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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Frankenstrump, uma história menos conhecida de Mary Shelley







entreostextosdamemoria.blogspot.pt

SEGREDOS OBSCUROS DA IGREJA CATÓLICA


Ao longo da sua longa história, a Igreja Católica tem sido abalada por escândalos que vão desde a criação da Ordem dos Templários, o julgamento de Galileu até a Madre Teresa??. Ao longo do século 20 e 21, muitos escândalos vieram à tona, mesmo com a Igreja tentando mantê-los em segredo.
Confira 5 segredos obscuros da Igreja Católica e se surpreenda:
O escândalo dos Orfãos de Duplessis
Nos anos de 1930 e 1940, uma revolução conservadora inaugurou uma era na cidade de Quebec no Canadá, conhecida como ” A Grande Escuridão”. Liderados pelo Premier Maurice Duplessis, o período foi marcado por atos de corrupção sem precedentes e de repressão, muito dos quais envolvendo a Igreja Católica.
A partir dos anos 1940, o governo Duplessis, em colaboração com a Igreja Católica começou a diagnosticar crianças órfãs com problemas mentais que elas não possuíam. Como resultado desses falsos diagnósticos, milhares de órfãos foram enviados para instituições psiquiátricas da igreja, que recebiam subsídio do governo.
Diversos orfanatos foram convertidos em manicómios para crianças para que a Igreja Católica pudesse ganhar mais dinheiro com os subsídios. Cerca de 20 mil crianças foram erroneamente diagnosticada e presas desta maneira.
Para piorar a situação, muitos dos órfãos não eram exatamente órfãos. Alguns deles eram simplesmente os filhos de mães solteiras levados à força para a custódia da Igreja, que desaprovada a própria existência do parto fora do casamento. Depois de serem internadas, as crianças eram submetidas a uma vida de pesadelo, que incluía o abusos sexuais, terapia de eletrochoque e lobotomias forçadas.
Algumas crianças foram usadas em testes de drogas e outras experiências médicas.Muitos morreram como resultado de seu tratamento. Na década de 1990, cerca de 3.000 sobreviventes do escândalo dos Orfãos de Duplessis trouxeram a história a tona. O Governo fez um acordo monetário com as vítimas mas a Igreja Católica tentou abafar seu papel no escândalo mantendo-se em silêncio.
O escândalo das Crianças Britânicas
Durante os séculos 19 e 20, em torno de 150.000 crianças britânicas foram enviadas para a Austrália, Nova Zelândia, Canadá e Rodésia.
O esquema de tráfico infantil tinha como objetivo a criação de colónias de caucasianos (brancos). As crianças britânicas foram escolhidas para serem enviados pois de acordo com referências da época elas eram um “bom estoque de pessoas brancas.”
Entre os anos 30 e início dos anos 60, a Igreja Católica enviou pelo menos 1.000 crianças britânicas e 310 crianças maltesas para escolas católicas na Austrália, onde muitos foram forçadas a trabalho escravo principalmente no ramo da construção.
Além de trabalhos forçados, inquéritos posteriores descobriram que muitas das crianças enviadas pela Igreja eram brutalmente espancadas, estuprados. Muitas crianças passavam fome e eram alimentadas com restos e no chão, como animais. Décadas mais tarde, em 2001, a Igreja Católica na Austrália confirmou os crimes cometidos e emitiu um pedido de desculpas.
O roubo de crianças na Espanha
Na década de 1930, o regime fascista de Francisco Franco procurou purificar Espanha através do roubo de bebés de pais “indesejáveis”. O regime dizia que os bebés deveriam ser criados em um ambiente “politicamente aceitável”. O regime inicialmente direcionou às crianças de esquerdistas, mas atingiu também mães solteiras. Aproximadamente 300 mil bebés acabaram roubados de seus pais.
O esquema de roubo de bebés foi realizado com a grande colaboração da Igreja Católica da Espanha. Depois de Franco subir ao poder, ele se declarou o defensor da Espanha católica. Assim, a Igreja controlava a maior parte dos serviços sociais na Espanha. Isso permitiu que milhares de crianças fossem roubadas de seus pais por médicos católicos, padres e freiras.
Em muitos casos, os enfermeiros em hospitais católicos levavam os bebés recém-nascidos de sua mãe para serem examinados. A enfermeira, então, voltava com um bebê morto mantidos no gelo com o propósito de convencer a mãe que o bebê tinha morrido. Depois que os bebés eram roubados de suas mães, eram vendidos em um mercado negro de adoções.
Depois da morte de Franco, em 1975, a Igreja manteve seu controle nos serviços sociais na Espanha e continuou o esquema. Os sequestros de crianças só diminuíram no fim de 1987, quando o governo espanhol começou endurecer os critérios de adoção. Estima-se que cerca de 15 por cento das adoções na Espanha entre 1960 e 1989, faziam parte do esquema de seqüestro.
Lavagem de dinheiro Nazista no Banco do Vaticano
Em 1947, um agente do Tesouro dos EUA chamado Emerson Bigelow escreveu um relatório altamente confidencial, que alegou que a Igreja Católica tinha contrabandeado ouro nazista através do banco do Vaticano. O próprio relatório foi “perdido”, mas uma carta escrita por Bigelow explicou que ele continha informações de uma fonte confiável revelando que a Croácia tinha contrabandeado cerca de 350 milhões de francos suíços em ouro para fora do país no final da guerra.
De acordo com Bigelow, aproximadamente 200 milhões de francos ficaram no Banco do Vaticano sob custódia. Um porta-voz do banco do Vaticano negou as alegações, mas a Igreja Católica permanece envolvida em ações judiciais sobre a sua suposta lavagem de ouro nazista. Em 2000, uma ação coletiva foi movida por cerca de 2.000 sobreviventes do Holocausto e familiares que buscavam a restituição do Vaticano até US$ 200 milhões, utilizando os dados de Bigelow e outros documentos recentemente liberados por agências de espionagem que alegam que o Vaticano tinha ouro confiscado dos judeus no regime Nazista. A ação está parada na justiça dos EUA até hoje.
Os manicómios de Maria Madalena
Com base em seus dogmas ultraconservadores sobre a sexualidade, muitas mulheres foram presas pela Igreja Católica suspeitas de prostituição ou “promiscuidade”. Elas eram aprisionadas em instituições para doentes mentais dirigidas pela Igreja conhecida como Manicômios de Maria Madalena. Inicialmente, as mulheres recebiam “tratamento” devido ao seu comportamento pecaminoso ou por serem promiscuas. Muitas mulheres foram enviadas para os manicómios por suas próprias famílias.
As principais instituições desse tipo se encontravam na Irlanda. Lá as mulheres eram presas  e forçadas a fazerem trabalho escravo, principalmente relacionadas a lavagem de roupas, durante sete dias por semana. É claro que a Igreja estava sendo paga pelo trabalho das mulheres. Essas lavandarias geravam um grande lucro para a igreja local. As mulheres presas também era espancadas, má alimentadas e sofriam abuso sexual. Estima-se que mais de 30.000 mulheres foram presas nessas instituições.
Os manicómios foram operados na Irlanda do final do século 18 ao final do século 20. Eles só se tornaram uma questão de debate público em 1993, quando 155 corpos foram descobertos em uma vala comum no norte de Dublin. As autoridades que administravam o manicómio haviam enterrado as mulheres em segredo, sem dizer a suas famílias ou mesmo das autoridades que eles tinham morrido.
Em 2013, as autoridades irlandesas concordaram em pagar, 45.000 mil dólares como indemnização para cada sobrevivente após o Comitê contra a Tortura das Nações Unidas pedisse ao governo para tornar uma atitude.

