitáveis. E necessários.

Manuel Gouveia 

www.avante.pt

Desflorestação em Portugal é a quarta mais elevada do Mundo



A Quercus alerta para o facto de Portugal ser o quarto país do mundo com maior desflorestação. Segundo dados da Global Forest Watch, entre 2001 e 2014, Portugal perdeu 566.671 hectares de floresta e, entre 2001 e 2012, ganhou 286.549 hectares, o que revela menos 280.122 hectares de área florestal.
No topo dos países com maior perda percentual de coberto arbóreo (são consideradas apenas as áreas florestais com mais de 30% de cobertura arbórea) está a Mauritânia (99,8%), seguida do Burkina Faso (99,3%), da Namíbia (31,0%) e de Portugal (24,6%).
«A situação é mais preocupante para o nosso país pois apenas três países apresentam pior desempenho do que Portugal, e todos eles têm vastas regiões desérticas e ou estão na orla de desertos», diz a Quercus.
«Esta alteração do uso do solo florestal está associada principalmente a conversões para zonas urbanas, turísticas e industriais, novas infraestruturas como autoestradas e barragens e, como é óbvio, os incêndios florestais recorrentes que têm consumido várias centenas de milhares de hectares de floresta em cada década recente», acrescenta.
Estes alertas da Quercus, face à desflorestação, já foram referidos também em dados da FAO, do Eurostat, da Acréscimo – Associação de Promoção ao Investimento Florestal ou, até, por Capoulas Santos, ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Florestas.
Para apurar os valores da diminuição da área florestal era essencial, no entender desta associação, existir uma revisão atualizada do Inventário Florestal Nacional, recorrendo a novas tecnologias, situação que tarda em avançar.
A Quercus considera, neste sentido, que o Governo, na Reforma das Florestas, que está atualmente em consulta pública, não avançou com medidas para contrariar este grave problema da diminuição da área florestal.


As florestas primárias – aquelas que se encontram no seu estado natural e cuja existência não depende da atividade humana – estão «em risco de desaparecer» em Portugal, uma vez que ocupam apenas cerca de 1% da área florestal do nosso país.
Em particular risco estão os últimos carvalhais primários de folha caduca que todos os anos vêm diminuída a sua área, com abate de carvalhos centenários para lenha e cultivo de cogumelos, ou são vítimas da expansão de outras culturas.
Estas florestas primárias são o principal depósito da biodiversidade e de património genético de grande parte da flora e fauna autóctone do nosso país. Por esse motivo, a Quercus já pediu ao Governo que crie legislação para a proteção dos carvalhais em Portugal.



www.sulinformacao.pt

Morreu o acordeonista e compositor João Barra Bexiga



O acordeonista e compositor João Barra Bexiga morreu esta quarta-feira, aos 92 anos, fazendo com que «o acordeão no Algarve tenha perdido hoje um dos seus mais emblemáticos intérpretes», como salienta Nuno Campos Inácio, autor do livro «O Acordeão no Algarve – Um Século de Histórias e Memórias».

Nascido no sítio da Bordeira, freguesia de Santa Bárbara de Nexe, no dia 9 de Outubro de 1924, era, provavelmente, o acordeonista algarvio com mais anos de carreira, tendo começado a tocar com apenas 5 anos de idade, guiado pelo seu pai, o acordeonista João Bexiga, e inspirado por outros acordeonistas seus conterrâneos, como José Ferreiro (pai) e o seu padrinho António Madeirinha.
«Viveu em Loulé, sendo vizinho do lado do poeta António Aleixo, que viria a influenciar a atividade de compositor de João Barra Bexiga, com conta com mais de duas centenas de temas, muitos deles atualmente interpretados por acordeonistas da nova geração em concursos nacionais e internacionais», recorda Nuno Campos Inácio, num post no seu mural de Facebook.
Em 2008, João Barra Bexiga foi homenageado, tendo sido publicado um livro com as suas composições.
«Falecido fisicamente, conquistou a imortalidade histórica, figurando para sempre entre os “gigantes” do acordeão», conclui o investigador Nuno Campos Inácio.

Oiça aqui João Barra Bexiga a interpretar uma das suas composições:

Reportagem do jornalista Hugo Rodrigues, realizada em 2008, por ocasião da homenagem a João Barra Bexiga, publicada no jornal Barlavento:
Sérgio Martins presidente da Junta FRegueisa de Santa bárbara de Nexe e o acordeonista João Barra bexiga

