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domingo, 30 de outubro de 2016

Ò SENHOR PROFESSOR, DOUTOR, ENGENHEIRO !



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  • todos estes títulos revelam falta de auto-estima. Quase ninguém parece capaz de quebrar a tradição, e de dizer “por amor de deus, chame-me Zé, não Sr. Dr. Prof. Eng..."


A utilização de títulos é muito importante em Portugal.
Na Grã-Bretanha, existem muitos títulos. Há Lords e Ladies, Dames, Dukes e Sirs, e não devemos esquecer Majesties e Highnesses. No entanto, acontece que não há muitas pessoas com títulos desse género. Existem, por outro lado, os títulos profissionais: por exemplo, “Reverend” para os padres anglicanos, “Doctor” para os médicos (até chegarem a “consultants”, quando se tornam Mr. ou Mrs. de novo), ou “Professor” para os catedráticos nas universidades. Fora das forças armadas e da magistratura, não há outros títulos profissionais. Existem, claro, pessoas que levam os títulos demasiado a sério, mas há ainda mais que lhes ligam nenhuma.
Até o uso de Mr. ou Mrs. (ou Miss ou Ms.) se reduziu muito nestes últimos cinquenta anos. São formas utilizados de uma maneira parecida à de Sr. e Srª. em Portugal, para mostrar um certo respeito, falta de reconhecimento, ou para manter uma distância saudável de pessoas que não suportamos. Estas formas de tratamento são muitas vezes esquecidas logo que se estabelece uma razoável familiaridade entre as pessoas, até no emprego. Não me lembro de alguma vez ter chamado Mr. ou Mrs. a um chefe.  
O título Dr. é utilizado para anunciar publicamente que essa pessoa dá jeito no caso de nos encontrarmos doentes, e não para suscitar adulação ou respeito (as pessoas com doutoramentos podem intitular-se Dr., mas muitas não usam o título, talvez para evitarem ser chamadas num avião quando outro passageiro sofre um ataque cardíaco.)
Na Grã-Bretanha, os veterinários não são Drs., e os arquitectos não têm título, nem os engenheiros. Estes profissionais usam letras a seguir aos seus nomes, para utilizarem em sítios oficiais, para explicarem que são qualificados e registos com as instituições respectivas, mas não há veterinário que espere de um agricultor humilde que lhe diga: “Bom dia, Mr. Harris, BVetMed MRCVS, pode dar uma vista de olhos à minha vaca, se faz favor?” Os professores não têm título profissional, nem os outros diplomados, com a excepção dos de medicina.
Em Portugal, também há muitos títulos… e muitas e muitas pessoas que os usam.
Há tantos doutores que não há nada de especial em ser doutor. Doutores de medicina SÃO especiais, e estarei sempre disposta a chamar-lhes o que quiserem, sempre que a minha vida estiver nas suas mãos.
Se o leitor é arquitecto, irrita-se se o pedreiro não lhe chamar Sr. Arquitecto em sinal de respeito, mesmo sabendo que pelas suas costas ele lhe chama idiota? E o leitor chama-lhe o quê a ele? Sr. Pedreiro? Não, chama-lhe o Zé (ou talvez “Sôr” Zé). Se você é engenheiro, sente-se respeitado porque uma pessoa utiliza o seu título correcto, mesmo que eles se riam da sua insistência em ser chamado Sr. Engenheiro?
É tudo porque quer ser respeitado publicamente, não é? Mais: quer ser considerado melhor do que os outros e tratado melhor do que os outros, só porque tem uma licenciatura ou mestrado desta ou daquela espécie?
Clamar por respeito é pouco digno e absurdo, porque o respeito devia-se ganhar (para além de ser simplesmente merecido quando se é um ser humano decente) através do que uma pessoa realmente faz bem. Não? Parece que há pessoas que consideram os títulos académicos mais importantes do que o trabalho, do que curar, do que construir, do que ensinar, do que desenhar, do que a coisa que realmente nos define e justifica o respeito dos outros — o trabalho duro e honesto.
Aos meus olhos estrangeiros e patetas, todos estes títulos revelam falta de auto-estima. Quase ninguém parece capaz de quebrar a tradição, e de dizer “por amor de deus, chame-me Zé, não Sr. Dr. Prof. Eng.”. E assim, o sistema dos títulos excessivos continua, de tal modo que dá ideia de que o respeito público depende de um mero título universitário. É uma grande pena, porque Portugal realmente tem muitas, mas muitas pessoas que merecem respeito e justificam orgulho, sem precisarem de ser doutores.
(Traduzido pela autora a partir do original inglês)

Oh, Professor!