teech.com.br

HISTÓRIA- ESPIÃO FRANCÊS QUE AFUNDOU NAVIO DA GREENPEACE PEDE DESCULPA



Rainbow Warrior, o navio da Greenpeace afundado em 1985 por agentes secretos franceses
Rainbow Warrior, o navio da Greenpeace afundado em 1985 por agentes secretos franceses
Trinta anos depois de ter afundado o navio da Greenpeace, ataque que vitimou o fotógrafo português Fernando Pereira, Jean-Luc Kister pediu desculpas e diz que o episódio vai ficar para sempre na sua consciência.
Em entrevista ao site de investigação Mediapart, Jean-Luc Kister diz que este é o momento certo para pedir desculpas à família do fotógrafo Fernando Pereira, sobretudo à filha Marelle, à Greenpeace e ao povo da Nova Zelândia, avança o The Guardian.
“Nós não somos assassinos. Tenho o peso na consciência de um homem inocente que foi morto. É tempo de expressar o meu profundo arrependimento e as minhas desculpas”, lamentou o antigo agente francês.
O episódio remonta a 1985, quando um navio da Greenpeace, atracado em Auckland, na Nova Zelândia, foi bombardeado e onde acabou por se afundar.
Rainbow Warrior ia em direção de Atol Moruroa, uma ilha no Pacífico Sul da Polinésia Francesa, onde França estava a planear uma série de testes nucleares.
Depois de se terem feito passar por turistas suíços para visitar o navio, que estava aberto ao público, a equipa de 12 agentes franceses fez explodir duas bombas quando a maioria da tripulação estava ainda a dormir.
A primeira bomba provocou um grande buraco no casco do navio e a segunda explodiu precisamente quando o fotógrafo português regressou ao barco para ir buscar as suas câmaras.
Fernando Pereira, na altura com 35 anos de idade, ficou preso na cabine e acabou por morrer dentro do navio afundado.