«O homem que transformava beleza em música

João Barra Bexiga é um dos mais conceituados acordeonistas portugueses e a sua obra está a ser recordada. O ponto alto da homenagem terá lugar a 29 de Novembro
A sua principal inspiração, na hora de compor música, foram as «raparigas bonitas» e ainda hoje, com 84 anos, o mestre João Barra Bexiga o assume, com um sorriso malandro nos lábios. O virtuoso acordeonista bordeirense está a ser homenageado pela Junta de Freguesia de Santa Bárbara de Nexe, num programa de ações que terá o seu auge no dia 29 de Novembro, no Teatro das Figuras, em Faro.
A Grande Gala do Acordeão, que juntará alguns dos melhores acordeonistas portugueses e também músicos vindos de fora do país, será um tributo ao muito trabalho produzido por João Barra Bexiga. Ao longo dos anos, gravou mais de 200 músicas, fora outras que compôs, mas das quais acabou por se esquecer. «Quando nos esquecemos de uma música, ela nunca mais volta», revelou João Barra Bexiga.
No quente da sua casa, o mestre acedeu em partilhar algumas memórias com o nosso jornal. Entre elas, o tempo em que se fez à estrada e embarcou na maior aventura artística da sua vida.
«Estive 2 meses nas Estrelas de Portugal», recorda. Este projeto e outros a que pertenceu levaram a que passasse largos períodos na Malveira, no concelho de Sintra, e que percorresse em tournée o país todo. Mas esta foi uma vida que não o seduziu e da qual acabou por desistir. O seu apego ao Algarve também terá contribuído.
«O maior período que passei sem vir ao Algarve foram quatro meses e dois dias. Estava aqui e pensava: lá é que estou bem. Depois estava lá e só queria vir para cá», recorda, a rir. Não deixa, por isso, de recordar com saudade esse tempo. Foi mesmo aí, junto à Malveira, que teve uma das suas melhores noites.
«Foi na Sociedade do Pêro Negro, por cima da Malveira. Tinha as mãos com uma disposição como só as tive duas ou três vezes na minha vida», contou.
O mundo artístico não seduziu João Bexiga, que decidiu mudar de vida. Tornou-se, então, no primeiro apicultor profissional do concelho de Faro. «Loulé, Tavira e São Brás vieram todos atrás de mim», diz, com orgulho. «Dediquei-me às abelhas desde cedo, mas só mais tarde me tornei profissional», acrescentou.
Apesar de já não se recordar de tudo, João Bexiga não baixa os braços e continua a mostrar a sua alma de filósofo. «Já não tenho muita memória, tenho é pensamentos novos. Ter inteligência não é o mesmo que ter memória», sentenciou.
O brilho de inspiração que se pode ver nos seus olhos, momentos antes de proferir tiradas belas e profundas como esta, ajuda a compreender o seu método de criação, simples e espontâneo.
«O mestre João Bexiga via uma rapariga bonita, sentava-se um pouco a pensar e compunha uma música», ilustra Sérgio Martins, o responsável pela homenagem que está a ser feita ao mestre acordeonista. «A grande particularidade das músicas do mestre João é a mão esquerda do acordeão, que ele explora como ninguém», acrescentou.
Até porque aprendeu quase tudo o que sabe sobre música por si. «Só andei em Loulé a aprender solfejo. A música que me custou mais a aprender até hoje foi o Barbeiro de Sevilha. Levei mais de um mês, mas aprendi», recordou.
«Comecei a tocar com um acordeão emprestado. Tinha uma quina viva, que me deixava um alto no pulso. Ia buscá-lo a Loulé ao sábado e entregá-lo segunda-feira de manhã», lembrou.

Apesar de ser um autodidata, foi dos mais profusos criadores de música tradicional algarvia. Tem mais músicas de sua lavra do que o mestre Zé Ferreiro Pai, o autor do famoso corridinho Alma Algarvia, com quem tocou e privou. Tanto este músico, pelo qual João Bexiga não esconde a admiração, como o seu filho, com o mesmo nome, são igualmente naturais da Bordeira. «Se não tivesse nascido na Bordeira, não sabia tocar acordeão como soube e sei», disse, em tempos, João Bexiga.
As mais de 200 músicas que compôs e gravou vão ser reunidas num CD para estudiosos, que será lançado acompanhado pelas respetivas pautas. Esta é uma das ações que serão realizadas no âmbito da homenagem já em curso.
Ao mesmo tempo, revelou Sérgio Martins, serão editados dois CD para o público em geral, ambos de originais de João Barra Bexiga. Um compila músicas tocadas pelo autor, o outro é tocado por diversos convidados, muitos deles presentes na Gala de dia 29.
«Picadinho do Algarve», «Estrela Cadente», «Choro de Viúva», «Quando se Ama», «Quando me Lembro Dela», «Recordações da Malveira» e «Lembrança de Torres Vedras» foram apenas alguns dos temas que João Bexiga recordou, na conversa que manteve com o nosso jornal. Muitas músicas do mestre algarvio foram utilizadas por campeões do mundo no seu repertório vencedor. 


