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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

VÍDEO - ESTE CISNE MECÂNICO É DE PRATA ASSIM COMO OS PEIXES, A ÁGUA É DE VIDRO, TODA ESTA TECNOLOGIA FOI INVENTADA HÁ 250 ANOS



Este cisne de prata tem 250 anos de idade ... E você nunca vai acreditar no que ele pode fazer!

Num mundo moderno que é dominado pela tecnologia, como imaginar esta máquina inventada antes da eletricidade. No entanto, quando você realmente olhar para ele, a sua complexidade e criatividade é impressionante.
Tomemos, por exemplo, as obras de John Joseph Merlin, um inventor em 1700 que vieram de Bélgica. Suas peças, como o seu famoso "Silver Swan"...
John Joseph Merlin foi um inventor belga no século 18 que fez "autómatos", ou objetos estátua que se moviam e faziam barulho usando um relógio.
Este Swan prata é anos e você vai nunca acreditam que ela pode fazer 0

VÍDEO

  •  http://www.viralvo.com/

CONFIRMADA IDENTIDADE DO HOMEM QUE FERIU TRÊS PESSOAS NO CENTRO DE ORAÇÃO EM ZURIQUE







Confirmada identidade do atirador do centro islâmico de Zurique





O homem que feriu três pessoas num centro de oração islâmico de Zurique, na segunda-feira, antes de alegadamente se suicidar era um suiço de 24 anos.
Tinha origens ganenses, era apaixonado por magia negra.
Os investigadores anunciaram que o alegado agressor já era suspeito de ter assassinado um homem com uma arma branca no domingo.
A polícia determinou a autoria com recurso ao ADN encontrado no local do crime, comparado com o que constava no cadastro, criado por há sete anos por causa do roubo de uma bicicleta.
Na segunda-feira um homem disparou para o interior do centro islâmico de forma indiscriminada.
Três pessoas entre os 30 e os 56 anos ficaram feridas, o mais novo com gravidade.
Pouco depois da agressão, foi encontrado o corpo do suspeito com uma arma numa ponte no centro da cidade.


VÍDEO

video




pt.euronews.com

GOLPE EM ANDAMENTO

Guilherme Antunes(facebook)
GOLPE EM ANDAMENTO
(por Paul Graig Roberts)
Responsáveis anónimos da CIA inseriram em todos os media “presstitutos” estórias não confirmadas de que a vitória eleitoral de Donald Trump resultou de intervenção russa. Esta afirmação absurda foi agora elevada àquela ainda mais absurda de que o próprio Putin supervisionou e mesmo dirigiu a manipulação da eleição presidencial dos EUA.
Nenhuma evidência foi apresentada para estas espantosas afirmações. Os “presstitutos” estão a informar acusações selvagens não confirmadas que anunciam tanto uma crise constitucional nos EUA como uma crise com a Rússia. Sabemos que os “presstitutos” mentem. Os “prestitutos” mentiram quando informaram, contrariando os inspectores de armas no Iraque, que Saddam Hussein tinha armas de destruição em massa. Eles mentiram acerca da falsa evidência de pó de urânio (yellowcake) e tubos de alumínio.
Eles mentiram acerca das conexões de Saddam Hussein à al-Qaeda. Eles mentiram acerca de ogivas nucleares iranianas apesar da informação unânime de todas as agências de inteligência dos EUA de que o Irão havia abandonado seu interesse por armas nucleares anos atrás. Os “presstitutos” mentiram acerca de Assad utilizar armas químicas contra o povo sírio. Eles mentiram acerca de Kadafi. Eles mentiram acerca da invasão russa da Ucrânia. Eles mentiram acerca da causa do conflito russo-georgiano. Eles mentiram acerca das Olimpíadas de Sochi. Agora os “presstitutos” estão a afirmar que a interferência russa determinou o resultado da eleição presidencial dos EUA e o voto pelo Brexit.
Em consequência das mentiras dos “presstitutos”, milhões de pessoas foram mortas e deslocadas. Este sangue está todo sobre as cabeças dos media norte-americanos. Assim, sabemos como um facto provado que os media dos EUA não têm integridade e nem consciência.
Agora os “presstitutos” ultrapassaram o seu nível anterior de criminalidade. Eles são parte inseparável da instigação de um golpe contra o presidente eleito e de lançar o país numa crise de proporções desconhecidas. (…)
(…) O presidente Obama pôs em movimento uma arma para impedir a posse de Trump com a sua ordem à CIA para produzir antes de 20 de Janeiro um relatório sobre a intromissão russa. Este relatório poderia ser utilizado para adiar a posse ou incutir no público norte-americano e nos povos do exterior tantas dúvidas que a eficácia de Trump como líder mundial ficaria minada.
E, naturalmente, os constantes assaltos a Trump podem resultar no seu assassinato por um patriota "maluco solitário" irado por ter no gabinete um presidente que o New York Times declarou ser um lacaio de Putin e idiota útil para os russos. Esta é a caracterização do jornal do presidente escolhido pelo povo norte-mericano. (…)