Fernando Pereira, fotógrafo português que morreu no barco afundado da Greenpeace
Fernando Pereira, fotógrafo português que morreu no barco afundado da Greenpeace
Kister, que em entrevista ao canal neozelandês TVNZ chegou a comparar a operaçãocomo usar luvas de boxe para esmagar um mosquito”, afirmou que, na altura, os políticos franceses recusaram outras sugestões para lidar com o protesto da Greenpeace.
“Tínhamos de obedecer às ordens, éramos soldados”, adiantou o membro da agência secreta francesa DGSE.
Greenpeace já reagiu às declarações de Kister, dizendo que o ataque “foi um crime e não um acidente”.
“As desculpas de Jean-Luc Kister não vão trazer o Fernando de volta mas provam, mais uma vez, que o nosso camarada foi um homem inocente sacrificado em nome do raciocínio absurdo do Estado”, afirmou à AFP Jean-François Julliard, diretor-geral da Greenpeace França.
Inicialmente, França negou o envolvimento neste episódio e descreveu-o como um “ataque terrorista”.
Documentos lançados em 2005, e posteriormente publicados numa investigação do The Guardian, mostram até que os franceses tentaram culpar os serviços secretos britânicos pelo sucedido.
A responsabilidade do governo francês foi rapidamente comprovada, tornando-se esteincidente num autêntico fiasco político.
Em 1987, sob pressão internacional, o país acabou por pagar 8,2 milhões de dólares à organização ambiental, o que ajudou a financiar um novo navio, e também pagou à família do fotógrafo português.
Só em 1996 é que os franceses interromperam os testes nucleares no Pacífico Sul, motivo que originou o inicial protesto da Greenpeace.
Da equipa dos 12 franceses envolvidos no ataque, apenas dois foram presos e condenados a 10 e 7 anos de prisão por homicídio involuntário – Dominique Prieur e Alain Mafart – penas das quais se libertaram passados apenas dois anos.
Quanto aos restantes, a Greenpeace afirma que “a maioria dos envolvidos simplesmente desapareceram”.
zap.aeiou.pt

Os 12 lugares e cofres mais bem guardados do mundo





De acordo com a pirâmide de Maslow, a segurança é um item essencial para sobrevivência. Com a falta dela, as pessoas passam a viver sob o stress constante que afeta tanto a saúde mental quanto a física. Entretanto, atualmente esse conceito se tornou muito relativo, considerando que existem algumas pessoas que nunca se sente protegidas, independentemente das precauções que adotem.
Por outro lado, também há aqueles que exageram na dose. Ainda que grande parte dos governos do mundo inteiro possua cofres de segurança máxima, também existem alguns depósitos e ambientes que são tão protegidos quanto uma base militar. A seguir, você confere os 12 lugares mais seguros do planeta.

12. Prisão de Alcatraz

Essa é a prisão mais bem guardada do planeta, pois serve de alojamento para os criminosos e terroristas mais perigosos. As celas do local são todas feitas de concreto puro e possuem poucas janelas com vista para o céu.
A maioria dos prisioneiros fica confinada em solitárias e não pode fazer nenhum gesto sem acionar diversos sistemas complexos de detecção de movimento. Não que existam muitos corajosos que tentem enfrentar as várias torres armadas e cães treinados para atacar a qualquer sinal de fuga.

11. Cofre Mórmon

O cofre Mórmon, também conhecido como Cofre de Registros das Montanhas de Granito, é propriedade da a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Com 182 metros, o local foi construído na lateral de uma rocha gigantesca localizada em Little Cottonwood Canyon, em Utah.
Embora seja rodeado por pedras – tecnicamente quartzo, não granito –, não pense que é possível dinamitar tudo e invadir, visto que o complexo foi montado para aguentar um ataque nuclear e possui portas idênticas àquelas utilizadas no banco, que são programadas para fecharem automaticamente sob impacto.
Ainda que existam alguns empregados dentro do cofre, ele não é aberto ao público e nem aos membros da igreja. Agora, surge a pergunta: que arquivo ou tesouro supersecreto estaria guardando esse grupo religioso debaixo de sete chaves e sob uma montanha inteira? Supostamente, apenas alguns papeis monótonos sobre genealogia e outros documentos paroquiais.
Ainda assim, uma caverna capaz de sobreviver a um apocalipse parece uma solução um pouco exagerada para proteger alguns documentos corriqueiros, o que fez com que algumas pessoas suspeitassem que o cofre esconde muitos itens misteriosos.
Por exemplo, alguns detratores dos mórmons creem que o lugar esconde documentos históricos discrepantes sobre a religião, os quais estão sendo guardados para evitar que a igreja seja atacada ou possivelmente prove que toda ela é uma fraude.
Os líderes mórmons desmentem as teorias da conspiração e dizem que a reserva possui apenas microfichas e microfilmes que estão sendo restaurados e convertidos para mídia digital.