(in Barlavento, 20/11/2008)

Jorge Varela e Ana Dias vencem Corrida S. Silvestre de Quarteira 2016 com record de participantes


Jorge Varela e Ana Dias, ambos do Clube Desportivo Areias de S. João (Albufeira) foram os vencedores da emblemática Corrida de S. Silvestre de Quarteira que decorreu esta noite, 28 de dezembro, assinalando este ano a sua 6.ª edição, tendo contado com cerca de 1000 inscritos e centenas de participantes não inscritos, o que constitui um novo record de participantes, consolidando assim o enorme sucesso desta prova que se vem registando ano após ano.
Esta iniciativa, que constituiu também um convívio entre os participantes nesta época festiva, contou com caminhada e corrida, com as distâncias de 5Km e 10Km, respetivamente.
A prova teve partida e chegada na Praça do Mar.
A entrega de prémios contou com a participação de Vítor Aleixo e Hugo Nunes (respetivamente presidente e vice-presidente da Câmara Municipal de Loulé), Telmo Pinto (presidente da Junta de Freguesia de Quarteira), Jorge Candeias Santos (novo presidente da Associação de Atletismo do Algarve), o peregrino Deni Vargues (deu a partida vestido de Pai Natal) e Lurdes Rafael, do Quarteira Night Runners.
No final, Marco Soares Pereira (Free Challenge) chamou ao palco Lénia Gamito, fundadora do grupo Quarteira Night Runners e primeiro promotor da Corrida S. Silvestre de Quarteira, para uma justa homenagem pela dimensão que a prova já regista.
Uma iniciativa conjunta da Free Challenge, Quarteira Night Runners e Junta de Freguesia de Quarteira com o apoio da Câmara Municipal de Loulé, Associação de Atletismo de Futebol, IPDJ – Instituto Português da Juventude e Desporto, BTT – Quarteirense, GNR e Cruz Vermelha Portuguesa e os patrocínios das Pastelarias Duo Doce e Eurolatina (que ofereceram chá e bolo-rei aos participantes no final da corrida), Joca Sports, PlanetAlgarve, Letra 7 e Visacar.
Até à data da prova, estavam inscritos 569 atletas na Corrida e 300 na Marcha. Na hora, inscreveram-se mais algumas centenas,para além de largas centenas que participaram sem se inscreverem.
Atletas inscritos até à data da prova,dos seguintes clubes por ordem alfabética: 2Silves (2); AABV – Ass. Académica Bela Vista (4); ACPortalegre/UTSM (2); Ass. Cultural Sambrasense (28); Ass. Desp. e Cultural de Tunes (3); Alentejanos Voadores (1); Ass. Ondasólida (1); Atletismo Paracuellos – Madrid (1); Almancil na Passadeira Vermelha (10); Amigos das Sextas (4); Amanhecer Selvagem Task Force (2); Algarve Trail Running (7); Beja Atlético Clube (1); Boralá (3); Belen Runners (1); BTT Loulé / BPI (2); BTT Quarteirense (1); C A Alentejanos Faro (6); C Atletismo de Lamas (1); Caminhadas ao Luar (25); CD Areias S. João (36); Clube Atletismo Tunes (2); Clube Cuba Aventura (1); Clube Desp. Faro XXI (2); Centro Desportivo de Quarteira (11); Clube H (1); Clube Oriental do Pechão (1); Casa do Povo de Alcanena (1); Clube Recreativo Alturense (1); Cool Runners Loulé (18); Crosslift Algarve (6); Casa Sport Lisboa e Benfica Vendas Novas (1); Correr Viseu (2); CVTeam (1); Encontro D’Iguarias Running Team (2); EPIC Girls Team (1); Estoi City (1); Evo Team (1); ExtremoSul /Hotel Alísios / Cenmais (1); Ferras do Alcatrão (1); Futebol Clube de Ferreiras (2); Ferroviária Portugal (1); FEUP Gazelas (1); Família Feliz (1); Fityoo Gym Alvor (1); Família Lima (3); First Stop/Garagem do Pneu (2); Fugas Running (1); Ginásio Village – Portimão (1); Individual (163); Joca Sports (2); Kalengi Portimão Runners (4); Louletano Desportos Clube (3); Lusitano FC/Frusoal Triatlo (6); Líder 24 (1); Lebres do Sado (1); Triatlo Leões do Sul (1); Matts Bar (2); Marcha /Corrida Trilhos das Colinas (1); Mexe – te – mó (5); Monte Figo Team (4); MMFitness Studio (15); NEVAC England (1); Ninguém Fica para Trás (3); Os 3 Mosqueteiros (3); Padel Clube VRSA (6); Pedales da Fuseta (2); Pegadas à 4.ª – Faro (37); Peniche a Correr (1); Portinado – Associação de Natação de Portimão (10); Quarteira Nigth Runners (21); Quiaios Run Team (2); Sporting Clube de Portugal (1); SEM Team Algarve (1); São Francisco AD (3); Sai da Frente (1); Silves Runners (1); Stoutsabout (3); Sunderland Harriers England (1); Team Participaram ainda centenas de atletas inscritos na hora.s Resultados Finais serão aqui divulgados logo que sejam disponibilizados pela Associação de Atletismo do Algarve.





























































































































planetalgarve.com