Titles are such a big thing in Portugal.
In Britain, there are plenty of titles. There are the Lords and Ladies, Dames, Dukes and Sirs, not forgetting Majesties and Highnesses, but there really aren’t that many people who have them. There are the professional titles, Rev. for vicars, Dr. for medical doctors (unless they have reached the rank of consultant, then they are called Mr. or Mrs. again), and Prof. for high ranking tenured university lecturers. Outside of the armed forces and the judiciary, that’s pretty much it for professions. Apart from Mr. and Mrs., Miss and Ms., titles are used very sparingly. There really aren’t that many titled people. Some people take titles far too seriously. Some people just got over it.
Even the use of Mr. or Mrs. (or Miss or Ms.) has waned significantly in the last half century. They are used in a similar way to Sr. and Sra. in Portugal, to show a certain amount of respect, non-acquaintance, and to maintain a healthy distance from people you really cannot stand. They are very often dropped once any kind of working relationship has been built. I can’t remember a single job I ever had where I called my boss Mr. or Mrs.
The title Dr. is used to announce publicly that this is a useful member of society to have around when you find yourself sick, not to garner adulation and respect. (People who have doctorates can also call themselves Dr., but many of them don’t bother with the title especially if they don’t want to be mistaken for a medical doctor on an aeroplane when someone has had a heart attack.)
In Britain, veterinary surgeons are not Drs. and architects are without title, as are engineers. All these professions have letters after their name, and use them to denote in officialdom that they are qualified and are registered by an institute, but no vet would expect to hear a humble farmer say “Oh, hello, Mr. Harris, BVetMed MRCVS, would you look at my cow, please?”. Teachers have no professional title, nor does anyone else with a non-medical degree.
In Portugal, there are also plenty of titles… and an awful lot of people who use them.
There are so many doctors, they’re kind of not special any more. Doctors, medical ones, ARE special, and I’ll always be happy to call a medical doctor whatever he or she wants me to call them; my life is in his or her hands.
If you are an architect, do you bristle if the brickie doesn’t call you Sr. Arquitecto as a sign of respect, even though you know he goes round the corner and calls you an idiot? And do you call him Sr. Brickie? No, you call him “Bob”. If you are an engineer, do you feel respected when someone calls you Sr. Engenheiro even though they laugh behind your back at your absolute insistence on being called Sr. Engenheiro?
It is what it’s all about, isn’t it, being publicly respected, deemed better and treated better because you have a certain degree or profession?
This clamouring for respect is so undignified, so silly, when all someone should really be respected for, beyond being a fellow human being (and that should be enough), is being good at what they do. No? To some people, titles seem more important than the actual work that they are supposedly doing, more important than the healing, than the building, than the teaching, than the designing, the thing that really defines and deserves the respect of others, the hard work.
To my silly foreign eyes, all this titling signals a lack of self esteem. Not many people go against the grain and say “for god’s sake, just call me Bob, not Sr. Dr. Professor Engenheiro” and so the system persists, in which people demand the lip service of respect via a silly title. It is a huge pity, because Portugal really does have so many people to be damned proud of, without having to give them a title.

observador.pt

Deputados algarvios do PS querem que Governo autorize investimentos de 3,4 milhões em Faro




Os deputados socialistas eleitos pelo Algarve e os autarcas farenses do PS defendem que o Governo deve «permitir e autorizar o plano de investimentos aprovado para a capital algarvia, num quadro de redução dos impostos locais, valorizando a autonomia do Poder Local». Para transmitir diretamente esta posição, pediram «uma audição urgente» com o executivo liderado pelo socialista António Costa.
Esta sexta-feira, a Câmara de Faro anunciou ter recebido um parecer negativo da Secretaria de Estado do Orçamento a um plano para executar um conjunto de intervenções no concelho, nomeadamente de beneficiação da rede viária e reabilitação de edifícios públicos, aproveitando cerca de 3,4 milhões de euros que transitaram do exercício de 2015.
Apesar de afirmarem compreender que a decisão tomada se baseia «no estrito cumprimento dos contratos, assinados em 2010 pelo executivo PSD /CDS-PP na Câmara de Faro, os deputados algarvios António Eusébio e Luis Graça, também vereador na Câmara de Faro, já solicitaram uma audiência urgente com o Secretário de Estado do Orçamento e com o Secretário de Estado das Autarquias Locais, para encontrar em conjunto uma solução que viabilize os investimentos para Faro, num quadro de redução dos impostos locais que estão, injustificadamente, com as taxas mais altas do país de IMI, Derrama, IRC e IRS», segundo o PS/Faro.
«É hoje evidente que existe uma alteração clara das circunstâncias entre a realidade financeira do município e o contrato que em 2010 e por razões partidárias a Direita celebrou com o Estado», defendeu aquela estrutura partidária.
O principal partido da oposição em Faro dá o exemplo do valor de cobrança de IMI em 2013, que foi, asseguram «de mais 5 milhões face a 2009». «Ainda assim, a coligação de direita na autarquia, ao invés de amortizar dívida para baixar os impostos e fazer atenuar o esforço dos munícipes e empresas de Faro face a todos os concelhos vizinhos de Olhão, São Brás de Alportel e Loulé, cobra o dobro das taxas e dos impostos locais praticados no resto do Algarve», acusam.
Os socialistas aproveitaram para sustentar que «o saldo de 3,4 milhões de euros, transitado de 2015 para 2016, demonstra à evidência que o Partido Socialista tinha razão quando sempre defendeu que a situação financeira da Câmara de Faro nunca foi de reequilíbrio estrutural mas de saneamento financeiro e que foi apenas por interesse partidário do PSD que em 2010 empurrou Faro e os farenses para um Plano de Ajustamento Financeiro, obrigando, sem necessidade, os farenses a pagar impostos máximos».