10. Pionen Bunker

O Pionen Bunker é um data center gigantesco que hospeda os servidores dos principais sites e serviços do mundo. Um de seus clientes mais famosos é a Wikileaks – organização apátrida responsável pelos principais vazamentos e escândalos governamentais na mídia.
Primeiramente, o lugar foi um centro de defesa civil construído na White Mountain em Stockholm, Suécia, sendo utilizado para proteger departamentos do governo local em caso de ataques nucleares.
Tempos depois, o Pionen Bunker foi comprado pelo provedor Bahnhof e convertido em um data center defendido por uma porta de 40 cm de espessura, que só pode ser acessada por meio de um pequeno túnel e capaz de aguentar uma bomba de hidrogênio.
As salas do local parecem ter saído de um filme de espião, pois possuem painéis com computadores de última geração, sala de conferência flutuante e paredes de puro granito – a Batcaverna mandou lembranças.

9. Cofres da JPMorgan and Chase

A JPMorgan and Chase, uma das maiores companhias de gestão de participações sociais, possui alguns dos cofres mais bem guardados do mundo. Um deles está localizado à cinco andares debaixo do nível das ruas de Manhattan, Nova York. Ele possui quase o mesmo tamanho que um campo de futebol e armazena um imenso carregamento de ouro.
Ainda que sua extensão seja impressionante, algumas pessoas estão mais preocupas com a sua proximidade com o Federal Reserve Bank, visto que os dois depósitos estão posicionados de frente na mesma rua. Algumas mentes conspiratórias acreditam que os dois superbancos estão interligados através de um túnel subterrâneo e que o governo dos EUA e a JPMorgan estão mancomunados para manipular a economia do país.
A localização da outra caixa-forte da companhia era um mistério, até que, em março de 2013, o site financeiro Zero Hedge descobriu que ela estava situada abaixo do complexo empresarial de Londres. Por coincidência ou não, o banco subterrâneo também está perto de uma reserva governamental, o Banco da Inglaterra. Além disso, o túnel subterrâneo que conecta os dois fecham aos fins de semana.
Como todo cofre de primeira grandeza, os dois reservatórios da JPMorgan podem sobreviver a um ataque nuclear direto.

8. Arquivos Secretos do Vaticano

Assim como a caixa-forte dos mórmons, a dos católicos é muito bem guardada. Afinal, se os livros de Dan Brown estão certos, alguns dos papéis armazenados por lá podem destruir a igreja católica e expor algumas contradições que vem sendo pregadas há milhares de anos.
É claro que os oficiais católicos defendem que não há nada de ilegal escondido nos labirintos centenários que servem como depósito. Todavia, o arquivo é vigiado 24 horas por dia pela Guarda Suíça do Papa. Dizem que ele contém salas com fileiras de prateleiras recheadas com documentos que datam desde o século 8.
Para homenagear os 400 anos da reserva – e reduzir as suspeitas sobre o lugar –, em 2012 a igreja católica colocou centenas de artefatos do Vaticano à mostra nos Museus Capitolinos. Alguns dos papéis mais notáveis são os documentos da corte sobre o julgamento dos cavaleiros templários, a acusação de heresia de Galileu Galilei e um pedido de divórcio feito pelo rei Henry VIII.
Ainda assim, essa é apenas a ponta do iceberg. Muitos criticam a igreja, pois apenas clérigos e estudantes qualificados podem entrar no arquivo, sendo que até mesmo aqueles que adentram o local não podem conferir alguns itens sem conseguir aprovação prévia.
Há uma lenda urbana que diz que a igreja católica esconde alguns livros que validam a religião mórmon e contradizem a bíblia. Mas também existem aqueles que creem que o arquivo esconde as primeiras coleções de pornografia já encontradas.

7. Air Force One

O projeto do avião Air Force One foi pensado para se transformar em uma Casa Branca móvel para o presidente dos Estados Unidos em casos de ameaças. O que faz o aeroplano altamente seguro é que ele não precisa pousar para encher o tanque de combustível.
Além disso, todos os equipamentos a bordo são protegidos com um escudo eletromagnético e o avião pode voar sobre zonas com alto teor de radiação – em casos de ataque nuclear. A partir do Air Force One, também é possível travar radares e até mesmo lançar mísseis perseguidores de calor.

