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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

HUMOR - EXPLICANDO O CAPITALISMO COM VACAS


Capitalismo Americano: você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre. Então você invade um país árabe dizendo que eles ameaçam a democracia mundial porque têm armas de destruição em massa, e rouba as vacas deles.


Capitalismo Francês: você tem duas vacas. Entra em greve porque quer três.


Capitalismo Canadense: você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo americano. As vacas morrem. Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.

Capitalismo Japonês: você tem duas vacas. Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produz 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.


Capitalismo Italiano: você tem duas vacas. Uma você mata, quando tenta forçar ela a fabricar queijo diretamente da teta e com a outra você resolve experimentar salame de vaca. Vende o salame de vaca para todo o mundo e fica rico.

Capitalismo Britânico: você tem duas vacas. As duas são loucas.


Capitalismo Holandês: você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.


Capitalismo Alemão: você tem duas vacas. Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.


Capitalismo Russo: você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco. Conta de novo e vê que tem 42. Conta de novo e vê que tem 12 vacas. Você para de contar e abre outra garrafa de vodca. 


Capitalismo Suíço: você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você cobra para guardar as vacas dos outros.


Capitalismo Espanhol: você tem muito orgulho de ter duas vacas.


Capitalismo Polaco: você tem duas vacas. Seu equipa de futebol perde, você bebe, briga com as duas e as mata.

Capitalismo Português: você tem duas vacas. E reclama porque seu rebanho não cresce...


Capitalismo Chinês: você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas. 


Capitalismo Hindu: você tem duas vacas. Ai de quem tocar nelas.


Capitalismo Mexicano: você tem duas vacas, sobe  numa e vai ilegal para os EUA.


Capitalismo Etíope: você não tem duas vacas.


Capitalismo Sul-Coreano: você tinha duas vacas, com a divisão das Coreias, você passou a ter apenas uma. Então os Americanos doam 3 mil vacas para você fazer inveja no seu vizinho do norte.


Capitalismo Porto-Riquenho: você não tem duas vacas, mas é cidadão estadunidense.


Capitalismo Judeu: você tem duas vacas. Vende uma, recebe o dinheiro e não a entrega. Quando o comprador vai reclamar, você o chama de anti-semitista, nazista e continua com a vaca.


Capitalismo Iraquiano: você tinha duas vacas. Com a invasão dos EUA você perde uma. Então troca sua única vaca por um carro bomba e mata aqueles filhos da puta.


Capitalismo Gaúcho: você tem duas vacas. As vende e compra carne de vaca argentina.


Capitalismo Argentino: você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas mugirem em inglês. As vacas morrem. Você vende uma delas para os gaúchos, e com a outra você faz um churrasco de final de ano pros diretores do FMI.


Capitalismo Brasileiro: você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria a CCPV-Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca. Um fiscal vem e te autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. 

A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro e botões, presumia que você tivesse 200 vacas e você vende a vaca restante para pagar as multas e os acréscimos legais e ainda adere ao programa do governo chamado REFIS para parcelar o restante da dívida com atualização da TR mais juros por 120 meses.

desciclopedia.org

Militar americano da Base das Lajes suspeito de violação e tentativa de homicídio



Sargento é suspeito de ter violado e tentado matar uma mulher de nacionalidade portuguesa. Já foi detido pela PJ

A Polícia Judiciária (PJ) anunciou hoje a detenção na ilha Terceira, nos Açores, de um homem de 27 anos suspeito de ter violado e tentado matar uma mulher. O coordenador da PJ nos Açores, João Oliveira, confirmou ao DN que o indivíduo é um militar norte-americano, sargento na Base das Lajes, destacado na ilha Terceira há cerca de um ano. A vítima tem nacionalidade portuguesa.

As autoridades dos EUA estão disponíveis para colaborar com a PJ no caso.

Segundo o Departamento de Investigação Criminal de Ponta Delgada da PJ, "os factos ocorreram na ilha Terceira, tendo o autor tirado vantagem do facto de conhecer a vítima, a quem convenceu a aceitar uma boleia no seu veículo automóvel, levando-a, contra a sua vontade, para local isolado, onde a agrediu e violou".

"Seguidamente, levou-a para um outro local, junto à orla costeira, onde a voltou a sujeitar a violação, tendo-a agredido com arma branca e tentado matar por afogamento, no intuito de evitar que ela denunciasse os crimes de que foi vítima", acrescenta o comunicado das autoridades.

O coordenador da PJ nos Açores, João Oliveira, adiantou à Lusa que "havia uma relação entre o agressor e a vítima" e que o suspeito "foi detido na noite de terça-feira em Angra do Heroísmo". "Os factos ocorreram no concelho da Praia da Vitória", referiu. De acordo com o responsável, "a vítima conseguiu escapar e pediu ajuda a uma terceira pessoa que estava nas proximidades".