Juntas de freguesia ao serviço dos CTT?





Os Correios pertencem ao imaginário (pelo menos) daqueles que, como eu, andam pelos cinquentas. As cartas e os postais eram meios de comunicação que permitiam afinar a letra, apurar a prosa, contar infindáveis histórias, expressar sentimentos, manifestar paixões... Os marcos do correio, que até tinham uma espécie de relógio onde se indicava o horário da próxima recolha, e os carteiros eram "figuras" que faziam parte das nossas vidas. Lá no prédio, o carteiro era o sr. Adolfo que, todos os dias, aparecia a meio da manhã, com um grande saco de couro castanho, de onde tirava as cartas (e impressionava-me, sempre, como elas já vinham organizadas...). Que, em dias de boa disposição, aproveitava para dar um chuto na bola com que nos entretínhamos no pátio. E que, na altura do Natal, nos pedia para falarmos com os nossos pais para que estes lhe dessem "a consoada", que mais não era do que a gorjeta pelos serviços prestados ao longo do ano (e que, creio, compensariam o baixo salário no tempo em que o subsídio de Natal era uma utopia!...).
Naturalmente que os tempos mudaram e que, hoje, os meios de comunicação são radicalmente distintos. Mas todos fomos assistindo, no final do século passado, às artimanhas que os Correios utilizaram para degradar o serviço e encarecer o preço dos serviços postais. Um correio que funcionava bem (bem sei que o correio internacional durava uma eternidade que nos fazia regressar antes dos postais remetidos de qualquer cidade estrangeira...), onde, internamente, as cartas chegavam rapidamente. Os Correios inventaram, então, o "correio azul", fazendo com que pagássemos o dobro para garantir o que antes estava quase sempre garantido: entregar a carta no dia seguinte. E, depois, o "correio verde" e outros sucedâneos, impondo a regra de que se queremos ser "bem" servidos temos de pagar mais por isso...
Na década passada, os Correios fecharam serviços. Preparando a privatização da empresa, os seus gestores, só na cidade do Porto, encerraram dezenas de postos e desativaram mais de uma centena de marcos de correios. Face a esta situação, e numa cidade em que mais de 20% da população tem mais de 65 anos de idade e cujas reformas chegam pela via postal, diversas juntas de freguesia, voluntariosa mas erradamente, decidiram estabelecer protocolos com os Correios, disponibilizando instalações e funcionários para assegurarem serviços de correio aos seus fregueses, a troco de pequena contrapartida pecuniária. Como hoje se vê, esses protocolos são deficitários para as juntas de freguesia. O que significa que somos nós, cidadãos, que estamos a pagar a uma empresa privada para que as nossas juntas de freguesia assegurem um serviço que essa mesma empresa deveria assegurar - empresa essa que, só nos primeiros 9 meses de 2016, teve um lucro de 46 milhões de euros! Esta vergonha não pode continuar. Sob pena de qualquer dia termos as juntas de freguesia a angariarem clientes para o Banco CTT...