6. Caixa-forte da KFC

Enquanto a maioria dos cofres guarda ouro ou relíquias religiosas, para um império de fast food norte-americano, nada é mais importante do que sua receita secreta. A Kentucky Fried Chicken (KFC) armazena com prioridade máxima sua fórmula que consiste de 11 ervas e pimentas secretas utilizadas em seu frango frito Colonel Sanders original.
Em 2009, a lista recebeu uma arca atualizada na sede da KFC, em Kentucky. Durante os cinco meses em que a ela estava sendo construída, a receita foi escondida em uma instalação misteriosa e transportada no maior estilo agente secreto, com direito a maleta presa no pulso, óculos escuros e tudo.
Agora, o maior tesouro da KFC está armazenado sob segurança de ponta, o que inclui detectores de movimento, câmeras de vigilância e guardas 24 horas. Uma vasta parede de concreto protege o cofre e o sistema de segurança está conectado diretamente a um servidor de backup.
Aparentemente, nem mesmo o presidente da rede sabe qual é a receita do frango, sendo que atualmente apenas dois executivos da KFC possuem permissão para usar a caixa-forte, mas ninguém sabe quem são eles. Além disso, eles evitam que os fornecedores tentem adivinhar os ingredientes, pois realizam pedidos utilizando várias companhias diferentes.
Naturalmente, todo esse sistema de proteção é para aumentar o hype da marca e aumentar sua publicidade. Todavia, em 2001, a empresa processou um casal que afirmou ter encontrado a fórmula em uma de suas antigas casas. Se você ficou curioso para descobrir como se prepara esse frango secreto, não deixe de conferir o preparado do Tudo Gostoso.

5. Cofre da Igreja da Cientologia

A Cientologia é mais uma das religiões que armazenam seus segredos em uma caixa-forte impenetrável. Ela fica localizada em um complexo subterrâneo no deserto do Novo México, apenas algumas horas de distância de carro de Roswell – lugar famoso pela aparição de OVNIS.
Dentro da caverna, escavada para suportar uma bomba de hidrogênio, estão cascadas de titânio contendo placas de ferro e discos de ouro inscritos com os ensinos fundamentais da cientologia. Tudo isso é protegido por três portas de aço inoxidável que pesam mais de 2.267 kg. No solo acima do depositório, estão marcados símbolos especiais que só podem ser visualizados do céu.
Muitas pessoas desconfiam que as formas geométricas servem como meio de comunicação extraterrestre. Alguns antigos frequentadores da igreja confirmaram as suspeitas, explicando que as marcas são feitas para que os futuros cientologistas que visitarem a Terra vindo de outros planetas possam encontrar o local.
Todavia, outros dizem que os símbolos não servem como sinalizadores para aliens, e sim como um “ponto de retorno” para L. Ron Hubbard, o fundador da religião. Segundo eles, o homem precisa encontrar uma maneira de voltar para a base depois de reencarnado.

4. Silo Internacional de Sementes da Esvalbarda

Embora, tecnicamente, a Noruega seja a dona do Silo Internacional de Sementes da Esvalbarda, seus fundadores foram a Global Crop Diversity Trust, a Fundação Bill e Melinda Gates e outras organizações e governos. Além disso, os noruegueses garantem a entrada de qualquer pessoa que esteja utilizando um de seus depositórios no local.
Como o próprio nome sugere, o reservatório é usado para guardar uma imensa variedade de sementes, em uma tentativa de preservar a diversidade da colheita e assegurar que a humanidade tenha uma fonte de alimento independente do desastre que atinja a Terra.
A reserva está localizada em Esvalbarda – um dos lugares mais remotos do mundo. O território é uma imensa pedra no Círculo Polar Ártico, e o cofre fica situado em uma antiga mina de cobre.
Como se a paisagem isolada não fosse o bastante, o armazém de sementes é defendido por portas à prova de impacto, sensores de movimento, cabines pressurizadas e um metro de aço reforçado com concreto. Seu clima único e posição geológica deve manter as amostras a salvo de qualquer desastre – causado pelo homem ou não – durante centenas de anos.
Há suspeitas de que filantropos renomados como Gates estão construindo vacinas de esterilização em massa sob o disfarce de ajuda humanitária, enquanto o plano verdadeiro seria criar um tipo de raça superior. Tudo indica que as semente se encaixam de alguma forma para o controle global e o despovoamento da Terra.

3. Cofre da Iron Mountain

O cofre da Iron Mountain em Germantown, Nova York, guarda registros no subterrâneo e presta serviços para clientes globais. Antigamente, o lugar era uma mina abandonada, usada como uma fazenda de cogumelos.
Tirando proveito da paranoia gerada pela Guerra Fria, a companhia de segurança, aberta na década de 1950, oferece uma maneira de abrigar documentos corporativos evitando inclusive ataques nucleares.