www.sulinformacao.pt

Nunca houve tão poucas famílias de acolhimento. Governo quer mudar a lei



No distrito de Leiria, Sílvia e Jorge Silva são a única família que se ofereceu para receber crianças. Há quatro anos que David e Inês vivem com o casal



Eram 3400 quando a lei mudou, há oito anos, excluindo da lista quem tem laços familiares com o menor. Hoje só resistem 243 famílias

Quando a vida parecia arrumada, os filhos tinham já saído de casa, agora tão silenciosa, Sílvia Silva começou a sentir um vazio que a passagem dos dias só tendia a agravar. Uma vida a trabalhar com crianças, enquanto auxiliar de ação educativa, permitiu-lhe ver de perto aquilo que não está ao alcance de todos: "Algumas vezes foram à escola buscar meninos que depois iam para instituições. Aquilo deixava-me sempre uma grande mágoa."

Talvez essa tenha sido a nota dominante da reviravolta que se propôs dar na sua vida e na de dois irmãos, então com 6 e 9 anos, na cidade de Peniche. Sílvia e Jorge Silva são desde há quatro anos a família de acolhimento de David e Inês (agora com 10 e 14 anos), uma das 243 existentes em Portugal, que resistiram desde que a lei mudou, em 2008. Até então, existiam 3400 famílias, mas a regulamentação do Decreto-Lei n.º 11/2008, de 17 de janeiro, estipulou que "este serviço seja prestado apenas por pessoas ou famílias sem qualquer relação de parentesco com a criança e jovem", e isso acabou por levar à diminuição dos casos de acolhimento.

Na tentativa de mudar esta situação, o governo quer, soube o DN, rever o decreto-lei "que estabelece o regime de execução do acolhimento familiar previsto na lei de proteção de crianças e jovens em perigo - há 8500 em instituições -, adequando-o ao novo enquadramento legal". Além de desenvolver "campanhas de sensibilização, de modo a sensibilizar o público em geral e os futuros candidatos a família de acolhimento sobre os desafios e as oportunidades da resposta", adiantou ao DN fonte da Segurança Social.


No distrito de Leiria, por exemplo, a família Silva é a única inscrita nesta medida, enquadrada a nível nacional pelos serviços da Segurança Social e da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. São essas que fazem o acompanhamento das famílias, depois de um processo exaustivo que passa pela informação, sensibilização, formação, seleção e execução de um plano de intervenção "com supervisão e avaliação". Mas em 2012, Sílvia e Jorge (que foram pais novos, ela com 16 e ele com 18) não sabiam nada disso. Auxiliada por um vizinho, diretor de uma escola da cidade, Sílvia chegou aos serviços da Segurança Social apenas com a boa vontade de receber em casa uma criança nas condições que o acolhimento familiar estipula: "Assegurar à criança ou ao jovem um meio sociofamiliar adequado ao desenvolvimento da sua personalidade, em substituição da família natural, enquanto esta não disponha de condições."

Era o caso dos irmãos David e Inês, ele com notório atraso no desenvolvimento, ela a comportar-se "como se fosse mãe dele. Só tinha 9 anos", recorda Sílvia Silva, que ainda hoje se comove quando pensa no dia em que foi buscar os irmãos a casa da avó, que entretanto cegara. "Eles vieram sem uma lágrima. E entraram em minha casa como se já a conhecessem. Não era uma casa rica, mas tinha conforto, um quarto para eles e o carinho que eu e o Jorge lhe podíamos dar." Como sempre acontece com as crianças que as decisões judiciais enviam para instituições ou famílias de acolhimento, também ali havia a família biológica - sem condições para os acolher - e por isso nunca se colocou a possibilidade de adoção. De resto, essa é uma das regras que a lei estipula para uma família que queira prestar acolhimento - não pode adotar.