*ENGENHEIRO


 http://www.jn.pt

VAMP FAMILY


TUDO PREPARADO


O COVARDE QUE ASSASSINOU COM 11 TIROS PELAS COSTAS O EMBAIXADOR DA RÚSSIA ERA UM POLÍCIA ANTI MOTIM TURCO QUE NA VÉSPERA SE HOSPEDOU NUM HOTEL PERTO DA GALERIA ONDE NO DIA SEGUINTE IRIA DECORRER A EXPOSIÇÃO.
NESSA TARDE VISITOU A SALA E ESTUDOU OS PORMENORES, DEPOIS TELEFONOU PARA OS SEUS CHEFES DA POLÍCIA E PEDIU BAIXA MÉDICA.
CONSUMOU O ASSASSINATO MAS TALVEZ NÃO CONTASSE COM A SUA PRÓPRIA ELIMINAÇÃO COMO É CONVENIENTE NESTES CASOS.
ESTA É A VERSÃO OFICIAL DO GOVERNO TURCO ! DARÁ PARA ACREDITAR NO FACÍNORA ERDOGAN QUE SIMULOU UM GOLPE DE ESTADO, MANDOU ASSASSINAR, PRENDER, DESPEDIR, AFASTAR MILHARES DE PESSOAS DE CARGOS QUE OCUPAVAM ?
AG

Quem são os rebeldes de Alepo?



 Natalia Sancha     
Este artigo contém muita informação interessante, e isso é tanto mais de registar quanto a sua fonte é o insuspeito “El País” (o que o próprio artigo não deixa também de revelar, em qualquer caso). Só o mais cavernícola e desonesto jornalismo é ainda capaz de ocultar que os “rebeldes sírios” são um bando de facínoras, capazes de todos os crimes. E que, como as últimas informações vêm confirmando, em boa parte são tudo menos sírios.



O frágil pacto, alcançado a contra-relógio e negociado entre potências internacionais, Moscovo-Ancara, esteve a ponto de descarrilar esta quarta-feira quando se deparou com as exigências particulares dos actores locais que desde há mais de um lustro combatem na frente: insurrectos e Exército sírio. Longe de compor uma frente homogénea e comum, o bando rebelde de Alepo conta com mais de 40 facções armadas de entre 100 a 1.500 combatentes cada uma. Pressionados pela necessidade bélica em Alepo, estas facções agruparam-se em duas coligações principais: Jeish el Fatá (Exército da Conquista) e Fatá Haleb (Conquista de Alepo). Em ambas impõe-se a ala conservadora salafista. Varias delas têm sido acusadas de cometer crimes de guerra durante os quatro anos que controlaram o hemisfério ocidental da cidade.
O número tanto de civis como de combatentes em Alepo é objecto de controvérsia. Os cálculos iniciais da ONU quantificaram em 250.000 o número de civis, 80.000 dos quais teriam saído na última semana, e em 8.000 o de combatentes rebeldes. Entretanto, a televisão estatal síria quantificou esta quinta-feira em 9.000 o remanescente de moradores em el Alepo oriental e em 4.000 o de opositores armados.
Segundo o cálculo do enviado especial da ONU para Síria, Staffan de Mistura, uns 12% dos insurrectos seriam jihadistas de Fatá al Sham. Esta antiga filial de Al Qaeda que, apesar de mudar de rótulo, continua presente na lista de grupos terroristas da Europa e Estados Unidos. Duas organizações chapéu-de-chuva, Jeish el Fatá e Fatá Haleb, aglutinam estas facções em Alepo este, e contariam com entre 4.000 e 8.000 combatentes.