O homem, suspeito prática dos crimes de violação, rapto, ofensas à integridade física e homicídio na forma tentada, ainda vai ser presente durante o dia de hoje ou na quinta-feira a primeiro interrogatório judicial, para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

www.dn.pt

Gestores da CDG ameaçam bater com a porta se obrigados a apresentar rendimentos






Membros da equipa de António Domingues estarão prontos para sair caso sejam obrigados a apresentar rendimentos

PSD e Bloco de Esquerda apresentam esta quarta-feira propostas no Parlamento para baixar os salários da administração da Caixa Geral de Depósitos e obrigar os gestores a apresentar as declarações de rendimentos no Tribunal Constitucional, conforme avançou o DN. Apesar de, nesta altura, só o Tribunal Constitucional poder notificar presidente e restantes administradores do banco público para que apresentem os rendimentos, perante as pressões políticas, haverá já quem ameace bater com a porta.

Segundo o Jornal de Negócios, a equipa de António Domingues na CGD mantém a posição de que a lei está a ser respeitada de forma escrupulosa, e há gestores que admitem renunciar aos cargos caso sejam mesmo obrigados a apresentar a declaração de rendimentos no Constitucional. Os responsáveis não têm qualquer intenção de, voluntariamente, entregar a declaração de rendimentos para travar a crescente pressão dos partidos nesta matéria, acrescenta o jornal.

O prazo para que fosse entregue a declaração de rendimentos e património dos gestores da Caixa Geral de Depósitos no Tribunal Constitucional terminou na passada segunda-feira e só os juízes poderão esclarecer se existe obrigatoriedade de o fazer. Mas ainda não é certo que se pronunciem sobre a interpretação da lei em vigor, ainda que o próprio primeiro-ministro já tenha dito que cabe ao Tribunal Constitucional decidir se a administração do banco do Estado tem mesmo de prestar contas.

www.dn.pt


PARECIDOS ?


Secretário de Estado quer que IKEA de Loulé use águas residuais para aquecimento e refrigeração

Carlos Manuel Martins


secretário de Estado do Ambiente quer que o novo centro comercial do grupo IKEA, que está a nascer no concelho de Loulé, venha a utilizar águas residuais das ETAR para o seu sistema de aquecimento e refrigeração.

O governante, à margem do lançamento da primeira pedra da ETAR Faro/Olhão, revelou aos jornalistas que lançou «a ideia que as instalações que estão a ser feitas, com uma grande área comercial [IKEA], perto de Faro, possa vir a fazer o seu aquecimento e refrigeração com águas residuais».
Segundo o secretário de Estado, o grupo IKEA «fá-lo noutro local perto de Lisboa, a partir da ETAR de Frielas, onde fui gestor. Essa é das instalações, do ponto de vista ambiental, mais eficientes desse grupo».
Esta ideia que Carlos Manuel Martins quer aplicar à superfície comercial é, no entanto, mais abrangente. «Temos uma elevada expetativa que os efluentes que saem das futuras ETARs [Faro/Olhão e Companheira] possam ser reutilizados em usos urbanos. Nesse aspeto, já temos uma diligência concreta com o Município de Portimão. Limpeza de ruas, jardins, limpezas de contentores e, no limite, rega de campos de golfe, pode ser feita com esta água».
Carlos Manuel Martins adiantou que «a Águas do Algarve está a fazer esses estudos. Quando passei por aqui dinamizei esse processo, que espero que possa ser continuado».


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Castro Marim celebrou o seu sal e homenageou os salineiros na 2ª Festa da Safra




A 2ª Festa da Safra, que se realizou na Casa do Sal no passado dia 31 de Outubro, prestou homenagem ao sal e aos salineiros de Castro Marim, contando «com casa cheia».

Aquele que é, no entender da autarquia castromarinense, «o melhor sal do mundo» tem, em Castro Marim, «o núcleo mais representativo da salicultura tradicional, não só por ser uma unidade geográfica bem definida, mas também porque aqui persiste a maior comunidade de salinicultores artesanais», explica a Câmara de Castro Marim.

Neste certame também se assinalaram o fim dos trabalhos do documentário «Os Dias do Sal», realizado por Ivan Dias, que deverá estrear em 2017.

«O orgulho castromarinense, profundamente ligado à “vida do sal”, é o âmago do documentário “Os Dias do Sal», diz a Câmara de Castro Marim. Esta festa contou também com a organização de um almoço no ambiente das salinas, no «Armazém Salmarim».

A autarquia castromarinense destaca, ainda, o facto de o «ouro branco» com selo castromarinense já «ser um produto reconhecido além-fronteiras», apesar de o grande objetivo ser «competir nos mercados internacionais e viabilizar economicamente a profissão de salineiro, estando para isso a ser conduzidos esforços no sentido da reativação da atividade para aumentar os níveis de exportação».


Neste sentido, a Câmara Municipal está ativamente empenhada no processo de Denominação Origem Protegida de Castro Marim, como fator diferenciador.