2. Cofres dos bancos suíços

Quando se pensa em segurança, os cofres suíços são os melhores, pois fornecem anonimato completo para os clientes e não fazem muitas perguntas. Ainda que as caixas de depósito sejam bem guardadas, a verdadeira proteção dos itens vem dos banqueiros que atendem com uma paciência digna de um médico. Algo essencial, visto que grande parte de seus clientes nem são cidadãos suíços, e sim oficiais corruptos, ditadores, mafiosos e políticos desonestos.
Brechas na lei Suíça que afetem esses clientes são muito raras, uma vez que o governo local é especificamente rigoroso com qualquer violação de confidencialidade bancária ou comercial. Seu um dos banqueiros relatar um caso suspeito, ele pode acabar preso ou tendo que pagar uma multa muito milionária.

1. Antwerp Diamond Center

A Antwerp Diamond Center, na Bélgica, é muito conhecida por duas razões: por ser o depósito de diamantes mais impenetrável do mundo e, ironicamente, por ter sido vítima de um assalto incompreensível, em 2003.
Originalmente, o cofre guardava coleções de 1,5 mil mercadores de diamantes, armazenando cerca de 70% desse minério no planeta. Claro que os donos da caixa-forte tomaram sérias providências para proteger os itens com equipamentos de segurança, o que incluia detectores de calor, sensores sísmicos, campos magnéticos, radares Doopler e uma trava com mais de 100 milhões de combinações possíveis.
A porta de entrada para a caixa forte pesava três toneladas, tendo sido construída a partir de aço sólido. Para vazá-la, eram necessárias pelo menos 12 horas de perfuração ininterrupta. Todavia, todas essas medidas não foram o bastante para impedir que uma gangue italiana conhecida como “The School of Turin” invadisse o lugar e roubasse US$ 100 milhões (pouco mais de R$ 300 milhões) em diamantes e tesouros.
Em uma ação digna do filme “11 Homens e Um Segredo”, eles conseguiram desligar os alarmes e invadir o cofre. Os funcionários da Antuérpia só perceberam o roubo no dia seguinte, quando encontraram o local aberto e saqueado. O espólio nunca foi recuperado, mas a polícia conseguiu prender um homem, Leonardo Notarbartolo, baseando-se nas amostras de DNA encontrada na cena do crime.
Na época, ele informou que os vendedores de diamantes contrataram sua equipe e encomendaram o assalto, e que tudo fazia parte de um plano elaborado para dar um golpe na companhia de seguros.
Depois disso, a Antwerp Diamond Center aprimorou suas medidas de segurança com uma caixa-forte ainda melhor. Porém, o caso de 2003 mostra que nenhum cofre é bom o bastante para impedir uma mente criminosa determinada.

m.megacurioso.com.br

Conheça os 12 melhores zoológicos do mundo



A natureza sempre traz muita felicidade pra gente. Nâo tem como não brincar com um cachorro, gatinho, pássaro, ou o quer que seja e não dar um leve sorriso!
Mas esses animaizinhos fofos também tem suas versões “gigantes”. Quem nunca olhou para um tigre e só viu um gatão, e pensou: quero adotar um desse. Infelizmente você não pode (que bom!). Mas o que você pode é visitá-los nos zoológicos.
Pensando nisso, abaixo você vai encontrar uma lista com 12 dos melhores zoológicos do mundo, com atrações e histórias totalmente diferentes e bem legais.
Vídeos adicionados por António Garrochinho

1. Jardim Zoológico de Berlin

O Zoológico de Berlin é o mais antigo e visitado de toda Alemanha e o mais popular em toda a Europa. Criado em 1844 com ajuda do Rei Frederick William IV da Prússia, que colocou no lugar sua coleção privada de animais (mais de 850 animais). Apesar de ter sofrido danos durante a Segunda Guerra Mundial, tendo mais de 100 animais e boa parte do local destruídos, ele foi reconstruído e alguns animais foram colocados no Tour Animais da Bíblia, por mostrar animais de referências bíblicas.
Ele tem hoje 1500 espécies de animais e mais de 15.000 animais no total. O lugar também abriga o maior aquário do mundo, com mais de 250 tanques em exposição.
Ficou bem famoso em suas estratégias de conservação de animais, e programas de reintrodução. Com isso acabou criando duas “celebridades” do mundo animal: Knut, o famoso filhote de urso polar, e Bao Bao, o panda mais velho mantido em áreas cativas.
Abaixo você pode ver um vídeo do Knut. O filhotinho viveu até seus 4 anos, quando infelizmente não sobreviveu a uma doença autoimune. Porém, o legado do Zoológico continua. Que tal fazer uma visitinha a mais fofuras como essa por lá?