Frente Fatá al Sham: Os expertos estimam que este grupo jihadista conta com uns 1.000 homens em Alepo, que respondem ao líder Abu Mohamed el Jolani. Entre 10.000 e 20.000 combatem em toda a Síria, 30% dos quais estrangeiros. A Al Qaeda na Síria mudou de nome, primeiro para Frente Al Nusra, para mais tarde passar a chamar-se Fatá al Sham numa tentativa de limpar a sua imagem. Em Maio de 2012, a filial terrorista levou a cabo os primeiros atentados suicidas na Síria, nos quais matou 55 pessoas e feriu outras 400 na capital. Inicialmente fortes no nordeste do país, em 2014 perderam Raqa para o Estado Islâmico (ISIS, na sigla em inglês), cisão da Al Qaeda e competidor ideológico.


Ahrar al Sham: Coligação de vários grupos de perfil islamista e salafista lideradas por Abu Ammar al Omar e uma das principais forças armadas insurrectas em Idlib. Entre 10.000 e 20.000 milicianos lutam nas suas fileiras, entre 800 e 1.000 em Alepo em aliança com Al Qaeda.


Fatá Haleb (Conquista de Alepo) é a segunda coligação, com uma trintena de grupos armados que inclui moderados do Exército Livre Sírio (ELS) como a Divisão de Infantaría 101, mas onde predomina a liderança armada de islamistas e salafistas como Nour al Din al Zinki, a Frente al Shamia, ou Jeish el Islam (Exército do Islão).


Divisão de Infantaría 101: facção que pertence ao Exército Livre Sírio, nascido no principio da contenda quando vários generais desertaram do Exército regular. Contaria com escassas centenas de homens em Alepo. Composto por sírios, pertence ao espectro mais moderado da oposição, embora mantenha relações com facções radicais com as quais combate contra as tropas regulares em Alepo.


Nour al Din al Zinki: contam com entre 1.000 e 1.200 homens em Alepo, onde o grupo surgiu em finais de 2011 sob a liderança do xeque Taufik Shahabudín. Facção de perfil islamista, estaria financiada por Ancara e composta por locais sírios.


Jeish el Islam: contaria com uns 500 homens em Alepo. É o agrupamento guarda-chuva de vários grupos de perfil islamista e salafista. Constitui a principal força de oposição na periferia de Damasco. Após o assassínio de seu líder, Zahran Alloush, este foi substituído por Mohamed Alloush. Têm entre 20.000 e 25.000 combatentes. Entre os seus bastiões estão Duma e Guta Oriental, na periferia de Damasco.


Frente Shamia: surge em finais de 2014 em Alepo, onde contaria com uns 800 homens. Trata-se de uma aliança de vários grupos de perfil salafista sob as ordens de Abu Amer, nome de guerra. Combatem contra as tropas regulares sírias e contra as milícias curdas em Alepo.


Financiamento de actores regionais
A “Turquia apoia Nour al Dine Zinki e Ahrar al Sham. Ambos dispõem de misseis antitanques BGM-71 TOW teleguiados e de fabrico estado-unidense, o que induz a que também tenham recebido apoio dos norte-americanos”, explica em correio electrónico o analista militar sírio Mohammed S. Alftayeh. “Enquanto ninguém se reclama de apoiar a Fatá al Sham, a maioria dos analistas estão de acordo em que o seu principal apoiante é o Qatar, o mesmo que os animou a desvincular-se da marca Al Qaeda”, acrescenta. Segundo Alftayeh, Jeish al Islam, o grupo mais importante na periferia de Damasco embora residual em Alepo, recebe apoio de Riad. Quanto à presença de rebeldes moderados do ELS, o perito sírio assegura que “é muito reduzida e limitada em Alepo”.
A radiografia actual do bando opositor em Alepo corresponde à progressiva absorção dos combatentes do ELS, que viram esvaziar-se as fileiras dos antigos moderados, hoje procurando por um lado vingar-se dos bombardeamentos indiscriminados sobre civis da aviação síria e russa e, por outro lado, atraídos pelo fluxo de recursos oriundos das monarquias do Golfo e da Turquia. Recursos limitados que provocaram também confrontos armados entre as diferentes facções, como os que em Novembro passado enfrentaram milicianos do grupo Fastaqin, filiado no ELS, contra os mais conservadores de Nour al Din al Zinki.
Entre o puzzle insurrecto, uns 130.000 a 250.000 civis, conforme as fontes, permaneceram cercados pelas tropas regulares sírias durante mais de quatro meses. Um cerco em que os grupos rebeldes mais radicais participaram proibindo a fuga a civis, que usaram como escudos humanos. Testemunhos confirmados por vários dos 80.000 moradores que conseguiram fugir para a zona sob controlo do Governo na última semana, e também como denuncia a ONU, que os acusou de abrir fogo contra famílias que tentavam escapar dos combates. E ainda assim, parte da população civil apoia os que consideram como seus “irmãos sírios que lutam por uma Síria melhor e pela queda de El Assad”. Em contrapartida, centenas de activistas, trabalhadores sociales, equipas de resgate e pessoal médico que configuraram a magra espinha dorsal de uma população desprovida de tudo, temem hoje ser encarcerados, ou executados, se atravessam os controles do Exército sírio.