«Esta festa é para as pessoas que dão corpo e alma ao sal de Castro Marim. Vocês são os engenheiros do produto e os arquitetos da paisagem. Ainda estamos muito longe do nosso sonho, que é não só a dignificação da profissão, mas também que as vossas famílias possam viver dignamente desta atividade e que os vossos filhos e netos se possam orgulhar das vossas vidas de sal», realça, por sua vez, a vereadora da Câmara Municipal Filomena Sintra.

Esta iniciativa contou com a colaboração do representante da marca «Salmarim» e da unidade hoteleira «Praia Verde Boutique Hotel».


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PORTIMÃO - «Carolina Teixeira» é o novo navio palangreiro lançado ao mar no Algarve para pescar no Atlântico Norte - VEJA FOTOGALERIA


Só à terceira vez, e com o armador a ajudar a madrinha, a garrafa de espumante se esmagou em mil pedaços contra o casco do «Carolina Teixeira», batizando assim o novo navio palangreiro lançado ao mar no Algarve, que representa um investimento de 1,3 milhões de euros da algarvia Pescarade Sociedade de Pesca do Arade SA.

A cerimónia de batismo deste que é o terceiro navio dedicado à pesca do atum e do espadarte pertencente à empresa do armador algarvio António Teixeira e aos seus filhos André e João teve lugar no porto de pesca de Portimão, no sábado. Presentes estiveram o secretário de Estado das Pescas, a presidente e o vice presidente da Câmara portimonense, a vereadora da Câmara de Lagoa, o diretor regional de Agricultura e Pescas do Algarve, além de representantes de outras entidades oficiais e bancárias, fornecedores, clientes e muitos, muitos amigos.
Em declarações ao Sul Informação, o armador António Teixeira recordou ter começado a sua empresa de pesca, que hoje tem três navios a percorrer os mares do Pacífico, do Atlântico Sul e do Atlântico Norte, «com uma lancha, a Claudinha», de pesca local, matriculada em Ferragudo. «A Pescarade é um projeto que comecei com a minha mulher já há muitos anos», que entretanto deu «muitos dissabores, mas também muitas alegrias».
Este terceiro navio palangreiro, revelou, é um «sonho realizado» de uma empresa que resulta «de muito trabalho e muito esforço, pensado entre mim e a minha mulher».
O novo navio de pesca chama-se «Carolina Teixeira» precisamente «em homenagem às duas mulheres da minha vida, uma que já faleceu, outra que nasceu, a minha mulher e a minha neta», acrescentou o armador, emocionado, durante o almoço que se seguiu.
O navio, que resulta da remodelação completa e modernização de uma embarcação de pesca já existente e matriculada em Vigo, na Galiza (Espanha), tem uma autonomia de três meses e capacidade para 120 toneladas de pescado, ultracongelado mal é capturado nos seus porões frigoríficos. A tripulação é composta por 14 homens, na sua maioria de nacionalidade indonésia.


António Teixeira (em mangas de camisa), com José Apolinário 
Enquanto o «Alma Lusa», o maior navio da Pescarade (e do país) para a pesca do palangre (com anzóis), anda pelas águas dos oceanos Pacífico e Índico e o «Príncipe das Marés» navega no Atlântico Sul, o «Carolina Teixeira» irá pescar nas zonas da Madeira, dos Açores e um pouco mais acima, mas já em águas internacionais do Atlântico Norte.
Os 14 tripulantes, que já partiram para a primeira faina com a nova bandeira, vão estar agora três meses no mar (ou até encherem os porões frigoríficos), pescando com anzóis que têm bóias com GPS. Os aparelhos, iscados com cavala, são lançados ao mar durante a tarde, ao longo de uma zona com cerca de 50 a 70 milhas, e recolhidos no dia seguinte. O pescado – atum, espadarte e até tubarão – é arranjado de imediato e ultracongelado no próprio navio.
A Pescarade, que produz atum e espadarte «100% para exportação para a Europa», capturava até agora «1000 a 1200 toneladas por ano». «Com este novo navio, passamos para as 1500 toneladas/ano», disse António Teixeira ao Sul Informação.
O «Carolina Teixeira» está equipado com o mais moderno equipamento eletrónico de navegação e de pesca, mas conta com outras ajudas de peso: na sala de comando, estão em evidência as imagens de Nossa Senhora de Fátima, da Nossa Senhora da Conceição e do Sagrado Coração de Jesus.
«Temos de ter fé para ultrapassar os momentos difíceis», explicou António Teixeira. Aliás, o novo barco foi devidamente benzido pelo Padre Miguel, de Ferragudo, que, a pedido do armador, lançou água benta não só no exterior da embarcação, como na sala de comando e nos motores e porões frigoríficos.
Nestas coisas do mar, a tecnologia é muito importante, mas não se pode esquecer a força de vontade dos homens e a sua é…







 CAROLINA (A VERDADEIRA)  QUE DEU N OME AO BARCO NETA DO ARMADOR



















































Fotos: Elisabete Rodrigues|Sul Informação

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