Prestação de serviços ao Estado

Sílvia é auxiliar de ação educativa, Jorge trabalha no porto de pesca de Peniche. "Para sermos família de acolhimento tivemos de nos coletar nas Finanças, pois isto é considerado uma prestação de serviços, e passamos recibo verde. É um serviço agora taxado a 35%, mas até este ano era a 75%", conta Jorge, convicto que a questão financeira, nomeadamente do pagamento de impostos, também será um fator de afastamento de potenciais candidatos. No seu caso, encara o valor que recebe mensalmente como "uma ajuda, não mais do que isso". A lei aponta um pagamento de 176,89 euros ou 353,79 (se a criança ou jovem for portador de deficiência, como é o caso de David), ao que se juntam mais 153,40 euros "para a manutenção de cada criança ou jovem".

Jorge e Sílvia já eram avós quando os dois irmãos chegaram lá a casa. "Antes disso, tive uma grande conversa com os meus filhos. Nunca colocaram qualquer objeção", conta a mãe, que ao longo destes quatro anos construiu com as crianças uma relação intensa, de cumplicidade, mas sempre frontal. "Por isso nunca quis que me chamassem mãe. Sempre fiz questão de lhes dizer que os pais os amam muito, mas que neste momento não têm condições para estar com eles, por diversas circunstâncias e razões." Já com a avó mantêm-se as visitas regulares. "A nossa vida muda completamente, é verdade. Mas também nos preenche muito", enfatiza Sílvia, que aos 50 anos acompanha as duas crianças em todas as atividades, tendo em conta a especificidade de David, que carece de um acompanhamento médico regular. Ao princípio não foi nada fácil. A Inês demorou até perceber que "ainda era uma criança, que tinha de brincar e estudar", de tão habituada que estava a cuidar do irmão. O David foi fazendo "imensos progressos" e a família reconhece aqui o múltiplo apoio por parte da professora e das técnicas da Segurança Social de Leiria. Em conjunto, e enquanto ainda aguardam um diagnóstico, "fazemos como disse o médico, tratamo-lo como um menino normal". Na casa da família Silva os irmãos estarão "até quererem". "Imagine que a mãe deles dava uma volta na vida, as coisas melhoravam e ela tinha condições para os ter. Iam viver com ela. Se isso não acontecer, estarão connosco enquanto quiserem e for possível."

Criar uma "bolsa de famílias"

A voz do juiz desembargador Paulo Guerra é a que mais se tem feito ouvir no país em defesa das famílias de acolhimento. "Sou um defensor das famílias de acolhimento porque a própria lei não deixa margem para dúvidas. Não é uma questão de opção de um juiz ou de uma CPCJ", afirma ao DN, socorrendo-se de alguns pontos: "Privilegia-se a aplicação da medida de acolhimento familiar sobre a de acolhimento residencial, em especial relativamente a crianças até aos 6 anos". Essa é, de resto, uma das grandes novidades do regime de 2015, "que veio rever a Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo (Lei 142/2015, de 8/9) - até aos 6 anos, prefere-se esta medida à do acolhimento residencial. É o reconhecimento de que a criança se desenvolve melhor nos primeiros anos de vida em ambiente familiar e não institucional ou residencial".

Paulo Guerra sabe que "não temos hoje famílias de acolhimento em número suficiente", o que desdobra por várias razões: "As pessoas ainda querem uma criança só para si. Não há muita tradição neste acolhimento e há falta de empenho estatal na publicitação do instituto, além de pouca solidariedade humana entre os portugueses." Defende, por isso, "uma campanha de captação de novas famílias", promovendo a medida junto dos agentes locais (CPCJ, Tribunais e Segurança Social), a par da criação de uma "bolsa de famílias". Ao DN, o Instituto da Segurança Social confirmou essa intenção, embora não haja ainda data para avançar. O juiz lembra os estudos que "têm vindo a demonstrar o impacto negativo da residencialização em crianças pequenas. Os benefícios de as manter com famílias são incontestáveis no que diz respeito à sua saúde, desenvolvimento e felicidade". Sublinha ainda que no caso dos bebés que são institucionalizados antes dos 6 meses estes "apresentam atrasos de desenvolvimento persistentes".