N.S- BEIRUT
Após quase seis anos a guerra síria custou ja mais de 312.000 vidas, cerca de metade das quais civis, segundo dados proporcionados pelo Observatório Sírio para os Direitos Humanos. A resolução 2139 adoptada pelo Conselho de Segurança da ONU em 22 de Fevereiro de 2014 insta todas as partes do conflito sírio a respeitar as leis humanitárias internacionais e por consequência a protecção dos civis que não participam nas hostilidades.
Partida em dois desde 2012, a população de Alepo oriental ficou sob as leis, nem sempre unânimes, dos diferentes grupos opositores. A Amnistia Internacional denunciou num relatório do passado mês de Julho os crimes de guerra cometidos por varias facções rebeldes. “Hoje, em Alepo e Idlib, os grupos armados têm carta-branca para cometer com impunidade crimes de guerra e outras violações da lei humanitária internacional. Surpreendentemente, temos documentado o uso por parte de grupos armados dos mesmos métodos e torturas que são habitualmente empregados pelo Governo sírio”, reza o relatório.
Os testemunhos de vítimas denunciam facções como Nour al Din al Zinki, Frente al Shamia, Divisão 16, Fatá al Sham e Ahrar al Sham. Para além de execuções por adultério ou ataques a homossexuais, encontram-se outros casos mais mediatizados como o do jovem Abdulá Issa. Com apenas 12 anos, o menor foi acusado de espião e publicamente decapitado por milicianos de Nour al Din al Zinki. Às execuções dentro do perímetro rebelde soma-se a chuva de morteiros que no último mês matou mais de 140 civis nos bairros residenciais da Alepo ocidental sob controlo do regime.