2. Zoológico de Toronto

O Zoológico de Toronto é o maior do Canadá e um dos maiores do mundo. Hoje ele tem 491 espécies de animais e mais de 16.000 animais.
Lá você também pode encontrar vários animais em perigo de extinção como o Gaur (um tipo de bisão indiano), Elefantes africanos, Linces, entre inúmeros outros.
Entre as atrações, existem algumas únicas como o passeio à camelo, e tanques onde é possível encostar em arraias.
Mas o foco do lugar não é somente os animais: o parque também é um dos maiores recicladores de telefones celular na América do Norte.
O Zoológico toma parte em diversos esforços de conservação. Dois exemplos seriam o resgate de ursos polares e pesquisas para encontrar uma cura para um fungo mortal que afeta os sapos.



3. Zoológico do Bronx

Apesar de relativamente pequeno, o Zoológico do Bronx que está no meio de Nova Iorque é uma dos melhores e mais antigos dos EUA, e o maior zoológico localizado em região metropolitana do mundo. Ele foi aberto ao público em 1899, e em apenas 4 anos se tornou o primeiro do Hemisfério Oeste a ter leopardos de neve. Tem hoje 650 espécies e mais de 6.000 animais.
É muito reconhecido por seus programas de preservação da vida selvagem O lugar é tão importante que a Sociedade de Conservação da Vida Selvagem tem lá no local sua sociedade de veterinário, que cuida de mais de 15.000 animais localizados nos vários zoológicos do país.
O Zoológico do Bronx tem formas muito legais de assistir os animais, entre elas grandes rios profundos para dividir os animais predadores das suas presas, e um pequeno carro sobre trilhos, o Wild Asia Monorail para ver seus habitats naturais em um tour guiado bem tranquilo, passando por tigres, rinocerontes e elefantes.
Ficou famoso em 2013 depois que uma espécime de cobra Egípcia conseguiu fugir do seu local. A busca durou 7 dias, até que foi encontrada em um lugar mais escuro dentro do próprio Zoológico. Mas pode ficar tranquilo que não houveram mais casos. Dá pra ir lá tranquilo! (=
O local trabalha para se tornar um lugar mais sustentável: recentemente instalaram banheiros que usam privadas de compostagem que vai economizar milhões de litros de água todos os anos, além de gerar adubo para plantações.



 4. Zoológico de San Diego

O Zoológico de San Diego fica localizado perto do centro de San Diego. Hoje ele tem 800 espécies e quase 4000 animais expostos.
O clima ensolarado do sul da California é ideal para muitos animais. Então quase todas maiores exibições são feitas em céu aberto. Como o chão é cheio de altos e baixos e tem grama muitos visitantes acabam escolhendo o tour guiado dentro do ônibus.
Umas das atrações mais famosas e impressionantes é a Odisseia dos Elefantes. É um trajeto que conta a história das espécies de elefante ao longo do tempo, partindo da Era Pleistocene até os elefantes modernos.
O Zoológico é muito ativo nos seus esforços de conservação e preservação. Muitas espécies são criadas em cativeiro para serem liberadas nos seus habitats naturais quando apropriado.



5. Zoológico de Londres

O Zoológico de Londres, localizado ao norte do Parque Regent, é o zoológico científico mais antigo do mundo. Foi aberto em 1828 para servir para estudos científicos. Só foi abrir para o público em 1847. Ele tem 755 espécies de animais e mais de 16.000 animais como um todo.
Os pontos mais famosos do local são frutos de seu espírito de inovação, como a Casa de Répteis, Aquário Público (com pinguins) e Zoológico de Estimação (onde é possível encostar e interagir com os animais). Em todos os casos foram o primeiro do mundo a fazer cada uma das coisas. A arquitetura do local ainda se mantém, sendo uma arquitetura Vitoriana.
Por expandir as espécies de animais, hoje conta com alguns como o Dragão de Komodo, Tartarugas de Galápagos, uma grande variedade de répteis, tigres, gorilas entre outros. Entre seus projetos de conservação, o mais recente é o Programa Tigre S.O.S que tem como objetivo levantar fundos para ajudar a salvar o Tigre da Sumatra.




6. Zoológico de Wellington

O Zoológico é o primeiro da Nova Zelândia. Hoje ele tem cerca de 100 diferentes espécies e mais de 500 animais. É considerado um pequeno Zoológico.
Tem um trabalho muito dedicado na preservação de animais nativos da própria Nova Zelândia (como o famoso pássaro nacional com risco de extinção, o Kiwi), assim como animais da região Ásia Pacífico. Um dos mais famosos foi o movimento “Liberte os Ursos”, que buscava proteger os ursos do Sudeste Asiático.
É o primeiro do mundo a ter o selo carboNZero, que certifica seus esforços para reduzir seu impacto ambiental, buscando a sustentabilidade, como reduzir gastos, reciclar e reutilizar, e captar água de chuva para alguns processos. Quem disse que inovação não pode acontecer em lugares como museus?