www.dn.pt

MAIS SOBRE – O TERROR DA KU KLUX KHAN


kkk-chicago

Organização de extrema direita, a Ku Klux Klan chegou a produzir um programa infantil para difundir seu valores de supremacia racial, possuía um acampamento de verão e teve até um líder judeu, que ocultou suas raízes durante muito tempo.
Fundada no final do século XIX, nos EUA, os membros da KKK cobriam os seus rostos e promoviam a xenofobia, o racismo, a homofobia e o anticomunismo. Desde sua origem, suas ações estão centradas em perseguir e violentar os cidadãos negros do país. Abaixo, cinco fatos desconhecidos sobre esse grupo macabro:
Um dos líderes da KKK era judeu: Daniel Burros entrou para a Ku Klux Klan após ser expulso do exército americano. Na seita, ele conseguiu ascender ao posto de “Grande Dragão”. Ao ser descoberto o segredo de suas origens judaicas, ele foi expulso do grupo e se suicidou.
Houve um programa infantil financiado pela Ku Klux Klan: em 2009, uma série de vídeos nos quais crianças entre 9 e 10 anos davam opiniões controversas sobre temas relacionados à raça e à religião se tornaram públicos. Finalmente, soube-se que “The Andrew Show” tinha sido produzido pela KKK.
Eles tinham um acampamento de verão: a Ku Klux Klan oferecia a seus membros a possibilidade de participar de um acampamento de verão. Nele, era reforçada a ideia de comunidade e eram compartilhados materiais para doutrinar os participantes.
Um policial negro se infiltrou no grupo: em 1970, o policial afro-americano Ron Stallworth conseguiu estabelecer contato com membros da KKK. O oficial se infiltrou telefonicamente na organização, mas teve que enviar um companheiro branco às reuniões presenciais para não causar suspeitas.
Não é um grupo unificado: a Ku Klux Klan é, na verdade, o conjunto de diversos grupos de extrema direita, e não um só grupo. Embora tenha tido milhões de membros, atualmente ela conta com apenas alguns adeptos.

megaarquivo.wordpress.com

Evento para promover inclusão na moda cria desfile com modelos anãs


 
Modelos não precisam ser altas, magras e todas iguais. Prova disso é a jovem com Síndrome de Down que venceu barreiras e hoje já é sucesso no mundo da moda. Mas as passarelas também estão se abrindo a pessoas com outros tipos de dificuldades, como mulheres com menos de 1,30 metro de altura, que acabam de ganhar um desfile só para elas: o Dwarf Fashion Show.
A iniciativa teve sua terceira edição em Paris, onde os desfiles ocorreram no Ministério de Cultura da França, com o objetivo de combater a ditadura discriminatória da beleza, ao mesmo tempo em que apresenta uma perspectiva de moda mais inclusiva. A Dwarf Fashion Show já passou também pelas passarelas de Nova Iorque e o desfile viajará a Dubai e Tóquio nos próximos meses.
Durante o evento, 10 modelos anãs não profissionais de diferentes nacionalidades vestiram roupas criadas especialmente para seus tipos de corpo pela agência nova-iorquina Creative Business House, empresa de referência para estilistas e desenhistas que buscam assessoria nos negócios. “Mais do que um evento, se trata de uma organização que pretende ajudar as pessoas de tamanho pequeno e encontrar um lugar no mundo da moda“, conta Doniya, co-organizadora do desfile.
Vale a pena prestigiar essa iniciativa:

VÍDEO
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Todas as fotos: Divulgação

vivimetaliun.wordpress.com

"Amor é amor no movimento comunista" - Por que há uma revolução armada acontecendo nas Filipinas?
















"Amor é amor no movimento comunista"
Publicado em INQUIRER.net
"“Nosso casamento é uma reafirmação do amor igualitário. Somos todos humanos, e todos devemos ter o mesmo direito a escolher quem amar e quem será nosso parceiro de vida”, disse Diana.


Com balas de munição nas palmas de suas mãos, as recém-casadas não se limitaram a jurar amor recíproco, mas também em provar ao mundo que, tal como com outras pessoas, era um amor como qualquer outro."
“Beija! Beija! Beija!”, gritava a multidão, no meio da selva, em algum lugar das montanhas de Mindanao. Era um dia libertador, diziam.



Com uma bandeira vermelha com a foice e o martelo tremulando sobre seus respectivos ombros, Maymay e Diane se beijaram numa cerimônia de casamento realizada pelo Partido Comunista das Filipinas (PCF). Este foi o primeiro casamento lésbico na história de Mindanao, e aconteceu sob a cobertura de um matagal fortemente protegido por guerrilheiros armados. O primeiro casamento deste tipo aconteceu, segundo boatos, em algum lugar da região metropolitana de Manila.

“Devemos nos esforçar para melhorar nossos relacionamentos pessoais enquanto trabalhamos para elevar nosso compromisso com o povo e a revolução”, disse um comandante do NEP (Novo Exército Popular), braço armado do Partido Comunista das Filipinas, durante a cerimônia.

Sem palavras

“Eu fiquei realmente sem palavras, cheia de admiração quando a vi pela primeira vez. Ela havia acabado de tomar banho e não penteou o cabelo. Eu me apaixonei de imediato por ela”, disse a risonha Maymay. Ela dizia que, à medida em que os dias passavam, ela se dava conta que o sentia por Diane era algo realmente especial. “Não foi um processo fácil. Os dias passavam e meus sentimentos por ela se tornavam mais fortes, até eu ter certeza que estava realmente apaixonada por ela”, acrescentou.

Maymay explicou que teve de passar por um processo específico para entrar em um relacionamento amoroso dentro do movimento comunista, o que incluiu reuniões e a própria permissão do coletivo onde ambas militam.