www.odiario.info

Salário Mínimo Nacional: Governo cede às pressões dos patrões


CPCS56Realizou-se no dia 19 de Dezembro uma reunião da CPCS para discutir o aumento do Salário Mínimo Nacional (SMN). Uma leitura atenta da proposta do Governo confirma que estamos perante um documento desequilibrado e de cedência inequívoca às chantagens das confederações patronais.
Daqui decorre que os valores apresentados para a actualização do SMN são insuficientes; o patronato continua a ser financiado pelos impostos pagos pelos trabalhadores, reformados e pensionistas; a contratação colectiva e a precariedade do emprego são tratadas de forma genérica e sem compromissos objectivos, nomeadamente no que respeita à revogação da norma da caducidade e à reintrodução plena do princípio do tratamento mais favorável; os patrões são contemplados com um novo e chorudo pacote financeiro.
Neste quadro, importa destacar:
1. O Governo propõe 557€ a partir do dia 1 de Janeiro de 2017, mas acrescenta que para 2018 e 2019 a actualização será semestral com o objectivo de se atingir os 600€ durante o ano de 2019. Esta é uma proposta que visa diluir no tempo a actualização do SMN com manifesto prejuízo para os trabalhadores, considerando que há uma diferença significativa entre receber os 600€ em Janeiro de 2019 ou num outro mês qualquer do ano. Acresce que a posição agora apresentada contraria o que está consagrado no programa do Governo;
2. A tentativa de, a partir de 2020, se passar a adoptar um modelo semestral de actualização que “expressamente” garanta a manutenção do poder de compra … É por demais que há uma clara intenção de inverter o rumo de aumento do SMN acima da inflação;
3. A redução de 1 p.p. (até agora era 0,75%) das contribuições do patronato para a Segurança Social. Esta verba é suportada pelo Orçamento do Estado. Ou seja, pelos impostos pagos pelos trabalhadores e pensionistas. Uma situação inadmissível num quadro em que o Governo diz não ter dinheiro para aumentar os salários dos trabalhadores da Administração Pública e as pensões dos reformados, mas tem disponibilidade para entregar de mão beijada ao patronato verbas significativas do Orçamento do Estado. E que, inclusivamente, contraria o Programa do Governo quando este se compromete, nomeadamente, a reforçar a sustentabilidade da segurança social e a reavaliar as isenções e reduções da taxa contributiva;
4. Esta intenção de redução da TSU é, além disso, contraditória com o acordo de concertação social de Janeiro de 2016 quando estabelece que as medidas não devem penalizar a segurança social;
5. A ausência de um compromisso sério da parte do Governo para pôr termo à caducidade das convenções colectivas. A proposta de “não denúncia de convenções colectivas de trabalho durante um período de 18 meses”, não só não responde ao problema de fundo, como visa dar sequência a uma estratégia de manutenção da caducidade na lei. Não é admissível que um Governo que prometeu “mudança de políticas”, mantenha uma norma que “coloca os sindicatos em estado de necessidade” (expressão utilizada pelo Ministro Vieira da Silva, em 2005) e que é responsável pelos bloqueios da negociação da contratação colectiva e a acentuação da exploração, das desigualdades e do empobrecimento dos trabalhadores e das suas famílias;
6. A atitude discriminatória do Governo relativamente à protecção no desemprego. Não se questionando a preocupação com o “desemprego de trabalhadores independentes com actividade empresarial”, é lamentável que não se tomem as medidas, há muito defendidas e reclamadas pela CGTP-IN, para assegurar o subsídio social de desemprego a mais de metade dos desempregados que não têm qualquer protecção social. Também aqui não pode haver dois pesos e duas medidas;
7. A atitude magnânima do Governo relativamente às reclamações patronais. No essencial basta ler o documento das confederações patronais para verificar que a esmagadora maioria das suas reivindicações foram contempladas. É de salientar neste contexto a contradição entre a satisfação destas reivindicações patronais e o conteúdo dos Relatórios sobre o salário mínimo nacional elaborados pelo Governo que mostram não haver impactos negativos para a economia e o emprego decorrentes do aumento do salário mínimo;
8. O valor reivindicado (600€) pela CGTP-IN, para 2017, faz todo o sentido. Com efeito, se tivermos presente a evolução da inflação e da produtividade ao longo dos anos, o valor do SMN no próximo ano deveria ser de 902€.
9. Ao contrário do que o patronato invoca, os encargos com os salários e os encargos com a Segurança Social, no total dos custos das empresas, são pouco significativos. Os últimos dados do Banco de Portugal referentes a 2015, são elucidativos.
2015
Todas as empresas
13,60%
Todos os sectoresGrandes empresas
11,10%
Médias empresas
14,60%
Pequenas empresas
16,40%
Micro empresas
15,50%
Todas as dimensõesAgriculturafloresta e pesca
14,10%
Indústrias transformadoras
13,70%
Construção
20,10%
Comércio
8,00%
Alojamento e restauração
25,40%
10. Ao assumir a redução de 1 p.p. dos patrões para a Segurança Social, o Governo está a incentivar as empresas a apostar na contratação de trabalhadores com o SMN e a contribuir para o bloqueamento da contratação colectiva e a estagnação e/ou absorção das restantes grelhas salariais. Tal facto, é comprovado pelo crescente número de trabalhadores (21%) abrangido pelo SMN. Por outro lado, esta é uma medida que põe em causa o anúncio da importância da dinamização da contratação colectiva e do combate ao modelo de baixos salários e de precariedade.
11. A CGTP-IN continuará empenhada em contribuir para encontrar soluções justas que respondam aos problemas dos trabalhadores. Mas não será contemplativa nem colaboracionista com propostas que, a pretexto da negociação do SMN, sirvam para acentuar as desigualdades entre o trabalho e o capital. Neste contexto, independentemente do que resultar das reuniões da CPCS, a CGTP-IN exorta todos os trabalhadores a lutarem nos seus locais de trabalho pelo aumento do SMN para 600€ em 2017 e pelo aumento geral dos salários!
Via: Entrada – CGTP-IN http://bit.ly/2hQNQu8