7. Zoológico de Pequim

O Zoológico está localizado no distrito de Xicheng  e foi criado em 1906 durante a dinastia Qing, com um grupo de apenas 12 macacos, 2 papagaios e uma ema. Hoje ele tem 950 espécies e mais de 14.500 no total.
As atrações famosas normalmente são focadas em raros animais chineses. O mais famoso são os Pandas Gigantes. Também é possível ver outros como o tigre do sul da China, o Jacaré chinês e a grande Salamandra chinesa.
Além dos animais também tem um cenário lindo composto por áreas, jardins floridos, entre outros.



8. Zoológico da Filadélfia

O Zoológico da Filadélfia foi o primeiro zoológico da América, criado em 1874.  Hoje tem cerca de 350 espécies e mais de 1300 animais no total.
A reserva de Primatas PECO é considerada uma exibição obra-de-arte  no mundo. Fica em uma pequena área com regiões abertas e fechadas que abrigam 10 espécies diferentes dos primatas. Também é um lugar para amantes de gatos visitarem as Cachoeiras do grandes Felinos, que tem hoje 12 espécies como os Leões Africanos, Tigres, Jaguares, entre outros.
Tem uma excelente reputação pela preservação em cativeiro de espécies ameaçadas de extinção, assim como pela simulação de ambientes naturais que criam para seus animais.
Se o dia não for o suficiente, você pode acampar por lá no que será uma grande experiência para toda a família.



9. Zoológico de Singapura

Apesar de Singapura ser uma ilha pequena, tem um parque urbano, um jardim botânico e um zoológico de se orgulhar. Este foi aberto em 1973. Hoje tem mais de 300 espécies e mais de 2500 no total.
Ele é considerado um dos melhores pela forma como os animais são mantidos e apresentados: é o pioneiro no conceito do Zoológico aberto, que não tem nenhuma jaula, e não tem barreiras visíveis entre os animais e os visitantes, utilizando para isso a vegetação e recursos naturais. Somente nos casos de animais mais ferozes que existe paredes de vidro.
Logo ao lado do Zoológico existe um Safari Noturno, o primeiro do mundo e uma das melhores atrações turísticas do país.



10. Zoológico da Basiléia

O Zoológico da Basiléia é localizado na Suíça. É um dos pontos turísticos mais importantes do país, estando em todos os guias turísticos.
Tem mais de 600 espécies e quase 7.000 no total, algumas delas que não podem ser encontradas em nenhum outro zoológico do mundo. Entre eles podemos citar o Hipopótamo pigmeu, o Rinoceronte indiano e o Okapi.
Seu programa de conservação em cativeiro de espécies ameaçadas de extinção é um dos mais bem sucedidos do mundo. Eles conseguiram com sucesso garantir a que muitas espécies não acabassem através desse programa.



11. Zoológico de Schönbrunn

O Zoológico de Schönbrunn, localizado na cidade de Vienna na Áustria, é o mais antigo do mundo. Foi aberto em 1752 e fica localizado na linda paisagem cênica do Palácio de Schönbrunn. Com isso é possível que você possa aproveitar não só ver seus animais favoritos, como observar uma arquitetura magnífica. Por isso foi considerado uma Local de Herança Mundial pela UNESCO.
Tem mais de 700 espécies e 900 animais no total. Entre esses os principais são os elefantes, pandas, leões-marinhos e jaguares.
Tem grandes esforços na conservação em etapas bem iniciais de espécies, tendo obtido vários “primeiros”, incluindo o primeiro nascimento de elefante em cativeiro no ano de 1906.


12. Zoológico de Edinburgo

O Zoológico de Edinburgo é localizado na Escócia. Ele tem 171 espécies de animais. Dentre as atrações turísticas do país fica em segundo lugar, perdendo apenas para o famoso castelo de Edinburgo.
Ele foi o primeiro zoológico do mundo a conservar e criar pinguins, além de ser o único no Reino Unido a ter koalas e pandas gigantes.
Apesar de ser muito famoso pelos dois pandas gigantes emprestados da China, o grande trunfo do lugar são os pinguins. O zoológico tem mais de 100 de diversas espécies. Uma das atrações mais populares é a Parada dos Pinguins, momento em que os animais são liberados para desfilar um pouquinho sua fofura, como você pode ver no vídeo aqui em baixo.

VÍDEO

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