Cada membro do movimento clandestino é parte de uma célula ou coletivo, onde os relacionamentos pessoais também são discutidos sob o princípio da primazia da política sobre a vida pessoal.

Carta

Com um sorriso tímido, Maymay explicou a nosso jornal que ela e seu grupo tiveram de escrever uma carta demonstrando suas intenções de se casar com Diane, e enviaram a carta ao coletivo da última.

“Enviamos a carta em 6 de janeiro de 2014, e Diane e seu coletivo aceitaram-na calorosamente”, disse Maymay.

No movimento comunista das Filipinas, é uma prática comum não apenas pedir uma pessoa em casamento, mas também pedir a aprovação do coletivo da pessoa em questão, para provar que se é digno não apenas do afeto da pessoa como também da aprovação do Partido.

Um processo chamado integração se inicia quando o outro coletivo aceita o pedido de casamento. Ambos os companheiros, então, terão um tempo de experiência – passando um período juntos para ter certeza de seus sentimentos e para ter certeza de que o relacionamento amoroso não irá afetar suas responsabilidades políticas.

Um animado “sim”

“Eu me esforcei muito para pedi-la em casamento, até eu receber um animado “sim” após seis meses”, compartilhou Maymay conosco.

Como ocorre em todos os relacionamentos, Diane e Maymay tiveram seus altos e baixos, mas estes levaram finalmente a um dia muito especial. Um ano após Maymay mandar sua carta para Diane, ela a pediu em casamento no meio de uma praça de uma das maiores cidades de Mindanao.

Tudo foi muito bem preparado, tal como uma emboscada do NEP, disseram elas.

“Nossos amigos especiais estavam lá. Pedimos para alguns cantarem músicas, enquanto outros filmavam e tiravam fotos. Foi lá que eu propus a Diane um casamento,” Maymay narrou.

Um longo noivado

Para aqueles que militam no movimento revolucionário, um ano de casados já é considerado um longo casamento. “Por conta de razões que fogem de nosso controle, incluindo nosso trabalho político, nosso casamento foi adiado. Nós, porém, usamos esta oportunidade para melhorar nosso relacionamento”, disse Maymay.

O processo pessoal, porém, principalmente a preparação para o casamento, foi ainda mais difícil para Diane.

“Sou muçulmana. As medidas a serem tomadas quando se entra numa relação com uma pessoa do mesmo sexo são bastante complicadas”, disse Diane.

“Foi uma grande luta para fazer minha família e minha aldeia me aceitarem como sou”, disse Diane.

Família contra o matrimônio

A família de Diane finalmente aceitou seu relacionamento com Maymay. Porém, foi contra o seu casamento com ela. “Meus pais sabiam do meu casamento, porém, nenhum deles compareceu à cerimônia, a não ser alguns de meus primos que também são guerrilheiros do NEP”, disse ela.

Diane acariciou seus longos cabelos cacheados enquanto narrava que esteve aberta à comunidade LGBT desde quando estava no ensino médio. “Naquela época, eu ainda não tinha certeza sobre minha orientação, mas era muito próxima a membros do LGBT”, disse Diane.

Tudo foi parte de um processo, disse ela. “A primeira vez que mantive um relacionamento com uma pessoa do mesmo sexo foi dentro do movimento comunista. Foi um processo de abrir minha mente e aceitar”, disse ela.

O movimento comunista segue uma política rigorosa chamada Sobre o Relacionamento Proletário entre os Sexos, que foi ratificado em 1998, e inclui pontos sobre relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo e casamentos.

Primeiro casamento gay do NEP

Em 2005, o primeiro casal gay do NEP – Andres e José – se casaram no sul de Mindanao. Eles se separaram anos depois, e um deles morreu de uma doença que contraiu nas montanhas.

“Nosso casamento é uma reafirmação do amor igualitário. Somos todos humanos, e todos devemos ter o mesmo direito a escolher quem amar e quem será nosso parceiro de vida”, disse Diana.

Com balas de munição nas palmas de suas mãos, as recém-casadas não se limitaram a jurar amor recíproco, mas também em provar ao mundo que, tal como com outras pessoas, era um amor como qualquer outro.


Fonte: Nova Cultura



Por que há uma revolução armada acontecendo 
nas Filipinas?


VÍDEOS


Vida Comunista II: Na garganta da besta




Mafarrico Vermelho

OS NEGÓCIOS QUE SE FAZEM COM AS CINZAS DA CREMAÇÃO



Agências funerárias têm catálogos com várias opções e preços para fazer relíquias dos falecidos. Falta de espaço nos cemitérios faz aumentar cremações.