Luzern uma cidade importante a ser visitada - Suíça


Considerada a cidade mais linda do país e com razão, com uma população estimada em torno de 75 mil habitantes, a cidade cultural recebe ao redor de dois milhões de visitantes por ano.

Situada às margens do Lago Lucerna com ruas estreitas e floridas e com abundância em prédios históricos  é considerada a porta de entrada para a Suíça central, onde encontra-se inserida num impressionante panorama de montanhas. Graças às suas atrações, às suas lojas de souvenir e de relógios, à atmosfera das margens do seu lago e às montanhas próximas do Rigi, Pilatus e Stanserhorn, tornam a cidade o destino perfeito de muitos grupos de turismo e turistas individuais percorrendo a Suíça central.

Nesta magnífica cidade tem tudo o que pode encontrar na geografia, cultura e arquitetura: lago com a mais extensa navegação da Europa, cuja viagem pelo interior dá um panorama fantástico dos Alpes; o rio que atravessa o centro histórico, montanhas à vista, prédios com arquitetura fantástica, casas históricas decoradas com frescos enfileiram-se em volta das pitorescas praças da cidade.
 - As paredes com pinturas cada uma conta uma historia, ao passear pelas ruas estreitas vocês poderão encontrar várias, é muito interessante e lindo!


Pontos turísticos de Lucerna

Para conhecer Lucerna você pode optar por fazer um tour pelo Lago Lucerna um passeio imperdível que leva 50 minutos até Vitznau e Weggis, você pode pegar um barco no cais que fica ao lado da estação de trem e seguir viagem pelas águas tranquilas do Lago Lucerna, também chamado de Lago dos Quatro Cantões ou subir o Monte Pilatus por teleférico ou até mesmo se aventurar na viagem de trem mais inclinada do planeta (45º).
                                                     Barcos disponíveis para passeios 



 

- Kapellbrücke (Ponte da Capela) – O marco de Lucerna

 

A Ponte da Capela (em alemão, “Kapellbrücke”) constitui a peça central da paisagem urbana de

Lucerna, sendo considerada uma das mais antigas pontes de madeira cobertas da Europa. Tudo em Lucerna gira em torno do rio e da Ponte da Capela.

 

No interior da ponte, encontram-se 112 pinturas do século XVII, restauradas do século XX, que retratam a história da cidade. No meio da ponte há a Wasserturm – torre de água, que já foi prisão, câmara de tortura, torre de observação e arquivo municipal.




- Monumento o Löwendenkmal (Leão Ferido)

Para além da Ponte da Capela, outra das atrações é o monumento do Löwendenkmal (Leão Ferido), esculpido numa rocha, é uma homenagem aos mais de setecentos soldados suíços que morreram defendendo Luís XVI, em 1792, em Paris no Palácio das Tulherias.
O escritor americano Mark Twain elogiou "a escultura de pedra mais triste e comovente do mundo."


Então estes são os pontos mais importantes a serem visitados para uma primeira vez na cidade


www.pricillapereira.com