Quando Alexandrina Simões diz às pessoas que o marido, falecido há três anos, "anda sempre juntinho ao coração", não está a mentir. A professora reformada, a viver em Matosinhos, pegou "num bocadinho" das cinzas do marido e mandou colocá-las no interior de uma medalha de ouro que trás pendurada num pequeno colar.

"Só não quero que a minha fotografia apareça no jornal, porque as pessoas lidam mal com a morte e tenho receio de ser mal interpretada", afirmou. Para as três netas, mandou fazer "umas medalhinhas parecidas", dando liberdade aos pais de autorizar, ou não, que as crianças usem as joias. No total, gastou "cerca de 5 mil euros".

Como Alexandrina, cada vez mais famílias optam por dar um destino às cinzas diferente do habitual. As agências funerárias apresentam um vasto catálogo de opções, que vão desde a confeção de joias até soluções ecológicas como transformar as cinzas em fertilizante para árvores. O leque de preços também é grande e variado. Alguns artigos são feitos no estrangeiro, mas há joalheiros portugueses que já trabalham quase a tempo inteiro a fazer "relíquias" com cinzas.

SEIS DADOS SOBRE CREMAÇÕES QUE PROVAVELMENTE NÃO CONHECIA

Vítor Cristão, da Associação dos Agentes Funerários de Portugal, diz que se nota "um crescimento muito acentuado no número de cremações". As causas para esta opção são variadas e passam "pela falta de espaço nos cemitérios e pelo preço dos jazigos". "Com a cremação, acabam-se os gastos em jazigos e flores", realçou.

Paulo Carreira, da Servilusa, a maior agência funerária portuguesa e proprietária de seis crematórios, avança com outra explicação. "As famílias estão cada vez mais deslocadas da sua terra natal e a cremação permite guardar as cinzas e aproximar as famílias dos seus mortos".

Totalmente "verde" é a opção apresentada pela Sigmapack, a empresa de Lisboa que quer tornar ecológicos os funerais em Portugal. Só este ano, a empresa já fez 250 urnas (com cartão e papel reciclado) que, juntamente com as cinzas e alguma terra, serve de base à raiz de uma árvore que deverá ser replantada. "É o retorno à vida pelo meio da natureza", disse Nuno Gonçalves, responsável da empresa.

Dar um destino às cinzas

A procura de urnas biodegradáveis é feita também por pessoas que têm guardadas em casa, algumas durante anos, cinzas de familiares. "É uma forma de retirar as cinzas de casa e devolvê-las à natureza através da plantação de uma árvore", referiu. Em alguns cemitérios e crematórios, já existem locais para depositar as cinzas como é o caso do "roseiral", no Tanatório de Matosinhos.

A legislação é omissa sobre este assunto permitindo, por exemplo, que as cinzas de pessoas que morreram fora do país sejam transportadas para Portugal, de avião, como bagagem de mão.


http://www.jn.pt

SOS Ria Formosa | COMUNICADO - Face aos acontecimentos dos últimos dias vimos por este meio repor os factos reais.



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Face aos acontecimentos dos últimos dias vimos por este meio repor os factos reais.
A carta de demissão do ainda actual presidente da APA Algarve dirigida ao Sr. Ministro do Ambiente é inacreditavelmente desrespeitosa e mais rápida que a própria luz, enviada para a comunicação social para parecer “bem”.
Como pode o Presidente da APA Algarve ter gerido durante anos uma Sociedade cujo capital maioritário pertencer ao Estado e cuja tutela depende do Ministério do Ambiente, acusar o seu superior hierárquico de o ter desautorizado e fazer acusações tão graves como as que fez?
A nós, parece-nos que esse presidente ainda em funções para o ministério do ambiente, está esquecido quem rege as suas linhas orientadoras.
O Ex-Presidente da Sociedade Polis apressa-se a acusar o Sr. Ministro de ir contra a decisão dos tribunais mas não explica que não foram os processos que caíram, mas sim as providências cautelares que impedem as demolições.
Quem está a ser mais prudente?
Quem quer demolir a todo o custo, ou quem quer evitar que sejam demolidas habitações a título fortuito correndo o sério risco de mais tarde os tribunais virem a ditar razão às pessoas?
Em todo este processo não seria responsabilidade do demissionário, como representante do governo, ouvir as populações?
Não seria sua a responsabilidade de averiguar com coerência que as pessoas fazem parte do meio ambiente onde vivem?
A Sociedade Polis pela mão do Sr. Sebastião, esteve durante todo este tempo a fazer o que quis e bem entendeu a seu bel-prazer, levando a cabo um levantamento incorrecto das situações humanas no terreno, não passando a informação concreta e real a quem de direito.
Tinha na sua posse a documentação da população há anos, a mesma documentação enviada agora para o Sr. Ministro e de onde conseguimos comprovar que nestes núcleos existem pescadores/viveiristas e primeiras habitações REAIS.
O Sr. Sebastião nunca se predispôs ao diálogo, nunca nós ou qualquer outra associação dos núcleos dos Hangares ou Farol, conseguiu uma reunião que por diversas vezes foram requisitadas.
Face aos graves acontecimentos que o ex-presidente da Polis ia criando o Senhor Ministro do Ambiente, este, numa atitude de bom senso e transparência, decidiu entrar em contacto connosco, tento assim a coragem de não mais aceitar caprichos incoerentes, de não mais querer na sua equipa alguém cujo prato favorito era um “refugado de destruição” como aliás conseguiu fazer nos ilhotes e Praia de Faro.
O movimento SOS teve a oportunidade de, pela primeira vez, ser ouvido. É certo que ainda subsistem alguns pontos de discórdia, no entanto, o Senhor Ministro percebeu que não somos tão facciosos ao ponto de pensarmos que está tudo bem e que nada precisa ser mudado, tendo nós a consciência que efectivamente é necessário haver uma requalificação.
No dia 27 de Outubro de 2016 fomos finalmente reconhecidos como Núcleos Históricos. É uma conquista pela qual lutamos há décadas e que finalmente chegou.
Por mais que isso custe a alguns, é já uma realidade e nem tsunamis, nem decisões administrativas ou até mesmo questões de fundos europeus vão alterar este facto. Esta é uma decisão política, esta é uma decisão justa e por isso o caminho só se poderá encarar como promissor.
Rever o POOC e colocar na lei este reconhecimento agora aprovado por maioria, será um dos nossos grandes objectivos. Continuar o diálogo com as populações e fazer uma discussão séria sobre os verdadeiros problemas da região, são os nossos desejos para o futuro.
Remando para o mesmo lado podemos concretizar melhorias muito significativas para a Ria Formosa e para as suas populações. Por isso nos congratulamos também com o avanço das decisões já tomadas, como a construção da ponte para a Praia de Faro, do cais da ilha de Tavira, do plano de praia do Ancão e do parque ribeirinho de Olhão.
Deixamos assim este desejo e também o nosso sincero agradecimento pelo empenho, capacidade de diálogo e o pelo cumprir da palavra dada pelo Sr. Ministro Matos Fernandes.
As políticas são feitas das pessoas para as pessoas. O sentido de Justiça impera e em nada nos podemos queixar da atitude e compromissos assumidos pelo Senhor Ministro, que com a sua análise séria e eficiente, mais não fez do que desmascarar os que se dizem defensores do ambiente.
Resta-nos aguardar pela nova cara que irá ocupar o cargo de Presidente da Agência Portuguesa do Ambiente no Algarve (APA) e consequentemente da Sociedade Polis. Sr. Ministro, pode contar com o nosso apoio e a nossa solidariedade contra todo o tipo de acusações radicais que em nada contribuem para o bem das regiões e das suas populações.
Terminamos, esclarecendo que é de lamentar que precisamente no dia a seguir a sermos considerados Núcleos Históricos, saí uma notícia no Jornal Público (se é que a podemos descrever assim) a que nos voltam a descrever como “ilegais”.
De “reportagens” destas já estamos habituados pois resultam sempre numa tentativa fútil de passar a ferro os ilhéus… em todas elas a população parece ficar mal vista perante a opinião pública.
Associar a problemática das ilhas e a sua defesa ao Presidente da Câmara Municipal de Olhão que tem defendido mais de 600 famílias, como se só estivesse a defender a dele, demonstra uma insensibilidade tão grande que se iguala ao desrespeito com que sempre este processo foi conduzido pela Sociedade Polis.
Pois bem, deixamos aqui o conselho de que o que se encomenda são os bolos, não as notícias.
Portanto, ao Sr. Idálio Revez do dito Jornal e ao Presidente da APA, parece apropriado noticiar o seguinte: “Integridade sem conhecimento é fraca e inútil mas conhecimento sem integridade é perigoso e horrível” – Samuel Johnson
SOS Ria Formosa

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Seung Mo Park: e as mulheres de alumínio



Conheça as esculturas feitas pelo artista coreano, radicado nos Estados Unidos, Seung Mo Park. Ele molda incríveis esculturas de metal, bem detalhadas, dobrando e retorcendo cabos de alumínio. O trabalho de Park é tão meticuloso, não só em relação aos detalhes superficiais, mas em relação a posição das figuras humanas, que parecem ser mulheres de carne e osso, envolvidas em metal.
Além da atenção que dá a delicada forma do corpo feminino, o artista consegue capturar as rugas dos tecidos amassados e os detalhes do cabelo de suas obras. A série intitulada “Human”, é rigorosa e uniformemente composta pelos fios, perfeitamente unidos, demonstram o esforço exaustivo do artista. O trabalho parece ter sido feito por alguma impressora 3D.
O resultado é notável. Confira aqui, Human de Seung Mo Park:













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